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Parecem outros! Bruno Fernandes marca golaço e fecha vitória no Manchester United - Tottenham
07 Fev 2026 | 14:32
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06 Abr 2020 | 12:43 |
Com o futebol parado em quase toda a Europa (e em quase todo o Planeta), nos últimos dias li em vários locais referências à possibilidade de os clubes portugueses das ligas profissionais poderem avançar para um pedido de layoff, por forma a partilharem, com a Segurança Social, o pagamento de uma pequena parte dos salários a jogadores e treinadores. Desde logo parece-me uma ideia extemporânea, porque neste momento duvido que algum clube preencha os requisitos para o poder fazer, em termos legais. Por outro lado, levantar a questão a partir dos custos que tal decisão iria acarretar para o erário público é apenas… um exercício de criatividade. Explicando:
1 – RECEITAS. A maior receita mensal fixa que os clubes (na verdade, SAD’s ou SDUQ’s) da Liga têm prende-se com cada uma das dez prestações que lhes são pagas pelos detentores dos direitos televisivos (NOS, ALTICE ou Sport TV). Tais verbas equivalem a perto de metade, ou mesmo metade (nuns casos), ou mais (noutros) das receitas mensais. Mas, como foi tornado público, a prestação do mês de março já foi paga, pelo que nenhum clube consegue, hoje, demonstrar uma quebra assim tão acentuada de receitas. Mas é evidente que se os detentores desses direitos não liquidarem o mês de abril, então os clubes terão os requisitos legais para avançarem com o processo. Acontece que essa questão só terá resposta dentro de um mês, depois de demonstrarem a comparação das receitas de abril/2019 com as de abril/2020.
2 – ESTADO DE EMERGÊNCIA. Como todos sabemos, a indústria do futebol (como de resto quase todas as outras actividades económicas do país) está a preparar-se para voltar ao trabalho logo que o Estado de Emergência seja levantado. Neste momento, e face à boa notícia da estabilização do número diário de novos contágios, é de prever que maio seja ainda um mês de fortes restrições no dia a dia de todos nós, mas dificilmente em cenário de Estado de Emergência. E então, mesmo que de forma muito condicionada e cuidadosa, os profissionais de futebol (como os de todas as outras atividades) deverão voltar ao trabalho, para preparar o regresso da competição, a qual deverá recomeçar, e eventualmente finalizar, com jogos à porta fechada.
3 – HÁ CONTAS E CONTAS. Claro que existe aqui um período de dois meses (abril e maio), num cenário optimista, no qual muitos clubes poderão tentar recorrer ao layoff, caso não recebam as parcelas dos direitos televisivos. O jornal Record, de domingo, falava da possibilidade de a Segurança Social poder vir a gastar 1,3 milhões de euros/mês com os pagamentos ao futebol profissional, usando de alguma forma um tom de alarmismo. A haver razões de preocupação, as mesmas deverão ser para com os jogadores que tenham salários baixos (na ordem dos 5 mil euros). Não para o Estado, porque pagar tal verba mesmo que fosse por um período de seis meses, seria pouco relevante nas contas finais do erário público. Porque, em rigor, apesar de a TSU de um jogador profissional incidir apenas em um quinto do salário total e prémios (com contribuição mínima de 420 euros/mês) a indústria do futebol entrega em cada mês ao ISS uma verba muito superior àquela que agora lhe iria reclamar. Creio que a melhor solução passaria por um acordo entre clubes, jogadores e treinadores, no sentido dos ‘trabalhadores’ abdicarem ‘voluntariamente’ de parte dos seus salários, de forma proporcional. Porque o layoff garante no máximo um rendimento na ordem dos 1.335 euros mensais, líquidos.
P.S. Na passada semana, Henrique Monteiro, ex-membro (não eleito) dos órgãos sociais do Sporting Clube de Portugal responsabilizou Bruno de Carvalho pelo facto de agora a SAD ter de pagar três milhões de euros de indemnização ao ex-treinador leonino Sinisa Mihajlovic. Segundo Monteiro, o ex-Presidente não deveria ter firmado aquele contrato numa data tão próxima de uma AG que podia significar o fim da linha para ele. Dizer só duas coisas: 1 – se a SAD tem de pagar essa verba, tal deve-se à forma precipitada como Sousa Cintra avançou para a rescisão unilateral desse acordo… antes do mesmo entrar em vigor(!), não podendo por isso invocar o período experimental. 2 – Por esses dias também foram contratados Bruno Gaspar e Viviano, para a equipa de futebol profissional, foi renovado o contrato de Nuno Cristóvão (futebol feminino) e Miguel Albuquerque e Gilberto Borges receberam autorização para avançarem com as contratações de Guitta (futsal), Rocha (futsal) e Raúl Marín (hóquei em patins). Por ‘acaso’ três futuros Campeões Europeus. Um clube e uma SAD não param. Todos os dias há decisões a tomar.
Internacional sueco saltou do banco para apontar dois golos na vitória da turma orientada por Mikel Arteta na 25.ª jornada da Premier League
07 Fev 2026 | 17:33 |
O Arsenal continua na liderança da Premier League, depois de ter vencido, na tarde deste sábado, dia 7 de fevereiro, o Sunderland, por 3-0, no Emirates Stadium, em encontro referente à 25.ª jornada da competição - e com direito a bis de Viktor Gyökeres, ex jogador do Sporting, que havia sido arrasado depois do encontro diante do Chelsea.
Os londrinos entraram melhor na partida e assumiram o controlo do jogo desde cedo. A superioridade foi traduzida em golo ainda antes do intervalo, com Zubimendi a marcar aos 42 minutos, colocando os gunners em vantagem ao descanso.
Na segunda parte, o triunfo ficou definitivamente encaminhado com a entrada de Viktor Gyökeres. O internacional sueco que deixou o Sporting no último verão foi lançado por Mikel Arteta aos 61 minutos e precisou de apenas cinco para fazer o 2-0, aos 66’. Já nos descontos, aos 90+3’, voltou a marcar, assinando o bis e fechando o resultado.
Com esta vitória, o Arsenal soma 56 pontos e mantém-se isolado no topo da tabela classificativa, provisoriamente com mais nove pontos do que o segundo classificado. O Sunderland, por seu turno, permanece no nono lugar, com 36 pontos.
Com a camisola do Arsenal, Viktor Gyokeres – avaliado em 70 milhões de euros – realizou 32 jogos: 23 na Premier League, seis na Liga dos Campeões e três na EFL League Cup. Nos 2.054 minutos em que esteve em campo, o avançado marcou 13 golos e fez duas assistências.
Treinador do Benfica foi questionado sobre o que prefere para a partida entre leões e dragões, que se disputa na próxima segunda-feira
07 Fev 2026 | 16:00 |
José Mourinho assumiu ter um desfecho preferencial para o clássico da 21.ª jornada da Liga Portugal, que coloca frente a frente Porto e Sporting, na próxima segunda-feira, um resultado que poderá ter impacto direto no topo da classificação e favorecer o Benfica.
Na conferência de imprensa realizada este sábado, o treinador das águias começou por centrar atenções no compromisso da sua equipa frente ao Alverca, sublinhando: "O meu trabalho é ganhar amanhã. Quero ganhar ao Alverca. A minha missão é ajudar os meus a ganhar ao Alverca. O foco de todos nós tem de ser ganhar ao Alverca, que seguramente não é fácil. Todos juntos, todos motivados, a partir daqui tentar puxar pelo estádio e ganhar. É fundamental ganhar 24 horas antes do clássico".
"Diria que era melhor para nós que o primeiro classificado perdesse"
Ainda assim, questionado sobre o Clássico entre dragões e leões, Mourinho admitiu qual seria o cenário mais favorável para o Benfica, esclarecendo: "Se me perguntar quem é que eu gostava que ganhasse, obviamente que o que eu gostava não conta para nada, mas esquecendo o nome dos clubes, não quero ir por aí, diria que era melhor para nós que o primeiro classificado perdesse".
Ao cabo de 20 partidas disputadas, os comandados de Rui Borges têm agora 51 pontos e continuam no segundo lugar da tabela classificativa da Liga Portugal Betclic. O Porto soma 55 está no primeiro posto. Já o Benfica é terceiro com 46.
O emblema verde e branco volta a entrar em campo na próxima segunda-feira, dia 9 de fevereiro, também frente ao Porto. O encontro, a contar para a 21.ª jornada da Liga Portugal Betclic, diante da turma liderada por Francesco Farioli, jogar-se-á no Estádio do Dragão, às 20h45.
Verdes e brancos encontram-se a trabalhar já de olhos postos no Clássico da próxima segunda-feira, dia 9 de fevereiro, no Estádio do Dragão
07 Fev 2026 | 15:15 |
Sem direito a folga após o encontro da passada quinta-feira, relativo à Taça de Portugal, no qual o Sporting precisou de prolongamento para vencer o AFS por 3-2 e garantir o apuramento para as meias-finais, o plantel leonino regressou este sábado aos treinos, em Alcochete.
A sessão teve um caráter maioritariamente de recuperação, com trabalho realizado sobretudo em espaço interior, tendo em conta o desgaste acumulado pelos jogadores verdes e brancos no esforço adicional exigido no último jogo, algo gerido pela equipa técnica de Rui Borges.
O foco está agora totalmente direcionado para o clássico de segunda-feira, no Estádio do Dragão, frente ao líder Porto. Rui Borges continua, para já, sem poder contar com Fotis Ioannidis e Zeno Debast, que permanecem sob acompanhamento da Unidade de Performance e ainda não regressaram ao relvado. Geovany Quenda é outra ausência confirmada, encontrando-se a cumprir a fase pós-operatória em Londres, sob supervisão do Chelsea.
A disponibilidade do avançado grego e do defesa belga para integrar a comitiva que viajará para o Norte do país continua em dúvida, devendo a situação ser esclarecida este domingo, na conferência de imprensa de antevisão ao clássico, marcada para as 12h30, após o último treino em Alcochete.
O emblema verde e branco volta a entrar em campo na próxima segunda-feira, dia 9 de fevereiro, também frente ao Porto. O encontro, a contar para a 21.ª jornada da Liga Portugal Betclic, diante da turma liderada por Francesco Farioli, jogar-se-á no Estádio do Dragão, às 20h45.
Recorde os golos no Sporting - AFS: