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Guarda-redes do Sporting não foge à realidade: “Não fomos tão consistentes como o Benfica”
12 Out 2026 | 13:17
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Hóquei em patins
31 Dez 2021 | 15:00 | Por Redação
Não vamos mentir, não era fácil escolher. Por isso mesmo, aproveitámos as duas tremendas épocas – de sonho, até – das equipas de futsal e de hóquei em patins do Sporting para partilharem este prémio. Juntas, perfizeram o total de sete títulos e de muitos momentos de alegria para todos os Sócios e adeptos do Clube de Alvalade.
Futsal: Se competimos, vencemos
Comecemos pelo futsal. Que ano histórico. Os leões garantiram todas as competições em que participaram. Incrível, não é? Talvez já merecessem um Museu próprio, para todas as taças que têm vindo a colecionar. A senda de conquistas começou a 28 de março, com uma goleada ao eterno rival, por 6-2 – tónica que se tornaria ‘hábito’ para a equipa leonina ao longo de 2021 – para a conquista da Taça da Liga, em Sines, garantindo o troféu pela terceira vez. Uma já estava, havia mais três para conquistar.
Vamos avançar até dia 3 de maio. Nesta data, os leões lembraram o universo da modalidade que, além de o futsal se jogar ao longo de todos os 40 minutos – e não de apenas 20, como achavam estar decidido – não somos tão grandes como os maiores da Europa, mas sim os maiores da Europa. A turma verde e branca sagrou-se, pela segunda vez na história, campeã da Europa, depois de vencer o Barcelona, na final da UEFA Futsal Champions League, por 4-3. Uma ‘remontada’ que fica para contar aos netos, depois de os leões terem estado a perder por 2-0 ao intervalo.
Nunca antes uma equipa portuguesa tinha sido campeã da Europa e nacional na mesma época. Pois bem, novas páginas para escrever? Nuno Dias e as suas tropas pegaram na caneta e pintaram na quadra uma das páginas mais bonitas do futsal português. A 13 de junho, os leões entravam na quadra das águias para disputar o quarto jogo do play-off da Liga Placard, jogo que acabaram por vencer por 6-2, garantindo o 16.º título nacional, atingindo o Olimpo da modalidade.
Já em modo de preparação de um 2022 vitorioso, os leões já assinaram presença na final-four da UEFA Futsal Champions League, que se jogará em Riga (Letónia), onde o Sporting irá lutar pela revalidação do título. No entanto, para melhorar o que já estava bom, os comandados de Nuno Dias ainda fecharam o ano com mais uma conquista, ao brindarem-nos com a Supertaça conquistada no último dia 29 de dezembro, com uma goleada ao eterno rival, por 7-2, que já não possui armas para deter o futsal verde e branco.
Hóquei em patins: Melhor no hóquei não há
Lista extensa, não foi? Falta o hóquei em patins. Se o futsal venceu quatro competições, a modalidade do stick venceu três: Campeonato Nacional, Taça Continental e Liga Europeia. Como já vimos, as equipas leoninas são ‘pros’ em reviravoltas e vitórias na garra – assim como em provocarem problemas cardíacos aos adeptos. A época de triunfos dos homens de Paulo Freitas começou 16 de maio, com a conquista da Liga Europeia, no Pavilhão do Luso, por 3-4, ao Porto. Dois anos após terem conquistado este mesmo título sobre os dragões, os leões repetiram o feito e voltaram a entrar na história para, logo de seguida, se focarem na competição interna.
Cerca de um mês depois, os leões voltavam a levantar novo ‘caneco’. Num play-off decidido em quatro jogos – no qual o Sporting venceu três e perdeu um – os verdes e brancos fizeram do Dragão Arena salão de festas e festejaram o nono campeonato nacional, depois de vencerem os azuis e brancos por 5-6. Dois títulos na mão, outro no horizonte. A vítima foi a mesma em dois casos, mas mudava-se agora além-fronteiras para a derradeira.
Para fechar as conquistas, o hóquei leonino defrontou o Leida (Espanha) a apenas uma mão pela Taça Continental que acabaram mesmo por trazer do país vizinho. Ao repetirem o triunfo de 2019, os leões tornaram-se bicampeões da prova, depois de vencerem os espanhóis por 1-3, a melhor forma de colocar a cereja no topo do bolo de uma época marcada por imagens de festa.
‘Festa’, é exatamente essa a palavra que melhor define o ano destas duas modalidades e que prometem lutar exatamente pelo mesmo no ano de 2022.
Figura histórica do emblema verde e branco e internacional português, de 79 anos de idade, deu entrada no Hospital Egas Moniz
24 Out 2026 | 16:29 | Por Redação
António Ramalhete, histórico guarda-redes de hóquei em patins, está internado no Hospital Egas Moniz, em Lisboa, com prognóstico reservado. O antigo atleta do Sporting e internacional português, de 79 anos de idade, não consegue falar.
Nascido a 8 de dezembro de 1946, em Monsanto, a figura histórica dos leões é considerado um dos melhores de sempre da modalidade. Ao longo da carreira, representou Benfica e Sporting, deixando uma marca importante nos dois clubes e no hóquei em patins nacional.
Em Alvalade, destacou-se como membro do célebre 'Cinco Maravilha', ao lado de Júlio Rendeiro, João Sobrinho, Chana e António Livramento. O grupo marcou uma das épocas mais gloriosas da história da modalidade no Sporting, conquistando vários troféus nacionais e internacionais.
Entre os principais feitos ao serviço dos leões está a conquista da Taça dos Campeões Europeus, em 1977, numa equipa que se tornou histórica por ter levado o Sporting ao topo do hóquei europeu. Ramalhete também venceu campeonatos nacionais e outras competições ao longo das passagens pelo Clube.
A carreira do antigo guarda-redes ficou igualmente marcada pelo percurso ao serviço da Seleção Nacional. Somou 220 internacionalizações, conquistou dois Campeonatos do Mundo, em 1974 e 1982, e cinco Campeonatos da Europa, em 1971, 1973, 1975, 1977 e 1979.
Melhores momentos de António Ramalhete:
Antigo técnico do Clube de Alvalade desabafou após vitória em prova internacional e adiciona mais um título na sua experiente carreira
19 Out 2026 | 15:53 | Por Redação
Nuno Lopes conduziu a França ao primeiro título mundial da sua história no hóquei em patins, após ter derrotado a Argentina na final, nos penáltis. Após o triunfo em Assunção, o técnico português, visivelmente emocionado, descreveu o último domingo como "histórico".
N. Lopes: "É um sonho de uma vida"
"Felizmente aconteceu, é um sonho de uma vida. Eu ganhei uma Taça de Portugal pelo Sporting de Tomar e dizia: não sei o que é ser campeão do mundo, mas será uma coisa semelhante. Hoje digo que é semelhante, mas é uma coisa estratosférica. Campeão do mundo com a França, com o Pedro Chambell na baliza e a jogar com 5... Para que todos saibam que é tudo possível, assim o grupo o permita fazer. Não há chavões e não há coisas feitas antes do tempo", afirmou, em declarações à imprensa portuguesa.
O antigo técnico do Sporting defende que foi uma vitória conquistada pela alma gaulesa. "Não quero chorar porque não tenho energia para chorar. Mas acho que foi a vitória do sofrimento, a vitória do trabalho. Trabalhámos muito para isto, queríamos muito", falou.
N. Lopes: "É um dia para ficar para a história"
Nuno Lopes queria dar o Campeonato do Mundo - onde Eloi Cervera destacou-se - inédito à França. "Terminou no stick do Carlo (di Benedetto), terminou na mão do Chambell. Acho que era importante viver este momento, devolver o hóquei a mais um país. É um dia para ficar para a história, já tínhamos feito história e fizemos outra vez", concluiu.
Na capital do Paraguai, o técnico de 54 anos ergue o maior troféu da sua carreira, depois de já ter vencido uma Taça de Portugal (2022/23) pelo Sp. Tomar (o seu atual clube), uma Supertaça de Portugal (2015/16) e uma Taça CERS, ambas pelo Sporting.
Defesa do Barcelona, que está na mira do emblema verde e branco, abriu o marcador logo aos 6 minutos e deu início à vitória espanhola
14 Out 2026 | 15:40 | Por Redação
Portugal sofreu a primeira derrota no Campeonato do Mundo de hóquei em patins, ao perder por 4-2 frente à Espanha, na segunda jornada do Grupo A. Depois da goleada por 10-0 diante da Suíça, a Seleção Nacional sofreu o primeiro desaire na prova. Eloi Cervera, defesa do Barcelona que está na mira do Sporting, marcou o primeiro para 'La Roja'.
O alvo dos leões inaugurou o marcador aos seis minutos, com um remate de longe, e Nil Roca ampliou a vantagem aos oito, após assistência de Pau Bargalló. Portugal tentou reagir, mas encontrou em Càndid Ballart um obstáculo difícil de ultrapassar.
O início da segunda parte voltou a complicar a missão portuguesa. Aos 27 minutos, Marc Grau fez o 3-0, novamente com Pau Bargalló a assumir o papel de assistente. A equipa orientada por Reinaldo Ventura procurou reduzir a diferença e esteve perto de marcar, mas Zé Miranda acertou no poste.
A reação portuguesa chegou aos 40 minutos, quando Miguel Rocha disparou de longe para fazer o 3-1. A esperança cresceu nos instantes finais, sobretudo depois de Marc Grau ter visto cartão azul. Em superioridade numérica, Gonçalo Alves reduziu para 3-2 a pouco mais de 50 segundos do fim, mas a Espanha aproveitou a baliza portuguesa deserta para fechar o resultado em 4-2, por intermédio de Pol Manrubia.
A Seleção Nacional fica em desvantagem na luta pelo melhor posicionamento no Grupo A, mas continua com margem para recuperar nas próximas partidas. A derrota frente ao rival ibérico serve de alerta para uma equipa que terá de evitar novas entradas em falso.
Guarda-redes do Sporting não foge à realidade: “Não fomos tão consistentes como o Benfica”
12 Out 2026 | 13:17
Exclusivo Leonino - Avançado do Sporting recusou ir à Seleção por motivos pessoais
09 Out 2026 | 16:36
Oficial! Craque com mais de 100 golos pelo Sporting chega a acordo... com o Benfica
09 Set 2026 | 16:31