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Futebol
28 Abr 2026 | 14:18 |
José Dias Ferreira, antigo dirigente e ex-candidato à presidência do Sporting, acredita que Frederico Varandas não vai voltar atrás quanto à renovação do treinador dos verdes e brancos, Rui Borges, após o empate a um golo com o AVS SAD, no último domingo.
Dias Ferreira: "Acho que não"
"Acho que não. Não tem nada a ver uma coisa com a outra. Acredito que não vai mudar de opinião, mas não sei se aconteceu algo entretanto. O empate com o AVS SAD não é culpa do treinador. Também é culpado, mas não é o único. O árbitro roubou um penálti descarado. O árbitro é que tem de ir para a rua, não é o treinador", afirmou, ao jornal Record.
Nas mesmas declarações, o adepto de 79 anos mostrou confiança que o Sporting ainda pode ultrapassar o Benfica e chegar ao segundo lugar do campeonato. "O Sporting vai fazer de tudo para chegar ao segundo lugar, isso eu tenho a certeza. Frederico Varandas vai continuar a querer renovar, mas Rui Borges também tem contrato", lembrou.
Vale lembrar que Jaime Marta Soares, outro dirigente histórico do Clube de Alvalade, já criticou a capacidade de Rui Borges para liderar a equipa em grandes competições. "Sem pôr em causa o profissionalismo, humildade, dignidade e honradez do treinador do Sporting, e eu digo-o há muito tempo, ele não tem dimensão e estatuto para a equipa do Sporting e para entrar em grandes competições", disse, após a derrota diante do Bodo/Glimt, na primeira mão dos "oitavos" da Champions.
O emblema verde e branco volta a entrar em campo na próxima quarta-feira, dia 29 de abril, frente ao Tondela. O encontro, a contar para a jornada 26 (em atraso) da Liga Portugal Betclic, diante da turma orientada por Gonçalo Feio, jogar-se-á às 20h15, no Estádio José Alvalade.
Depois de um resultado que complicou tudo diante do AVS, surgem palavras fortes de uma figura histórica do Clube de Alvalade
28 Abr 2026 | 13:21 |
O empate frente ao AVS SAD deixou o Sporting numa posição delicada na luta pelo segundo lugar e abriu espaço a críticas duras de Augusto Inácio, antigo treinador campeão pelos leões, que analisou sem rodeios os principais problemas da temporada.
Augusto Inácio: " Só não vê quem é cego"
"Diria que os jogadores foram muito sobrecarregados neste último mês… foi sobrecarga atrás de sobrecarga... o Porto apostou claramente no campeonato… só não vê quem é cego", disse, em entrevista exclusiva ao jornal A BOLA.
Outro ponto crítico destacado foi o número elevado de lesões e a dificuldade na recuperação dos jogadores, deixando no ar dúvidas sobre a gestão clínica. "Então, por que é que há tantas lesões e tanta demora na recuperação? E aqueles que recuperam… caem logo outra vez?" questionou.
Augusto Inácio: "Nenhum clube grande pode ter só dois pontas de lança"
Augusto Inácio também não poupou críticas à construção do plantel e às decisões no mercado de inverno, defendendo que faltaram soluções no ataque. "Nenhum clube grande pode ter só dois pontas de lança. Tem de ter, pelo menos, três", afirmou. Este tópico também foi tema no Exclusivo Leonino com Nuno Saraiva.
Por fim, deixou uma mensagem clara sobre o que resta da temporada. "Muito sinceramente, vencer a Taça de Portugal com o Torreense é poucochinho para esta época", antes de abordar a situação contratual do treinador, defendendo estabilidade e alertando com um exemplo recente do rival. "Rui Borges tem contrato até 2027… depois logo se vê. O Roger Schmidt foi campeão no Benfica e passados quatro meses estavam a despedi-lo", finalizou.
Treinador do emblema verde e branco marcou presença na conferência de imprensa de antevisão ao duelo em atraso da 26.ª jornada da Liga
28 Abr 2026 | 12:53 |
Na conferência de antevisão ao jogo com o Tondela, em atraso da 26.ª jornada da Liga Portugal Betclic, Rui Borges abordou o adeus "explícito" ao título, a onda de lesões que tem assolado o plantel do Sporting esta temporada, o mercado de inverno e ainda a renovação. Confira tudo o que disse.
Como estará a equipa emocionalmente
"Essa é a parte mais importante. Ligar toda a gente para aquilo que é o jogo, frente a uma equipa que precisa de pontos. Com o novo treinador tem sido bastante mais audaz, que pressiona mais e se expõe mais, o que também é de relevar essa audácia. Por isso cada um com os seus objetivos, também precisamos dos pontos. Tondela vai dar a vida pelos pontos, mas nós também vamos porque precisamos. Penso que a malta está preparada para tentar levar este jogo de vencido".
Decisões frente ao AVS
"Eu gosto de falar sobre tudo o que é o jogo. Hoje o adepto diz para meter o Manel, eu meto o Manel e o adepto diz que que devia ter posto o António. O adepto é o adepto: em casa, com uma cervejinha e uma sandes mista, está tudo bem... O que posso dizer é que era impossível outras opções. Houve jogadores que não estavam capazes de dar o seu contributo por mais de 60 ou 70 minutos. As opções tinham de ser essas. Mas não foi por isso que ganhámos o jogo, não ganhámos porque não fizemos golos. A equipa está muito desgastada e já não conseguia dar mais, mas ainda assim podíamos ter ganho o jogo, porque fizemos mais do que suficiente para isso".
Desgaste mental
"O desgaste mental piora o físico. Claro que quando podíamos ter feito ainda mais história mexeu um pouco connosco. Depois o jogo com o Benfica em que marcámos é anulado e sofremos logo a seguir. São várias sensações mentais que nos atingiram e que mexem sempre connosco. A exigência do jogo, em termos mentais, foi um absurdo. Por muito que digamos que não tudo isso mexe connosco. Depois o jogo com o FC Porto logo a seguir... Foi uma sequência de quatro jogos sem intevalo no meio. Foi uma sequência com uma exigência e um desgaste tremendo".
Melhor timing para renovação
"Não sei, porque não ligo nada a isso. Estou feliz, estou num grande clube. Infelizmente, nestas últimas semanas tiraram-nos da luta pelo tricampeonato. É explícito isso... O FC Porto esteve lá em cima o tempo todo e está a uma vitória. Mas andámos sempre na luta e sinto muita confiança. Jamais deixarei cair sobre os jogadores a culpas do que quer que seja e eles merecem todo o meu apoio".
Lesões
"Normal, não é, lógico. Mas há coisas que não controlamos. Se houvesse muitas lesões musculares, aí tínhamos de repensar o que andamos a fazer. Mas há coisas que não podemos controlar e é normal que se pague a fatura de tantas lesões, por não conseguir os jogadores. Houve alguns momentos, com Taça da Liga e Taça em que foi possível, mas em momentos decisivos não foi possível. Ficámos sem o Fotis, o Pote também ficou de fora. Normal, não é, mas não conseguimos gerir lesões traumáticas. [Também houve musculares] Sim, mas isso há em todas e se calhar até menos do que em outros clubes. Quanto às traumáticas tivemos muitas e condicionou-nos muito. Não vou estar aqui armado em maluquinho e a dizer que sou o maior e que não aconteceu. Mas o que posso dizer é que os rapazes deram tudo".
Mercado de inverno falhou
"Sobre o manto verde não vou falar. Sobre a outra parte, eu não podia adivinhar que ia haver tantas lesões em 29 jogadores. Fomos buscar o Luís Guilherme e lesionou-se logo. O Faye demorou um pouco a adaptar-se. Entretanto voltou o Quenda também... Só se quiserem que tenhamos um plantel de 50 jogadores e se calhar vai ser preciso porque há cada vez mais lesões e a sobrecarga a que os jogadores estão sujeitos é surreal. Compete-nos esperar que não tenhamos mais lesões que não conseguimos controlar, sendo que as únicas que conseguimos são as musculares".
Boletim clínico
"Em dúvidas está o Vagiannidis, o Bragança e o Diomande. O Nuno Santos voltou a trabalhar na equipa no último treino antes do AVS e optamos por não o colocar. Está convocado para amanhã".
Reforços de inverno
"Já tínhamos o plantel equilibrado em todas as posições. Sabíamos que podíamos perder o Alisson, perdemos um e acrescentámos dois, mas mais numa perspetiva de futuro. O Matheus Reis teve direito a escolher o seu futuro. Depois tivemos azar com tantas lesões traumáticas. Eles sabem que estão num clube exigente e falo muito com eles, mas eles sabem que há o risco das lesões. A equipa precisa deles. Até vou dar o exemplo do Dani: no Dragão, ele nem sequer devia ter entrado. Mas é de enaltecer porque disse queria estar com a equipa. A mim ganhou-me em 5 segundos por aquilo que era o sentimento perante a equipa. Agora sabe que se volta a lesionar não joga mais esta época. Tem de haver honestidade e saber dizer quando dá ou não. O melhor médico são eles próprios. Eles devem dizer se podem estar com a equipa e espero esse respeito da parte deles".
Mensagem que passa à equipa
"Otimista e de muita confiança. Sou sempre muito otimista. Eles sabem bem aquilo que representam. A responsabilidade que é representar o Sporting, mas eles sabem que não vão ganhar. Dentro disso temos de mostrar a vontade de continuar a ganhar. Embora seja normal que bate tudo o que aconteceu. Mas não é por aquilo que aconteceu que deixam de ser um grande grupo. Eu quero ganhar sempre, mas nem sempre é possível. Agora resta dar tudo e esperar para ver o que dá no fim".
Restantes lesionados
"Fresneda, Ioannidis, Inácio e Hjulmand continuam de fora".
Técnico leonino foi confrontado com as escolhas do Clube de Alvalade no último defeso e a forma como tal impactou a fase final da época
28 Abr 2026 | 12:37 |
Em antevisão ao Sporting - Tondela, realizada nesta terça-feira, dia 28 de abril, Rui Borges foi confrontado com o mercado de inverno dos leões a forma como tal possa ter influenciado a reta final da temporada dos verdes e brancos.
Rui Borges: "Janeiro? Já tínhamos o plantel equilibrado em todas as posições"
"Já tínhamos o plantel equilibrado em todas as posições. Sabíamos que podíamos perder o Alisson, perdemos um e acrescentámos dois, mas mais numa perspetiva de futuro. O Matheus Reis teve direito a escolher o seu futuro", vincou o técnico.
"Não podia adivinhar que ia haver tantas lesões em 29 jogadores. Fomos buscar o Luís Guilherme e lesionou-se logo. O Faye demorou um pouco a adaptar-se. Entretanto voltou o Quenda também... Só se quiserem que tenhamos um plantel de 50 jogadores e se calhar vai ser preciso porque há cada vez mais lesões e a sobrecarga a que os jogadores estão sujeitos é surreal", atirou Rui Borges, antes de fazer uma revelação sobre Daniel Bragança.
"Depois tivemos azar com tantas lesões traumáticas. Eles sabem que estão num clube exigente e falo muito com eles, mas eles sabem que há o risco das lesões. A equipa precisa deles. Até vou dar o exemplo do Dani: no Dragão, ele nem sequer devia ter entrado. Mas é de enaltecer porque disse queria estar com a equipa. A mim ganhou-me em 5 segundos por aquilo que era o sentimento perante a equipa. Agora sabe que se volta a lesionar não joga mais esta época. Tem de haver honestidade e saber dizer quando dá ou não. O melhor médico são eles próprios. Eles devem dizer se podem estar com a equipa e espero esse respeito da parte deles", contou ainda.
O emblema verde e branco volta a entrar em campo na próxima quarta-feira, dia 29 de abril, frente ao Tondela. O encontro, a contar para a jornada 26 (em atraso) da Liga Portugal Betclic, diante da turma orientada por Gonçalo Feio, jogar-se-á às 20h15, no Estádio José Alvalade.
Antes do Sporting - Tondela, Rui Borges esclarece decisões no empate com o AVS: "Não estavam..."
28 Abr 2026 | 12:10