Futebol
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08 Jan 2026 | 16:13
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14 Mai 2020 | 13:46 |
No dia 14 de maio de 2000, os leões deslocaram-se até ao Vidal Pinheiro, Estádio do Salgueiros, para disputarem a última jornada do campeonato. Com apenas um ponto a mais que o segundo classificado, o FC Porto (na altura pentacampeão), os leões estavam perto de conquistar o título há muito desejado. A vitória por 4-0 frente ao Salgueiros voltou a soltar os festejos de campeão verde e branco, 18 anos depois. A última festa leonina tinha acontecido a 16 de maio de 1982. Com Giuseppe Materrazi a ser o treinador escolhido pela direção leonina no início da temporada para levar os leões ao título, chegaram alguns craques a Alvalade. Peter Schmeichel (campeão na época anterior pelo Manchester United), Hanuch (contratado ao Independiente, da Argentina), Toñito (vindo do Vitória de Setúbal), entre outros. Mas o técnico italiano não teve êxito à frente do Clube leonino. No quarto lugar da tabela à sexta jornada e com a eliminação da Taça UEFA quase certa, José Roquette, o presidente do Clube na altura, rescindiu contrato com o técnico. Eis que em pleno momento de incerteza, Augusto Inácio (campeão pelos leões como jogador em 1980 e 1982) é apresentado como o novo treinador do Sporting CP. Seria apenas uma solução provisória, pois a estratégia do Clube passava por ter um treinador estrangeiro à frente dos leões. À semelhança do italiano, o início para Inácio ao leme da equipa verde branca não foi o melhor. Começou com uma vitória frente aos noruegueses do Viking Stavanger para a Taça UEFA, mas tal não foi suficiente para reverter a goleada sofrida por 4-0 na Noruega (ainda com Materrazi no banco). Na Liga Portuguesa, duas vitórias e uma derrota nas primeiras três partidas soltaram a revolta nos adeptos leoninos. Com sete pontos de distância para o líder, os Sócios leoninos começaram a entoar alguns gritos de insatisfação. Mesmo assim, Roquette deu um voto de confiança a Augusto Inácio e as coisas entraram nos eixos. A equipa verde e branca aproximou-se dos rivais e, no dia 18 de março de 2000, recebeu o líder FC Porto no antigo Estádio de Alvalade. Com menos dois pontos, os leões tinham a oportunidade de estar pela primeira vez na frente do campeonato. A vitória por 2-0 valeu o passaporte para a liderança. Na penúltima jornada, e com mais quatro pontos do que os dragões, o mister e os seus jogadores tinham tudo para levantarem o título, mas a derrota frente ao SL Benfica (com um golo das águias ao minuto 88) adiou os festejos de campeão para a última jornada. Com mais um ponto que o FC Porto, o Sporting CP tinha de ganhar ao Salgueiros fora e foi isso que aconteceu. Uma goleada por 4-0 no último suspiro atribuiu o título de campeão aos leões, título esse que lhes escapava há 18 anos. A festa de campeão foi enorme e deu para tudo. Primeiro no Salgueiros, os jogadores festejaram em euforia e até as caras pintaram com as cores leoninas. E depois, em Lisboa, 60.000 adeptos em êxtase esperavam a comitiva verde e branca que trazia consigo o tão desejado título. O Marquês de Pombal ficou pintado de verde e branco e a estátua passou a noite com um cachecol do Sporting CP, que Iordanov fez questão de colocar.
Fotografia de Wiki Sporting
Treinador português analisou ainda a vaga de lesões no Clube de Alvalade, destacando os principais problemas com que o técnico dos leões se depara de momento
08 Jan 2026 | 18:02 |
O crescente número de lesões no Sporting continua a marcar a atualidade leonina e foi alvo de análise por Paulo Robles, em comentário no canal d’A Bola. O treinador começou por destacar a postura de Rui Borges na conferência de imprensa após a derrota no encontro com o Vitória de Guimarães (2-1).
“Quem assistiu à conferência de imprensa depois do Vitória SC, viu que o semblante do Rui Borges era realmente diferente dos últimos jogos. E quase que, não digo que deu pena, mas compreende-se o novo posicionamento do treinador em relação a esta situação. Realmente leva a que existam muitas dificuldades do ponto de vista de apresentar uma equipa condizente e consistente, porque a consistência também depende da regularidade dos jogadores que jogam”, frisou Robles.
O mesmo fez ainda questão de diferenciar os tipos de problemas físicos que têm afetado o plantel: “Há lesões traumáticas, mas também há lesões musculares e essas lesões musculares, nesse ponto de vista, embora Rui Borges tenha dito que é um caso estudo, é também um caso estudo interno no sentido de perceber o que é que está a acontecer para que estas lesões tenham voltado”.
No plano desportivo, o eixo central defensivo é apontado como o setor que mais preocupa Rui Borges e Paulo Robles não escondeu a realidade, também apontando o nome do jovem brasileiro, Rômulo Júnior: “Acho que o eixo central defensivo é, sem dúvida, neste momento, o setor onde o Rui Borges tem mais preocupações. O Rômulo, que tem feito um bom desempenho na equipa B, não esteve ao nível da exigência, o que é normal. De repente dizemos que o jogador não tem essa qualidade. Há jogadores que são integrados e que demonstram, óbvio e claramente, que têm essa condição e a partir daí ganham um pulso”.
“O Sporting terá tempo para poder-se preparar para o próximo jogo para o campeonato, penso que será também determinante para serenar um pouco os ânimos, para voltar à terra e para não fazer cair as expectativas dos adeptos do Sporting”, Robles concluiu apelando claramente à serenidade no universo leonino.
Antigo dirigente do Clube e Alvalade aponta as dificuldades atuais da equipa, ao justificar o desaire contra o Vitória SC na Taça da Liga
08 Jan 2026 | 16:44 |
Bruno Mascarenhas: “A equipa está desfalcada de jogadores que fazem muita falta”
Apesar de ter direito a 13,8 milhões de euros pela rescisão com os red devils, o técnico português verá o valor final encolher drasticamente
08 Jan 2026 | 16:20 |
A saída de Ruben Amorim do comando técnico do Manchester United, confirmada na última segunda-feira, ficou marcada não apenas pelo impacto desportivo, mas também por um desfecho financeiro bastante menos favorável do que os números iniciais indicavam. Embora o treinador português ainda tivesse a receber cerca de 13,8 milhões de euros relativos ao que faltava cumprir do contrato, o montante líquido será substancialmente inferior.
De acordo com cálculos divulgados pelo Manchester Evening News, a elevada tributação aplicada no Reino Unido fará com que o antigo treinador do Sporting consiga reter 'apenas' 6,3 milhões de euros. Entre impostos sobre o rendimento e outros encargos obrigatórios, o fisco britânico absorverá uma fatia significativa da compensação, reduzindo de forma drástica o ganho real do técnico.
O impacto financeiro não se limita, no entanto, ao treinador português. O Manchester United também sai penalizado com esta rescisão, uma vez que terá de pagar cerca de 1,7 milhões de euros adicionais em contribuições obrigatórias enquanto entidade empregadora. Assim, a separação representa um processo dispendioso para ambas as partes, num contexto já sensível para o clube inglês.
Este desfecho encerra um ciclo de pouco mais de um ano de Ruben Amorim em Inglaterra. O técnico chegou a Old Trafford em novembro de 2024, após uma passagem altamente bem-sucedida pelo Sporting, onde conquistou títulos e se afirmou como um dos treinadores mais promissores do futebol europeu.
Ao serviço dos red devils, Amorim orientou a equipa em 63 jogos oficiais, somando 25 vitórias, 15 empates e 23 derrotas. Apesar de alguns momentos positivos, a irregularidade dos resultados e a pressão constante acabaram por ditar o seu despedimento.
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