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Villas-Boas admite semelhanças entre Porto e Sporting e afirma 'confronto' com Varandas
09 Out 2026 | 16:05
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23 Nov 2022 | 07:58 |
O processo Cashball continua a fazer correr tinta. Agora foi o Ministério Público (MP) que recorreu para o Tribunal da Relação do Porto da decisão instrutória do mesmo.
No caso, o MP acredita que o Tribunal de Instrução Criminal do Porto "não seguiu a acusação quanto aos crimes de corrupção na forma tentada", além de não ter incluído os arguidos João Gonçalves e Gonçalo Rodriques "pela prática de dois crimes de corrupção ativa na forma consumada", ainda que Paulo Silva tenha de responder pelos mesmos em julgamento.
Anteriormente, recorde-se, o MP havia acusado Paulo Silva, João Gonçalves e Gonçalo Rodrigues - funcionário dos leões na altura -, "pela prática como co-autores e em concurso efetivo" do total de três crimes de corrupção ativa na forma tentada. Esta acusação está relacionado com jogos de andebol e de futebol do Sporting nas épocas 2016/17 e 2017/18.
"Os crimes de corrupção ativa na forma tentada foram objeto de não pronúncia", é deste desfecho que advém o protesto do MP. De resto, a procuradora encarregada do processo deixou tem questões sobre o facto de João Gonçalves e Gonçalo Rodrigues apenas terem sido pronunciados por um crime de corrupção ativa, enquanto o terceiro arguido está acusado pelos três ilícitos mencionados. Com a requisição da "modificação da decisão instrutória", o Ministério Público apela "pronúncia dos três arguidos nos exatos termos da acusação".
Recorde-se que, no caso, Paulo Silva foi pronunciado devido a uma abordagem a Leandro Freire, jogador do Chaves na altura, a quem terá oferecido, alegadamente, 25 mil euros para facilitar a partida frente ao Sporting, em jogos da Liga e da Taça de Portugal. No caso, o jogador "não aceitou o que lhe foi proposto". O empresário vai ainda responder em julgamento por mais dois crimes de corrupção ativa agravada, depois de ações com os árbitros de andebol Roberto Martins e Ivan Caçador.
Já João Gonçalves e Gonçalo Rodrigues, apenas terão de responder sobre o caço com Ivan Caçador - questão com a qual o Ministério Público entra em discórdia.
"A decisão instrutória não deu por indiciado que a abordagem ao jogador de futebol Leandro Freire foi realizada pelo arguido Paulo Silva em execução do acordado por todos os arguidos. Assim como a abordagem realizada ao árbitro (de andebol) Roberto Martins. Contudo, resultaram do inquérito indícios suficientes de acordo dos três arguidos para que o jogador e o árbitro fossem aliciados (…), não se vislumbrando razões para se ter excluído estas duas abordagens do conluio que se reconheceu quanto à abordagem efetiva ao árbitro Ivan Caçador (ou por que razão aconteceria pela vontade e decisão única do arguido Paulo Silva)", realça o Ministério Público no recurso apresentado, sublinhando que a decisão instrutória deve pronunciar "os arguidos nos exatos termos em que estavam acusados".
No que diz respeito ao futebol, os crimes de forma tentada estão relacionados com as abordagens alegadamente planeadas a Pedro Trigueira (Vitória FC), João Aurélio (Vitória SC), Bruno Nascimento (Feirense) e Rúben Lima (Moreirense). "Por consubstanciarem atos preparatórios e não atos de execução", o Tribunal de Instrução Criminal do Porto chegou à conclusão que não teriam "relevância para apurar a responsabilidade criminal dos arguidos", no decorrer, o MP "discorda em absoluto de tal conclusão jurídico-penal sobre aqueles factos, que se constituem em verdadeira tentativa da prática de onze crimes de corrupção ativa".
"Os três arguidos engendraram um plano para intercederem junto de juízes árbitros designados para jogos de andebol em que o Sporting fosse competidor, ou para que este fosse indevidamente beneficiado ou para que os seus competidores fossem indevidamente prejudicados, a troco de concretas quantias de dinheiro a entregar aos árbitros, plano que estenderam a jogadores de futebol de equipas contra as quais o Sporting competisse, prejudicando as suas próprias equipas a favor do Sporting, também a troco de dinheiro, concretamente fixado entre os três arguidos", acrescenta, ainda, o Ministério Público.
Associados estiveram reunidos este domingo, 11 de outubro, na reunião magna, realizada no Multidesportivo do Estádio José Alvalade
11 Out 2026 | 22:35 |
Os sócios do Sporting aprovaram o relatório e contas relativo à temporada 2025/26, com 86,02% dos votos favoráveis, na Assembleia Geral ordinária e extraordinária realizada este domingo. A reunião magna ficou também marcada pela rejeição do recurso de Tiago Vila Nova, cuja suspensão disciplinar de 20 meses, aplicada pelo Conselho Fiscal e Disciplinar, se mantém.
Dos 568 associados que se deslocaram para votar, num total de 3722 votos, 86,02% manifestaram-se a favor do relatório e contas do último exercício financeiro. Em sentido contrário, 11,61% votaram contra o documento apresentado, que acabou por receber uma aprovação expressiva dos sportinguistas.
O segundo ponto da ordem de trabalhos dizia respeito ao recurso interposto por Tiago João do Carmo Vila Nova contra a sanção disciplinar que lhe foi aplicada pelo Conselho Fiscal e Disciplinar. Neste caso, 60,48% dos votos foram contra a revogação da suspensão, enquanto 32,80% se pronunciaram a favor. A decisão dos associados confirmou, assim, a manutenção do castigo de 20 meses.
O caso remonta a 29 de março de 2025, antes do encontro entre Sporting e Estrela da Amadora, nas imediações do Estádio José Gomes, na Reboleira. O associado foi alvo de um processo disciplinar na sequência de uma tentativa de agressão a um agente da polícia, alegadamente com uma cabeçada.
Já Pedro Almeida Cabral, Presidente da Mesa da AG, fez um balanço positivo, destacando a participação dos associados e o diálogo com os órgãos sociais. "Foi um dia de Sporting, em que os Sócios puderam participar na Assembleia Geral, colocando questões aos Órgãos Sociais, em especial ao Conselho Diretivo e ao Conselho Fiscal e Disciplinar e a Assembleia decorreu de forma ordeira, pacífica, livre e democrática. Acho que, quando as Assembleias Gerais decorrem desta maneira, só podemos esperar que o Clube fique prestigiado e que os seus valores sejam mais uma vez engrandecidos", sublinhou.
Presidente marcou presença no Fórum VI da Game Changers, realizado na MEO Arena, onde partilhou a sua visão sobre liderança e gestão
11 Out 2026 | 10:43 |
Frederico Varandas marcou presença no Fórum VI da Game Changers, realizado na MEO Arena, onde partilhou a sua visão sobre liderança e gestão. O Presidente do Sporting recordou que, logo após ser eleito em 2018, admitiu aos elementos da sua direção que o mandato poderia durar apenas seis meses, caso fosse necessário tomar decisões difíceis.
F. Varandas: "Meus senhores, não sei se vamos durar seis meses ou seis anos"
"A primeira vez que reunimos depois de eleitos em 2018, todos os meus colegas de Conselho Directivo estavam muito felizes, orgulhosos, mas estraguei aquele ambiente de festa logo aos três minutos. Disse-lhes: Meus senhores, não sei se vamos durar seis meses ou seis anos, porque vamos fazer o que tem de ser feito", contou.
O dirigente, que participou num painel sobre liderança antes da intervenção do antigo presidente dos Estados Unidos Barack Obama, recorreu também à experiência militar para explicar a importância de conhecer os próprios limites e decidir sob pressão. Varandas recordou a missão no Afeganistão e a forma como essas vivências influenciaram a sua maneira de liderar: "Mais do que os resultados, as pessoas seguem valores. O que tiro da minha formação militar (ainda sou capitão do exército com muito orgulho) e da experiência da missão no Afeganistão, com os comandos, é a capacidade de conhecer os meus limites. Somos testados em condições altamente desfavoráveis, tendo de continuar a trabalhar, a decidir sob pressão, muitas vezes nesse limite", afirmou.
Além do mais, relatou ainda um episódio vivido durante uma missão em Kandahar, quando um oficial demonstrou nervosismo antes de uma patrulha numa zona dominada pelos talibãs. "Aprendi que nós, líderes, temos de tomar decisões difíceis. Quando premimos o gatilho, temos medo? Temos. Mas temos, sobretudo, de não transmitir esse medo aos nossos colaboradores, aos nossos soldados", sublinhou.
Varandas - que recentemente deu um estouro em Luís Montenegro - abordou também a sua perspetiva sobre as características necessárias para liderar, afastando a ideia de que a vontade, por si só, permite alcançar qualquer objetivo: "A liderança penso-a exatamente da mesma maneira: temos de ter características inatas para ser um líder com competências e resultados. Todos melhoramos, sim, com treino, mas um verdadeiro líder, que aguenta momentos difíceis... isso nasce connosco".
Durante debate no Parlamento, chefe do Governo utilizou uma metáfora com Clube de Alvalade para visar críticos do seu mandato
10 Out 2026 | 09:47 |
Frederico Varandas respondeu à provocação de Luís Montenegro sobre o passado do Sporting e aproveitou para deixar uma indireta ao Porto. No final da vitória dos leões por 3-1 frente ao Braga, o Presidente leonino comentou as palavras do primeiro-ministro durante o debate do Orçamento do Estado.
Montenegro, adepto dos dragões, tinha recorrido à história do Sporting para ilustrar a ideia de que as previsões de défice feitas pela oposição poderiam não se concretizar no imediato. O chefe do Governo aludiu à expressão "para o ano é que vai ser", numa referência ao longo período que os leões passaram sem conquistar o título nacional.
Varandas revelou que recebeu várias mensagens sobre o episódio e explicou que só tomou conhecimento exato das declarações durante a deslocação para o jogo com o Braga. "Realmente recebi muitas mensagens sobre o debate quinzenal. Tanto que, na viagem para cá, tive de ver o que realmente tinha sido dito. Não houve nada. Foi uma graçola. Eu não a teria feito, tendo em conta que há milhões de eleitores Sportinguistas", afirmou.
F. Varandas: "Preferia estar mais 19 anos sem vencer a ser presidente de uma coletividade vencedora que tivesse sido apanhado em escutas a corromper árbitros"
O líder do Sporting não ficou, porém, por aí e aproveitou a ocasião para lançar uma farpa ao rival portista, recorrendo à polémica das escutas relacionadas com o Apito Dourado. "Mas essa do clube que ganhava quase, quase... Só queria dizer que estivemos 18 ou 19 anos sem vencer. Mas posso dizer que preferia estar mais 19 sem vencer a ser presidente de uma coletividade vencedora que tivesse sido apanhado em escutas a corromper árbitros", declarou.
Quanto ao jogo, o Sporting venceu o Braga por 3-1 na 8.ª jornada da Liga, depois de ter chegado ao intervalo em desvantagem, graças a um autogolo de Rui Silva, aos 41 minutos. Na segunda parte, Luis Suárez restabeleceu a igualdade aos 66’, de cabeça, e um autogolo de Bernardo Fontes, aos 70’, consumou a reviravolta leonina. Rodrigo Zalazar fechou o resultado aos 81 minutos, com um remate de fora da área.
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09 Out 2026 | 16:05
João Maria Jonet explode contra bicadas de Luís Montenegro sobre o Sporting: "Cobarde"
09 Out 2026 | 13:31
Luís Montenegro faz figura deprimente no Parlamento e goza com o Sporting (vídeo)
09 Out 2026 | 13:04