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Ruben Amorim já saiu do Manchester United, mas continua a dar que falar: "Eles sabiam que..."
18 Abr 2026 | 12:45
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12 Mar 2024 | 21:39 |
O Sporting venceu em Arouca, por 3-0, e Luís Freitas Lobo considera que parte do sucesso da turma de Rúben Amorim se deveu às mudanças na linha defensiva, referindo as dificuldades que Coates estava a ter em controlar a profundidade e destacando as entradas de Gonçalo Inácio e St. Juste.
“Foi dos jogos em que, frente ao bom futebol do Arouca, Amorim teve de mexer mais para segurar a equipa e o jogo que se tornava difícil de trás para a frente, isto é, a partir da linha defensiva que ia sendo obrigada a baixar à medida que o jogo decorria, num relvado revolto de relva aos saltos, deixando de pressionar alto por opção. Dessa forma, as mexidas principais de Amorim foram na linha dos três centrais, tanto fazendo duas substituições como mudando todos de posição em relação a como começou o jogo”, atira Freitas Lobo.
“A entrada de Gonçalo Inácio ao intervalo deu um pé esquerdo na saída pelo lado canhoto com qualidade para tirar bola de trás no passe em vez da tendência de saída em condução de Quaresma, destro e condicionado para fazer esse sair a jogar em posse veloz devido ao estado do relvado”, defende o comentador.
“Diomande passou então para o lado direito, onde fecha também em largura como defesa direito quando a equipa faz linha de “4” na transição defensiva (protegendo as costas de Catamo, que acompanhava subidas do lateral arouquense)”, afirma Luís Freitas Lobo.
“Depois, a meio da segunda parte, face às dificuldades de Coates a controlar bolas nas costas (a profundidade e mobilidade de Mujica e Cristo) meteu a velocidade de St. Juste na direita, medindo bem tempos de antecipação no corte, e puxou Diomande, mais forte, para o meio a segurar os avançados centro do Arouca. Ao mesmo tempo, metia, na frente, o avançado que melhor podia segurar a bola, Paulinho, em vez da mobilidade mais leve de Trincão que já não conseguia andar com a bola na relva”, atira o colunista do jornal ‘O JOGO’.
“Não é comum ver um treinador conseguir mexer tanto taticamente no jogar coletivo da equipa a partir de mexer (substituir ou mudar de posição) nos três defesas centrais. Sucede neste Sporting em face das características muito específicas do seu modelo de jogo e seus princípios (de posicionamento e importância de saída na primeira fase de construção) a partir de trás para a frente. Adapta a equipa a como defender (traços técnicos dos defesas e colocação do bloco, mais médio-baixo) em face das circunstâncias do jogo e do adversário para, assim, a deixar melhor posicionada para reagir às especificidades táticas adversas”, finaliza Luís Freitas Lobo.
No dérbi lisboeta, as duas referências ofensivas chegam sob pressão e um fator comum pode mudar completamente o rumo do jogo
18 Abr 2026 | 17:46 |
O dérbi entre Sporting e Benfica coloca frente a frente os dois melhores marcadores da Liga, mas ambos chegam longe do melhor momento. Luis Suárez e Vangelis Pavlidis entram em campo com um objetivo claro: reencontrar os golos no jogo mais importante da temporada.
Do lado leonino, Suárez vive a melhor época da carreira, com 33 golos em todas as competições, 24 dos quais na Liga, números que o colocam na liderança dos maiores artilheiros. Ainda assim, o colombiano atravessa um jejum recente de cinco jogos sem marcar e procura não só voltar aos golos… como também estrear-se a marcar em dérbis frente ao Benfica.
Já Pavlidis enfrenta um cenário mais delicado. O avançado grego soma apenas dois golos nos últimos 12 jogos pelo Benfica (14 incluindo seleções), refletindo uma quebra evidente de rendimento. Apesar disso, mantém números sólidos no campeonato, com 21 golos, e continua a merecer a confiança de José Mourinho, mesmo depois de episódios como o penálti falhado frente ao Nacional.
A luta entre os dois tem sido intensa ao longo da época. Durante a primeira volta, Pavlidis chegou a liderar com vantagem confortável, mas a segunda metade da temporada mudou o cenário: desde a jornada 18, Suárez marcou nove golos, mais cinco do que o grego, consumando a ultrapassagem na corrida pela artilharia.
Agora, a poucas jornadas do fim, o dérbi - que pode não ter a presença de João Simões - pode ser o ponto de viragem. Entre a melhor época de um e a necessidade urgente de resposta do outro, há muito mais do que três pontos em jogo. Pode estar aqui a redenção ou a confirmação de uma tendência que já ninguém consegue ignorar.
Antes do dérbi com os leões, o técnico dos encarnados falou e as suas palavras sobre o treinador dos leões chamam a atenção
18 Abr 2026 | 17:17 |
José Mourinho: "O Rui Borges também não dá a dele"
"Quanto ao onze, não digo. O Rui Borges também não dá a dele, se ele quisesse trocar eu diria sem qualquer problema. Não dou, apesar de não ver grande vantagem em esconder. Também não haverá nenhuma surpresa que justifique o meu secretismo" , começou por dizer.
O técnico encarnado também analisou o momento do rival, deixando elogios claros ao desempenho recente dos leões, sobretudo na Europa. "O Sporting está muito bem, fez dois jogos muito bons na Champions. Temos de ser pragmáticos, coerentes, humildes no sentido de reconhecer que vamos ter um jogo difícil. O Benfica há muito tempo não ganha o dérbi de Alvalade, mas vamos lá para ganhar", afirmou.
José Mourinho: "Se calhar é uma coisa que não lhes interessa"
Por fim, Mourinho enquadrou a importância do encontro nas contas do campeonato, deixando claro que o peso do jogo vai muito além dos três pontos. "Podemos tentar contextualizar o dérbi no sentido em que os dois precisam de ganhar, o empate dará ao Sporting segurança em relação ao segundo lugar, mas se calhar é uma coisa que não lhes interessa. Independentemente de todas estas variantes, dérbi é dérbi. Posso tentar reduzir ao máximo a imprevisibilidade. Trabalhámos diferentes conceitos e cenários", concluiu.
O emblema verde e branco entra em campo no próximo domingo, dia 19 de abril, frente ao Benfica. O encontro, a contar para a 30.ª jornada da Liga Portugal Betclic, diante da turma orientada por José Mourinho, jogar-se-á às 18h00, no Estádio José Alvalade.
Confira parte da antevisão de José Mourinho:
Antigo jogador do Clube de Alvalade protagonizou um momento explosivo num clássico, mas promete ser o mesmo atleta até ao final da carreira
18 Abr 2026 | 15:52 |
Marcos Rojo voltou a estar no centro das atenções e não pelos melhores motivos. O antigo defesa do Sporting foi protagonista de um episódio polémico no clássico entre Racing e River Plate, que acabou com uma expulsão e consequências pesadas.
O argentino viu dois cartões amarelos no encontro: o primeiro por protestos e o segundo após uma cotovelada em Lucas Martínez Quarta, num lance que gerou enorme controvérsia. A situação agravou-se ainda mais com insultos dirigidos ao árbitro Sebastián Zunino, o que levou a uma suspensão de quatro jogos.
Depois do encontro, Rojo falou sobre o episódio e não deixou ninguém indiferente. Apesar de ter pedido desculpa, fez questão de assumir a sua forma de estar dentro de campo. "Sim, sou bruto. E vou continuar a ser assim até ao último dia da minha carreira" , falou, em declarações à ESPN.
Vale lembrar que o central argentino já mostrou a sua agressividade num torneio de boxe. No passado mês de dezembro, Rojo fez parte de um torneio de pugilismo amador que contou com a participação de figuras públicas da Argentina, como cantores, atores, artistas e youtubers influencers.
Marcos Rojo - avaliado em 225 mil euros - vestiu a camisola do Sporting em duas temporadas: 2012/13 e 2013/14. No total, fez 62 jogos de leão ao peito e marcou sete golos. Depois disso rumou a Inglaterra para reforçar o Manchester United.
Veja a declaração polémica de Marcos Rojo:
Ruben Amorim já saiu do Manchester United, mas continua a dar que falar: "Eles sabiam que..."
18 Abr 2026 | 12:45
Renovação, elogios ao rival e "má tradução": Tudo o que disse Rui Borges antes do Sporting - Benfica
18 Abr 2026 | 13:22
Mourinho pode condicionar arbitragem no Sporting - Benfica? A resposta de Rui Borges
18 Abr 2026 | 13:06