Futebol
Bernardo Ribeiro goza forte e feio com Palhinha após assobios em Alvalade
26 Set 2026 | 13:28
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05 Mai 2020 | 12:00 |
Já recordámos a mesma data aqui, no Leonino, com as palavras de Ricardo, guardião do Sporting CP na altura (LER AQUI), mas, desta vez, quisemos ver, além de quem viveu do relvado, quem viveu a mítica noite de 5 de maio de 2005 da bancada.
Paulo Jorge, Sócio número 8.002 dos leões, é um adepto assíduo. Tem tanto Gamebox no Estádio José Alvalade, como no Pavilhão João Rocha, pois opta por estar presente em todos os momentos do Clube e viver a pura alegria simplesmente de ser Sporting CP. Há 15 anos, o mesmo se verificava e, em Alvalade, viu a sua equipa colocar-se na frente das meias-finais da UEFA, como tal, a oportunidade de viajar até à Holanda surgiu e Paulo não a desaproveitou.
“Na primeira mão ganhámos por 2-1, em Alvalade. A segunda seria, então, um jogo decisivo para estarmos na tão ambicionada final no nosso Estádio. Estando às portas do sonho, na minha cabeça não havia uma outra possibilidade que não acompanhar a equipa, juntamente com os meus amigos, e estar presente neste momento tão importante do Clube”, começou por dizer, em exclusivo ao Leonino, antes de contar a história desse dia que, diga-se de passagem, foi recheada de peripécias, logo começando no voo de Lisboa para Amesterdão.
“Só via aproximar-se a hora do jogo”
“Com cerca de uma hora e meia de voo já feito, o avião dá a volta e retoma a rota de regresso para Lisboa, depois de nos informarem de uma avaria técnica. Só via aproximar-se a hora do jogo, já tínhamos imaginado que o almoço em Amesterdão não se iria realizar e, provavelmente, até a chegada a tempo seria difícil”, contou-nos. Aqui, a dúvida instala-se: Chegariam a tempo do jogo? Depois de algumas horas de espera, conseguem efetuar a viagem e finalmente chegar à Holanda, onde o tempo escasseava.
A verdade é que chegaram a tempo, mas no momento da entrada no estádio, mais um problema: “Quando consigo finalmente entrar, a escassos dois ou três minutos do jogo começar, reparo que não havia um único lugar nas bancada reservada aos nossos adeptos de onde se conseguissem ver as duas balizas”, relembrou com alguns sorrisos.
“A eliminatória parecia definitivamente perdida”
Paulo decidiu subir a um muro do estádio, o único sítio de onde conseguia ver o jogo em condições. Ao intervalo, a partida estava empatada a uma bola, o que daria a passagem do Sporting CP à final, mas na segunda parte tudo se complicou.
“Na segunda parte... ou terceira, ou quarta, porque foi um sofrimento tão grande que parecia que não tinha fim, o AZ faz o 2-1, empurrando o jogo para prolongamento. Depois, 10 minutos antes do final da partida surgiu o 3-1 e a eliminatória parecia definitivamente perdida”, disse, mas como um Sportinguista nunca perde a esperança, eis que chegou o último minuto da partida e o milagre acontece. Após canto batido por Tello, Miguel Garcia cabeceia para o fundo da baliza.
“O estádio veio abaixo. Festejámos, à chuva, ao frio, foi um momento difícil de descrever”, disse Paulo, relembrando o relato do feito por Jorge Perestrelo continua a ser, para este leão, uma forma de recordar toda a emoção sentida naquele momento.
“Quando ouço esse relato e quando ouço a emoção que ele passa, parece que aí está sintetizado e resumido tudo o que foi sentido por mim e por todos aqueles que foram os heróis de Alkmaar”, sublinhou.
https://www.youtube.com/watch?v=Yy--Q8xTMEc
“Repetia tudo outra vez, as vezes que fossem precisas”
A verdade é que a final ficou longe do esperado, o tão desejado título europeu não foi conquistado em casa, mas Paulo não se arrepende de nada. “Não foi a primeira vez que acompanhei, já o tinha feito antes e mesmo depois disso voltaria a fazê-lo. A emoção de ganhar jogos fora, toda aquela união e o ambiente que se gera entre os adeptos é indescritível. Repetia tudo outra vez, as vezes que fossem precisas”, vincou.
Para terminar, este Sócio leonino deixou uma mensagem bem clara da forma como leva o seu Sportinguismo, algo que se une aos ideais e mensagens passadas pelo símbolo do leão rampante: “Ganhando ou perdendo, sempre lá. É o que espero para agora, para o futuro, para mim e para os meus filhos, que penso que vão honrar este legado que lhes vou deixar enquanto Sportinguista”, rematou.
Único golo surgiu aos 74 minutos; Futebolista aproveitou uma bola perdida e, com um potente remate de pé direito, colocou a bola no ângulo
26 Set 2026 | 17:06 |
O Valadares Gaia conquistou este sábado a primeira vitória na Liga BPI, ao bater o Rio Ave por 1-0, na terceira jornada da competição. Depois de duas derrotas nas rondas inaugurais, a equipa gaiense encontrou o caminho dos triunfos graças a um grande golo de Matilde Nave, atacante emprestada pelo Sporting, que renovou antes de ser cedida.
As duas equipas entraram em campo à procura dos primeiros pontos e protagonizaram uma primeira parte equilibrada e intensa. O Valadares teve mais bola e criou a primeira grande ocasião, aos 13 minutos, com Matilde Nave a obrigar Genevieve Crenshaw a uma defesa atenta. O Rio Ave respondeu através de Lauren Smith, mas Erin Seppi também levou a melhor.
O nulo manteve-se até ao intervalo e, no segundo tempo, o Valadares entrou mais determinado. Marta Gestera ficou perto de inaugurar o marcador, enquanto Sara Monteiro evitou que Lauren Smith desse vantagem às vilacondenses, com um corte decisivo.
O único golo surgiu aos 74 minutos. Matilde Nave aproveitou uma bola perdida à entrada da área e, com um potente remate de pé direito, colocou a bola no ângulo superior da baliza, assinando um verdadeiro golaço e garantindo os três pontos para a formação da casa.
O Valadares terminou reduzido a 10 jogadoras depois da expulsão de Tita, aos 89 minutos, mas segurou a vantagem até ao apito final. Com o triunfo, a equipa gaiense passa a somar três pontos e sobe ao 7.º lugar, enquanto o Rio Ave continua sem pontuar.
Veja o golo:
Defesa central de 29 anos de idade abriu livro sobre a saída de Alvalade e deixou críticas à forma como o processo foi conduzido
26 Set 2026 | 16:03 |
Jeremiah St. Juste deixou o Sporting em janeiro, rumo ao Feyenoord, a custo zero, depois de uma passagem marcada por vários problemas físicos. Agora, o defesa central abriu o livro sobre a saída de Alvalade e deixou críticas à forma como o processo foi conduzido.
“Aquele clube está no meu coração, apesar de tudo, e eu estou grato àquelas pessoas. É, simplesmente, uma pena muito grande que as coisas tenham acabado como acabaram”, começou por dizer o jogador de 29 anos, que não esconde o carinho pelo emblema leonino apesar do desfecho da sua passagem por Lisboa.
“Coisas deste tipo acontecem em quase todo o lado, quando o futebol se torna num negócio e interesses particulares entram em jogo. Se tu és esse negócio, é difícil separá-lo da pessoa. Quando toca ao negócio, ao dinheiro, tens de separar uma coisa que não pode ser separada: o futebolista e o ser humano”, explicou, numa entrevista à revista neerlandesa Voetbal International.
J. St. Juste: "Os clubes têm dificuldades em dar as más notícias cara a cara. Ainda que isso seja exatamente aquilo de que todos os jogadores precisam: apenas honestidade"
O atleta deixou depois uma crítica mais direta à forma como os clubes comunicam decisões difíceis aos jogadores: “E, quando isso acontece... É, provavelmente, por isso que, por vezes, os clubes têm dificuldades em dar as más notícias cara a cara. Ainda que isso seja exatamente aquilo de que todos os jogadores precisam: apenas honestidade. Eventualmente, a dor desvanece”, afirmou.
Apesar do final conturbado, St. Juste mantém uma ligação ao Sporting. “É por isso que também gosto de visitar Lisboa. Os meus filhos têm amigos lá”, revelou o defesa, que procura agora relançar a carreira no Feyenoord depois de três temporadas e meia nos leões.
Atleta foi lançado pelo técnico nos leões e, sob o seu comando, conquistou três campeonatos, uma Taça de Portugal, uma Supertaça e duas Taça das Liga
26 Set 2026 | 13:55 |
O Milan prepara uma nova investida por Gonçalo Inácio para o mercado de janeiro. O defesa central do Sporting é uma prioridade para o técnico Ruben Amorim, que pretende voltar a contar com o jogador que lançou na equipa principal dos leões.
Segundo o jornal italiano Corriere dello Sport, o emblema italiano esteve perto de contratar o futebolista no último verão e poderá agora recuperar o dossier. Amorim terá transmitido a Gerry Cardinale, proprietário do Milan, que o internacional português deve ser tratado como uma prioridade quando reabrir o mercado.
O Sporting chegou a admitir a saída do defesa a cerca de 48 horas do fecho da última janela. No entanto, os leões apenas aceitariam avançar caso encontrassem previamente uma alternativa para a posição, algo que não aconteceu e acabou por travar o negócio.
Agora, o Milan estará disposto a repetir a proposta e acredita que terá mais margem. A formação italiana conta ainda com a ligação entre Amorim e Inácio, ambos representados pela mesma agência, como um fator que poderá facilitar um eventual reencontro.
O atleta foi lançado na equipa A, em 2020 e, sob o comando do treinador português, conquistou três campeonatos, uma Taça de Portugal, uma Supertaça e duas Taças da Liga. O Milan prepara-se, assim, para voltar a tentar levar o central de Alvalade já em janeiro.
Bernardo Ribeiro goza forte e feio com Palhinha após assobios em Alvalade
26 Set 2026 | 13:28
Fresneda é baixa; Ala do Sporting foi para a seleção, mas ouviu o que não queria
26 Set 2026 | 13:01
Sporting dá novidade bombástica a Nuno Santos e já há dia concreto para voltar aos relvados
26 Set 2026 | 11:42