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Com Ioannidis e Vagiannidis em campo, Grécia consegue a reviravolta na Liga das Nações
25 Set 2026 | 12:43
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26 Fev 2021 | 12:34 |
Temos alguém com samba no pé. Marcou golos decisivos para a ‘dobradinha’ conquistada pelo Sporting em 2001/2002. Foi Bota de Ouro pelo Sporting. Jardel voava sobre os centrais e é ‘Super Mário’ para todos.
Leonino (L): Vamos começar pela atualidade. Como tem visto este momento do Sporting?
Mário Jardel (MJ): Tem sido muito bom. É de dar os parabéns ao Sporting e à sua equipa por tudo aquilo que tem vindo a fazer esta temporada. Por incrível que pareça, o clube não tem um ‘Super Mário’, alguém que exista apenas para marcar como eu, mas mesmo assim conseguem estar com 10 pontos de diferença, por muito mérito de todos. Não são campeões desde que estava no clube, isso é muito tempo. Sábado é um jogo importante. Ainda nada está ganho, mas o Porto é quem terá de dar mais de si.
" Não há Jardel, mas existe quem marque e é isso que importa"
L: Por falar em ‘matadores’, como foi Jardel, que marcou 42 golos no campeonato em que o Sporting foi campeão, esta época não há esse ‘homem-golo’ em Alvalade. Acha que é possível conquistar um título assim?
MJ: O futebol mudou muito. Não há Jardel, mas existe quem marque e é isso que importa. Atualmente, não só no Sporting, o jogo é dividido por muitos jogadores. Chegar a 42 golos como fiz, em menor número de jogos, é uma marca difícil de atingir e as coisas estão totalmente diferentes até para que isso aconteça.
L: Acha que o Porto tem mais a perder que o Sporting neste jogo?
MJ: Sim. O Sporting, mesmo que empate, fica com os mesmos 10 pontos de diferença e se perder a vantagem continua grande, tanto para o Porto como para o Benfica. Já o Porto, se perder, pode começar a dizer adeus ao título. Não nos podemos esquecer que o Porto tem esta partida com o Sporting e o jogo com a Juventus muito próximos, os dois com características diferentes, mas igualmente importantes.
"(Rúben Amorim) É um jovem treinador com muita qualidade"
L: Rúben Amorim não quer assumir que o Sporting seja candidato ao título. O que acha da postura do treinador?
MJ: Ótima. Até ao momento em que não for matematicamente inevitável o Sporting ser campeão, essa, para mim, é a postura certa. É um jovem treinador com muita qualidade, que vem demonstrando todos os jogos.
"Atualmente ainda marcava mais"
L: Vendo o estilo de jogo que o míster pratica no Sporting, vê o ‘Super Mário’ a encaixar nesta equipa?
MJ: Tinha lugar em qualquer equipa do mundo. Estava lá para marcar golos, era para isso que me pagavam, é algo que não muda. Atualmente, até com a quantidade de lances de penáltis que são marcados, até por simples agarrões, ainda marcava mais. Cada penalidade um golo certo.
"Mas se há coisa que não passa, são as ‘ganas’"
L: O Jardel do passado gostaria de jogar esta partida frente ao Porto?
MJ: Claro. Ainda por cima agora, que regressei ao ginásio e jogo todas as semanas, estou novamente em forma. Mas se há coisa que não passa, são as ‘ganas’.
L: Na equipa dos leões há algum jogador que queira destacar?
MJ: O Sporting tem todo um conjunto muito forte. Todo ele, até ao treinador, está muito bem estruturado. Gosto, pessoalmente, do Paulinho, o facto de ele estar lesionado para este jogo é uma pena.
L: Tiago Tomás, por exemplo, é um dos jovens que têm dado que falar esta época. De artilheiro para artilheiro, que conselho lhe daria?
MJ: Na minha altura, provavelmente, até já tinha sido vendido ou estava acordado com outros clubes. Era assim com os jogadores jovens que se destacavam, como tivemos o caso do Cristiano. O que lhe diria era para continuar o que está a fazer, para marcar e para encarar o Clássico da melhor forma.
"Sempre gostei de marcar na Luz"
L: Por falar em artilheiros: algum golo que tenha marcado pelo Sporting que goste especialmente de recordar?
MJ: Sempre gostei de marcar na Luz. Os adeptos do Benfica ficavam doidos, mas como já disse, apenas me pagavam para marcar golos, é algo que as pessoas têm de perceber.
L: Teve a possibilidade de jogar tanto de verde como de azul. Notou muitas diferenças entre os dois clubes?
MJ: Não dessa forma. São dois clubes que estão no meu coração, por vários motivos. Fiz história em ambos e talvez seja por isso que sou tão acarinhado em Portugal. No Sporting conheci o meu “pai”, o João Pinto, e no Porto também tive a oportunidade de lidar com muitos bons homens, como é o caso de Sérgio Conceição.
"Vivia bem, era quem marcava os golos"
L: Na sua altura, como se vivia um clássico? E até mesmo toda a semana de treinos até chegar o dia do jogo?
MJ: Vivia bem, era quem marcava os golos. Passava a semana focado e concentrado no jogo, mas ‘levava’ com muitas entrevistas, em que não podia prometer nem que marcava nem que não, por isso não prometia, mas depois, com os jogos, arranjava forma de falarem sempre bem de mim.
L: No ano em que o Sporting se sagrou campeão nacional, há algum momento que guarde com maior carinho?
MJ: A festa. O jogo frente ao Marítimo, em que já éramos campeões, foi muito especial. Tantos anos depois, são poucas as coisas que se igualem à festa feita pela equipa e pelos adeptos.
L: Se tivesse de definir numa palavra o espírito que se sentia no balneário essa temporada, qual seria?
MJ: Campeões. Apenas isso. O ambiente que se vivia no balneário, por essa altura, era muito bom, uma festa constante.
L: Há uma imagem que marca muitos Sportinguistas. O Jardel com o cabelo pintado de verde com uma camisola que pergunta: “Seremos campeões?”. Acha que o Sporting esta época poderá utilizar uma semelhante?
MJ: Talvez. Posso já dizer que tenho algumas coisas semelhantes preparadas para o próximo sábado, mas deixo já a questão: O que será?
L: Para terminarmos em beleza, gostaria de deixar alguma mensagem aos adeptos?
MJ: Nesta altura quero sobretudo desejar muita saúde e paz. Tanto em Portugal como no Brasil estamos a passar por uma fase muito complicada, então peço a todos que tenham cuidado, que usem máscara e façam pela vossa saúde. Para sábado, desejo um grande jogo para o Sporting e um abraço a todos os Sportinguistas e todos os “Leoninos”.
Em primeiro lugar no campeonato e depois de estar envolto na polémica do Clássico, o presidente dos azuis e brancos voltou a criticar os leões
25 Set 2026 | 17:34 |
André Villas-Boas tem sido persistente na narrativa de que Sporting e Benfica formam uma aliança contra o Porto. Após o clássico no Dragão, entre Porto e Benfica, que acabou em grande polémica, este discurso acentuou-se, tendo sido abordado na Portugal Football Summit 2026 pelo presidente dos azuis e brancos.
Mário Figueiredo: "Sinceramente, não consigo ver nenhuma santa aliança"
Mário Figueiredo, analisou no Mercado NOW, esta quinta-feira, a estratégia de comunicação de André Villas-Boas - que tem visado o presidente dos leões. “Eu, sinceramente, não consigo ver nenhuma santa aliança entre Benfica e Sporting. Mais, não consigo ver Frederico Varandas a almoçar, por exemplo, com Rui Costa ou, vice-versa. O ano passado era o manto verde e, afinal, o que é que o Sporting ganhou? Bola. Agora, há um manto marrom e o que é que eles estão a ganhar os dois? Bola. O Porto é que continua em frente".
“Continua a cavalgar uma onda que lhe dá cinco pontos de vantagem para o Benfica e seis para o Sporting. O Porto é líder, saiu numa posição confortável do clássico e, acima de tudo, continua como gosta. Sete jogos, sete vitórias, imbatível. Continua a respirar saúde e o Presidente entende que este jogo dos bastidores é que lhe interessa”, comentou.
No entanto, considera que esta estratégia tem o intuito de passar um “atestado de incompetência aos adeptos dos dragões. “Quem acha que Sporting e Benfica, neste momento, podem estar juntos para qualquer coisa, estão muito enganados. Não existe essa possibilidade, até porque as duas casas têm passado alguns momentos de confusão e de atrito".
Considera ainda que a conversa do presidente dos azuis e brancos é uma tentativa de “regresso ao passado”: “Interessa ter sempre uns alvos externos que ajudem a motivar a equipa dentro. Ou seja, Sporting e Benfica. Na forma como André Villas-Boas fala, na semana anterior, ao Sporting, não lhe tinha sido assinalado uma grande penalidade a seu favor, aos sete minutos".
Leões só voltam ao trabalho na próxima terça-feira, numa altura em que o treinador continua privado de grande parte dos jogadores
25 Set 2026 | 17:33 |
O Sporting realizou esta sexta-feira, em Alcochete, o último treino da semana, antes de Rui Borges conceder três dias de descanso. Os leões só voltam ao trabalho na próxima terça-feira, numa altura em que o treinador continua privado de grande parte dos jogadores devido aos compromissos das seleções.
Com apenas um grupo reduzido às suas ordens, Rui Borges voltou a recorrer a jogadores da equipa B para completar os trabalhos. Entre os elementos do plantel principal estiveram os guarda-redes Kaique, Diego Callai e Francisco Silva, Eduardo Quaresma, Altimira, João Simões, Pedro Lima e Luís Guilherme.
Bidu foi uma das caras novas chamadas pelo treinador leonino. O avançado de 19 anos, que passou pelo Flamengo (Saiba mais AQUI), voltou a integrar uma sessão da equipa principal, depois de já ter sido chamado aos trabalhos no dia anterior.
Além do jovem brasileiro, contou novamente com Lucas Taibo, Rodrigo Dias, Samuel Justo, Paulo Cardoso e Mauro Couto, todos provenientes da formação. A utilização destes jogadores surge num contexto particularmente condicionado, uma vez que 17 elementos do plantel estão atualmente ao serviço das respetivas seleções.
No grupo que continua entregue ao departamento médico permanecem Ibrahima Ba, que recupera de um problema no joelho direito, e os alas esquerdos Moncef Zekri e Nuno Santos, ambos afastados devido a problemas musculares. O Sporting regressa ao trabalho na terça-feira, depois da pausa concedida por Rui Borges.
Jogador que chegou recentemente aos verdes e brancos vai colhendo várias palavras positivas fruto da sua recente evolução em Alvalade
25 Set 2026 | 17:11 |
Issa Doumbia vive uma semana especial depois de ter sido convocado pela primeira vez para a seleção principal de Itália. O médio do Sporting viu agora a evolução apresentada nos últimos tempos ser destacada por Antonio Obbedio, diretor desportivo do Venezia.
Em declarações à ‘Mediaset’, o responsável do antigo clube do jogador salientou a transformação sofrida pelo 'camisola 77'. “Doumbia tornou-se um médio moderno, que atua em todo o campo, era um jogador que pecava na finalização e agora também finaliza e marca golos”, afirmou.
O internacional italiano chegou ao Sporting no último mercado de verão, precisamente proveniente do Venezia, e rapidamente assumiu um papel importante nas opções de Rui Borges para o meio-campo leonino, fazendo dupla com Sergi Altimira.
Issa Doumbia soma atualmente oito partidas oficiais com a camisola do Sporting, nas quais registou uma assistência. O jogador continua ainda em processo de adaptação às exigências e às ideias da equipa técnica verde e branca.
O Sporting blindou Issa Doumbia até 2031, com uma cláusula de rescisão fixada nos 80 milhões de euros. Aos poucos, o médio vai assumindo maior protagonismo em Alvalade e chega agora ao patamar internacional pela seleção principal italiana.
Com Ioannidis e Vagiannidis em campo, Grécia consegue a reviravolta na Liga das Nações
25 Set 2026 | 12:43
Carlo Ancelotti fica maluco com pérola do Sporting: "Tem muito talento"
25 Set 2026 | 16:45
Geny Catamo solta bomba de fora da área; Jogador do Sporting brilha por Moçambique (vídeo)
25 Set 2026 | 16:40