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A 3 de abril de 2019, o Sporting recebeu e venceu a equipa do Benfica, por 1-0, graças a um grande golo de Bruno Fernandes, ao minuto 75, que foi suficiente para inverter a desvantagem de 2-1 que vinha da primeira mão e para assim seguir em frente rumo à grande final que se viria a disputar no Estádio do Jamor, diante do Porto.
Já do lado do Benfica, o técnico Bruno Lage, que curiosamente volta a liderar as águias esta temporada e que já tinha vencido em Alvalade nesta época por 4-2, escolheu à data o conjunto de jogadores: Mile Svilar, André Almeida, Rúben Dias, Jardel (que capitaneou a equipa) Álex Grimaldo, Sérvia Ljubomir Fejsa, Gabriel Pires, Rafa Silva, Haris Seferovic, e João Félix.
A formação leonina tinha perdido na primeira mão realizada no Estádio da Luz, e chegou a estra em desvantagem por 2-0, tendo reduzido graças a um espetacular remate de livre de longa distância do capitão verde e branco Bruno Fernandes, deixando tudo em aberto para a segunda mão. Em Alvalade, a primeira parte foi de estudo de ambas as equipas e não existiram grandes oportunidades de golo.
Com o resultado desfavorável vindo da primeira mão, os comandados de Keizer necessitavam de um golo para passarem pela primeira vez para a frente da eliminatória (dado que os golos apontados fora ainda valiam a dobrar), e eis que ao minuto 75, a passe do atual jogador do Boavista, Abdoulay Diaby, Bruno Fernandes desferiu um remate muito potente. Apesar de parecer que Mile Svilar ficou mal na fotografia, a potência da bola tornou o destino das redes encarnadas inevitável.
Esta equipa de 2018/2019 do Sporting foi um misto de jovens promessas e de jogadores mais rotinados. Partilharam nesta temporada o balneário verde e branco conceituados como Nani ou Jeramy Mathieu, em conjunto com duas atuais estrelas do futebol mundial: o já referido Bruno Fernandes, que é umas das estrelas do Manchester United, e o extremo brasileiro Raphinha, que brilha a alto nível com a camisola do Barcelona.
Esta vitória sempre saborosa frente à equipa do Benfica ganhou ainda maior valor visto que a formação leonina bateu, no final dessa temporada, no Estádio do Jamor, a formação do Porto, que na altura era treinada por Sérgio Conceição. O encontro foi muito equilibrado, com empate a um golo fim dos 90 minutos e a duas bolas após prolongamento. Ainda assim, os leões conseguiram a vitória nas grande penalidades, por 5-4, com Luiz Phellype a converter o remate decisivo.
Formação verde e branca 'arranca' triunfo a ferros frente aos azuis do Restelo e tem tudo para conseguir conquistar o campeonato que é há muito desejado
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Do lado da turma de Alvalade, Augusto Inácio escolheu, para não ceder pontos numa altura decisiva das contas do titulo, o seguinte onze: Peter Schmeichel, César Prates, Beto, Rui Jorge, André Cruz, Aldo Duscher, Luís Vidigal, Pedro Barbosa, Mbo Mpenza, Beto Acosta o autor do golo decisivo e por fim o avançado Edmílson.
Já o malogrado Vítor Oliveira, que à época orientava o emblema da cruz de cristo, escolheu os seguintes jogadores para enfrentarem a formação verde e branca: Marco Aurélio, Paulo Cabral, Lito Vidigal, Wilson, Filgueira, Fernando Mendes, Franklin, Pedro Estrela, Jesús, e no ataque esteve Haruna Doda.
Na primeira parte deste encontro em que era vital a vitória para o conjunto verde e branco, não houve qualquer golo e o resultado permaneceu inalterado ao cabo dos primeiros 45 minutos. O domínio do Sporting foi visível, porém, não materializado, e a equipa do Belenenses, que à época era muito perigosa, estava sempre à espreita.
No segundo tempo, as emoções estiveram à flor da pele e foi com um golo ao minuto 55 que Beto Acosta faturou um belo golo que viria a ser decisivo para o resultado desta partida referente à jornada 28 da Liga portuguesa na edição de 1999/2000.
A formação comandada por Augusto Inácio viria mesmo a sagrar-se campeã nacional, interrompendo um jejum que já durava há 18 anos. A equipa do Sporting já não vencia o campeonato desde a edição de 1981/1982. O Clube de Alvalade terminou a prova com 77 pontos conquistados, mais quatro do que o segundo classificado, o Porto, e oito sobre o Benfica.
Nesta temporada, vários analistas afirmaram que foi no mercado de transferências de janeiro que a formação verde e branca conseguiu levar a melhor sobre os rivais, devido a contratações cirúrgicas como César Prates ou André Cruz, peças que se revelaram fundamentais no xadrez montado na segunda parte da época orientada por Augusto Inácio.
Formação de Alvalade sofre derrota pesada frente ao eterno rival e é eliminada da prova rainha, ficando somente com o campeonato por disputar
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A formação do Benfica bateu a turma verde e branca a 2 de abril de 1983 e avançou, assim, na Taça de Portugal, afastando o Sporting da possibilidade de disputar a final no Estádio do Jamor. O resultado foi categórico, com as águias a aplicarem um 3-0 aos leões, não deixando margem para dúvidas na justiça do resultado.
O treinador sueco Sven Goran Erikson escolheu para este duelo do Dérbi eterno o seguinte onde: Bento, Pietra, Álvaro Magalhães, Alberto Bastos Lopes, Humberto Coelho, Shéu, Carlos Manuel, João Alves, Diamantino, Chalana e no ataque esteve o avançado da antiga jugoslávia Zoran Filipovic.
Já o técnico leonino António Oliveira optou por escolher o seguinte onze num duelo que prometia ser muito complicado: António Fidalgo, Kikas, Zezinho, Fernando Festas, Vanio Kostov, Carlos Xavier, Mário Jorge, Lito, Rui Jordão, Carlos Freire, e no ataque esteve o eterno goleador Manuel Fernandes.
A formação encarnada não deu hipóteses e entrou de rompante logo com um grande golo de Fernando Chalana, ao minuto 25, ao que se seguiu um novo tento apontado por Diamantino Miranda, ao minuto 30, que deixou os comandados de António Oliveira sem resposta. O resultado de 2-0 ficou intacto até ao intervalo.
No início do segundo tempo, a formação leonina tentou reagir e entrou com uma atitude mais desejável, no entanto, o remate apontado por Carlos Manuel deitou por terra todas as esperanças que a Listada verde e branca podia ter de obter alguma coisa positiva dessa partida, que teve a formação encarnada com vencedora incontestável por três golos sem resposta.
O terceiro lugar nesta época apenas valeu o apuramento para a Taça UEFA, a segunda maior competição europeia, o que olhando para a constelação de estrelas que dispunha na altura António Oliveira não deixa de saber a pouco, dada a extrema qualidade do plantel verde e branco, bem como a responsabilidade de um Clube com a história do Sporting.
Clube de Alvalade esteve sempre na frente do marcador e vai disputar a conquista da prova rainha no Jamor, frente ao Porto
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No dia 2 de abril de 2024, o Sporting empatou, a duas bolas, na deslocação ao reduto do Benfica. No jogo válido para a segunda mão da Taça de Portugal, o Clube de Alvalade garantiu um lugar no Jamor, com tentos de Morten Hjulmand (47’) - que está na mira do Manchester United - e Paulinho (55’), enquanto Nicolás Otamendi (52’) e Rafa Silva (64’) fizeram os golos das águias.
Ruben Amorim fez alinhar Franco Israel (GR), Ousmane Diomande (46’), Sebastián Coates (C), Gonçalo Inácio, Ricardo Esgaio (46’), Daniel Bragança (66’), Morten Hjulmand, Nuno Santos (46’), Francisco Trincão, Viktor Gyokeres (47’) e Paulinho (85’). Geny Catamo (46’), St. Juste (46’), Matheus Reis (46’), Hidemasa Morita (66’) e Marcus Edwards (85’) entraram no decorrer da partida.
Anatoliy Trubin (GR), Alexander Bah, António Silva, Nicolás Otamendi (C), Fredrik Aursnes, Florentino Luís (90’), João Neves, Di María, Rafa Silva, David Neres (85’), Casper Tengstedt (79’) foram opções iniciais de Roger Schmidt. Marcos Leonardo (79’), Tiago Gouveia (85’) e João Mário (90’) deram o seu contributo no segundo tempo.
Após a vitória na primeira mão, por 2-1, no Estádio José Alvalade, o Sporting entrou no reduto do Benfica com alguma confiança. Depois de uma primeira parte sem golos, os comandados de Ruben Amorim começaram a segunda parte com tudo e Morten Hjulmand, com uma bomba de fora da área, inaugurou o marcador aos 46 minutos.
Todavia, a resposta do Benfica não se fez esperar. Aos 52 minutos do dérbi eterno, David Neres cruzou e Nicolás Otamendi, solto ao segundo poste, empatou de novo o dérbi eterno, a uma bola. Porem, os comandados de Ruben Amorim mostraram do que são feitos e não se revelaram intimidados com o tento sofrido.
Aos 54 minutos, Geny Catamo disparou com força e Anatoliy Trubin largou a bola para a frente. Paulinho, no sítio certo, não facilitou e voltou a colocar o Sporting na frente do marcador. Aos 64 minutos, novo golo do Benfica, com Rafa Silva, que, entretanto, abandonou as águias, a fazer o 2-2 no dérbi entre leões e águias.
Até final, o marcador não haveria de sofrer mais alterações, o que significou que o Sporting garantiu um lugar na final da Taça de Portugal, diante do Porto. No encontro decisivo no Jamor, a turma de Ruben Amorim, que jogou reduzida a 10 haveria de ser derrotada pelos dragões, por 2-1, após prolongamento.