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Com Ioannidis e Vagiannidis em campo, Grécia consegue a reviravolta na Liga das Nações
25 Set 2026 | 12:43
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06 Abr 2020 | 13:43 |
Com o futebol parado em quase toda a Europa (e em quase todo o Planeta), nos últimos dias li em vários locais referências à possibilidade de os clubes portugueses das ligas profissionais poderem avançar para um pedido de layoff, por forma a partilharem, com a Segurança Social, o pagamento de uma pequena parte dos salários a jogadores e treinadores. Desde logo parece-me uma ideia extemporânea, porque neste momento duvido que algum clube preencha os requisitos para o poder fazer, em termos legais. Por outro lado, levantar a questão a partir dos custos que tal decisão iria acarretar para o erário público é apenas… um exercício de criatividade. Explicando:
1 – RECEITAS. A maior receita mensal fixa que os clubes (na verdade, SAD’s ou SDUQ’s) da Liga têm prende-se com cada uma das dez prestações que lhes são pagas pelos detentores dos direitos televisivos (NOS, ALTICE ou Sport TV). Tais verbas equivalem a perto de metade, ou mesmo metade (nuns casos), ou mais (noutros) das receitas mensais. Mas, como foi tornado público, a prestação do mês de março já foi paga, pelo que nenhum clube consegue, hoje, demonstrar uma quebra assim tão acentuada de receitas. Mas é evidente que se os detentores desses direitos não liquidarem o mês de abril, então os clubes terão os requisitos legais para avançarem com o processo. Acontece que essa questão só terá resposta dentro de um mês, depois de demonstrarem a comparação das receitas de abril/2019 com as de abril/2020.
2 – ESTADO DE EMERGÊNCIA. Como todos sabemos, a indústria do futebol (como de resto quase todas as outras actividades económicas do país) está a preparar-se para voltar ao trabalho logo que o Estado de Emergência seja levantado. Neste momento, e face à boa notícia da estabilização do número diário de novos contágios, é de prever que maio seja ainda um mês de fortes restrições no dia a dia de todos nós, mas dificilmente em cenário de Estado de Emergência. E então, mesmo que de forma muito condicionada e cuidadosa, os profissionais de futebol (como os de todas as outras atividades) deverão voltar ao trabalho, para preparar o regresso da competição, a qual deverá recomeçar, e eventualmente finalizar, com jogos à porta fechada.
3 – HÁ CONTAS E CONTAS. Claro que existe aqui um período de dois meses (abril e maio), num cenário optimista, no qual muitos clubes poderão tentar recorrer ao layoff, caso não recebam as parcelas dos direitos televisivos. O jornal Record, de domingo, falava da possibilidade de a Segurança Social poder vir a gastar 1,3 milhões de euros/mês com os pagamentos ao futebol profissional, usando de alguma forma um tom de alarmismo. A haver razões de preocupação, as mesmas deverão ser para com os jogadores que tenham salários baixos (na ordem dos 5 mil euros). Não para o Estado, porque pagar tal verba mesmo que fosse por um período de seis meses, seria pouco relevante nas contas finais do erário público. Porque, em rigor, apesar de a TSU de um jogador profissional incidir apenas em um quinto do salário total e prémios (com contribuição mínima de 420 euros/mês) a indústria do futebol entrega em cada mês ao ISS uma verba muito superior àquela que agora lhe iria reclamar. Creio que a melhor solução passaria por um acordo entre clubes, jogadores e treinadores, no sentido dos ‘trabalhadores’ abdicarem ‘voluntariamente’ de parte dos seus salários, de forma proporcional. Porque o layoff garante no máximo um rendimento na ordem dos 1.335 euros mensais, líquidos.
P.S. Na passada semana, Henrique Monteiro, ex-membro (não eleito) dos órgãos sociais do Sporting Clube de Portugal responsabilizou Bruno de Carvalho pelo facto de agora a SAD ter de pagar três milhões de euros de indemnização ao ex-treinador leonino Sinisa Mihajlovic. Segundo Monteiro, o ex-Presidente não deveria ter firmado aquele contrato numa data tão próxima de uma AG que podia significar o fim da linha para ele. Dizer só duas coisas: 1 – se a SAD tem de pagar essa verba, tal deve-se à forma precipitada como Sousa Cintra avançou para a rescisão unilateral desse acordo… antes do mesmo entrar em vigor(!), não podendo por isso invocar o período experimental. 2 – Por esses dias também foram contratados Bruno Gaspar e Viviano, para a equipa de futebol profissional, foi renovado o contrato de Nuno Cristóvão (futebol feminino) e Miguel Albuquerque e Gilberto Borges receberam autorização para avançarem com as contratações de Guitta (futsal), Rocha (futsal) e Raúl Marín (hóquei em patins). Por ‘acaso’ três futuros Campeões Europeus. Um clube e uma SAD não param. Todos os dias há decisões a tomar.
Em primeiro lugar no campeonato e depois de estar envolto na polémica do Clássico, o presidente dos azuis e brancos voltou a criticar os leões
25 Set 2026 | 17:34 |
André Villas-Boas tem sido persistente na narrativa de que Sporting e Benfica formam uma aliança contra o Porto. Após o clássico no Dragão, entre Porto e Benfica, que acabou em grande polémica, este discurso acentuou-se, tendo sido abordado na Portugal Football Summit 2026 pelo presidente dos azuis e brancos.
Mário Figueiredo: "Sinceramente, não consigo ver nenhuma santa aliança"
Mário Figueiredo, analisou no Mercado NOW, esta quinta-feira, a estratégia de comunicação de André Villas-Boas - que tem visado o presidente dos leões. “Eu, sinceramente, não consigo ver nenhuma santa aliança entre Benfica e Sporting. Mais, não consigo ver Frederico Varandas a almoçar, por exemplo, com Rui Costa ou, vice-versa. O ano passado era o manto verde e, afinal, o que é que o Sporting ganhou? Bola. Agora, há um manto marrom e o que é que eles estão a ganhar os dois? Bola. O Porto é que continua em frente".
“Continua a cavalgar uma onda que lhe dá cinco pontos de vantagem para o Benfica e seis para o Sporting. O Porto é líder, saiu numa posição confortável do clássico e, acima de tudo, continua como gosta. Sete jogos, sete vitórias, imbatível. Continua a respirar saúde e o Presidente entende que este jogo dos bastidores é que lhe interessa”, comentou.
No entanto, considera que esta estratégia tem o intuito de passar um “atestado de incompetência aos adeptos dos dragões. “Quem acha que Sporting e Benfica, neste momento, podem estar juntos para qualquer coisa, estão muito enganados. Não existe essa possibilidade, até porque as duas casas têm passado alguns momentos de confusão e de atrito".
Considera ainda que a conversa do presidente dos azuis e brancos é uma tentativa de “regresso ao passado”: “Interessa ter sempre uns alvos externos que ajudem a motivar a equipa dentro. Ou seja, Sporting e Benfica. Na forma como André Villas-Boas fala, na semana anterior, ao Sporting, não lhe tinha sido assinalado uma grande penalidade a seu favor, aos sete minutos".
Leões só voltam ao trabalho na próxima terça-feira, numa altura em que o treinador continua privado de grande parte dos jogadores
25 Set 2026 | 17:33 |
O Sporting realizou esta sexta-feira, em Alcochete, o último treino da semana, antes de Rui Borges conceder três dias de descanso. Os leões só voltam ao trabalho na próxima terça-feira, numa altura em que o treinador continua privado de grande parte dos jogadores devido aos compromissos das seleções.
Com apenas um grupo reduzido às suas ordens, Rui Borges voltou a recorrer a jogadores da equipa B para completar os trabalhos. Entre os elementos do plantel principal estiveram os guarda-redes Kaique, Diego Callai e Francisco Silva, Eduardo Quaresma, Altimira, João Simões, Pedro Lima e Luís Guilherme.
Bidu foi uma das caras novas chamadas pelo treinador leonino. O avançado de 19 anos, que passou pelo Flamengo (Saiba mais AQUI), voltou a integrar uma sessão da equipa principal, depois de já ter sido chamado aos trabalhos no dia anterior.
Além do jovem brasileiro, contou novamente com Lucas Taibo, Rodrigo Dias, Samuel Justo, Paulo Cardoso e Mauro Couto, todos provenientes da formação. A utilização destes jogadores surge num contexto particularmente condicionado, uma vez que 17 elementos do plantel estão atualmente ao serviço das respetivas seleções.
No grupo que continua entregue ao departamento médico permanecem Ibrahima Ba, que recupera de um problema no joelho direito, e os alas esquerdos Moncef Zekri e Nuno Santos, ambos afastados devido a problemas musculares. O Sporting regressa ao trabalho na terça-feira, depois da pausa concedida por Rui Borges.
Jogador que chegou recentemente aos verdes e brancos vai colhendo várias palavras positivas fruto da sua recente evolução em Alvalade
25 Set 2026 | 17:11 |
Issa Doumbia vive uma semana especial depois de ter sido convocado pela primeira vez para a seleção principal de Itália. O médio do Sporting viu agora a evolução apresentada nos últimos tempos ser destacada por Antonio Obbedio, diretor desportivo do Venezia.
Em declarações à ‘Mediaset’, o responsável do antigo clube do jogador salientou a transformação sofrida pelo 'camisola 77'. “Doumbia tornou-se um médio moderno, que atua em todo o campo, era um jogador que pecava na finalização e agora também finaliza e marca golos”, afirmou.
O internacional italiano chegou ao Sporting no último mercado de verão, precisamente proveniente do Venezia, e rapidamente assumiu um papel importante nas opções de Rui Borges para o meio-campo leonino, fazendo dupla com Sergi Altimira.
Issa Doumbia soma atualmente oito partidas oficiais com a camisola do Sporting, nas quais registou uma assistência. O jogador continua ainda em processo de adaptação às exigências e às ideias da equipa técnica verde e branca.
O Sporting blindou Issa Doumbia até 2031, com uma cláusula de rescisão fixada nos 80 milhões de euros. Aos poucos, o médio vai assumindo maior protagonismo em Alvalade e chega agora ao patamar internacional pela seleção principal italiana.
Com Ioannidis e Vagiannidis em campo, Grécia consegue a reviravolta na Liga das Nações
25 Set 2026 | 12:43
Carlo Ancelotti fica maluco com pérola do Sporting: "Tem muito talento"
25 Set 2026 | 16:45
Geny Catamo solta bomba de fora da área; Jogador do Sporting brilha por Moçambique (vídeo)
25 Set 2026 | 16:40