Futebol
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08 Jan 2026 | 16:13
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07 Set 2024 | 12:21 |
Maximiliano Araújo, que chegou ao Sporting neste mercado de transferências de verão, ainda não teve oportunidade para se mostrar a Rúben Amorim, mas já deu cartas pelas seleção do Uruguai. O defesa leonino foi titular no embate da passada sexta-feira, frente ao Paraguai, tendo mesmo alinhado os 90 minutos.
Quem não teve a mesma sorte que o novo lateral verde de branco foi o guarda-redes do Sporting, Franco Israel. Depois de também ter perdido o lugar no onze dos leões para Kovacevic, o guardião, que pretende recuperar a titularidade em Alvalade, nem saiu do banco de suplentes no empate a zeros, tendo ficado de fora das opções do técnico uruguaio.
No que toca à partida, que contou para a fase de qualificação sul-americana para o Mundial'2026, além do empate entre o Uruguai e o Paraguai, o duelo ficou marcado por ser o jogo de despedida do avançado Luis Suaréz. O atleta realizou o último jogo da carreira com a camisola da 'celeste', deixando a seleção depois de ter apontado 69 golos em 143 jogos. Suaréz, recorde-se, é, atualmente, o melhor marcador de sempre do Uruguai.
Maximiliano Araújo – atualmente avaliado em 7,5 milhões de euros - fez dois golos em cinco jogos esta época pelo emblema mexicano. Na temporada passada marcou dois golos e fez cinco assistências em 39 partidas. O internacional uruguaio destacou-se na Copa América, juntamente com Manuel Ugarte e Franco Israel, sendo um dos melhores jogadores da seleção celeste.
Recorde-se que, nas primeiras declarações de leão ao peito, o ala esquerdo, que assinou contrato até 2029 e ficou com uma cláusula de rescisão milionária, não escondeu a satisfação: “Estou muito feliz por estar aqui, num clube tão grande, chego cheio de ilusão e com muita vontade. Já estou há muito tempo fora do meu país, saí para o México, onde o campeonato é muito bom, dou agora mais um grande passo na minha carreira e acho que não havia melhor clube do que o Sporting para o fazer. Estou onde quero estar”.
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08 Jan 2026 | 18:02 |
O crescente número de lesões no Sporting continua a marcar a atualidade leonina e foi alvo de análise por Paulo Robles, em comentário no canal d’A Bola. O treinador começou por destacar a postura de Rui Borges na conferência de imprensa após a derrota no encontro com o Vitória de Guimarães (2-1).
“Quem assistiu à conferência de imprensa depois do Vitória SC, viu que o semblante do Rui Borges era realmente diferente dos últimos jogos. E quase que, não digo que deu pena, mas compreende-se o novo posicionamento do treinador em relação a esta situação. Realmente leva a que existam muitas dificuldades do ponto de vista de apresentar uma equipa condizente e consistente, porque a consistência também depende da regularidade dos jogadores que jogam”, frisou Robles.
O mesmo fez ainda questão de diferenciar os tipos de problemas físicos que têm afetado o plantel: “Há lesões traumáticas, mas também há lesões musculares e essas lesões musculares, nesse ponto de vista, embora Rui Borges tenha dito que é um caso estudo, é também um caso estudo interno no sentido de perceber o que é que está a acontecer para que estas lesões tenham voltado”.
No plano desportivo, o eixo central defensivo é apontado como o setor que mais preocupa Rui Borges e Paulo Robles não escondeu a realidade, também apontando o nome do jovem brasileiro, Rômulo Júnior: “Acho que o eixo central defensivo é, sem dúvida, neste momento, o setor onde o Rui Borges tem mais preocupações. O Rômulo, que tem feito um bom desempenho na equipa B, não esteve ao nível da exigência, o que é normal. De repente dizemos que o jogador não tem essa qualidade. Há jogadores que são integrados e que demonstram, óbvio e claramente, que têm essa condição e a partir daí ganham um pulso”.
“O Sporting terá tempo para poder-se preparar para o próximo jogo para o campeonato, penso que será também determinante para serenar um pouco os ânimos, para voltar à terra e para não fazer cair as expectativas dos adeptos do Sporting”, Robles concluiu apelando claramente à serenidade no universo leonino.
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08 Jan 2026 | 16:44 |
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Apesar de ter direito a 13,8 milhões de euros pela rescisão com os red devils, o técnico português verá o valor final encolher drasticamente
08 Jan 2026 | 16:20 |
A saída de Ruben Amorim do comando técnico do Manchester United, confirmada na última segunda-feira, ficou marcada não apenas pelo impacto desportivo, mas também por um desfecho financeiro bastante menos favorável do que os números iniciais indicavam. Embora o treinador português ainda tivesse a receber cerca de 13,8 milhões de euros relativos ao que faltava cumprir do contrato, o montante líquido será substancialmente inferior.
De acordo com cálculos divulgados pelo Manchester Evening News, a elevada tributação aplicada no Reino Unido fará com que o antigo treinador do Sporting consiga reter 'apenas' 6,3 milhões de euros. Entre impostos sobre o rendimento e outros encargos obrigatórios, o fisco britânico absorverá uma fatia significativa da compensação, reduzindo de forma drástica o ganho real do técnico.
O impacto financeiro não se limita, no entanto, ao treinador português. O Manchester United também sai penalizado com esta rescisão, uma vez que terá de pagar cerca de 1,7 milhões de euros adicionais em contribuições obrigatórias enquanto entidade empregadora. Assim, a separação representa um processo dispendioso para ambas as partes, num contexto já sensível para o clube inglês.
Este desfecho encerra um ciclo de pouco mais de um ano de Ruben Amorim em Inglaterra. O técnico chegou a Old Trafford em novembro de 2024, após uma passagem altamente bem-sucedida pelo Sporting, onde conquistou títulos e se afirmou como um dos treinadores mais promissores do futebol europeu.
Ao serviço dos red devils, Amorim orientou a equipa em 63 jogos oficiais, somando 25 vitórias, 15 empates e 23 derrotas. Apesar de alguns momentos positivos, a irregularidade dos resultados e a pressão constante acabaram por ditar o seu despedimento.
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