Clube
Sporting despede-se de Jorge Palma ao som de “A gente vai continuar” (vídeo)
22 Set 2026 | 16:54
Receba, em primeira mão, as principais notícias do Leonino no seu WhatsApp!
Clube
05 Fev 2020 | 15:46 |
Dias Ferreira e Jaime Marta Soares defendem que os atuais 1.000 votos exigidos para convocar uma Assembleia Geral Extraordinária (AGE) são muito ‘curtos’. Dias Ferreira lembra, ao Leonino, que já defende uma revisão dos Estatutos do Clube há algum tempo. “Tenho sustentado que os Estatutos do Sporting estão completamente desatualizados e precisam de uma revisão profunda. Considero, por exemplo, que para a convocação de AGE deviam ser necessários, no mínimo, 1.000 Sócios porque para uma assembleia com esta importância (destituição) atualmente são precisos poucos votos”. Jaime Marta Soares entende que os requisitos para marcar uma AGE são “uma questão que, a qualquer momento, numa revisão estatutária, pode e deve ser alterada de forma a tornar o espaço mais abrangente. É uma situação que pode e deve ser aprofundada. Não vejo razões para que não seja”. Marta Soares e Dias Ferreira não têm dúvidas em afirmar que apenas os Sócios do Sporting CP, em AGE, têm competência para avaliar os pressupostos que estão na origem do pedido de destituição dos órgãos sociais do Clube. Os antigos Presidentes da Mesa da Assembleia Geral (PMAG) consideram que a MAG se deve limitar a verificar os requisitos legais previstos nos Estatutos leoninos, nomeadamente o número de votos necessários, 1.000, e também que a quantia necessária à realização de uma AGE é depositada na tesouraria do Sporting CP. “A competência para a apreciação da justa causa é exclusiva da AG e não da MAG. Admito perfeitamente que haja outras opiniões e tenho a certeza que, qualquer que seja a decisão do Presidente da MAG, será ditada apenas pela sua interpretação jurídica. Não ponho em causa a competência e a capacidade das pessoas”, frisa Dias Ferreira. Apesar de defender que apenas os Associados do Sporting CP têm competência para avaliar os pressupostos da justa causa, o jurista confessa que “se me colocassem aquele papel à frente, eu responderia educadamente que apesar não estar satisfeito com esta direção, como é público e notório, não há razão para a destituir e nem perguntava quais os argumentos que a sustentavam. Não resolve os problemas do Sporting CP”. Por sua vez, Jaime Marta Soares também é da opinião que apenas os Sócios estão capacitados para decidir a destituição dos atuais órgãos sociais do Sporting. “Tenham todos em devida conta que a soberania do Sporting está nos seus Sócios. Não está no PMAG, nem na Mesa, não está na Direção nem no Conselho Fiscal. Está nos Sócios. É este o recado que deixo: a soberania do Sporting CP está nos seus Sócios. Eles é que elegem, eles é que destituem, eles é que decidem. Logo que apresentem as assinaturas correspondentes àquilo que está nos Estatutos, os órgãos sociais têm que lhe dar seguimento”, defende o PMAG durante a direção de Bruno de Carvalho. Providência de 2013 dá razão a Dias Ferreira Dias Ferreira justifica a sua posição lembrando que, em 2013, uma providência cautelar contra os membros da MAG de então acabou por lhe dar razão: “a providência cautelar foi indeferida por variadíssimas razões, mas uma das quais era que o juiz teve a mesma interpretação que eu, dizendo que não era a MAG que tinha de apreciar os fundamentos da justa causa. O juiz concluiu até que os fundamentos estavam lá, mas que não competia à MAG a apreciação dos mesmos porque isso significaria desvirtuar a competência exclusiva da AG, ou seja, acabava por funcionar como uma apreciação prévia”. O Leonino está a seguir de perto todo o processo, que pode conduzir à realização de uma AGE. Pode ler aqui:
Fotografia do Sporting CP.
Ex candidato à presidência também chama a atenção para a questão da lotação do Estádio José Alvalade e para a crescente aposta nas áreas premium
23 Set 2026 | 16:51 |
O Relatório & Contas da Sporting SAD relativo à temporada 2025/26 continua a gerar reações e Bruno Sá deixou um alerta sobre o modelo financeiro apresentado pelo Clube de Alvalade. Apesar dos resultados positivos alcançados no último exercício, o ex candidato à presidência considera que existem encargos futuros que merecem atenção.
Entre os pontos destacados está um empréstimo cujo pagamento só terá início em 2029, coincidindo com o último ano do atual mandato. O empresário aponta este calendário como um dos aspetos que mais o preocupa nas contas apresentadas pela administração, liderada por Frederico Varandas, que viu o seu vencimento ser aumentado.
Bruno Sá chama também a atenção para a questão da lotação do Estádio José Alvalade e para a crescente aposta nas áreas premium, referindo que existem mais de 15,8 mil sócios à espera de lugar, enquanto a oferta destinada ao segmento premium continua a aumentar.
Outro dos alertas deixados prende-se com a dependência das receitas provenientes das transferências de jogadores. Na sua leitura das contas, o modelo atual obriga o Sporting a realizar mais de 100 milhões de euros em vendas de futebolistas todos os anos para garantir a sustentabilidade financeira.
B. Sá: “Hoje há lucro. Em 2029 chega a fatura"
“Hoje há lucro. Em 2029 chega a fatura. Li o Relatório e Contas da SAD 2025/26 e as contas revelam um modelo que me preocupa. Temos um empréstimo que só começa a ser pago por volta de 2029, no último ano deste mandato. Temos mais de 15,8 mil sócios à espera de lugar, enquanto a oferta premium não para de crescer. E temos um modelo que obriga a vender mais de 100M€ em jogadores todos os anos. Nos slides deixo três propostas para um Sporting que ganha sem hipotecar o futuro”, escreveu Bruno Sá.
Outro dado que merece destaque no Relatório & Contas apresentado prende-se com os prémios de desempenho e de performance desportiva
23 Set 2026 | 12:53 |
Os gastos com o pessoal da Sporting SAD ultrapassaram, pela primeira vez, a barreira dos 100 milhões de euros numa temporada. De acordo com o Relatório & Contas referente ao exercício de 2025/26, a rubrica atingiu os 101,9 milhões de euros, mais 14,2 milhões do que na época anterior, o que representa um crescimento de 16%.
A maior fatia deste aumento está relacionada com as remunerações, que chegaram aos 77,806 milhões de euros, mais 13,509 milhões face aos 64,297 milhões registados em 2024/25. No documento, a SAD explica que esta subida resulta de várias renovações contratuais de jogadores e equipas técnicas, mas também do investimento no reforço e na capacitação da estrutura interna, de forma a responder aos desafios presentes e futuros.
Outro dado que merece destaque prende-se com os prémios de desempenho e de performance desportiva. Apesar de o Sporting não ter conquistado qualquer título em 2025/26, a SAD gastou mais de 1 milhão de euros nesta componente do que na temporada anterior, que terminou com a conquista do campeonato e da Taça de Portugal. A diferença está relacionada, em grande medida, com a histórica prestação dos leões na Liga dos Campeões, competição que proporcionou receitas recorde de 80,307 milhões de euros, cerca de 31 milhões acima do valor alcançado em 2024/25.
A evolução dos gastos com o pessoal mostra uma tendência de crescimento nos últimos exercícios. Em 2024/25, o valor tinha ficado nos 87,7 milhões de euros, depois dos 90,3 milhões registados em 2023/24. Antes disso, a SAD tinha gasto 76,457 milhões em 2022/23 e 67,087 milhões em 2021/22. A subida agora registada coloca, pela primeira vez, esta rubrica acima dos 100 milhões de euros.
O aumento dos custos surge, ainda assim, num exercício em que a Sporting SAD apresentou um resultado líquido positivo de 34,7 milhões de euros. As contas de 2025/26 revelam também um novo máximo nos rendimentos operacionais sem transações de jogadores, que chegaram aos 187,7 milhões de euros, refletindo o crescimento das receitas provenientes da atividade do clube, com particular peso da participação na Liga dos Campeões. Também o salário de Frederico Varandas foi aumentado.
Revelado o Relatório e Contas da SAD da temporada 2025/26, é possível analisar crescimento substancial do vencimento do dirigente máximo
23 Set 2026 | 09:51 |
Através de uma mensagem publicada no Relatório & Contas da SAD, o Presidente Frederico Varandas qualificou a temporada 2025/26 como “um período de crescimento, afirmação e de passos estruturais” para aquilo que deseja consolidar no futuro na estrutura do Sporting.
Com destaque para o plano estratégico Future is Coming 24-34, o mesmo sublinhou que “ao longo da época alcançámos marcos decisivos e realizámos investimentos estratégicos que permitiram consolidar o nosso projeto e reforçar a capacidade de antecipar e capitalizar as oportunidades que sabemos ter pela frente”.
A nível desportivo, Varandas - que vindo a ser pressionado neste início de época - acredita que o Sporting conseguiu afirmar a sua “presença no panorama nacional”. Com os resultados alcançados pelos verdes e brancos, o presidente acredita que “demonstrámos, competição após competição, a ambição, a consistência e a qualidade que definem o Sporting.”
“Reforçámos a nossa aposta na formação e a nossa estratégia de valorização de atletas. Acima de tudo, lutámos sempre unidos, até ao final, pela conquista de títulos, e mantivemo-nos fiéis ao ADN que nos distingue”, destacando, em retrospetiva, a luta pelo tricampeonato.
Neste documento, a SAD esclarece que Frederico Varandas teve uma remuneração total de 776.500 euros (300 mil fixos, mais 476,5 mil variáveis), resultando num aumento substancial relativamente aos 390 mil (dos quais 90 mil variáveis) registados em 2024/25, ainda que a Comissão de Acionistas tenha depois proposto um aumento do valor em função do rendimento desportivo e financeiro para os 386.500 euros.
Sporting despede-se de Jorge Palma ao som de “A gente vai continuar” (vídeo)
22 Set 2026 | 16:54
Bruno Sá ataca Villas Boas e diz que rival do Sporting “vai acabar por se despistar”
29 Ago 2026 | 17:35
Sporting admite constrangimentos e aponta responsáveis por falhas nas comunicações
28 Ago 2026 | 16:00