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Adeptos do Sporting reagem ao preço da nova camisola para 2026/27: "Levem a minha carteira"
14 Jul 2026 | 09:46
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29 Mar 2024 | 11:49 |
O mais recente empréstimo obrigacionista do Sporting, que colocou 50 milhões de euros em dívida a três anos, é a prova de que os clubes portugueses continuam a depender cada vez mais do mercado de dívida para obter fundos a curto prazo, um modelo que, segundo Camilo Lourenço, pode trazer "problemas" no futuro. Em conversa com o jornal 'Record', o economista considera que chegará o dia em que alguém "não vai pagar".
"O que está a acontecer é que, em primeiro lugar, os clubes tinham muita dívida nos bancos; em segundo lugar, os bancos já não financiam os clubes como costumavam fazer. Quando o BCE [Banco Central Europeu] chegou, descobriu que havia uma série de bancos com empréstimos a clubes e que estavam a realizar maus negócios. O BES perdeu uma fortuna com o Sporting, basta ver o perdão que aconteceu recentemente. Portanto, os clubes já não conseguem obter financiamento dos bancos e têm de procurar dinheiro em outros lugares", explicou.
"As receitas normais já não são suficientes. Os clubes precisam de dinheiro e têm emitido obrigações. Se observarmos, as obrigações seguintes são sempre maiores do que as anteriores. Isso acontece porque continuam a acumular dívidas. E depois ainda há os juros...", acrescentou.
Os montantes elevados envolvidos nestes empréstimos podem representar um "caminho sem retorno" e, na opinião de Camilo Lourenço, podem levar os clubes portugueses a um abismo, uma vez que eventualmente não conseguirão "pagar completamente a dívida" acumulada.
"Não tenho dúvidas de que a situação pode tornar-se ainda mais complicada. Um dia vão surgir problemas e é por isso que muitas pessoas não investem em obrigações de SADs. Todos dizem que vão pagar, mas chegará o dia em que alguém não o fará e aí surgirão os problemas.", atirou Camilo Lourenço, prosseguindo:
"No mercado de capitais, eventualmente alguém falha. Não vejo um modelo de negócio em que os clubes consigam gerar receitas suficientes para pagar completamente a dívida e financiarem-se sem recorrerem a empréstimos. Se um dia alguém não pagar, será um grande problema", enfatizou, por fim.
Clube de Alvalade deu um passo importante nas negociações para reativar os protocolos com os grupos organizados de adeptos
24 Jul 2026 | 17:49 |
O Sporting deu um passo importante nas negociações para reativar os protocolos com os grupos organizados de adeptos. Depois de um período de alguma resistência, a Juve Leo terá chegado a um entendimento com a Direção, aproximando-se de um acordo que visa melhorar o ambiente de apoio à equipa em Alvalade.
O objetivo da administração, liderada por Frederico Varandas, passa por reunir novamente os diferentes grupos de adeptos na Curva Sul, recuperando a atmosfera que durante anos marcou os jogos do Sporting em casa. As conversações entre as partes têm registado avanços nas últimas semanas.
Entre as condições apresentadas pelo Clube está a atribuição de uma Gamebox com 30% de desconto aos membros das claques, incluindo acesso aos jogos disputados no Pavilhão João Rocha. O protocolo prevê ainda a possibilidade de aquisição da Gamebox Curva Sul e a reserva de um número específico de bilhetes para os encontros realizados fora de casa.
Em contrapartida, os Grupos Organizados de Adeptos terão de desocupar as respetivas sedes, conhecidas como "casinhas". A medida está relacionada com o projeto de requalificação do Estádio José Alvalade, que contempla intervenções nessa zona, à semelhança do que aconteceu anteriormente com outras instalações do Clube.
Com o entendimento alcançado entre o Sporting e a Juve Leo, segundo o jornal 'A Bola', o processo de aproximação entre a Direção e as claques ganha novo impulso, numa altura em que o clube procura recriar um ambiente de maior união e apoio nas bancadas durante a nova temporada.
Proposta já motivou algumas reações negativas nas redes sociais, sobretudo pela diferença em relação aos principais rivais nacionais
17 Jul 2026 | 16:52 |
O Sporting apresentou a proposta de orçamento para a temporada 2026/27, documento que será levado a votação numa Assembleia Geral marcada para 25 de julho. Entre os vários pontos em análise pelos sócios surge a possibilidade de atualização dos valores das quotas mensais, uma medida que tem gerado discussão.
A principal alteração diz respeito à categoria A, destinada aos sócios adultos, que poderá passar dos atuais 13 euros para 14 euros por mês. Caso seja aprovada, esta quota ficará acima dos valores praticados por Benfica e Porto, sendo que também as restantes categorias de associados, como a B, C e D, poderão sofrer aumentos.
A proposta já motivou algumas reações negativas nas redes sociais, sobretudo pela diferença em relação aos principais rivais. A contestação surge numa altura em que o Sporting atingiu um novo máximo histórico de sócios pagantes, ultrapassando os 125 mil associados.
Segundo a Direção, liderada por Frederico Varandas (que viu a Justiça dar-lhe razão num processo contra o Porto), a revisão dos preços das quotas surge como resposta ao atual contexto económico, marcado pelo aumento generalizado dos custos e pela subida das taxas de juro. O Clube considera que estes ajustes são necessários para assegurar a continuidade e evolução das várias atividades e projetos em curso.
O documento apresentado contempla ainda a criação de uma nova categoria de associado, denominada “sócio base”. A modalidade terá menos direitos do que os sócios tradicionais, não permitindo votar, participar em AG's ou integrar processos eleitorais, mas possibilitando o acesso a benefícios como descontos, eventos e atividades promovidas pelo Clube.
Ambiente em torno dos leões aquece antes da nova temporada e um dossiê sensível está a provocar forte agitação no Clube de Alvalade
15 Jul 2026 | 12:24 |
O Sporting enfrenta um novo foco de tensão fora das quatro linhas. Quando parecia existir margem para aproximar a administração liderada por Frederico Varandas dos grupos organizados de adeptos, o cenário sofreu uma reviravolta e o entendimento ficou seriamente comprometido, deixando um dos projetos mais ambiciosos da SAD praticamente sem efeito.
A proposta apresentada pelo Clube para criar um novo protocolo com as claques encontrou forte resistência. Segundo as informações do jornal Record, Directivo Ultras XXI, Juventude Leonina e Torcida Verde deverão rejeitar o acordo proposto pela SAD, sendo que apenas a Brigada Ultras Sporting estará disponível para assinar o documento.
A intenção da administração passava por recuperar a histórica Curva Sul do Estádio José Alvalade, através da criação de uma Gamebox específica, do apoio financeiro às deslocações dos grupos organizados de adeptos e ainda da implementação de uma zona de safe standing, com lugares em pé protegidos.
Entre os principais motivos para a rejeição estão a obrigatoriedade da identificação através da zona ZCEAP (Cartão do Adepto) e a situação das sedes das claques. Enquanto a Brigada já recebeu ordem para abandonar o espaço que ocupava no estádio, as sedes da Juventude Leonina, Torcida Verde e Directivo continuam envolvidas em processos judiciais, sem que tenha sido encontrada uma solução considerada satisfatória pelos adeptos.
Assim, o objetivo de Frederico Varandas de reunir novamente os grupos organizados na Curva Sul fica, para já, longe de se concretizar. Salvo uma alteração inesperada nas negociações, apenas a Brigada deverá formalizar o protocolo com a administração leonina.
Adeptos do Sporting reagem ao preço da nova camisola para 2026/27: "Levem a minha carteira"
14 Jul 2026 | 09:46
Claque do Sporting recusa assinar acordo e deixa forte recado a Varandas
10 Jul 2026 | 10:59
Alvalade vai voltar a viver uma noite histórica! Sporting prepara evento impactante
06 Jul 2026 | 09:52