Futebol
Joaquim Evangelista diz que carreira de futebolista do Sporting "inspira os mais jovens"
22 Mar 2026 | 10:46
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06 Abr 2020 | 12:43 |
Com o futebol parado em quase toda a Europa (e em quase todo o Planeta), nos últimos dias li em vários locais referências à possibilidade de os clubes portugueses das ligas profissionais poderem avançar para um pedido de layoff, por forma a partilharem, com a Segurança Social, o pagamento de uma pequena parte dos salários a jogadores e treinadores. Desde logo parece-me uma ideia extemporânea, porque neste momento duvido que algum clube preencha os requisitos para o poder fazer, em termos legais. Por outro lado, levantar a questão a partir dos custos que tal decisão iria acarretar para o erário público é apenas… um exercício de criatividade. Explicando:
1 – RECEITAS. A maior receita mensal fixa que os clubes (na verdade, SAD’s ou SDUQ’s) da Liga têm prende-se com cada uma das dez prestações que lhes são pagas pelos detentores dos direitos televisivos (NOS, ALTICE ou Sport TV). Tais verbas equivalem a perto de metade, ou mesmo metade (nuns casos), ou mais (noutros) das receitas mensais. Mas, como foi tornado público, a prestação do mês de março já foi paga, pelo que nenhum clube consegue, hoje, demonstrar uma quebra assim tão acentuada de receitas. Mas é evidente que se os detentores desses direitos não liquidarem o mês de abril, então os clubes terão os requisitos legais para avançarem com o processo. Acontece que essa questão só terá resposta dentro de um mês, depois de demonstrarem a comparação das receitas de abril/2019 com as de abril/2020.
2 – ESTADO DE EMERGÊNCIA. Como todos sabemos, a indústria do futebol (como de resto quase todas as outras actividades económicas do país) está a preparar-se para voltar ao trabalho logo que o Estado de Emergência seja levantado. Neste momento, e face à boa notícia da estabilização do número diário de novos contágios, é de prever que maio seja ainda um mês de fortes restrições no dia a dia de todos nós, mas dificilmente em cenário de Estado de Emergência. E então, mesmo que de forma muito condicionada e cuidadosa, os profissionais de futebol (como os de todas as outras atividades) deverão voltar ao trabalho, para preparar o regresso da competição, a qual deverá recomeçar, e eventualmente finalizar, com jogos à porta fechada.
3 – HÁ CONTAS E CONTAS. Claro que existe aqui um período de dois meses (abril e maio), num cenário optimista, no qual muitos clubes poderão tentar recorrer ao layoff, caso não recebam as parcelas dos direitos televisivos. O jornal Record, de domingo, falava da possibilidade de a Segurança Social poder vir a gastar 1,3 milhões de euros/mês com os pagamentos ao futebol profissional, usando de alguma forma um tom de alarmismo. A haver razões de preocupação, as mesmas deverão ser para com os jogadores que tenham salários baixos (na ordem dos 5 mil euros). Não para o Estado, porque pagar tal verba mesmo que fosse por um período de seis meses, seria pouco relevante nas contas finais do erário público. Porque, em rigor, apesar de a TSU de um jogador profissional incidir apenas em um quinto do salário total e prémios (com contribuição mínima de 420 euros/mês) a indústria do futebol entrega em cada mês ao ISS uma verba muito superior àquela que agora lhe iria reclamar. Creio que a melhor solução passaria por um acordo entre clubes, jogadores e treinadores, no sentido dos ‘trabalhadores’ abdicarem ‘voluntariamente’ de parte dos seus salários, de forma proporcional. Porque o layoff garante no máximo um rendimento na ordem dos 1.335 euros mensais, líquidos.
P.S. Na passada semana, Henrique Monteiro, ex-membro (não eleito) dos órgãos sociais do Sporting Clube de Portugal responsabilizou Bruno de Carvalho pelo facto de agora a SAD ter de pagar três milhões de euros de indemnização ao ex-treinador leonino Sinisa Mihajlovic. Segundo Monteiro, o ex-Presidente não deveria ter firmado aquele contrato numa data tão próxima de uma AG que podia significar o fim da linha para ele. Dizer só duas coisas: 1 – se a SAD tem de pagar essa verba, tal deve-se à forma precipitada como Sousa Cintra avançou para a rescisão unilateral desse acordo… antes do mesmo entrar em vigor(!), não podendo por isso invocar o período experimental. 2 – Por esses dias também foram contratados Bruno Gaspar e Viviano, para a equipa de futebol profissional, foi renovado o contrato de Nuno Cristóvão (futebol feminino) e Miguel Albuquerque e Gilberto Borges receberam autorização para avançarem com as contratações de Guitta (futsal), Rocha (futsal) e Raúl Marín (hóquei em patins). Por ‘acaso’ três futuros Campeões Europeus. Um clube e uma SAD não param. Todos os dias há decisões a tomar.
Contrato de futebolista de 24 anos com emblema do país vizinho é válido até 2029 e inclui uma cláusula de rescisão de 40 milhões de euros
22 Mar 2026 | 11:49 |
Sergio Arribas foi recentemente associado ao Sporting. O extremo que atualmente representa o Almería foi apontado como um dos possíveis alvos dos leões para o mercado de verão. No entanto, o valor de mercado do jogador sofreu um aumento considerável.
Segundo o Transfermarkt, a cotação foi atualizada para 15 milhões de euros, um salto de 50% em relação aos 10 milhões anteriores, refletindo a evolução que o jogador tem tido ao longo da época. O crescimento valoriza o futebolista que tem sido um dos destaques do segundo escalão espanhol.
O contrato de Arribas com o Almería é válido até 2029 e inclui uma cláusula de rescisão de 40 milhões de euros, um valor que poderá dificultar as negociações caso o Sporting decida avançar com uma proposta mais firme na próxima janela de transferências.
O atleta de 24 anos está a viver uma das melhores fases da carreira e tem-se destacado nas últimas temporadas, explicando o crescente interesse de vários clubes pelo antigo produto da formação do Real Madrid. Em Itália, por exemplo, a Roma ponderou avançar para a contratação do jogador no último verão.
Esta temporada, ao serviço do Almería, Sergio Arribas – avaliado em 15 milhões de euros – leva 32 encontros disputados: 31 na segunda divisão espanhola e um na Taça do Rei. Ao todo, nos 2.592 minutos em que esteve dentro das quatro linhas, o extremo marcou 18 golos e seis assistências.
Ideia do emblema espanhol seria garantir jogador que possa contribuir desde já, enquanto se prepara para assumir lugar de titular
22 Mar 2026 | 11:29 |
O Real Madrid já começou a preparar o futuro e a posição de lateral-direito está no centro das atenções. Com Dani Carvajal a aproximar-se do final da carreira, o clube procura um jogador capaz de assumir gradualmente o lugar do veterano. Entre os nomes apontados surge o de Iván Fresneda.
O ala já passou pelas camadas jovens dos merengues, o que lhe dá alguma familiaridade com o ambiente do clube e facilita uma eventual adaptação. A ideia do emblema espanhol seria garantir um jogador que possa contribuir desde já, enquanto se prepara para assumir o lugar de titular.
O Sporting adquiriu o jogador por cerca de 9 milhões de euros e deverá exigir uma verba significativamente mais alta para aceitar uma transferência, segundo o 'Fichajes'. Ainda assim, para o Real Madrid, trata-se de um investimento que se enquadra num plano de longo prazo, considerando o potencial e a experiência já adquirida pelo jovem lateral - que foi chamado aos sub-21 de Espanha.
Enquanto isso, Dani Carvajal continua a analisar propostas de clubes fora da Europa, com o seu futuro ainda em aberto. O lateral, de 34 anos, sofreu com lesões nesta temporada, tendo participado em apenas 17 jogos. Entre as opções apontadas estão ligas na América do Norte e no Médio Oriente.
Iván Fresneda - avaliado em 12 milhões de euros - já cumpriu 36 jogos com a camisola do Sporting nesta temporada: 21 na Liga Portugal, nove na Liga dos Campeões, quatro na Taça de Portugal, um na Taça da Liga e outro na Supertaa. Nos 2.737 minutos de participação, já soma um golo e duas assistências.
Equipa orientada pelo antigo treinador do Clube de Alvalade quebrou assim uma série de oito jogos sem conhecer sabor da vitória
22 Mar 2026 | 11:08 |
O Portimonense, de Tiago Fernandes, antigo técnico do Sporting, voltou aos triunfos na Segunda Liga ao vencer o Porto B por 2-1, num encontro decidido já nos descontos da 27.ª jornada. A equipa algarvia quebrou assim uma série de oito jogos sem ganhar, graças a um golo tardio de Mateus Sarará.
O marcador foi inaugurado cedo, com João Reis a colocar os da casa em vantagem aos 12 minutos. No entanto, a resposta dos portistas surgiu pouco depois, aos 16, num lance infeliz do guarda-redes Sébastien Cibois, que acabou por introduzir a bola na própria baliza após um remate de Tiago Andrade.
A primeira parte foi relativamente equilibrada, com poucas oportunidades claras de golo, ainda que o Portimonense tenha mostrado algum perigo, nomeadamente através de Mo Dauda, que esteve perto de marcar antes do 1-0. Já na segunda metade, o ritmo manteve-se controlado, com escassas ocasiões de relevo.
Quando tudo indicava um empate, o Portimonense intensificou a pressão nos instantes finais e acabou por ser recompensado. Aos 90+2 minutos, Mateus Sarará apareceu a cabecear com precisão, após um livre cobrado por Thauan Lara, garantindo o regresso às vitórias e permitindo à equipa sair do último lugar, subindo ao 17.º posto.
Lembrar que Tiago Fernandes - que elogiou recentemente Daniel Bragança - orientou o Sporting na temporada de 2018/19. Embora tenha feito apenas três jogos ao comando da equipa principal, o técnico - além de um empate a zero frente ao Arsenal, em Londres - alcançou duas vitórias no Campeonato Nacional – diante do Chaves e do Santa Clara, ambas por 2-1.
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22 Mar 2026 | 10:46
Mourinho mete-se onde não é chamado e analisou prestação de pilar do Sporting: "Foi massacrado"
22 Mar 2026 | 10:24
Onze provável Alverca - Sporting: Desgaste e castigo obrigam Rui Borges a mudar algumas peças
22 Mar 2026 | 09:46