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Divulgado possível novo equipamento do Sporting e adeptos mostram insatisfação: "Que horror"
22 Abr 2026 | 12:37
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20 Abr 2020 | 13:22 |
A expressão ‘clube de bem’ tem sido tão utilizada ao longo dos anos por dirigentes, Sócios e adeptos do Sporting que até parece ser um exclusivo leonino, por oposição a todos os demais que o não serão. E isso, claro está, não é verdade. Nenhum clube é sistematicamente de bem, como também nenhum é sempre vigarista. Os clubes são a sua história e não apenas o seu presente, todos os clubes tiveram e/ou têm gente séria, como também, em determinado momento, foram ou são dirigidos por gente com muitos truques na manga. É, portanto, um erro entender que o clube entidade e os seus dirigentes são uma e a mesma coisa. Faço esta introdução para abordar o tema que marcou a semana, o não pagamento por parte do Sporting da primeira prestação ao Sp. Braga pela contratação de Rúben Amorim. A administração da SAD leonina recebeu críticas de todos os lados, inclusivamente de Sócios e adeptos do Clube. Também sou crítico em relação a essa decisão, por três razões:
1 – O MOMENTO DA CONTRATAÇÃO. Convidar um treinador que está no ativo a mudar de clube, dentro da mesma Liga e na mesma época desportiva, não deveria ser possível. Os regulamentos em Portugal, erradamente, não o impedem, abrindo mais uma porta para a entrada da concorrência desleal. E o Sporting tirou, a 11 jornadas do fim, Rúben Amorim ao Sp. Braga, equipa que seguia (segue) na terceira posição, à frente dos leões, a qual dá acesso direto à fase de grupos da Liga Europa e a um pouco mais de cinco milhões de euros. Ao clube minhoto foi negada a possibilidade de dizer não a partir do momento em que o treinador aceitou e o pretendente assumiu pagar a cláusula de rescisão. Ora, este é o primeiro ponto que considero decisivo para o Sporting ter aí a obrigação de ser ‘clube de bem’, no sentido de honrar o compromisso. Se era aquele o treinador mais desejado; se para o ter existia a obrigação de pagar a cláusula de 10 milhões e a administração da SAD entendeu ter dinheiro suficiente para avançar, então cumprir com os termos da aquisição não deveria sequer estar em equação.
2 – A FORMA E O TOM. Pelo que se conhece dos termos do contrato assinado a 4 de março (os quais não foram desmentidos pelo Sporting), a SAD leonina comprometeu-se a pagar cinco milhões de euros mais IVA a 6 de março, com igual parcela a ser saldada a 5 de Setembro. O Sp. Braga aceitou que o Sporting colocasse no contrato uma moratória de pagamento, podendo, caso optasse, empurrar a liquidação da primeira prestação para o dia 30 de março. Como contrapartida, os bracarenses fizeram exigências legais quanto a essa mesma moratória, quer na forma de juros de mora, quer na penalização pelo incumprimento dessa segunda data (a qual dava, posteriormente, mais 15 dias para evitar nova penalidade). O Sporting aceitou e assinou. Tudo claro. Vale a pena recordar o que já tinha acontecido no Planeta, até dia 4 de março, em relação à pandemia por um novo Coronavírus (que mantém o Planeta quase paralisado): a Organização Mundial de Saúde alertara para ‘uma eventual pandemia’ (24 fevereiro), alterando a sua posição quatro dias depois (28 fevereiro), aumentando para ‘muito elevado’ o nível de ameaça deste Coronavírus; Suíça proíbe eventos públicos ou privados com mais de mil pessoas (28 fevereiro); organização da Feira Internacional de Turismo de Berlim anuncia suspensão da mesma (28 fevereiro); governo francês cancela ‘todas as concentrações com mais de cinco mil pessoas em espaços fechados e alguns no exterior, como a meia-maratona de Paris’ (29 fevereiro); surgem os primeiros casos de contágio em Portugal (2 de março); primeira morte em Espanha acontece no dia em que Itália confirma 79 mortos e Portugal passa a contar com quatro infetados (3 de março); Itália fecha todas as escolas e universidades no dia em que Portugal, com seis infetados, vê publicado no Diário da República que os trabalhadores em quarentena vão receber integralmente os rendimentos dos primeiros 14 dias (4 de março). Isto para dizer que no momento em que a administração da SAD redigia o contrato para a contratação de Rúben Amorim já havia governos europeus, a ‘dois passos’ do nosso país, a proibir grandes aglomerações de pessoas em vários eventos (como no futebol, por exemplo). Ou seja, “ridículo”, senhor Salgado Zenha, não é “falar em incumprimentos nesta altura”, ridículo é fazer de conta que a 4 de março era desconhecido o estado de avanço galopante da epidemia do Coronavírus (declarada pandemia uma semana depois) e suas consequências. Foi nesse cenário que o Sporting aceitou as condições do contrato. Portanto, a forma escolhida para justificar o incumprimento do contratualizado com o Sp. Braga não colhe. Deixar passar para a opinião pública que não se pagou porque não se quis, e não por falta de dinheiro em caixa, para mais num tom ao estilo ‘não pago e não tenho medo de ninguém’, como ficou evidente na declaração de rejeição das cláusulas de penalização,... nem vale a pena adjetivar. Isso permitiu a António Salvador recolher simpatias e solidariedades múltiplas. Costuma dizer-se que só deve criticar quem também apresenta soluções. Pois cá vai: logo no momento em que foi declarado o Estado de Emergência em Portugal (18 março), 12 dias antes da data limite da moratória, o Sporting deveria ter entrado em contacto com o Sp. Braga e, então sim, procurar de comum acordo alterar as datas de pagamento (a SAD limitou-se a enviar carta aos bracarenses, dois dias antes da data limite, simplesmente avisando que não ia pagar); em último caso, aceitar publicamente as penalizações constantes no contrato. Um ‘clube de bem’ atuaria dessa forma, em vez de destacar que também tinha dinheiro de clientes a receber e que estes não pagavam, quando dias antes vira entrar em caixa mais de dez milhões de euros provenientes do Man. United (notícia publicada e não desmentida).
3 – OS CUSTOS. Muito provavelmente, o Sporting terá mesmo de pagar juros de mora mais a cláusula penal por incumprimento, a qual, para além do valor pecuniário implica a liquidação global da dívida. A não ser que convença Salvador a abdicar disso e o líder minhoto já disse que vai exigir o que está no acordo… E é neste ponto que não compreendo um ato de gestão que pode implicar um pagamento extra de um milhão de euros, ao mesmo tempo que pode obrigar à liquidação de 10 milhões de euros de uma única vez. Ora, juntar mais um milhão aos dez que foram subtraídos ao orçamento de 20 para as contratações de 2020/21, e aos três milhões extra que terá a próxima folha salarial, por força do diferimento de 20% dos salários de três meses dos jogadores (sem esquecer o pagamento de IVA de 2,3 milhões pela contratação do treinador, os quais não deverão ser recuperados antes de agosto ou setembro) é tudo o que o Sporting não precisava, numa época em que o ataque à entrada direta na Liga dos Campeões (primeiro ou segundo lugar) deveria ser preparado com o maior recurso financeiro possível.
P.S. Dizer só duas coisas aos que comparam este caso ao do não pagamento à Doyen dentro do prazo: em primeiro lugar, a administração que não pagou não foi a mesma que aceitou o contrato pela aquisição de Rojo (tal como a atual administração ainda não pagou os três milhões a Sinisa Mihajlovic, num contrato que também não fez); mas o principal é que o Sporting disputou na justiça internacional a obrigatoriedade do pagamento à Doyen por entender que a existência de ‘third-party ownership - TPO’ (propriedade de uma terceira parte) deveria ser proibida. Perdeu o caso e pagou. Pouco depois a FIFA proibiu a existência de TPO no futebol.
Tensão tornou-se notória no encontro da última jornada da Liga Portugal Betclic, diante do Gil Vicente, e preparam-se novas movimentações
18 Mai 2026 | 11:54 |
O encontro entre o Sporting e o Gil Vicente, do último sábado, dia 16 de maio, ficou também marcado por um reforço significativo do dispositivo policial no topo norte de Alvalade, zona habitualmente ocupada pela Directivo Ultras XXI.
Segundo revela agora o jornal A Bola, o aumento da segurança esteve relacionado com informações recolhidas pela Unidade Metropolitana de Informações Desportivas, através dos spotters destacados para o encontro no Estádio José Alvalade.
Os dados recolhidos pelas autoridades apontavam para uma forte divisão interna no grupo organizado de adeptos, cenário que levantou receios de possíveis confrontos físicos entre elementos ligados às diferentes fações da claque leonina.
A mesma fratura interna poderá, inclusivamente, estar na origem da criação de um novo grupo organizado no mesmo setor do Estádio José Alvalade. Na base do conflito estará um recente processo eleitoral vivido no seio do Directivo Ultras XXI.
Segundo uma das correntes envolvidas, o ato eleitoral terá sido marcado por alegadas irregularidades, situação que culminou na mudança da estrutura diretiva da claque e agravou as tensões entre os apoiantes, que agora se dividiram.
Atualmente, o topo sul de Alvalade continua ocupado por outras claques ligadas ao universo leonino, como a Juventude Leonina, a Torcida Verde e a Brigada Ultras. Ainda assim, entre os grupos organizados de adeptos presentes no estádio, apenas a última é oficialmente reconhecida pelo Conselho Diretivo do Sporting.
Presidente do Clube de Alvalade viverá dias intensos e não quer perder dois dos momentos mais importantes da temporada leonina
09 Mai 2026 | 11:51 |
Frederico Varandas - que prepara mudança drástica - volta a mostrar total envolvimento nas decisões mais importantes do Sporting e já definiu uma verdadeira maratona para acompanhar duas equipas leoninas em momentos decisivos da temporada 2025/2026.
O presidente verde e branco vai deslocar-se até Pesaro, em Itália, para assistir à final da Liga dos Campeões de futsal, onde o Sporting terá pela frente o Palma. O encontro está marcado para domingo, às 17h00, e pode representar mais um troféu europeu para os leões.
A presença de Varandas numa final europeia da modalidade não surpreende, tendo em conta que o líder leonino tem acompanhado regularmente os momentos mais importantes das diferentes equipas do Clube desde que assumiu a presidência.
Mas a viagem não termina em Itália. Depois da final de futsal, Frederico Varandas regressará rapidamente a Portugal para marcar presença, já na segunda-feira, em Vila do Conde, onde a equipa principal de futebol do Sporting enfrenta o Rio Ave.
O encontro da formação orientada por Rui Borges, referente à 33.ª jornada, pode ser determinante nas contas finais do campeonato. Assim, o presidente leonino prepara-se para acompanhar dois momentos cruciais do Clube em menos de 24 horas.
Após uma temporada bem sucedida em muitas maneiras e feitios, Clube de Alvalade varre tudo e todos ao alcançar algo notável
26 Abr 2026 | 15:35 |
O Sporting continua a escrever páginas douradas na sua história e, desta vez, com um feito transversal a várias modalidades. Os leões tornaram-se no primeiro clube a garantir presença nas finais da Taça de Portugal em seis modalidades diferentes na mesma época.
Para já, o emblema verde e branco - que vai receber 20M por um jogador - já levantou dois troféus ligados à prova rainha: no basquetebol, com uma vitória frente ao Porto (86-84), e no voleibol, após um triunfo emocionante diante do Benfica (3-2).
No entanto, o impressionante percurso não fica por aqui. O Sporting ainda vai disputar as finais em futebol, andebol, futsal e hóquei em patins, mantendo viva a ambição de aumentar ainda mais o palmarés numa temporada que já é histórica. Este domingo, dia 26 de abril, há jornada dupla, com decisões no hóquei em patins frente ao Barcelos e no futsal diante do Benfica.
Mais à frente, os leões voltam a entrar em campo para outras decisões importantes. No futebol, a final do Jamor está marcada para dia 24 de maio, frente ao Torreense, enquanto no andebol o objetivo será alcançar o ‘penta’, num duelo novamente diante do Benfica, agendado para 7 de junho.
Até agora, o melhor registo pertencia ao Benfica, que em 2014/15 marcou presença em quatro finais e venceu todas. O Sporting supera agora essa marca, colocando o seu nome no topo e demonstrando uma consistência rara no panorama desportivo português.