Futebol
Miguel Mendes deixa aviso a Rui Borges no Sporting: “Vai ter a corda ao pescoço”
22 Set 2026 | 14:40
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07 Jun 2024 | 18:55 |
Na passada quinta-feira, Luís Boa Morte, estreou-se como selecionador da Guiné-Bissau com um empate frente à Etiópia (0-0), em partida a valer para a terceira jornada da fase de qualificação para o Mundial 2026. Vale salientar o antigo jogador do Sporting, foi apresentado no dia 31 de maio como novo selecionador do país africano.
Independentemente do nulo, a Guiné-Bissau continua no segundo lugar, com cerca de cinco pontos, no entanto ficou a torcer pelo Egito, que defrontou o Burkina Faso, na quinta-feira, e saiu vitorioso (2-1). O país da África Ocidental volta a entrar em campo na segunda-feira, curiosamente, no Egito. Assim, neste confronto, o técnico português vai à procura da sua primeira vitória enquanto selecionador, depois de quatro épocas como adjunto de Marco Silva.
Recorde-se que na apresentação oficial do português, o ex-leão anunciou que a sua principal missão “será sempre qualificar a Guiné-Bissau para a próxima CAN (Taça das Nações Africanas). Temos de ver isso como algo que passa a ser natural, após quatro participações consecutivas na prova. Queremos cá jogadores a 100% com a vontade de representar a Guiné-Bissau, não aqueles que tenham a cabeça na seleção de Portugal, da França ou do Senegal. Não queremos cá jogadores a meio gás”, declarou.
Apesar de nunca se ter estreado na equipa A do Sporting, Luís Boa Morte alinhou nos escalões de formação do Clube de Alvalade em duas ocasiões: entre 1989 e 1991 e entre 1994 e 1996, tendo partilhado balneário com nomes como Nuno Assis ou Marco Caneira. Foi emprestado ao Lourinhanense em 1996/97 antes de sair em definitivo rumo ao Arsenal.
O internacional português viria a destacar-se, mais tarde, no Fulham, onde esteve seis anos e meio, entre 2000 e 2007, durante os quais realizou 250 jogos e apontou 54 golos. Regressou ao emblema londrino em 2021, quando Marco Silva assumiu o cargo de treinador principal. Além disso, como jogador, Luís Boa Morte somou 28 internacionalizações, com um golo marcado, num particular diante de Angola, em 2001.
'Camisola 25' dos verdes e brancos foi o escolhido de Rui Borges para utilizar a braçadeira nesta temporada, mas não é consensual em Alvalade
22 Set 2026 | 16:44 |
Carlos Pereira mostrou-se preocupado com a liderança existente no Sporting e deixou reparos ao perfil dos capitães da equipa, numa crítica que incide sobretudo sobre Gonçalo Inácio, atual principal portador da braçadeira leonina.
Carlos Pereira: "Jogadores são responsáveis também por alguns desaires"
Em declarações ao jornal A Bola, o antigo treinador e dirigente dos leões começou por afastar a ideia de que Rui Borges deve carregar sozinho a responsabilidade pelos últimos resultados. “A via mais fácil é apontar o dedo ao treinador, mas os jogadores são responsáveis também por alguns desaires. Têm de se unir".
Carlos Pereira: "São algo imaturos para terem o peso da braçadeira"
É na liderança dentro das quatro linhas que Carlos Pereira identifica uma das maiores fragilidades do Sporting. “Há pouca liderança dentro do campo. Na figura dos capitães também, de certa forma, são algo imaturos para terem o peso da braçadeira, querem é jogar, têm pouca experiência em termos de liderança".
Gonçalo Inácio assume atualmente um papel central na hierarquia de capitães dos verdes e brancos, depois das alterações profundas realizadas no plantel durante o último mercado. Apesar dos vários anos de ligação ao Sporting, Carlos Pereira entende que a antiguidade, por si só, não chega para garantir capacidade de comando.
“Não é que não mereçam, pela permanência no clube ao longo dos anos, o facto é que são muito jovens e, às vezes, se tiverem de dar uma dura, no bom sentido, em algum mais velho, isso não acontece”, acrescentou o antigo responsável leonino.
Insatisfeito por ser suplente na equipa inglesa, o ex-avançado dos leões está disposto a procurar um novo rumo para a sua carreira
22 Set 2026 | 16:11 |
Viktor Gyökeres está descontente com o papel de suplente que tem assumido no Arsenal e pode abandonar o emblema de Londres numas das próximas janelas de transferências. De acordo com o Caught Offside, o internacional sueco está disposto a aceitar uma proposta de empréstimo, de modo a conseguir somar mais minutos.
Esta mesma fonte indica que o Al Ittihad, o Al Ahli, a Juventus e o Milan, orientado por Ruben Amorim, se encontram a acompanhar a situação do ex-Sporting - prestes a ser ultrapassado por Luis Suárez - e podem avançar com propostas já em janeiro. Viktor Gyökeres assinou um contrato válido até 2030 e foi comprado pelo Arsenal por 66,9 milhões de euros em 2025.
Com oito partidas já disputadas pelo Arsenal, o jogador de 28 anos ainda não se estreou a marcar esta temporada, tendo sido titular em apenas em duas ocasiões. Dado os minutos de utilização, Kai Havertz tem sido o homem de confiança de Mikel Arteta no posto mais avançado do terreno de jogo.
Na Premier League, com cinco jornadas realizadas, Viktor Gyökeres disputou apenas 29 minutos divididos por dois encontros. Ressaltar que os gunners se encontram na segunda posição da competição, com 12 pontos, atrás do líder Manchester City.
Recorde-se que, na época passada, apesar da difícil adaptação do sueco ao campeonato inglês, o jogador realizou 55 partidas pelos gunners onde faturou por 21 ocasiões, tendo ajudado o Arsenal a vencer a Premier League a chegar à Final da Liga dos Campeões.
Comentador e conhecido adepto dos verdes e brancos também acabou por dar a sua opinião sobre o tema do momento: continuidade do técnico
22 Set 2026 | 15:52 |
João Maria Jonet deixou duras críticas a Rui Borges e à forma como o Sporting geriu o projeto desportivo nos últimos tempos. O conhecido adepto leonino considera que o treinador nunca teve capacidade para responder às exigências do cargo, mas entende também que está agora a servir de “bode expiatório” para erros superiores.
“Sem unhas para a guitarra desde que entrou, acaba bode expiatório de quem não soube ver isso e deixou um projeto dominante definhar na mediocridade”, escreveu João Maria Jonet, numa apreciação particularmente crítica ao momento vivido em Alvalade.
A mensagem não aponta, por isso, apenas ao treinador. Jonet responsabiliza igualmente quem decidiu manter Rui Borges e conduzir o processo desportivo, entendendo que os sinais de fragilidade já estavam presentes e não foram devidamente interpretados.
“O início fez prever este fim deprimente para quem ia sempre ficar tempo demais e sair quando fazia menos sentido e era mais tóxico”, acrescentou, numa altura em que a pressão em torno do comando técnico do Sporting aumentou depois dos últimos resultados.
Rui Borges recebeu recentemente um voto de confiança de Frederico Varandas e continua no cargo, apesar da contestação crescente entre vários setores do universo leonino. O Presidente garantiu mesmo que o lugar do treinador nunca esteve em causa.
Confira a publicação:
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