Corner Left

Receba, em primeira mão, as principais notícias do Leonino no seu WhatsApp!

WhatsApp Seguir

Futebol

RAFAEL LEÃO: REGRA OU EXCEÇÃO?

Pelo acórdão do Tribunal Arbitral do Desporto, percebemos que há casos e casos… mas que o Sporting estava em posição de conseguir vencer a maioria dos processos de rescisão

Leonino - Onde o Sporting é notícia
Leonino - Onde o Sporting é notícia

  |

Icon Comentário0

A notícia mais importante para o universo Sporting, na passada semana, prendeu-se com a decisão do TAD em relação ao caso que opunha a SAD ao jogador Rafael Leão. O veredicto do Tribunal Arbitral do Desporto foi favorável ao Sporting, que tem agora a receber 16,5 milhões de euros (como e quando o jogador pagará, isso é outro assunto). Esta sentença apanhou muito boa gente de surpresa. Existia a expetativa de uns e o desejo de outros em ver o Sporting sair perdedor da disputa. Entre esses até se identificam facilmente ‘sportinguistas’ que pelo ódio ao ex-Presidente Bruno de Carvalho preferiam não ‘ter’ o dinheiro só para exibir a ‘razão’ do ‘eu sempre disse’ (cada episódio mostra-nos bem que as fraturas entre leões são reais, extremadas e dificilmente ultrapassáveis nos anos mais próximos). Nos extremos da discussão colocaram-se dois cenários: para uns, o Sporting não devia ter chegado a acordo com nenhum dos nove jogadores porque venceria todos os casos em tribunal; para outros, Rafael Leão era/é a exceção e os restantes iriam originar derrota certa. Para perceber de que lado estaria a razão li as 327 páginas do acórdão, somando-lhe os pormenores que conheço de todos os casos, e creio que a razão está na proporção de dois terços para os que pensavam ganhar todos os casos, e de um terço para os pessimistas que davam a derrota total como garantida. Passo a explicar os porquês em três pontos, precisamente os pilares da decisão, ou seja, o julgamento do TAD em relação às três razões aduzidas pela defesa de Real Leão.

1 – ASSÉDIO MORAL. O TAD deu como provado que Rafael Leão foi vítima de assédio moral por parte de Bruno de Carvalho e, perante a Lei, esse crime constitui “incumprimento contratual grave e culposo”. Pode considerar-se uma decisão discutível, uma vez que o jogador, fora da equipa (por lesão) a partir do dia 2 de março de 2018, não se enquadrava no grupo de visados pelo ex-Presidente nas declarações/publicações feitas entre o final do jogo com o Rio Ave (18 de março de 2018) e o final do jogo de Madrid (5 de abril). Contudo, também ele foi alvo de processo disciplinar a 7 de abril (anulado cinco dias depois) por ter publicado no Instagram o comunicado conjunto de repúdio às palavras de BdC após o jogo com o At. Madrid. Partindo deste entendimento do TAD, pode afirmar-se que a todos os nove jogadores seria aceite a queixa de assédio moral. Este ‘crime’, contudo, não é por si só suficiente para se alegar justa causa na denúncia unilateral de um contrato, como à frente se verá, daí que o TAD, escudado no n.º 4 do artigo 29 do Código do Trabalho, tenha sentenciado o Sporting ao pagamento de uma multa (40 mil euros).


2 – FALTA DE SEGURANÇA. O TAD deu como provado que o Sporting ‘violou os deveres de segurança’ para com os seus funcionários (jogadores, treinadores e restantes profissionais ligados à equipa de futebol) quando da invasão/ataque à Academia, no dia 15 de maio de 2018. Ao contrário do entendimento inicial do Ministério Público sobre este mesmo crime, o TAD nunca equacionou, sequer, que pudesse tratar-se de ‘terrorismo’, antes procurou identificar responsáveis diretos e indiretos, através de elementos de prova e de testemunhos, que tivessem falhado nas questões de segurança. Os dados comprovativos das falhas de segurança eram de tal forma evidentes para a culpabilização do Sporting que o TAD sublinhou: “Era exigível que Ricardo Gonçalves (responsável pelas operações de segurança na Academia) tivesse dado ordens para se fechar o portão da Academia, mas essencialmente que tivesse garantido que os adeptos não conseguissem alcançar os atletas. Não seria exigível que todas as portas de acesso à zona afeta à equipa principal do Sporting fossem imediatamente trancadas após o telefonema de Bruno Jacinto (oficial de ligação aos adeptos)? Não seria exigível que a porta automática tivesse sido imediatamente desativada? Não seria exigível que a porta de vidro (imediatamente a seguir à porta de entrada) fosse trancada, até porque a chave encontrava-se na Academia, dentro do chaveiro? Se não é para garantir a segurança dos atletas, para que serve um diretor de segurança?”  Estas questões são levantadas depois de as provas testemunhais demonstrarem que: a) Ricardo Gonçalves deu ordens a vários elementos ligados ao departamento de futebol para trancarem todas as portas de acesso à área do futebol profissional; b) Ricardo Gonçalves não deu ordem para ser encerrado o portão de entrada da Academia; c) a porta da entrada principal da zona do futebol profissional abria automaticamente através de sensor de movimento e o mesmo não foi desativado (tornando evidente a mentira que se ouviu durante meses a alguns elementos que estavam na Academia, segundo os quais a porta tinha aberto de forma automática depois de ter disparado o alarme de incêndio, o qual, já agora, só accionou com os invasores dentro do vestiário); d) a porta de vidro que está a seguir à porta automática não foi trancada; e) para chegar à zona do vestiário os invasores teriam de passar uma porta que se encontrava trancada e só podia ser destrancada por dentro, mas a mesma foi aberta por Manuel Fernandes e Pedro Brandão (que não voltaram a fechá-la) quando se dirigiram para a entrada do edifício, imediatamente antes da invasão do mesmo; f) Vasco Fernandes (secretário técnico) tentou trancar a porta do vestiário para impedir a entrada dos invasores no espaço onde se encontravam os jogadores, mas foi impedido por Raúl José (treinador adjunto). Uma sequência de cinco erros humanos levou o TAD a considerar que o Sporting ‘violou os deveres de segurança’ para com Rafael Leão. Pode dizer-se, por uma questão de lógica, que o TAD iria sentenciar de forma semelhante em processo que envolvesse qualquer outro jogador da equipa profissional. Eis que Rafael Leão, à luz da Lei, conseguia o segundo argumento para ver-lhe ser atribuída a justa causa na rescisão contratual.


3 – RELAÇÃO LABORAL PODIA TER SUBSISTIDO. Há quem pense que o assédio moral por si só basta para rescindir um contrato. Errado. Há quem pense que a violação do dever de segurança basta para rescindir um contrato. Errado. Há quem pense que a junção dos dois crimes é suficiente para a rescisão de um contrato. Errado. É isso mesmo que nos diz o TAD, ao explicar que o contrato de um jogador de futebol é bem diferente daquele que é firmado fora do âmbito desportivo, e que por isso as condições que levem à sua nulidade por justa causa têm de ser muito mais estreitas do que aquelas que são exigíveis a um trabalhador ‘comum’. Condição essencial para dar razão ao jogador que rescinda com um clube de forma unilateral, no entendimento do TAD, é verificar que um ou uma sucessão de atropelos legais tornou praticamente impossível a manutenção da relação laboral. Ora, foi precisamente o que tramou Rafael Leão. A pedra de toque que levou à condenação do jogador foi o facto de ele ter entrado em negociações com a administração da SAD para regressar ao Sporting, nos primeiros dias de setembro de 2018. Para o TAD, tal ação tornou evidente que existiam condições para que relação laboral entre Rafael Leão e Sporting pudesse ter subsistido. Assim, e aceitando que o Tribunal Arbitral do Desporto teria, nos outros oito casos de rescisão, testemunhos idênticos ao deste processo, até porque as razões aduzidas pelos nove jogadores foram quase decalcadas umas das outras, chegamos à conclusão que: seria dada razão de justa causa a Rui Patrício, William Carvalho e Gelson Martins, porque estes três jogadores demonstraram que para eles seria impossível fazer subsistir a relação laboral com o Sporting (juntando o assédio moral e a violação do dever de segurança); recusada a razão de justa causa a Rúben Ribeiro, Podence, Bas Dost, Battaglia e Bruno Fernandes, porque todos eles mostraram abertura para negociar o regresso, tal como fez Rafael Leão, logo não lhes era impossível manter a relação laboral com o Sporting. Mas, repito, creio que o entendimento do TAD, em tese, seria este caso o Sporting arrolasse as testemunhas que o poderiam comprovar (principalmente no caso Rúben Ribeiro). E, pelo menos, no caso de Gelson Martins (do qual a SAD veio a desistir) não o fez. Sei-o porque fui testemunha do Sporting e estranhei o facto de não se ter recorrido a pessoas que poderiam responder com conhecimento de causa a questões às quais eu não o podia fazer, por delas ter conhecimento apenas de forma indirecta.

P.S. Pormenor curioso dado como provado pelo TAD, ouvidos os testemunhos: “A data da realização do treino oficial no Estádio Nacional já se encontrava definida com antecedência pelo treinador Jorge Jesus e por Vasco Fernandes. O treino iria ocorrer na terça-feira 15 de maio de 2018, da parte da tarde. Na viagem do Funchal para Lisboa, Jorge Jesus decidiu alterar o local do treino, para a Academia, e comunicou-o a Vasco Fernandes.”



Futebol

GONÇALO INÁCIO FOI CHAMADO DE EMERGÊNCIA E PORTUGAL VENCE REPÚBLICA CHECA NO EURO 2024

Central do Sporting entrou em campo com resultado favorável ao adversário e comandados de Roberto Martínez alcançam vitória suada

Gonçalo Inácio entrou em campo com resultado favorável à República Checa e Portugal de Roberto Martínez alcança vitória suada
Gonçalo Inácio entrou em campo com resultado favorável à República Checa e Portugal de Roberto Martínez alcança vitória suada

  |

Icon Comentário0

Portugal venceu a República Checa, por 2-1, e entrou da melhor forma no Campeonato da Europa. Gonçalo Inácio, central do Sporting, foi suplente, mas Roberto Martínez acabou por lançar o 'camisola 25' de Rúben Amorim, com um resultado desfavorável no marcador, para dar uma maior dinâmica à construção a partir de trás no corredor esquerdo.

Numa primeira parte totalmente dominada por Portugal, foram algumas as oportunidades desperdiçadas pela armada lusa. Rafael Leão teve rasgos individuais, mas acabaram por ser insuficientes perante o bloco baixo do adversário. Cristiano Ronaldo mostrou-se inconformado e esteve nas melhores oportunidades: um passe de calcanhar a lançar Vitinha e um remate de pé esquerdo, já perto dos 45’. Ao intervalo, o marcador registava o nulo.


No segundo tempo, foi praticamente mais do mesmo. Os checos 'estacionaram o autocarro' e foram evitando o golo português. Lukas Provod, médio do Slavia de Praga, acabaria mesmo por gelar a Red Bull Arena, com um remate em jeito de fora de área, não dando qualquer hipótese a Diogo Costa e abrindo o marcador aos 62'. Aos 69', numa infelicidade, Robin Hranac colocou a bola na própria baliza e devolveu a igualdade ao placard. Quando tudo parecia perdido, Francisco Conceição fez o golo da vitória, já depois dos 90 minutos.


Com esta vitória - Portugal estreia-se no Campeonato da Europa com um triunfo bastante suado, num jogo em que Cristiano Ronaldo e companhia tiveram oportunidades suficientes para chegar a números de goleada. Desta forma, a equipa das quinas lidera o grupo, com três pontos, em igualdade pontual com a Turquia, que bateu a Geórgia, por 3-1.

Portugal vai agora recarregar baterias para o próximo embate na competição. Os comandados de Roberto Martínez enfrentam as turcos, que entraram na prova com o pé direito. O duelo está marcado para o próximo sábado, dia 22 de junho e tem pontapé de saída agendado para as 17h00, no Signal Iduna Park, estádio do Borussia Dortmund.



Futebol

QUEREM VER… MÁRIO RUI FOI APONTADO A OUTROS DESTINOS E PODE ACABAR A SER REFORÇO DO SPORTING

Internacional português foi colocado no mercado de transferências pelo Nápoles e já começou a 'agitar águas'

Mário Rui foi colocado na rota do Sporting, mas só termina contrato em 2026
Mário Rui foi colocado na rota do Sporting, mas só termina contrato em 2026

  |

Icon Comentário0

O nome de Mário Rui está a ser novamente associado ao Sporting. Apesar de os rumores serem mais fortes no que toca à contratação do internacional português por parte do Benfica, o jogador do Nápoles continua a ser colocado na mira dos verdes e brancos para integrar o plantel de Rúben Amorim na próxima época.

Na realidade, recentemente, também a imprensa transalpina já havia dado conta do interesse do Clube de Alvalade na contratação do lateral, colocando, além do emblema liderado por Frederico Varandas, Benfica e Porto entre aqueles que estavam atentos a eventuais negociações do jogador, que ainda tem contrato com os italianos até 2026, mas terá sido colocado no mercado.


“Os contratos não significam tudo. O Nápoles pediu-me para levar o Mário Rui para outro clube, mas eu podia dizer que ele tem mais dois anos de contrato e que ia ficar. Os contratos são válidos, mas há dinâmicas que podem mudar as coisas”, garantiu Mario Giuffredi, agente do futebolista, no passado dia 31 de maio.


O eventual desejo em Mário Rui surge do facto de o Clube de Alvalade estar na busca de um novo ala esquerdo para a próxima temporada. Tal como noticiou, em Exclusivo, o Leonino, o Sporting pretende reforçar a posição e dar maior profundidade ao plantel de Rúben Amorim.

Em 2023/24, Mário Ruiavaliado em 3,5 milhões de euros – disputou 28 encontros, com a camisola da formação azzurri, tendo feito duas assistências, ao longo dos 1.562 minutos em que esteve em campo. Esta foi a sua sétima e última temporada no Nápoles, clube ao qual chegou, em 2017/18, por empréstimo da Roma, tendo assinado na época seguinte, de forma definitiva, a troco de uma verba de 5,75M.



Modalidades

BICAMPEÕES

Sporting é a primeira equipa portuguesa de hóquei em patins a vencer a Liga Europeia pela terceira vez

Leonino - Onde o Sporting é notícia
Leonino - Onde o Sporting é notícia

  |

Icon Comentário0

No sábado, o único dérbi que me prendia a atenção e me dava alguma ansiedade era o da noite. O Sporting-Benfica de hóquei em patins a contar para a meia-final da Liga Europeia. De tal forma que ‘passei’ pelo dérbi de futebol com uma tranquilidade que nem foi alterada quando o resultado estava em 3-0 ou 4-1. Sim, a possibilidade de terminar a Liga de futebol sem derrotas era aliciante. Mas Rúben Amorim estava mais interessado, e bem, em perceber num jogo de elevado grau de dificuldade como se comportava a dupla Daniel Bragança/Matheus Nunes. Porque na próxima época, sem o descanso europeu a meio da semana e sem a certeza de poder contar com João Mário, talvez esses jogadores sejam chamados mais vezes ao onze... ou não, depende da leitura que o treinador fez ao desempenho deles, não podendo a mesma ser elaborada à margem do facto de o Benfica ter promovido naquele sector do terreno uma luta de 3 para 2, com a colocação de Pizzi sempre perto de Weigl e Taarabt, o que se alterou de certa forma aos 53’ com a troca do marroquino por Gabriel. Mas deixemos o futebol e vamos lá ao que interessa.

Na década de 1970 era fácil ter enorme paixão pelo hóquei em patins. Não sei, para dizer a verdade, se gostava mais que o meu pai me levasse ao hóquei ou ao futebol. Ver o Chana passar por trás da baliza, fazer a picadinha e conseguir o golo com um pequeno toque ‘aéreo’ ao primeiro poste era o momento especial pelo qual sempre esperava. E raro era o jogo em que o craque me dececionava por não o concretizar. Dizia-me o meu pai que o Livramento é que era o verdadeiro génio da ‘coisa’. Mas eu só tinha olhos para os golos do Chana e para as defesas do Ramalhete. E, claro, lá estive aos 9 anos na meia-final de 76/77 contra o Voltregá, como não faltei à primeira mão da final com o Villanueva do fantástico Carlos Trullols (entre ele e o Ramalhete é melhor não discutir qual era melhor, eram os dois autênticos muros à frente da baliza). O Sporting era indiscutivelmente a melhor equipa da Europa. De tal forma que a Seleção de Portugal foi campeã europeia nessa altura com o cinco leonino.


Quando o Sporting deixou de ter equipa sénior de hóquei em patins, a meio da década de 1990 chamei muitos nomes a muita gente. Para mim, era impensável terminar com a segunda modalidade que mais troféus internacionais dera ao Clube, entre eles o de campeão europeu. Mas ser sportinguista também é isto, ter de assistir a episódios vergonhosos e seguir o caminho com a convicção de que os dias de sol serão mais que os de chuva. E a verdade é que o sol voltou a brilhar pelo trabalho insistente de Gilberto Borges, peça-chave para o regresso da modalidade a partir de 2010 (na 3ª divisão), embora, de forma oficial, o hóquei em patins só voltasse à gestão do Clube em 2014. E logo nesse ano foi contratado Ângelo Girão e seria conquistada a Taça CERS. Foi o primeiro passo.


Em 17/18, ao fim de 30 anos de seca, o hóquei voltou a vencer o título português. Um ano depois, em 2019, nova marca cairia, o Sporting vencia a Liga Europeia 42 anos depois do ‘cinco mágico’ (Ramalhete, Sobrinho, Rendeiro, Livramento e Chana) o ter conseguido pela primeira vez.

Depois disto, restava a afirmação definitiva: ser a primeira equipa portuguesa a revalidar o título e ser a única equipa portuguesa com três triunfos na principal competição, ultrapassando os dois de FC Porto e Benfica.


Foi com isto tudo na cabeça que assisti ao emocionante jogo com o Benfica, acreditando sempre na vitória apesar de andarmos de desvantagem em desvantagem... até à vantagem final nos penáltis.

Bom presságio: em 2019 (lá estive, agora no Pavilhão João Rocha, com mais 42 anos do que o miúdo de 9 em 1977) também passámos pelo Benfica na meia-final antes de enfrentarmos o FC Porto no jogo final. Pela televisão e não ao vivo, não foi a mesma coisa. Mas no final a alegria por ver o Sporting bicampeão (mais Gilberto Borges [diretor da secção], João Alves [secretário técnico], Paulo Freitas [treinador] e os jogadores Girão, Platero, Toni Pérez, Zé Diogo, Romero, Pedro Gil e Ferrant-Font, nomes que se repetem nos dois títulos) valeu por tudo.

As últimas semanas foram em tons de verde e branco. No final desta, o futebol feminino pode ser campeão nacional, se vencer o Benfica na última jornada A equipa de basquetebol começará a discutir o título frente ao FC Porto e a de futsal, se tudo correr sem surpresas, também estará na final do playoff. Esta mesma equipa de hóquei em patins segue em vantagem sobre o Óquei de Barcelos para atingir a final. Vamos acreditar. Em breve teremos mais dias de sol para sorrir.


envelope SUBSCREVER NEWSLETTER


"NÃO NEGOCEIAM POR MENOS DE 30 MILHÕES": SPORTING 'ENTALADO' E VARANDAS PREPARA LIVRO DE CHEQUES
Futebol

"NÃO NEGOCEIAM POR MENOS DE 30 MILHÕES": SPORTING 'ENTALADO' E VARANDAS PREPARA LIVRO DE CHEQUES

 

Icon Comentário0
INÁCIO MAIS PERTO DE FICAR NO SPORTING E BEM PODE AGRADECER A JARRAD BRANTHWAITE
Futebol

INÁCIO MAIS PERTO DE FICAR NO SPORTING E BEM PODE AGRADECER A JARRAD BRANTHWAITE

 

Icon Comentário0
DIOMANDE TOMA DECISÃO DRÁSTICA QUE O AFASTA… DO SPORTING
Futebol

DIOMANDE TOMA DECISÃO DRÁSTICA QUE O AFASTA… DO SPORTING

 

Icon Comentário0