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Clube
07 Dez 2022 | 11:39 |
O grupo afeto ao Sporting, ‘Directivo Ultras XXI’, publicou um comunicado, na sua página do Facebook, no qual acusa a Direção do Clube de Alvalade de “boicotar” e “impedir” o apoio aos verdes e brancos. Em causa estão as cargas policiais das quais a claque foi alvo durante o dérbi de voleibol, diante do Benfica, no Pavilhão João Rocha, justificadas numa tarja com a inscrição “DUXXI”. Confira, na íntegra, o comunicado.
Depois de cargas policiais completamente injustificadas na bancada central do Pavilhão João Rocha, depois a Direção do Sporting Clube de Portugal ter decido - de forma inédita e inaudita - abdicar de receita de bilhética para tapar cadeiras e dessa forma impossibilitar a presença de sócios e adeptos atrás dos bancos de suplentes do Pavilhão João Rocha e depois de consecutivos episódios relacionados com a proibição de adereços de apoio ao nosso Clube, vivemos no passado fim de semana, durante o derby de Voleibol, mais um lamentável episódio de repressão e boicote ao apoio que prestamos às equipas das diversas modalidades do Clube. Nessa ocasião, a razão para uma intervenção policial foi a mera exibição de um pano, que havia sido exibido em jogos anteriores nesse mesmo dia e no fim de semana anterior, com as dimensões legalmente permitidas (inferior a 1m x 1m), apenas e só porque continha uma alusão ao nome e símbolo desta Associação legalmente constituída, tendo sido ordenada a sua remoção por alegada indicação do promotor do espetáculo desportivo, entenda-se, o Sporting Clube de Portugal. Esta situação, absurdamente violadora da Lei e das normas constitucionais que regem este País e ao arrepio dos direitos dos cidadãos e dos associados, pela sua gravidade e reiteração, motivou que os nossos associados presentes no Pavilhão João Rocha decidissem, como protesto, abandonar em bloco e de forma ordeira o mesmo, não tendo a nossa equipa de Voleibol qualquer culpa ou responsabilidade no sucedido. Para espanto dos presentes, inclusivamente de atletas e staff técnico, que assistiram no local, foi prontamente impedida a saída dos referidos associados, tendo os mesmos sido retidos no interior do Pavilhão durante um largo período de tempo e, posteriormente, encaminhados para o exterior, onde foram sujeitos a uma nova e humilhante revista policial que incluiu a remoção de artigos de roupa e calçado e, ainda, à recolha aleatória da sua identificação pessoal, sob ameaça de instauração de processos de contraordenação. Que fique claro que nunca saímos, nem sairemos, mais cedo de um recinto desportivo por qualquer resultado adverso das nossas equipas, como não o fizemos nesta situação em concreto. No entanto, não podemos continuar a tolerar nem a branquear o que tem vindo a suceder, de forma reiterada, a associados do Sporting Clube de Portugal, dentro das instalações do nosso Clube, com completa tolerância e quiçá conivência dos seus órgãos sociais. Depois de mais de 20 anos a apoiar incessantemente o Sporting Clube de Portugal, temos a certeza de que não merecemos, como nenhum outro associado ou comum cidadão merece, ser tratados desta forma, especialmente dentro da nossa própria casa. Como grupo, iremos ponderar e decidir o rumo a tomar, sendo certo e garantido que quem enverga e honra a nossa camisola e as nossas cores nunca deixará de contar com o nosso apoio, por muito que nos últimos tempos o tentem impedir ou boicotar. Directivo não se renderá!
Apesar das críticas, Bernardo Topa garante que continuará a apoiar leões e deixou um apelo à Direção liderada por Frederico Varandas
30 Jul 2026 | 12:51 |
Bernardo Topa, adepto do Sporting que perdeu a visão de um olho durante os festejos do bicampeonato em 2025, voltou a pronunciar-se publicamente sobre o caso e deixou críticas à forma como o Clube lidou com a situação, considerando que o apoio prometido pelos responsáveis leoninos acabou por não se concretizar.
Numa mensagem publicada nas redes sociais, recordou o momento em que foi atingido e revelou que a situação teve um forte impacto na sua vida pessoal e profissional. O adepto afirmou que, naquela noite, saiu de casa apenas para festejar a conquista do Sporting, mas acabou por ficar marcado por um episódio traumático, após ter sido atingido por um disparo da Polícia de Intervenção.
O Sportinguista lembrou ainda que recebeu a visita de Frederico Varandas e do diretor de comunicação Gonçalo Vilela Santos no hospital, onde terá sido transmitida a ideia de que o Clube iria acompanhar o processo. Contudo, mais de um ano depois, Bernardo Topa afirma sentir que esse apoio não passou de ações pontuais, como a oferta de artigos da loja oficial e um convite para a tribuna, considerando que ficou aquém do que esperava.
"Não tive qualquer tipo de apoio ou acompanhamento da situação que acreditei ter", escreveu o adepto, que garante ter suportado sozinho várias despesas relacionadas com consultas, cirurgias, reconstrução estética e próteses. Bernardo Topa diz sentir-se "esquecido" pelo Clube e defende que todos os sócios devem ser tratados da mesma forma, independentemente da sua posição ou visibilidade.
Apesar das críticas, o adepto garante que continuará a apoiar o Sporting e deixou um apelo à direção liderada por Frederico Varandas para que situações semelhantes sejam acompanhadas de outra forma no futuro. O processo relacionado com o incidente, segundo o próprio, continua em fase de inquérito.
Veja a publicação:
Pedro Almeida Cabral, Presidente da Mesa da Assembleia Geral, fez um balanço da reunião e destacou o envolvimento dos Sócios
26 Jul 2026 | 10:25 |
A Assembleia Geral do Sporting terminou com a aprovação dos quatro pontos levados a votação pelos associados. No final da sessão, Pedro Almeida Cabral, Presidente da Mesa da Assembleia Geral, fez um balanço da reunião e destacou o envolvimento dos Sócios.
"Foi um dia de Sporting cheio de participação e de espírito Leonino que culminou, já fora da AG, com a vitória do Sporting no seu jogo de apresentação. Além de a AG ter enchido de orgulho os Sócios, que assim participaram na vida do Clube, tivemos também a coincidência de termos alcançado a vitória no Troféu Cinco Violinos".
Ao todo, participaram na votação 2.408 sócios, correspondentes a 14.208 votos, sendo que o orçamento de rendimentos, gastos e investimentos para o exercício de 2026/27 foi aprovado com 2.118 votos a favor, 265 contra e 25 votos brancos ou nulos.
As contas consolidadas relativas ao exercício económico de 2024/25 também receberam luz verde, ao recolherem 2.219 votos favoráveis, 157 contra e 32 votos brancos ou nulos. Na mesma sessão, os sócios aprovaram ainda a aquisição do espaço correspondente ao Holmes Place Alvalade, no Estádio José Alvalade, por 8,7 milhões de euros, com 2.270 votos a favor, 125 contra e 13 votos brancos ou nulos.
O quarto e último ponto da ordem de trabalhos incidiu sobre a criação de uma nova categoria de sócio, definindo os respetivos direitos e deveres. A proposta foi aprovada com 1.591 votos favoráveis, 778 contra e 39 votos brancos ou nulos, encerrando uma AG em que todas as medidas apresentadas obtiveram aprovação.
Pedro Almeida Cabral considerou que a votação demonstra a confiança dos associados na atual liderança do Clube: "Não nos compete a nós fazer ponderações políticas sobre o estado do Clube e sobre o grau de adesão dos Sócios às propostas. Ainda assim, posso dizer que me parece evidente que estes resultados demonstram uma confiança acentuada no mandato desta Direção. Demonstra que o Clube está unido", afirmou. Antes da reunião magna, Frederico Varandas falou do mercado.
Depois de longas negociações e vários avanços e recuos, leões estão prestes a oficializar uma decisão que promete marcar arranque da nova época
25 Jul 2026 | 15:17 |
O Sporting está prestes a oficializar uma das decisões mais aguardadas pelos adeptos nos últimos anos. Após um longo processo de negociações, marcado por avanços, recuos e várias reuniões entre a Direção liderada por Frederico Varandas e os representantes dos Grupos Organizados de Adeptos, os leões vão voltar a contar com um protocolo conjunto com as quatro claques do Clube.
O entendimento permitirá o regresso da histórica Curva Sul ao Estádio José Alvalade, uma mudança muito desejada por muitos sportinguistas. O acordo deverá ser anunciado antes do jogo de apresentação frente ao Mónaco e prevê a assinatura de um protocolo com Juventude Leonina, Directivo Ultras XXI, Torcida Verde e Brigada Ultras Sporting, algo inédito desde a chegada da atual Direção.
Além do regresso da Curva Sul, o Sporting será também o primeiro clube em Portugal a implementar o modelo de safe standing no estádio. Em condições normais, as claques ficarão concentradas entre os setores A12 e A16, embora o Directivo Ultras XXI opte por manter uma parte dos seus elementos na Superior Norte.
O novo protocolo surge quase sete anos depois da rutura entre a Direção e as claques, ocorrida em 2019, na sequência dos acontecimentos que se seguiram ao caso de Alcochete e aos protestos dirigidos a Frederico Varandas. Desde então, a relação entre ambas as partes atravessou momentos de grande tensão, com manifestações, comunicados e várias tentativas falhadas de entendimento.
Nos últimos meses, porém, o diálogo intensificou-se e permitiu desbloquear vários dos principais pontos de discórdia, incluindo a situação das conhecidas "casinhas" das claques. Com o acordo praticamente fechado, o Sporting acredita que abre uma nova fase na relação com os adeptos organizados, reforçando o ambiente em Alvalade para a temporada 2026/27.
Sporting prepara choque entre os grandes: Quotas podem ficar acima de Benfica e Porto
17 Jul 2026 | 16:52