Futebol
Rui Borges manda reforço de milhões para a equipa B do Sporting - Exclusivo confirmado
24 Out 2026 | 13:15
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08 Mai 2025 | 08:27 | Por Redação
Carlos Barbosa da Cruz demarcou-se dos insultos de Sofia Oliveira a Rui Borges. O treinador do Sporting ouviu das boas depois de ter vencido o Gil Vicente (2-1), mas o conhecido adepto leonino saiu em defesa do técnico, apontando o dedo a César Peixoto e à atitude anticompetitiva dos Minhotos.
"Foi mais do que óbvio, para quem assistiu ao recente Sporting/Gil Vicente, que César Peixoto fez tudo para agradar ao seu amigo Bruno Lage. Não está em causa o empenho que todas as equipas devem colocar nos seus confrontos, mas a intensidade, o teatro, as faltas, as interrupções empregues pelo Gil Vicente, foi diferente para (muito) mais, da usada noutros jogos do clube", disse, ao jornal Record.
"Gil Vicente queria expulsar Gyokeres da Luz"
Barbosa da Cruz é perentório e admite que "o Gil queria sair de Alvalade com pontos e queria desestabilizar Gyokeres, no intuito de este ser desejavelmente expulso", algo que, para o presidente do Grupo Stromp foi "uma espécie de dois em um, servido de bandeja na Luz, com os obsequiosos cumprimentos do César".
"Quem, em primeiro lugar, deveria estar preocupado, é a Direção do Gil Vicente; aparentemente tem um treinador a duas velocidades, com desempenhos standard e desempenhos premium, conforme a situação. Depois, há a questão do desportivismo. Uma equipa deve jogar para ela e não também para os outros, é uma regra elementar de transparência, embora o treinador do Gil Vicente, olhando para os clubes por onde passou como jogador, não terá tido bons exemplos de inspiração, em matéria de fair-play. Enfim, é a Liga que temos, e este tipo de espertices, não são, infelizmente, caso virgem", atirou.
"Fiquei espantado com o coro de virgens ofendidas que caiu em cima de Rui Borges"
Barbosa da Cruz refere, no entanto, que ficou espantado com "o coro de virgens ofendidas que caiu em cima do treinador Rui Borges, por ele ter dito que se o Gil jogasse sempre assim, teria seguramente mais pontos", garantindo que "Rui Borges apontou o dedo a uma realidade antiga e sombria do nosso futebol que são os fretes" e lembrando "equipas que iam a Alvalade jogar metidas dentro da baliza e, noutros campos, completamente abertas".
"Há amiguismos e subserviências que minam a credibilidade do futebol. Durante muito tempo, percebi o racional da contratação de determinados treinadores, que enterravam as suas equipas, mas que, quando eram despedidos tinham sempre emprego à sua espera. Pensei que esses tempos já tinham acabado, mas aparentemente, ainda subsistem", afirma.
"Rui Borges diz o óbvio e é taberneiro, mas Bruno Lage fez pior e passou incólume"
Para terminar, Barbosa da Cruz admite que "Rui Borges, por dizer que o rei vai nu, foi apodado, no mínimo, de taberneiro", mas que "Bruno Lage, que na garagem da Luz usou a linguagem mais soez que se possa imaginar, passou incólume". "Em meu entender, Rui Borges só pecou por defeito: se o Gil jogasse em todo o campeonato, como jogou em Alvalade, não só seguramente tinha mais pontos, como estaria a disputar um lugar na Europa. O golo do Quaresma, foi, por isso, muito mais do que uma bola dentro da baliza. Foi um grito de revolta contra o jogo sujo".
Clube de Alvalade até entrou melhor e chegou à vantagem no marcador, mas não conseguiu travar reação do emblema encarnado
24 Out 2026 | 17:28 | Por Redação
O Sporting foi derrotado pelo Benfica, por 4-1, no dérbi de futebol feminino disputado no Estádio da Luz e caiu para o segundo lugar da Liga BPI. As leoas - que foram provocadas na antevisão - até entraram melhor e chegaram à vantagem, mas não conseguiram travar a reação encarnada.
A equipa orientada por Micael Sequeira começou da melhor forma, com Ana Dias a inaugurar o marcador logo aos cinco minutos. A atacante aproveitou um passe de Carla Armengol e finalizou com qualidade, dando esperança ao conjunto leonino. No entanto, a vantagem durou apenas seis minutos, já que Nycole Raysla restabeleceu a igualdade aos 11 minutos, após uma transição rápida.
Depois de um início equilibrado, o Sporting começou a perder controlo e permitiu que o rival ganhasse espaço e confiança. Aos 31 minutos, Anna Csiki completou a reviravolta, colocando o Benfica em vantagem. Perto do intervalo, Nycole Raysla voltou a marcar, desta vez de cabeça, na sequência de um canto, deixando as leoas em desvantagem por 3-1 ao descanso.
Na segunda parte, o Sporting ainda procurou reagir e teve algumas aproximações perigosas, incluindo uma tentativa de Beatriz Cameirão que quase surpreendeu Lena Pauels. Porém, as leoas não conseguiram reduzir a diferença e o Benfica continuou a criar oportunidades.
Já aos 88 minutos, Andreia Norton fixou o resultado em 4-1, após cruzamento de Diana Gomes. Com este desaire, o Benfica (12) ultrapassou o Sporting (10) assumiu a liderança, ficando com mais dois pontos e ainda um jogo em atraso. O próximo jogo das leoas está marcado para domingo, dia 1 de novembro, às 17h30, na receção ao Valadares Gaia. A última vitória do Clube de Alvalade diante das encarnadas aconteceu em agosto de 2024.
Técnico português, que é visto como eventual sucessor de Rui Borges em Alvalade, é visto como um dos principais responsáveis pelo desaire
24 Out 2026 | 15:11 | Por Redação
Leonardo Jardim está a ser alvo de duras críticas, depois de o Flamengo ter sido eliminado pelo Estudiantes nas meias-finais da Taça Libertadores. O treinador português, que é apontado ao lugar de Rui Borges no Sporting, é visto como um dos principais responsáveis pelo desaire.
Venê Casagrande, jornalista brasileiro, não poupou o técnico luso na análise à eliminação do emblema do Rio de Janeiro da competição, responsabilizando-o diretamente pelo resultado e questionando as suas opções durante o encontro.
V. Casagrande: "Leonardo Jardim foi cobarde e medroso"
"Leonardo Jardim foi cobarde e medroso. É o principal culpado na eliminação do Flamengo para o Estudiantes na Libertadores. Agora, ele está ali porque foi escolhido pela estrutura (José Boto), outro que precisa de dar explicações. Bap, presidente do Flamengo, cometerá um grande erro se manter Jardim em 2027. O português tem uma leitura de futebol que não encaixa com a cultura do Flamengo. Dito isso: o Brasileirão tornou-se obrigação", afirmou.
As declarações colocam ainda em causa a continuidade no comando técnico. Venê Casagrande considera que a direção deverá ponderar a permanência do treinador e defende que José Boto, responsável pela escolha do português, também deve prestar esclarecimentos.
Leonardo Jardim chegou ao Flamengo para suceder a Filipe Luís e soma, nesta temporada, 26 vitórias em 42 jogos. Apesar dos números, a eliminação continental intensificou a contestação em torno do técnico, numa altura em que, segundo o jornalista, a conquista do Brasileirão passou a ser uma obrigação.
Técnico marcou presença na conferência de imprensa de antevisão ao encontro da nona jornada da Liga, abordando a reação ao desaire europeu
24 Out 2026 | 14:03 | Por Redação
Após a derrota por 3-2 frente ao LASK Linz, em Alvalade, Rui Borges marcou presença na conferência de imprensa de antevisão ao encontro com o Académico de Viseu, abordando a reação ao desaire europeu, as opções táticas e a condição de vários jogadores.
Este é um jogo perigoso?
"Os jogos são todos perigosos, independentemente do adversário. Agora, com todo o mérito do seu treinador, da sua equipa, do seu trabalho, o Académico está a fazer um excelente início de época. Como tu disseste e bem, é uma equipa já madura, uma equipa que se conhece muito bem, apesar de terem mudado de treinador, com ideias muito boas, particularmente conheço já alguns anos, de enfrentar. Não mudou muito nesse sentido, por isso é uma equipa que está motivada, como tu disseste e bem, vem de quatro vitórias seguidas. Independentemente do jogo da taça, são jogos diferentes, competição diferente, competição diferente, mudou praticamente os onze jogadores e a taça acaba por acontecer muitas vezes essa surpresa. Por isso, não acredito que isso lhes a belisque em nada, o que vai beliscar em alguma coisa, aquilo que é a confiança que têm enquanto equipa, enquanto aquilo que estão a conseguir construir ao longo deste início de época, com todo o mérito. E isso deixa-nos a nós em alerta, porque estão em quinto, estão em quinto com muita qualidade, com muito mérito e nós temos que olhar para eles nesse sentido, independentemente de ser uma equipa que acabou de subir à primeira liga, tem a sua qualidade individual e coletiva e nós esperamos estar preparados para aquilo que iremos encontrar amanhã".
Debast está fora? Pode haver alterações?
"Podem acontecer alterações. O Zeno não está para este jogo, não estará para este jogo nem para o jogo de terça-feira. Por isso, é uma baixa para a nossa equipa. Dentro daquilo que são as nossas soluções, iremos apresentar o melhor onze amanhã para defrontar o Académico e sermos fortes em nossa casa, voltar às vitórias, que é importante. Mas sim, pode haver uma ou outra alteração".
Sergi Altimira mais recuado
"Bem, eu já estou aqui vai fazer quase dois anos, e acho que deviam conhecer-me. Não é olhar para o jogo e o Altimira, o Geny... Ou seja, deviam perceber aquilo que é a ideia do treinador e de que forma estratégica aborda os jogos dentro daquilo que é o adversário. Nós não fugimos à nossa ideia de jogo. Independentemente do adversário, tentamos de forma estratégica adaptar-nos àquilo em termos defensivos, desde que o Rui Borges chegou ao Sporting, desde que esta equipa técnica chegou aqui. Mas relativamente à época passada e ao início desta, nós, quando as equipas constroem a três, ajustamo-nos para fazer pressão homem a homem, principalmente em nossa casa até para ir buscar referências. Defendemos a cinco, como sempre fizemos, a única diferença é que antes em alguns jogos fizemos com o Geny, e nestes três jogos optámos pelo Sergi, mas não mudou nada aquilo que é a estratégia de jogo ofensiva do Sporting. Mas porque é que fica mais vazio? Não, por isso é que eu estou a dizer, vocês fazem as perguntas, mas têm que saber o porquê das coisas. Eu gostava que vocês tivessem essa capacidade de leitura, de perceber o porquê das perguntas e a parte tática. Eu estou a explicar, por isso basta olhar para aquilo, nós defendíamos a cinco contra equipas que constroem a três, com dois ficamos 5-2-3, defendemos com dois médios, o Sergi baixou para cinco, não defendemos com dois médios? Defendemos igual, ou não? Defendemos igual. Estou a perguntar, vocês viram o jogo, vocês estavam a fazer uma pergunta derivada daquilo que foi o jogo e eu estou vos a questionar, porque vocês têm que entender o porquê das coisas e o porquê das perguntas, só assim é que faz lógica para mim, não é? E eu respondo com todo o gosto, estou a explicar e estou a explicar, e gosto que essas perguntas tenham a ver com a parte tática e estratégica do jogo, por isso, não tem a ver com o Sergi ou não baixar e o meio-campo não muda nada. Nós sempre defendemos equipas que constroem a três em 5-2-3 ou em 5-4-1, um bloco mais baixo depois. Por isso, não muda nada, muda o jogador que quer defender, em vez de estar no meio está atrás, mas temos dois médios na mesma e outros jogos está o Geny atrás e está o Sergi, mas são só dois médios, com o nosso terceiro médio bem defender à direita. Por isso, de forma estratégica não mudou absolutamente nada, com bola o Sporting exatamente a construir como qualquer outro jogo, com seis, dois interiores agora, dois médios, numa fase inicial de época andávamos com dois médios, época passada andávamos com dois médios, derivada daquilo que as características, por isso a questão do Sergi é uma não questão para mim, tem a ver muito com aquilo que é a estratégia e não perdemos porque o Sergi encaixou a cinco, quer dizer, nos outros dois jogos e o Sergi foi espetacular, grande estratégia, agora perdemos e questionam por que é que o Sergi continuou a cinco? É simples, basta olhar que defrontámos três equipas que construíram a três e nós defendemos a cinco, quando assim é, é para bater homem a homem".
Em jogos que correram mal, Arouca, Guimarães, Famalicão chegou a falar em falta de atitude competitiva. Agora falou em falta de energia
"Eu não me justifiquei com isso. São histórias todas diferentes. O único jogo que claramente não estivemos à altura foi a segunda parte com o Vitória. Foi má. Podia ter feito outras coisas enquanto treinador. Depois de abrir o melão é que sabemos. No momento fiz o que achei melhor. São jogos diferentes. Famalicão é um momento. Com o Estrela foram momentos individuais. Com o Arouca estávamos com 10. A falta de energia são sensações. Vejo e reparo que a equipa não está no mesmo patamar. Às vezes não é por quererem. É porque o corpo não responde. A falta de maturidade nesses momentos em que temos menos energia falta-nos maturidade para quebrarmos isso, esse excesso de passes falhados. Temos que respirar. Não é nenhuma justificação. A culpa é sempre aqui do treinador. Podemos fazer melhor. O nosso propósito é ganhar e tirar rendimento".
Kaique na baliza. Essa opção vai manter-se?
"Opção técnica. Amanhã têm que ver quem joga. O Zeno não está para estes dois jogos e o Zalazar também não".
Encontra alguma explicação para o facto do Sporting sofrer o dobro dos golos em casa?
"A crítica faz parte e existe desde o primeiro dia que cheguei ao Sporting. Entendo-a e compreendo-a, desde que seja com respeito. Temos sofrido mais golos do que desejávamos. É um conhecimento mútuo e estamos em busca de sermos melhores. O facto de estarmos mais vezes expostos a momentos de transição... é algo em que temos que crescer. Tentamos melhorar e diminuir esse aspeto. Sabemos isso. Está identificado".
Voltando ao jogo com o LASK Linz. Disse que seria necessário o jogo de cabeça fria. Como explica que o Sporting tenha tido menos energia com semana limpa?
"Digo falta de energia e isso não é justificação. Tínhamos obrigação de ter feito mais, outro resultado, mesmo perante este adversário e a boa estratégia do adversário. Em alguns momentos em que falhámos mais passes, houve um acumular de coisas que fugiu do normal. Se tivéssemos conseguido igualar a intensidade, o erro da tática ou posse conseguíamos superar. Não senti a intensidade do jogo do Lens ou Braga. Foi coletiva, não foi individual. Já vi grandes treinadores a fazerem uma substituição e não ganharem. Já vi o Guardiola. O futebol é bonito por causa disso. Toda a gente percebe de futebol, faz equipas... Jogámos com 11, o Altimira defendeu como defendemos sempre. Às vezes, até digo aos jogadores, que ludibriar muito os adversários depende da cara dos jogadores".
A atacar mudou alguma coisa?
"Posso responder à sua pergunta como uma pergunta? Quando faz a pergunta tática tem que perceber o porquê da tática, não é só porque o outro diz para fazermos e nós fazemos. O Geny defendia a 5 e os médios que ficavam era o Sergi e o Doumbia... Tínhamos algum médio cerebral? Não, ia defender à direita. Ganhámos mais em termos defensivos. Temos o Geny mais perto para acelerações. É rápido. A parte do médio mais cerebral depende dos momentos do jogo. Mais decisões táticas minhas e na tentativa de buscar o melhor de cada um".
Sobre o Ba, foi para o banco em Braga e ainda não entrou. O que se passa?
"É solução para amanhã. Tem mais treino e é uma opção como qualquer outro colega".
O que falta a Flávio Gonçalves?
"Não perdeu nada. Teve muito a ver com estratégia. Em termos de características individuais, do adversário. Dentro da estratégia deste jogo, o Sergi baixava para cinco e o Geny ficava por fora. Neste caso tinham que ser dois médios a fazer a linha do 5x2x3. O Flávio é um criativo e para dar aquele equilíbrio, acabou por perder por estratégia de jogo e não pelo Flávio. Acreditamos muito nele. Teve a ver com estratégia, mais do que tudo o resto. Amanhã? Pode fazer sentido, é um adversário diferente".
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