Futebol
Gyokeres criticado por lenda do futebol inglês após Arsenal - Liverpool: “Não acrescenta nada”
09 Jan 2026 | 11:55
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29 Jul 2024 | 12:22 |
O Sporting investiu mais 3 milhões de euros em Viktor Gyokeres. O Clube de Alvalade informou a Comissão de Mercado e Valores Mobiliários (CMVM), no último domingo, dia 28 de julho, que garantiu mais uma fatia de uma futura mais-valia do internacional sueco. Por consequência, o Coventry viu a sua percentagem descer dos 15 para os 10%.
No entanto, o valor acabou por ser dividido nos seguintes termos: 2 milhões foram pagos em virtude de objetivos alcançados pelo jogador – e que faziam parte dos moldes contratuais da sua transferência – e, o milhão restante, tratou-se então do objetivo de opção atribuído aos leões no momento da sua contratação, numa altura em que o avançado continua a ser associado a vários emblemas europeus, com Arsenal à cabeça.
“A SPORTING CLUBE DE PORTUGAL – FUTEBOL, SAD (adiante Sporting SAD) informa, nos termos e para efeitos do cumprimento da obrigação de informação que decorre do disposto no artigo 17.º do Regulamento (UE) n.º 596/2014, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 16 de Abril, que a percentagem da mais-valia resultante de uma futura transferência do jogador Viktor Einar Gyökeres atribuída ao Coventry, nos termos e condições divulgadas ao mercado por comunicado de 13 de Julho de 2023, foi reduzida de 15% para 10% em virtude da concretização dos objetivos contratualizados no montante de €2.000.000,00 (dois milhões de euros) e, bem assim, do exercício da opção correspondente por parte da Sporting SAD pelo valor de €1.000.000,00 (um milhão de euros)”, pode ler-se no comunicado.
Em 2023/24, ao serviço do Sporting, Viktor Gyokeres – avaliado em 65 milhões de euros – fez 48 encontros realizados (3.957 minutos), 41 golos e 14 assistências, sendo uma das grandes figuras da turma de Rúben Amorim. O avançado tem contrato com os leões até junho de 2028 e a maior cláusula de rescisão do plantel, fixada na ordem dos 100 milhões de euros.
Inicialmente, Sporting pagou 20 milhões, mais 4 por objetivos e custos de intermediação, por Viktor Gyokeres. Contas feitas, ao dia de hoje, o ponta de lança já havia custado 24,8 milhões aos cofres leoninos, aos quais agora acrescem os referidos 3 milhões, o que atira o investimento pelo internacional pela seleção da Suécia para bem perto dos 30 milhões de euros (27,8).
Equipa leonina sofreu um grande desaire frente a rival e perde pontos importantes na qualificação para a próxima fase de competição europeia
09 Jan 2026 | 14:25 |
Edu Bosch, treinador de hóquei em patins do Sporting, lamentou a derrota por 4-1 frente ao Benfica, jogo da Liga dos Campeões de hóquei em patins, que se realizou no Pavilhão João Rocha, na última quinta-feira, dia 9 de janeiro.
Edu Bosch: “Não foi um grande jogo nosso”
“Acho que entrámos muito bem, mas temos de reconhecer que não foi um grande jogo nosso, sobretudo perdemos na intensidade e quando não se consegue igualar essa intensidade é muito difícil competir. Tentámos, os jogadores tentaram, porque têm coração, sentem a camisola que vestem, mas não chegámos ao que nós somos”, começou por analisar o treinador espanhol.
Bosch definiu a meta que quer cumprir na Liga dos Campeões. “O nosso objetivo é ficar entre os quatro primeiros para poder aceder a uma final-8 no mês de maio, onde vão estar oito grandíssimas equipas”.
Edu Bosch: “Estivemos menos intensos”
"Estamos em crescimento, também se cresce com estas derrotas e temos de aprender e se domingo (empate 2-2 na Luz para o Campeonato) estávamos contentes, temos de aprender. Não se decide nenhum título nesta altura e havemos de chegar a esse momento muito mais fortes. Poderia esconder-me com lesões, extracomunitários, mas hoje estivemos menos intensos do que normalmente somos nós e que estes jogos pedem", acrescentou Edu Bosch.
O Clube de Alvalade volta a entrar em campo no próximo domingo, dia 11 de janeiro, frente ao CA Feira. O encontro diante da turma da terceira divisão nacional, a contar para os 16 avos de final da Taça de Portugal, jogar-se-á às 17h00, em Santa Maria da Feira.
Futebolista da equipa principal do Clube de Alvalade foi chamado a falar sobre quem admira na sua posição e resposta está a dar que falar
09 Jan 2026 | 14:21 |
Rui Silva, guarda-redes do Sporting, foi convidado do programa Futebol Arte, da Sport TV, onde falou do seu percurso, das referências que o marcaram e da evolução do papel do guarda-redes no futebol moderno. Questionado sobre os nomes que o inspiraram em Alvalade, o internacional português não hesitou em destacar várias figuras marcantes da baliza leonina.
"De grandes guarda-redes que tenho memória no Sporting? Vários... desde Peter Schmeichel, Nélson, Tiago... que agora é meu treinador de guarda-redes e também Rui Patrício que é uma grande referência", começou por realçar o jogador leonino.
Rui Silva abordou ainda a transformação do guarda-redes português ao longo dos anos, sublinhando a crescente exigência técnica da posição: "Cada vez se consegue distinguir mais. No meu tempo, quando iniciei, não se falava tanto em guarda-redes. O meu primeiro treinador nessa área foi com apenas 18 anos e não tive aquela escola necessária. Sabia defender mas não estava identificado com as partes técnicas que são cada vez mais importantes".
Olhando para o futebol internacional, o 'camisola 1' do Sporting apontou Ter Stegen como um modelo a seguir: "É uma referência. Cada vez mais um guarda-redes é um jogador de equipa, muito mais solicitado, antigamente apenas servia para defender. Agora tem de ter uma leitura da profundidade, saber construir... enfim. Na minha opinião Ter Stegen é um dos mais completos. Um grande modelo para todos os guarda-redes".
Rui Silva recordou também as dificuldades sentidas na adaptação ao Betis, após vários anos em contextos competitivos distintos: "Faz sentido quando se fala de guarda-redes de equipa grande. Estive muitos anos no Nacional da Madeira e no Granada, equipas onde tive de me adaptar a uma forma diferente, pois eram os adversários que tinham posse e tinha mais trabalho. Quando cheguei ao Betis foi diferente e no início custou-me bastante. Com uma defesa muito mais subida, a controlar a profundidade, mais leitura...E qualquer deslize é fatal. Ficamos muito tempo sem participar no jogo e quando eles vão à nossa baliza temos de estar lá! É preciso manter o foco e concentração para ser eficaz. Esta posição tem muito a ver com isso: eficácia".
Antigo jogador do Clube de Alvalade acredita que o central neerlandês poderia ser útil para Rui Borges nesta fase da temporada desportiva
09 Jan 2026 | 12:32 |
A crise no eixo defensivo do Sporting voltou a ganhar destaque após a derrota frente ao Vitória SC, na meia-final da Taça da Liga, que deixou Eduardo Quaresma fora de combate, já depois da ausência de Ousmane Diomande (CAN) e de Zeno Debast, ainda lesionado. O cenário reacendeu o debate em torno de Jeremiah St. Juste, afastado da equipa principal desde a época passada.
Em declarações exclusivas ao Desporto ao Minuto, Carlos Xavier defendeu que a reintegração do central neerlandês pode fazer sentido nesta fase da temporada, marcada por jogos consecutivos e poucas opções para Rui Borges.
"Na falta de matéria... Não sei como as coisas estão, não sei se houve retrocesso sobre essa questão, mas acho que poderia ser ótimo para o Sporting se St. Juste pudesse voltar. Os castigos, por vezes, são perdoados. Está nas mãos de Rui Borges", começou por dizer o antigo jogador dos leões, que sublinha a escassez de soluções e a experiência do defesa como fatores relevantes neste contexto.
"Com todas as lesões, é óbvio que é preciso ter gente capaz e com experiência. O St. Juste já deu créditos de que pode ser útil no passado, e não sei quanto tempo irá demorar a recuperação de Zeno Debast, acho que está para breve, mas com o Diomande na CAN e o Edu a estar muito tempo parado, com certeza que temos de recorrer ao que temos... e o que temos está lá", atirou Carlos Xavier.
No entanto, Carlos Xavier reconhece que a decisão não é simples e depende de várias vontades: "Ainda assim, não sei se a intenção da direção e da equipa técnica do Sporting será devolver o St. Juste à equipa ou não. No meu ponto de vista, seria uma adição excelente. Tudo depende das vontades de todos".
Do ponto de vista do balneário, o ex-internacional português não antevê problemas numa eventual reintegração: "Ele continua a fazer parte do plantel, tendo ou não treinado com a equipa principal. Ainda é colega dos outros jogadores. Mas também depende aqui da vontade do próprio St. Juste querer ou não vir para a equipa depois de ter sido afastado".
Carlos Xavier deixa ainda uma nota final, caso o cenário não se altere: "Agora, não fazendo parte dos planos da estrutura do Sporting, é um jogador a mais e, portanto, estando a mais, não vale a pena lá estar. Aí a melhor decisão seria tentar vendê-lo".
Gyokeres criticado por lenda do futebol inglês após Arsenal - Liverpool: “Não acrescenta nada”
09 Jan 2026 | 11:55