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Após queixa do Porto em relação a Varandas, Presidente do Sporting é absolvido pela FPF
13 Fev 2026 | 11:28
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16 Fev 2024 | 09:56 |
Hélder Amaral não tem dúvidas de que a condenação de César Boaventura deveria ter consequências desportivas para o Benfica. Em declarações exclusivas ao Leonino, o antigo deputado do CDS/PP, entre 2002 e 2019, defende, ainda, que o Sporting deve tomar posição sobre o tema, dado que é um dos principais prejudicados.
“Devia ter existido uma reação firme quer da Liga quer da Federação Portuguesa de Futebol. O caso deve ser um exemplo e as suas consequências devem servir para a prevenção geral. Como podem as entidades que tutelam o futebol exigir para si auto-regulação e autonomia na gestão desportiva e disciplinar e não atuar de forma exemplar neste caso?”, começa por referir Hélder Amaral.
“O que faltou para não levarem a sério as denúncias dos principais atores da atividade que tutelam, concretamente os jogadores do Rio Ave Cássio e Marcelo, quando confirmaram a abordagem ilícita de César Boaventura, no caso do guarda-redes de 60.000€? Não se pode aceitar que perante isto tudo fique na mesma”, refere o conhecido adepto do Sporting.
“Benfica tem tido sorte”
“O Benfica tem tido sorte: os inspetores da PJ e o Ministério Público que lhe cabe têm um perfil de atuação diferente dos inspetores e procuradores que foram à Madeira fazer buscas às empresas e políticos locais”, afirma, com ironia, Hélder Amaral.
“Nos vários processos do Benfica, apesar de estarem envolvidos altos funcionários ou agentes beneméritos que atuam em nome do Benfica, parece que não se consegue provar o eventual favorecimento ou interesse do Benfica. Pelos vistos é tudo tão estranho ao Benfica que não se dão ao trabalho de proteger o seu bom nome. Estava à espera de uma ação contra César Boaventura por uso abusivo da instituição Benfica”, atira o antigo deputado do CDS/PP, entre 2002 e 2009.
“Rui Costa sabia ou devia saber”
“Nesta e noutras situações é minha convicção que Rui Costa sabia ou devia saber, sob pena de não poder garantir que, neste momento, esteja alguém, mais uma vez por mero amor clubista, a cometer atentados à verdade desportiva em seu nome”, defende Hélder Amaral.
“Mesmo que não se consiga provar a ligação do Benfica aos vários casos tornados públicos, o envolvimento da instituição a que preside deixa um rasto de suspeitas, de uma prática reiterada e de vários silêncios cúmplices que mancham o seu mandato e que podem ofuscar ou pôr em causa possíveis sucessos desportivos”, atira o adepto do Clube de Alvalade.
Posição do Sporting? “Não percebo qual a razão para o Clube abdicar de se constituir assistente em processos que afetam a instituição Sporting”
“Em vários momentos o Sporting foi o farol na luta pela melhoria do futebol nas suas mais variadas vertentes. Esperava que pudesse manter a liderança nesse combate. Sempre nos assumimos diferentes de outros nesse aspeto, e convinha ser consequente com esse princípio”, declara Hélder Amaral.
“Não percebo qual a razão para o Clube abdicar de se constituir assistente em processos que afetam a instituição Sporting, não percebo o receio ou a crença em que a Liga ou a FPF possa vir a agir de forma diferente do que fizeram até aqui. A condenação em primeira instância de César Boaventura por três crimes de corrupção no desporto cometidos a favor do Benfica é a confirmação do quão doente está o futebol português”, considera o antigo deputado.
“Em causa estão atos que ferem gravemente a verdade desportiva das competições e que no caso podem ter prejudicado diretamente os interesses do Sporting, ou no mínimo contribuem para alimentar suspeições sobre o que determinou a classificação do campeonato na época em que foram cometidos. Tenho quase a certeza de que a direção do Clube não acredita que tais ações tenham resultado exclusivamente da vontade individual do condenado. Espero que o Sporting exija que a justiça desportiva os avalie devidamente, apure responsabilidades e aja em conformidade”, finaliza Hélder Amaral.
Eleições do emblema verde e branco terão lugar no Pavilhão João Rocha, entre as 09h00 e as 20h00, no próximo dia 14 de março
16 Fev 2026 | 14:28 |
A candidatura de Bruno Sorreluz, mais conhecido por Bruno ‘Sá’, foi oficialmente validada, cumprindo todos os pressupostos exigidos pelos estatutos do Sporting. O empresário, de 45 anos, entregou a lista no dia 12 de fevereiro e vai agora concorrer contra Frederico Varandas.
A novidade foi anunciada pelo próprio Bruno Sá, proprietário do restaurante ‘Cantinho do Sá’, localizado nas imediações do Estádio José Alvalade. O candidato recorreu às redes sociais para partilhar a notícia e agradecer tanto aos apoiantes como àqueles que duvidaram da capacidade da sua equipa em reunir os requisitos necessários.
B. Sorreluz: “É oficial! Vamos a votos"
“É oficial! Vamos a votos. Obrigado a todos os que acreditaram e tornaram possível esta missão, mas um agradecimento também a quem não acreditou e colocou em causa a capacidade da fantástica equipa que me acompanha”.
O empresário - que criticou recentemente Frederico Varandas - sublinhou ainda a preparação da sua equipa para enfrentar a campanha eleitoral: “Conseguir, em tão pouco tempo, os requisitos legais para formalizar a candidatura, mostra que estamos preparados para tudo. Vamos à campanha”, escreveu.
As eleições do Sporting terão lugar no Pavilhão João Rocha, entre as 09h00 e as 20h00, no próximo dia 14 de março. Esta calendarização decisiva foi anunciada formalmente pelo órgão da Mesa da Assembleia Geral, através do jornal oficial do Clube.
Candidato às próximas eleições do Clube de Alvalade deixou uma mensagem nas redes sociais após a formalização da sua intenção
13 Fev 2026 | 14:36 |
Bruno Sá entregou esta quinta-feira as assinaturas para a oficialização da sua candidatura à presidência do Sporting. E se inicialmente evitou revelar os nomes que integram a sua lista acabou por deixar críticas pelo facto de estes terem sido tornados públicos. Numa mensagem nas redes sociais da sua candidatura intitulada "há momentos na vida em que o silêncio deixa de ser opção", o candidato não se deixou ficar.
"Minutos depois [de falar aos jornalistas], os nomes que integram as listas da minha candidatura já circulavam em grupos de WhatsApp e, de seguida, na Imprensa, quando estavam apenas na posse de quem os recebeu oficial e confidencialmente", frisou, garantindo: "Já manifestei, por telefone, o meu profundo desagrado ao Presidente da Mesa da Assembleia Geral, Dr. João Palma."
"Como pode um candidato sentir confiança?"
"Como pode um candidato sentir confiança num processo em que informação sensível é exposta desta forma? Que garantias existem? Situações destas podem configurar uma violação grave dos deveres institucionais de reserva, confidencialidade e proteção de dados pessoais", escreve.
"A verdade é que este episódio não surge isolado. Tenho aguentado, em nome da elevação e do respeito pelo Sporting, um conjunto de situações que preferi não expor publicamente. Mas o que aconteceu hoje ultrapassa todos os limites", lançou, considerando que o episódio, que "ultrapassa todos os limites, não surge isolado", atirando: "Qual é o receio de eu ir a votos?", questionou Bruno Sá.
As eleições do Sporting terão lugar no Pavilhão João Rocha, entre as 09h00 e as 20h00, no próximo dia 14 de março. Esta calendarização decisiva foi anunciada formalmente pelo órgão da Mesa da Assembleia Geral, através do jornal oficial do Clube.
Confira a publicação:
Antigo administrador da SAD leonina, entre 2016 e 2022, anuncia razões de não ser adversário de Frederico Varandas no ato eleitoral do Clube
13 Fev 2026 | 13:10 |
O prazo para a entrega de candidaturas no Sporting esgotou-se esta quinta-feira e o Clube vai a votos no próximo dia 14 de março para escolher entre os projetos de Frederico Varandas e Bruno Sá - que explicou recentemente a intenção da sua candidatura. Após ponderação, Nuno Correia da Silva decidiu não entrar na corrida eleitoral em 2026 mas admite que gostava de ver uma estrutura “mais participado pelos Sócios".
"O Sporting tem imensos sócios e adeptos que não estão a ser aproveitados"
“O propósito da candidatura seria de mobilizar os adeptos para a adesão a um modelo de gestão mais participado pelos Sócios. Considero o atual modelo muito centralizado e distante. O Sporting tem um imenso capital humano, os seus Sócios e adeptos, que não estão a ser aproveitados", revelou, em declarações ao jornal Record.
"Das consultas que fiz, a maioria das pessoas reveem-se neste propósito, mas entendem que não é o timing certo para avançar. Respeito, não é a minha opinião, mas só faria sentido avançar em equipa. Pessoalmente, há razões de saúde que aconselham a não avançar”, declarou.
"O propósito não está prejudicado. Mas só o futuro ditará a oportunidade"
Administrador da SAD entre 2016 e 2022, não exclui a possibilidade de avançar noutro momento: “O propósito não está prejudicado. Mas só o futuro ditará a oportunidade”, observou, esperançado em ver, no próximo mandato presidencial até 2030, “um Sporting que vende [jogadores] por ajustamentos de plantel e não por razões de tesouraria".
Ao concluir, Nuno Correia da Silva apontou o fundamental: "O importante é gerar receitas alternativas que possam sustentar a manutenção dos melhores no seu melhor período. Isso é possível com a internacionalização da marca e com o recurso a múltiplas fontes de receitas. Os maiores clubes europeus têm como maior fonte de receita, mais de 50%, as receitas comerciais, decorrentes da sua internacionalização, esse deve ser o caminho".