Futebol
Gyökeres mostra-se descontente no Arsenal e Ruben Amorim já está atento ao ex Sporting
22 Set 2026 | 10:59
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14 Mai 2020 | 14:46 |
No dia 14 de maio de 2000, os leões deslocaram-se até ao Vidal Pinheiro, Estádio do Salgueiros, para disputarem a última jornada do campeonato. Com apenas um ponto a mais que o segundo classificado, o FC Porto (na altura pentacampeão), os leões estavam perto de conquistar o título há muito desejado. A vitória por 4-0 frente ao Salgueiros voltou a soltar os festejos de campeão verde e branco, 18 anos depois. A última festa leonina tinha acontecido a 16 de maio de 1982. Com Giuseppe Materrazi a ser o treinador escolhido pela direção leonina no início da temporada para levar os leões ao título, chegaram alguns craques a Alvalade. Peter Schmeichel (campeão na época anterior pelo Manchester United), Hanuch (contratado ao Independiente, da Argentina), Toñito (vindo do Vitória de Setúbal), entre outros. Mas o técnico italiano não teve êxito à frente do Clube leonino. No quarto lugar da tabela à sexta jornada e com a eliminação da Taça UEFA quase certa, José Roquette, o presidente do Clube na altura, rescindiu contrato com o técnico. Eis que em pleno momento de incerteza, Augusto Inácio (campeão pelos leões como jogador em 1980 e 1982) é apresentado como o novo treinador do Sporting CP. Seria apenas uma solução provisória, pois a estratégia do Clube passava por ter um treinador estrangeiro à frente dos leões. À semelhança do italiano, o início para Inácio ao leme da equipa verde branca não foi o melhor. Começou com uma vitória frente aos noruegueses do Viking Stavanger para a Taça UEFA, mas tal não foi suficiente para reverter a goleada sofrida por 4-0 na Noruega (ainda com Materrazi no banco). Na Liga Portuguesa, duas vitórias e uma derrota nas primeiras três partidas soltaram a revolta nos adeptos leoninos. Com sete pontos de distância para o líder, os Sócios leoninos começaram a entoar alguns gritos de insatisfação. Mesmo assim, Roquette deu um voto de confiança a Augusto Inácio e as coisas entraram nos eixos. A equipa verde e branca aproximou-se dos rivais e, no dia 18 de março de 2000, recebeu o líder FC Porto no antigo Estádio de Alvalade. Com menos dois pontos, os leões tinham a oportunidade de estar pela primeira vez na frente do campeonato. A vitória por 2-0 valeu o passaporte para a liderança. Na penúltima jornada, e com mais quatro pontos do que os dragões, o mister e os seus jogadores tinham tudo para levantarem o título, mas a derrota frente ao SL Benfica (com um golo das águias ao minuto 88) adiou os festejos de campeão para a última jornada. Com mais um ponto que o FC Porto, o Sporting CP tinha de ganhar ao Salgueiros fora e foi isso que aconteceu. Uma goleada por 4-0 no último suspiro atribuiu o título de campeão aos leões, título esse que lhes escapava há 18 anos. A festa de campeão foi enorme e deu para tudo. Primeiro no Salgueiros, os jogadores festejaram em euforia e até as caras pintaram com as cores leoninas. E depois, em Lisboa, 60.000 adeptos em êxtase esperavam a comitiva verde e branca que trazia consigo o tão desejado título. O Marquês de Pombal ficou pintado de verde e branco e a estátua passou a noite com um cachecol do Sporting CP, que Iordanov fez questão de colocar.
Fotografia de Wiki Sporting
Depois das declarações prestadas pelo Presidente dos leões à chegada da Portugal Football Globes, o diretor do Record analisou o momento do técnico
22 Set 2026 | 17:30 |
Na chegada à Portugal Football Globes, Frederico Varandas foi questionado sobre o momento instável que a equipa do Sporting atravessa. Após as declarações relativas ao momento da equipa, Bernardo Ribeiro, diretor de Record, analisa as palavras utilizadas pelo Presidente dos verdes e brancos.
Bernardo Ribeiro: "Parece-me que não são suficientes para convencer os Sportinguistas"
Quando questionado relativamente ao poder dos argumentos de Varandas, Bernardo Ribeiro não deixa espaço para dúvidas: "Parece-me que não são suficientes para convencer os Sportinguistas. Mostram um presidente do Sporting que entende claramente que este não é o timing para deixar cair o treinador e que entende que é preciso dar mais tempo ao Rui Borges para trabalhar uma equipa que é bastante nova.
"Frederico Varandas não reage aos primeiros estímulos. Não é um homem que faça muitas vezes aquilo que se espera à primeira. Portanto, eu consigo entender. Acho que neste momento não há explicações, por muito racionais que sejam, e as de Frederico Varandas valem tanto como outras quaisquer, é a opinião dele e é perfeitamente perceptível qual é a opinião dele", esclareceu.
Relativamente à relação de Rui Borges com os adeptos, considera que a ruptura é clara: "A questão é que há relações que se quebram e que só são recuperáveis com vitórias. Acho que neste momento a relação de Rui Borges com as bancadas está numa fase que parece que não há nada que seja dito por Rui Borges, que faça com que as pessoas o sigam até ao fim".
"Só uma inversão do comportamento da equipa, uma inversão de resultados. Na verdade, o Sporting tem seis pontos de atraso com três empates caricatos. O Sporting deixa-se empatar com equipas que não são do seu campeonato, com erros sejam do treinador sejam dos jogadores", reforçou.
Bernardo Ribeiro considera que os adeptos precisam de "factos": "Agora, acho que não há mesmo nada que Frederico Varandas possa dizer, que possa reverter a situação. Neste momento, só factos, as pessoas precisam de factos. O facto que querem é que o Sporting ganhe jogos, o que não tem vindo a acontecer na Liga. Na sétima jornada, três empates com equipas que não são do campeonato do Sporting. Quer dizer, coloca a equipa a seis pontos do líder, sem ter tido nenhum jogo de dificuldade acrescida e essa é a realidade dos factos".
Futebolista está concentrado em mostrar-se ao treinador dos verdes e brancos no decorrer das próximas três semanas e plano está em marcha
22 Set 2026 | 17:02 |
João Simões está de volta às opções do Sporting e poderá aproveitar as próximas semanas para recuperar terreno na hierarquia de Rui Borges. O médio integrou a convocatória para o empate frente ao Arouca, embora tenha permanecido no banco durante todo o encontro.
O jogador leonino está recuperado do problema físico que o afastou dos relvados durante vários meses e que obrigou mesmo a uma intervenção cirúrgica. Antes de regressar à ficha de jogo da equipa principal, João Simões já tinha somado minutos ao serviço do Sporting B para recuperar ritmo competitivo.
A pausa para as seleções poderá agora ser particularmente importante para o médio. Issa Doumbia foi chamado por Itália e Silas Andersen estará ao serviço dos sub-21 da Dinamarca, deixando Rui Borges com menos opções para trabalhar no setor intermediário.
Sergi Altimira e Pedro Lima permanecem em Alcochete, tal como João Simões, e deverão concentrar boa parte do trabalho específico do meio-campo durante este período. A equipa técnica poderá igualmente recorrer a jovens dos escalões de formação para completar as sessões.
Antes da lesão, João Simões era encarado como uma peça importante no projeto do Sporting e vinha a ganhar espaço junto da equipa principal. O longo período de paragem travou essa evolução, obrigando o jogador a recomeçar praticamente do zero na luta por minutos.
'Camisola 25' dos verdes e brancos foi o escolhido de Rui Borges para utilizar a braçadeira nesta temporada, mas não é consensual em Alvalade
22 Set 2026 | 16:44 |
Carlos Pereira mostrou-se preocupado com a liderança existente no Sporting e deixou reparos ao perfil dos capitães da equipa, numa crítica que incide sobretudo sobre Gonçalo Inácio, atual principal portador da braçadeira leonina.
Carlos Pereira: "Jogadores são responsáveis também por alguns desaires"
Em declarações ao jornal A Bola, o antigo treinador e dirigente dos leões começou por afastar a ideia de que Rui Borges deve carregar sozinho a responsabilidade pelos últimos resultados. “A via mais fácil é apontar o dedo ao treinador, mas os jogadores são responsáveis também por alguns desaires. Têm de se unir".
Carlos Pereira: "São algo imaturos para terem o peso da braçadeira"
É na liderança dentro das quatro linhas que Carlos Pereira identifica uma das maiores fragilidades do Sporting. “Há pouca liderança dentro do campo. Na figura dos capitães também, de certa forma, são algo imaturos para terem o peso da braçadeira, querem é jogar, têm pouca experiência em termos de liderança".
Gonçalo Inácio assume atualmente um papel central na hierarquia de capitães dos verdes e brancos, depois das alterações profundas realizadas no plantel durante o último mercado. Apesar dos vários anos de ligação ao Sporting, Carlos Pereira entende que a antiguidade, por si só, não chega para garantir capacidade de comando.
“Não é que não mereçam, pela permanência no clube ao longo dos anos, o facto é que são muito jovens e, às vezes, se tiverem de dar uma dura, no bom sentido, em algum mais velho, isso não acontece”, acrescentou o antigo responsável leonino.
Gyökeres mostra-se descontente no Arsenal e Ruben Amorim já está atento ao ex Sporting
22 Set 2026 | 10:59
Varandas segura Rui Borges e João Maria Jonet dispara: “Bode expiatório de quem não soube ver"
22 Set 2026 | 13:14
Miguel Mendes deixa aviso a Rui Borges no Sporting: “Vai ter a corda ao pescoço”
22 Set 2026 | 14:40