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VARANDAS: "CLAQUES TORNARAM-SE UM PROBLEMA POR CULPA DAS DIREÇÕES ANTERIORES"

Em entrevista à revista do Expresso, Presidente do Sporting defendeu que pegou num Clube em “ruínas”, garantiu que nunca governou a pensar em eleições e deixou farpas aos rivais

Leonino - Onde o Sporting é notícia
Leonino - Onde o Sporting é notícia

30 Jul 2021 | 11:15 |

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Frederico Varandas concedeu uma entrevista à revista do jornal Expresso em que fez um balanço da sua presidência. Numa longa conversa com Maria João Avillez, o Presidente leonino defendeu que pegou num Clube em “ruínas” e em “guerra civil, garantindo que nunca governou a pensar em eleições. O líder verde e branco deixou ainda duras críticas a Luís Filipe Vieira e Pinto da Costa.

“Tinha pela frente uma missão: devolver a dignidade ao Sporting”
  • “A verdade é que o Sporting não só continuava a perder como também ia perdendo valores, postura e, acima de tudo, dignidade. Um dia, por amor ao Clube e pelos que o amam e defendem, decidi que tinha pela frente uma espécie de missão: devolver a dignidade ao Sporting. Os Sportinguistas mereciam isso e mereciam estas vitórias. Num país em que há a convicção generalizada de que quem tem mais poder ou está mais “instalado” pode tudo, consegue tudo, é muito importante sublinhar o mérito, sinalizando que ele pode e deve prevalecer sobre o resto”.
  • “Quando vi o Sporting de rastos, em ruínas, em guerra civil, achei que era capaz de ter o que me parecia imprescindível: o conhecimento interno do clube (era seu diretor clínico há sete anos) e a força, a determinação, a resiliência para o que aí vinha”.
“Nunca governámos o Clube preocupados com a popularidade ou a nossa reeleição”
  • “Recordo como se fosse hoje uma reunião do Conselho Diretivo logo após termos sido eleitos. Eu estava sentado a olhar para a cara de felicidade dos meus colegas de direção, que eram agora os muito felizes vice-presidentes e vogais do clube dos seus corações... Mas interrompi-lhes esse momento: “Acho que vocês ainda não perceberam bem o que vão passar. Isto vai ser um mandato duríssimo, não seremos aqui mais uma direção, mas aquela que vai cortar o mal pela raiz, fazendo o que tem de ser feito”. Assim foi. Continuo hoje a agradecer a lealdade e a força desses meus colegas de direção”.
  • “Nunca governámos o Clube preocupados com a popularidade ou a nossa reeleição. Muitas vezes o disse em reuniões do Conselho Diretivo: “O rumo é este. Se vamos cair daqui a um mês ou daqui a um ano... não me interessa.” Aprendi a nunca desistir nem ceder. Quanto mais me ameaçam, mais força me dão. Prefiro perder ou até morrer com as minhas ideias do que sobreviver sem acreditar no que estou a fazer. Claro que governar deste modo exige desprendimento pelo lugar que ocupamos, mas olhe... no dia em que um político, em vez de se preocupar com a reeleição, fizer o que tem de ser feito porque o país assim o exige, nesse dia terá os portugueses atrás de si”.
"Fizeram das claques a sua Guarda Pretoriana para se perpetuarem no poder"
  • “Na minha adolescência fiz parte da Juventude Leonina. Havia excessos, mas havia amor genuíno pelo Clube sem pedir nada em troca. Na última década, essa mesma claque foi-se desviando do seu princípio. De tal modo que se esqueceu de algo que eu não negoceio: as claques só existem porque existe o Sporting e só existem para o apoiar e não o contrário”.
  • “Tornou-se um problema por culpa das direções na última década. Fizeram das claques a sua Guarda Pretoriana para se perpetuarem no poder. E as claques apoiavam incondicionalmente a direção em troca de dinheiro e tentavam calar alguém sempre que criticasse essa direção. Esta estratégia de dirigir o clube, que se agravou com a ex-direção, além de ser uma vergonha, era sobretudo estúpida: criaram um monstro que no fim se virava sempre contra a própria direção”.
  • “Pôr termo à relação promíscua com essa claque era um passo fundamental para devolver a liberdade ao Sporting. Essa claque achava, aliás, que mandava no clube: demitia direções, treinadores e passou a invadir e agredir atletas. Custasse o que custasse, teria de acabar. Agora, hoje, quem apoiar incondicionalmente as nossas equipas terá sempre as portas abertas do estádio e do pavilhão”
Contratação de Rúben Amorim: “Foi um enorme risco”
  • “O que é que eu sentia naquela altura? Sentia um misto de frustração e uma enorme angústia... Por isto: tinha toda a minha estrutura muito bem organizada e bem entregue — diretor desportivo, unidade de performance, gabinete de observação, departamento clínico —, todas as peças que considerava essenciais estavam bem alinhadas, mas... treinador não havia! E, quando tomo a decisão do Rúben Amorim, tinha obviamente o problema do valor”.
  • “É pensar assim: quem é o melhor treinador para o meu conceito, para as minhas convicções, para as minhas ideias, sobre o que deve ser e pode voltar a ser o Sporting? Qual é o melhor treinador que posso ter? É o Rúben Amorim? É. Quanto é que custa? 10 milhões. É muito caro? É. Eu tenho o dinheiro? Tenho (na altura tinha). Vou ser apelidado de louco? Eu sei, já sei tudo isso de cor”.
  • “Sabia o essencial: que se fosse ele o treinador certo iria potenciar tudo o resto, iria dar-me vitórias, iria mobilizar os jogadores, entusiasmar o plantel, e estes 10 milhões iriam parecer cêntimos. Portanto, a questão era simples: era ou não o treinador certo? Era”.
“Amorim tem uma particularidade, infelizmente rara no futebol: é uma pessoa normal”
  • “Tenho um excelente relacionamento com o Rúben Amorim. O Amorim tem uma particularidade, infelizmente rara no futebol: é uma pessoa normal. É um treinador brilhante, mas completamente normal enquanto pessoa. É humilde, mas muito seguro de si. É muito bem-educado e trata bem toda a gente. Estou com ele e com a estrutura do futebol diariamente e todos os dias falamos de futebol e de outras coisas”.
  • “Ele e eu somos pessoas normais. Eu ligo muito aos recursos humanos e, embora sabendo que os adeptos não conseguem observar isto bem — porque não estão por dentro —, quero e posso afirmar que hoje a estrutura de futebol do Sporting é um sonho. Com pessoas muito competentes, exigentes e um ambiente saudável de trabalho simplesmente fabuloso. Isso é fundamental para se vencer”.
Cresci com o Sporting a vencer pouco, mas muito rico em valores”
  • “Por influência do meu avô nasci Sporting Clube de Portugal. Sou um homem de ciências, e o Sporting sempre foi o lado irracional da minha vida. Um amor que não se explica. Ensinaram-me que era um Clube diferente. Fui sócio desde que nasci e atleta da ginástica desde os 3 anos. Infelizmente, cresci com o Sporting a vencer pouco, mas muito rico em valores, princípios, assente no ecletismo e na formação de atletas. E isso fazia com que os Sportinguistas, apesar das poucas vitórias nas últimas décadas, mantivessem o amor, o orgulho e o apoio ao seu clube”.
“Quando ganhei as eleições, há quase três anos, o principal adversário do Sporting era a instabilidade criada pelo próprio Clube”
  • “Quando ganhei as eleições, há quase três anos, o principal adversário do Sporting era a instabilidade criada pelo próprio clube. Só após o segundo ano de mandato é que finalmente comecei a preocupar-me com os nossos rivais. Mais do que o Benfica ou o Porto, o nosso maior adversário era a instabilidade”.
  • “Estávamos a caminhar não para mudar de treinador semana a semana, mas sim de direção: um ano desportivo mal conseguido... demissão da direção! Esta espiral, que ia matando o clube, era muito criada pelo que já falámos — as claques — mas também por um conjunto de “notáveis” que se olham com muita importância no Sporting, mas que de facto não têm nenhuma importância para os sócios... Ao primeiro desaire dão uma entrevista de “como se deve fazer”. Dão “bitaites”, sabem tudo, mas nunca ganharam nada”.
“Os mandatos têm de ser cumpridos. Sem isso, o sucesso desportivo será uma miragem”
  • “A larguíssima maioria dos sócios já percebeu esse comportamento e não alimenta esse ruído. Mas, comigo ou sem mim, a estabilidade é um pilar essencial para o sucesso desportivo. E a primeira condição dessa estabilidade é o respeito e o cumprimento dos mandatos dos órgãos sociais eleitos pelos sócios. Os mandatos têm de ser cumpridos. Sem isso, o sucesso desportivo será uma miragem. Tal como prometi e sempre acreditei, no final do mandato, o Sporting está muito melhor do que estava há três anos. Temos mais títulos — ninguém venceu mais do que o Sporting nestes três anos —, estamos melhor financeiramente, continuaremos a estar muito competitivos, a modernizar e fazer crescer este clube. E continuaremos, sobretudo, a ser um clube digno”.
“A vitória do Sporting vai muito além do campo desportivo”
  • “A vitória do Sporting vai muito além do campo desportivo. Os portugueses estão cansados — e muitas vezes a classe política não se apercebe disto — de ver gente que se comporta como se fosse uma casta que pode dever milhões! Que pode ser apanhada em escutas a corromper um árbitro, apanhada em escutas de processos de corrupção, tráficos de influências, e depois chegar ao final do dia e nada acontecer”.
  • “Quando um povo não acredita na seriedade do seu país, isso mina a democracia, mas mina sobretudo o próprio país. Hoje, um dos nossos principais problemas é a Justiça. Há dias respondi a Pinto da Costa”.
Detenção de Vieira: “É uma luz ao fundo do túnel”
  • “É uma luz ao fundo do túnel. E vendo o que ocorreu recentemente coma detenção do presidente Luís Filipe Vieira só peço que não se fique por aqui. Que haja coragem para ir até ao fim, seja quem for a pessoa, o cargo, o estatuto”.
  • “Nem para mim nem para ninguém, e é justamente isso que descredibiliza a Justiça. Não sou jurista, mas percebo que faça muita confusão a qualquer português que um presidente de um clube — falo de Pinto da Costa, não temo dizer o seu nome — seja apanhado em escutas a oferecer serviços de prostituição a um árbitro! Ou seja, a corromper um árbitro. Mas dado que as escutas não foram aceites pelos tribunais, ignoraram-se. Isto entra na cabeça de algum português? Mas depois, se essa pessoa tem “n” títulos, é respeitada, porque ganhou. Mas ganhou como? Assim? Isso não entra nos meus valores... Se foi assim, não pode dirigir nenhum clube do país”.
“Isto não é o Sporting “do” Varandas”
  • “Se há coisa que odeio são mitos e ainda mais a criação de um mito. Isto não é o Sporting “do” Varandas nem é ele e as pessoas seguem: os Sportinguistas vão até à morte com o Sporting dos valores. Queriam o regresso desses valores. Se a classe política tiver o desprendimento e a coragem de dizer aos portugueses que governará, independentemente de ser popular ou não, de fazer o que tiver de fazer e não de governar para a reeleição, muitíssimos portugueses seguiriam alguém assim”.
  • “Primeiro, não esqueçamos que isto é desporto: mesmo que se faça tudo bem, tudo o que é correto, tudo o que é teoricamente possível, às vezes, perde-se, porque do outro lado temos rivais fortes, com poder e competência. Prometer uma vitória no desporto, das duas uma: ou se trata de alguém sem cultura desportiva ou de alguém que consegue “inclinar o campo” para conseguir vencer... e isso nunca aqui se fará. O que posso garantir é que o Sporting vai continuar a crescer enquanto clube e que será muito competitivo. Não prometo vitórias. Nem digo que o Sporting tem a obrigação de ganhar, quando eu tenho cerca de 60% do orçamento dos nossos rivais”.
“Quando hoje se ouve que o Sporting estava irremediavelmente partido, eu não acreditei; e hoje também não acredito quando dizem que há uma unidade maravilhosa”
  • “Quando hoje se ouve que o Sporting estava irremediavelmente partido, eu não acreditei; e hoje também não acredito quando dizem que há uma unidade maravilhosa... Quando eu dizia que ia unir o Sporting, era absolutamente imprescindível vencer para conseguir essa união. Vencer, vencer, vencer. Eu podia ser muito educado, não prescindir dos meus valores, ter as prioridades certas, apregoar que o Sporting era um clube de bem, etc., mas, se não vencesse, eu não iria durar no Sporting”.
“Como não tenho a memória curta, nunca me esqueço como é que isto estava quando aqui cheguei”
  • “Agora tenho a confiança. E tenho uma equipa formidável, séria, trabalhadora, generosa. Ganhei as pessoas e acredito ter competência para que o Sporting ou vença ou demonstre que vai continuar a crescer. Mas se eu lhe disser que acima de tudo começo com os pés muito bem assentes na terra, estou a dizer uma grande verdade. Era o que eu lhe dizia: como não tenho a memória curta, nunca me esqueço como é que isto estava quando aqui cheguei. Mudou muita coisa, mas temos de nos manter humildes e continuar a trabalhar. Sem ilusão nenhuma de que a unidade existe quando há resultados”.


Fotografia de Sporting




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Problemas no seio de claque do Sporting pode trazer mudanças em Alvalade

Tensão tornou-se notória no encontro da última jornada da Liga Portugal Betclic, diante do Gil Vicente, e preparam-se novas movimentações

Forte divisão interna no Directivo Ultras XXI pode acabar por gerar a criação de um novo grupo organizado de adeptos no Sporting
Forte divisão interna no Directivo Ultras XXI pode acabar por gerar a criação de um novo grupo organizado de adeptos no Sporting

18 Mai 2026 | 11:54 |

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O encontro entre o Sporting e o Gil Vicente, do último sábado, dia 16 de maio, ficou também marcado por um reforço significativo do dispositivo policial no topo norte de Alvalade, zona habitualmente ocupada pela Directivo Ultras XXI.


Segundo revela agora o jornal A Bola, o aumento da segurança esteve relacionado com informações recolhidas pela Unidade Metropolitana de Informações Desportivas, através dos spotters destacados para o encontro no Estádio José Alvalade.


Os dados recolhidos pelas autoridades apontavam para uma forte divisão interna no grupo organizado de adeptos, cenário que levantou receios de possíveis confrontos físicos entre elementos ligados às diferentes fações da claque leonina.


A mesma fratura interna poderá, inclusivamente, estar na origem da criação de um novo grupo organizado no mesmo setor do Estádio José Alvalade. Na base do conflito estará um recente processo eleitoral vivido no seio do Directivo Ultras XXI.

Segundo uma das correntes envolvidas, o ato eleitoral terá sido marcado por alegadas irregularidades, situação que culminou na mudança da estrutura diretiva da claque e agravou as tensões entre os apoiantes, que agora se dividiram.


Atualmente, o topo sul de Alvalade continua ocupado por outras claques ligadas ao universo leonino, como a Juventude Leonina, a Torcida Verde e a Brigada Ultras. Ainda assim, entre os grupos organizados de adeptos presentes no estádio, apenas a última é oficialmente reconhecida pelo Conselho Diretivo do Sporting.


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Varandas vai ter 24 horas loucas por causa do Sporting

Presidente do Clube de Alvalade viverá dias intensos e não quer perder dois dos momentos mais importantes da temporada leonina

Frederico Varandas vai estar em Itália para assistir a final da Liga dos Campeões de futsal e um dia depois regressa a Portugal para ver o Rio Ave - Sporting
Frederico Varandas vai estar em Itália para assistir a final da Liga dos Campeões de futsal e um dia depois regressa a Portugal para ver o Rio Ave - Sporting

09 Mai 2026 | 11:51 |

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Frederico Varandas - que prepara mudança drástica - volta a mostrar total envolvimento nas decisões mais importantes do Sporting e já definiu uma verdadeira maratona para acompanhar duas equipas leoninas em momentos decisivos da temporada 2025/2026.


O presidente verde e branco vai deslocar-se até Pesaro, em Itália, para assistir à final da Liga dos Campeões de futsal, onde o Sporting terá pela frente o Palma. O encontro está marcado para domingo, às 17h00, e pode representar mais um troféu europeu para os leões.


A presença de Varandas numa final europeia da modalidade não surpreende, tendo em conta que o líder leonino tem acompanhado regularmente os momentos mais importantes das diferentes equipas do Clube desde que assumiu a presidência.


Mas a viagem não termina em Itália. Depois da final de futsal, Frederico Varandas regressará rapidamente a Portugal para marcar presença, já na segunda-feira, em Vila do Conde, onde a equipa principal de futebol do Sporting enfrenta o Rio Ave.

O encontro da formação orientada por Rui Borges, referente à 33.ª jornada, pode ser determinante nas contas finais do campeonato. Assim, o presidente leonino prepara-se para acompanhar dois momentos cruciais do Clube em menos de 24 horas.



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Histórico! Sporting atinge marca inédita em 2025/2026 nas Taças de Portugal

Após uma temporada bem sucedida em muitas maneiras e feitios, Clube de Alvalade varre tudo e todos ao alcançar algo notável

Sporting faz história ao garantir presença nas finais da Taça de Portugal de seis modalidades na mesma temporada
Sporting faz história ao garantir presença nas finais da Taça de Portugal de seis modalidades na mesma temporada

26 Abr 2026 | 15:35 |

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O Sporting continua a escrever páginas douradas na sua história e, desta vez, com um feito transversal a várias modalidades. Os leões tornaram-se no primeiro clube a garantir presença nas finais da Taça de Portugal em seis modalidades diferentes na mesma época.


Para já, o emblema verde e branco - que vai receber 20M por um jogador - já levantou dois troféus ligados à prova rainha: no basquetebol, com uma vitória frente ao Porto (86-84), e no voleibol, após um triunfo emocionante diante do Benfica (3-2).


No entanto, o impressionante percurso não fica por aqui. O Sporting ainda vai disputar as finais em futebol, andebol, futsal e hóquei em patins, mantendo viva a ambição de aumentar ainda mais o palmarés numa temporada que já é histórica. Este domingo, dia 26 de abril, há jornada dupla, com decisões no hóquei em patins frente ao Barcelos e no futsal diante do Benfica.


Mais à frente, os leões voltam a entrar em campo para outras decisões importantes. No futebol, a final do Jamor está marcada para dia 24 de maio, frente ao Torreense, enquanto no andebol o objetivo será alcançar o ‘penta’, num duelo novamente diante do Benfica, agendado para 7 de junho.

Até agora, o melhor registo pertencia ao Benfica, que em 2014/15 marcou presença em quatro finais e venceu todas. O Sporting supera agora essa marca, colocando o seu nome no topo e demonstrando uma consistência rara no panorama desportivo português.



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22 Abr 2026 | 12:37

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