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Clube

JOSÉ RIBEIRO ASSINA ´BANCADA NOVA´ PARA O LEONINO

Antigo editor-chefe do Record escreve, a partir de hoje, crónica semanal no jornal onde o Sporting é notícia

Leonino - Onde o Sporting é notícia
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José Ribeiro é o novo cronista do Leonino. A partir de amanhã, o conceituado jornalista passa a assinar todas as segundas o ‘Bancada Nova’, um espaço que abordará a atualidade do Sporting Clube de Portugal.


José Ribeiro explica que a primeira grande memória que guarda “de uma ideia de Sporting moderno data da década de 1970 quando o meu pai, Sócio do Sporting desde que chegou a Lisboa, recebeu em casa uma carta do Clube, a qual continha um desenho do Estádio já com a Bancada Nova que seria realidade dali por uns anos. Lembro-me de passar horas a olhar para aquele desenho e imaginar o ‘José Alvalade’ com aquela bancada cheia. João Rocha, um visionário, passou a ser o meu ídolo. Mais que qualquer jogador. Para mim, ele representava o caminho para uma outra dimensão. O nome desta crónica é, por isso, uma pequena homenagem que lhe faço. A ele, ao João e ao Gonçalo, os irmãos Rocha que com orgulho acompanhei em muitos jogos no coração da Juventude Leonina”.


Para João Duarte, publisher do Leonino, “ter a colaboração de pessoas com a qualidade do José Ribeiro acrescenta muito valor aos leitores do nosso jornal. E é uma prova que estamos a fazer o caminho que prometemos: de independência, rigor e profissionalismo”.


José Ribeiro esteve como editor-chefe do Record até início de 2018, casa onde entrou em 1991. Foi sucessivamente redator, editor e editor-chefe adjunto até cumprir no jornal desportivo, a partir de 2014, a função de editor-chefe. O agora cronista do Leonino começou a sua carreira no Diário, seguindo depois para o Jornal Sporting e para a TSF.

Atualmente está a trabalhar no Brasil, no Avaí, como analista de desempenho, e anteriormente passou pelo Departamento de Scouting do CD Aves e pela comunicação do Sporting Clube de Portugal.



Clube

INACREDITÁVEL! UEFA 'CHUTA PARA CANTO' O SPORTING E DESTACA BENFICA E PORTO NO RANKING

Clube de Alvalade ficou posições abaixo dos eternos rivais, que ocuparam o top 15

Sporting fica a olhar para cima para o Benfica e Porto em novo ranking da UEFA
Sporting fica a olhar para cima para o Benfica e Porto em novo ranking da UEFA

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A UEFA atualizou o ranking de clubes e o Sporting surge abaixo do top 15. O Clube de Alvalade viu os rivais, Porto e Benfica, a ocupar lugares superiores da lista. 


Com os dragões a serem a equipa portuguesa melhor posicionada (estando em 12.º lugar), o Sporting é colocado na 35.ª posição, vendo o Benfica a ficar no 15.º posto. Dos rivais mais diretos, apenas o Braga posicionou-se abaixo do emblema verde e branco (ocupam o 43.º lugar). 


O Manchester City lidera a tabela, ficando acima do Real Madrid, que está em segundo lugar, e do Bayern Munique, que fecha o pódio. Nas primeiras 10 posições, ainda podemos encontrar o Liverpool, a Roma, o PSG, o Villarreal, o Borussia Dortmund, o Chelsea e o Inter. 


Neste sentido, o Clube de Alvalade não está incluído nos primeiros 20 clubes mencionados pelo ranking da UEFA. É importante referir que, relativamente à temporada passada e a competições do mesmo organismo, o Sporting começou na Liga Europa. Nessa prova, a turma de Rúben Amorim caiu diante da Atalanta (vencedora da competição) na fase dos oitavos de final. 

Respetivamente à época que se avizinha, o Sporting vai disputar a Liga dos Campeões. Ao conquistar o título nacional de 2023/2024, a Listada verde e branca garantiu o acesso à prova milionária. O rival Benfica vai, também, competir na mesma competição europeia. 


Confira aqui a lista dos primeiros 20 clubes do ranking da UEFA:




Clube

COMO ASSIM? CONSELHO DE DISCIPLINA 'IGNORA' AGRESSÕES DE LUÍS GONÇALVES A DIRIGENTE DO SPORTING

Em causa estão os incidentes que ocorrem no final do empate entre Porto e os leões a contar para a Liga Portugal Betclic 2023/2024

Conselho de Disciplina 'tapou olhos' a agressões de Luís Gonçalves a dirigente do Sporting
Conselho de Disciplina 'tapou olhos' a agressões de Luís Gonçalves a dirigente do Sporting

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O Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol deu a conhecer as sanções perante os incidentes decorridos no final da partida entre o Sporting e o Porto da Liga Portugal Betclic 23/24. Com Luís Gonçalves em 'cheque', o organismo português acabou a 'tapar olhos' a agressões a dirigente dos leões. 


"A lesão da honra e da reputação e denúncia caluniosa" foi o grande motivo para sancionar o ex-dirigente dos azuis e brancos a 60 dias de castigo e mais uma multa de 8.160 euros. Contudo, o CD da FPF não mencionou nada acerca das queixas de agressões por parte da antiga figura importante da direção de Pinto da Costa. 


No final do encontro a valer para a ronda 31 do Campeonato Nacional, Luís Gonçalves tinha sido acusado de agredir um elemento do Conselho Diretivo do Sporting no espaço contíguo à tribuna presidencial. De acordo com a denúncia feita, o dirigente do Porto, à altura, teria dado um pontapé na sequência de uma investida de cerca de 20 elementos ligados aos dragões sobre integrantes da comitiva oficial verde e branca quando abandonavam o local. 


O Conselho de Disciplina não deixou qualquer intervenção face às queixas no mapa de castigos, apenas mencionando as sanções referidas acima. Recorde-se que o Sporting e o Porto empataram a duas bolas a partida, que gerou muita polémica fora e dentro das quatro linhas. 

Atualmente, Luís Gonçalves não faz parte da direção do Porto, que viu Pinto da Costa abandonar o 'leme' dos dragões para dar espaço a André Villas-Boas. O antigo treinador dos azuis e brancos foi o candidato mais votado nas últimas eleições, garantindo, assim, o lugar de presidente do rival do Norte. 




Modalidades

BICAMPEÕES

Sporting é a primeira equipa portuguesa de hóquei em patins a vencer a Liga Europeia pela terceira vez

Leonino - Onde o Sporting é notícia
Leonino - Onde o Sporting é notícia

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No sábado, o único dérbi que me prendia a atenção e me dava alguma ansiedade era o da noite. O Sporting-Benfica de hóquei em patins a contar para a meia-final da Liga Europeia. De tal forma que ‘passei’ pelo dérbi de futebol com uma tranquilidade que nem foi alterada quando o resultado estava em 3-0 ou 4-1. Sim, a possibilidade de terminar a Liga de futebol sem derrotas era aliciante. Mas Rúben Amorim estava mais interessado, e bem, em perceber num jogo de elevado grau de dificuldade como se comportava a dupla Daniel Bragança/Matheus Nunes. Porque na próxima época, sem o descanso europeu a meio da semana e sem a certeza de poder contar com João Mário, talvez esses jogadores sejam chamados mais vezes ao onze... ou não, depende da leitura que o treinador fez ao desempenho deles, não podendo a mesma ser elaborada à margem do facto de o Benfica ter promovido naquele sector do terreno uma luta de 3 para 2, com a colocação de Pizzi sempre perto de Weigl e Taarabt, o que se alterou de certa forma aos 53’ com a troca do marroquino por Gabriel. Mas deixemos o futebol e vamos lá ao que interessa.


Na década de 1970 era fácil ter enorme paixão pelo hóquei em patins. Não sei, para dizer a verdade, se gostava mais que o meu pai me levasse ao hóquei ou ao futebol. Ver o Chana passar por trás da baliza, fazer a picadinha e conseguir o golo com um pequeno toque ‘aéreo’ ao primeiro poste era o momento especial pelo qual sempre esperava. E raro era o jogo em que o craque me dececionava por não o concretizar. Dizia-me o meu pai que o Livramento é que era o verdadeiro génio da ‘coisa’. Mas eu só tinha olhos para os golos do Chana e para as defesas do Ramalhete. E, claro, lá estive aos 9 anos na meia-final de 76/77 contra o Voltregá, como não faltei à primeira mão da final com o Villanueva do fantástico Carlos Trullols (entre ele e o Ramalhete é melhor não discutir qual era melhor, eram os dois autênticos muros à frente da baliza). O Sporting era indiscutivelmente a melhor equipa da Europa. De tal forma que a Seleção de Portugal foi campeã europeia nessa altura com o cinco leonino.


Quando o Sporting deixou de ter equipa sénior de hóquei em patins, a meio da década de 1990 chamei muitos nomes a muita gente. Para mim, era impensável terminar com a segunda modalidade que mais troféus internacionais dera ao Clube, entre eles o de campeão europeu. Mas ser sportinguista também é isto, ter de assistir a episódios vergonhosos e seguir o caminho com a convicção de que os dias de sol serão mais que os de chuva. E a verdade é que o sol voltou a brilhar pelo trabalho insistente de Gilberto Borges, peça-chave para o regresso da modalidade a partir de 2010 (na 3ª divisão), embora, de forma oficial, o hóquei em patins só voltasse à gestão do Clube em 2014. E logo nesse ano foi contratado Ângelo Girão e seria conquistada a Taça CERS. Foi o primeiro passo.


Em 17/18, ao fim de 30 anos de seca, o hóquei voltou a vencer o título português. Um ano depois, em 2019, nova marca cairia, o Sporting vencia a Liga Europeia 42 anos depois do ‘cinco mágico’ (Ramalhete, Sobrinho, Rendeiro, Livramento e Chana) o ter conseguido pela primeira vez.

Depois disto, restava a afirmação definitiva: ser a primeira equipa portuguesa a revalidar o título e ser a única equipa portuguesa com três triunfos na principal competição, ultrapassando os dois de FC Porto e Benfica.


Foi com isto tudo na cabeça que assisti ao emocionante jogo com o Benfica, acreditando sempre na vitória apesar de andarmos de desvantagem em desvantagem... até à vantagem final nos penáltis.

Bom presságio: em 2019 (lá estive, agora no Pavilhão João Rocha, com mais 42 anos do que o miúdo de 9 em 1977) também passámos pelo Benfica na meia-final antes de enfrentarmos o FC Porto no jogo final. Pela televisão e não ao vivo, não foi a mesma coisa. Mas no final a alegria por ver o Sporting bicampeão (mais Gilberto Borges [diretor da secção], João Alves [secretário técnico], Paulo Freitas [treinador] e os jogadores Girão, Platero, Toni Pérez, Zé Diogo, Romero, Pedro Gil e Ferrant-Font, nomes que se repetem nos dois títulos) valeu por tudo.

As últimas semanas foram em tons de verde e branco. No final desta, o futebol feminino pode ser campeão nacional, se vencer o Benfica na última jornada A equipa de basquetebol começará a discutir o título frente ao FC Porto e a de futsal, se tudo correr sem surpresas, também estará na final do playoff. Esta mesma equipa de hóquei em patins segue em vantagem sobre o Óquei de Barcelos para atingir a final. Vamos acreditar. Em breve teremos mais dias de sol para sorrir.


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