Futebol
Italianos loucos com Alisson; Saiba o que dizem os estrangeiros sobre extremo cedido pelo Sporting
16 Fev 2026 | 15:20
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Futebol
17 Ago 2020 | 09:56 |
Ainda em campanha eleitoral, Frederico ‘ao sabor dos ventos’ Varandas tentou copiar a retórica do vizinho do lado ao garantir ter para o futebol um plano que envolvia a criação de uma superestrutura, a qual na sua cabeça ia do roupeiro ao líder (ele mesmo). Era tal coisa nunca vista que os resultados da equipa surgiriam de forma natural. “As pessoas pediam-me que só não queriam ficar abaixo do 3º lugar. Hoje dá-me satisfação os Sportinguistas dizerem que temos uma equipa que acreditam que pode ser campeã”. A frase é de Varandas, na entrevista que concedeu para assinalar os 100 dias de presidência. A soberba surgia em pleno ‘keizerball’, período no qual o treinador holandês (indicado como o ideal para dar corpo ao projecto elaborado) amealhou vitórias, umas atrás das outras. A superestrutura estava em funcionamento e todos sabemos como esta história terminou. Aliás, esta e outras, em concreto as histórias de quatro treinadores despedidos em duas épocas. A equipa, nas duas épocas, nunca lutou para ser campeã e terminou em 19/20 mesmo abaixo do 3º lugar. Está a ver, Frederico, os adeptos que lhe pediam por tudo para evitar que a equipa descesse abaixo do 3º lugar percebiam/percebem melhor o contexto do jogo do que você.
Por isso, com toda a inaptidão que Varandas já demonstrou, fica difícil a um sportinguista exibir algo parecido com optimismo em relação à nova temporada que para nós começa hoje. Porque se outros já abandonaram a conversa da estrutura e agarraram-se à escolha do novo treinador e dos novos jogadores como um náufrago se agarra a um pedaço da madeira em alto mar, no Sporting CP vemos que o Presidente do Conselho de Administração da SAD ainda nem percebeu os equívocos na constituição dessa tal estrutura. Porque a mesma não contempla um Gestor de Activos (funções que não se confundem com a de Diretor Desportivo), tão-pouco uma equipa de scouting assertiva e, essa sim, a atuar sob a orientação do Diretor Desportivo.
O primeiro tem de preocupar-se em mostrar a sua capacidade de gestão do plantel na folha do balanço financeiro, cuidando de dar à administração as melhores condições de compra, venda e aluguer de activos.
Ao segundo cabe a função de guiar o scouting no caminho de jogadores que se enquadrem no perfil previamente definido entre ele próprio e o treinador (com atenções mais centradas nos mercados periféricos do que no das principais ligas europeias) ; cabe-lhe também a importante tarefa de zelar pelos interesses desportivos da SAD (garantindo que o treinador está todos os dias ligado com os objectivos definidos pela administração), bem como proteger o papel do treinador. Ora, pelo que se vê e pelo que se ouviu na entrevista de José Pedro, adjunto de Silas, Hugo Viana não cumpriu com sucesso, até ao dia de hoje, qualquer dessas tarefas. Mas então como continua a merecer toda a confiança do patrão? Provavelmente porque o patrão tem uma ideia errada de qual deve ser o papel de um Diretor Desportivo.
Ora, após as apresentações oficiais de Antunes e Porro, como ficámos? Com Nuno Mendes, Borja, Acuña e Antunes no papel de soluções para o papel de falso lateral-esquerdo; com Ristovski, Rosier, Bruno Gaspar e Porro para desempenhar o mesmo papel no corredor contrário. Um Gestor de Activos, previamente avisado da entrada iminente de dois laterais, cuidaria desde logo de encontrar clube(s) para, pelo menos, um jogador de cada corredor. Ao fazê-lo à posteriori, como sucederá, a SAD parte claramente de posição fragilizada. Os possíveis interessados sabem agora estar a negociar excedentes, pelo que podem comprar em baixa, não pagando sequer verbas equivalentes às gastas pelo Sporting (caso evidente de Rosier), ou podem negociar empréstimos vantajosos, sem obrigação de compra e até exigir alguma repartição de salários. Ao Sporting pode então só restar um caminho para não ficar a perder muito: entregar os excedentários às mãos de Jorge Mendes, que logo encontrará entre os vários clubes que ‘controla’, um que lhe deva favores e se veja obrigado a aceitar o ‘embrulho’. Acontece que quando um clube se mete por estes caminhos para se livrar de ’problemas’ também acaba a receber ‘embrulhos’. E o Sporting, desde que Varandas e Hugo Viana entraram, já recebeu um de 2 milhões.
P.S - Há mês e meio escrevi aqui sobre ‘o momento Bryan Ruiz’, aquele em que o erro de um jogador pode aniquilar as possibilidades de êxito de uma equipa numa determinada prova. Expliquei que nenhum treinador, por melhor que seja, nenhuma estrutura por mais competente que seja, nenhum salário, por mais elevado que seja, consegue controlar esse momento. Sterling, no mesmo estádio e na mesma baliza, deu no sábado ‘o momento Bryan Ruiz’ ao mega milionário Man. City. Na Champions.
Algoritmo da OPTA lançou as suas possibilidades sobre conquista da maior competição de clubes da Europa e percentagem dos leões não é favorável
16 Fev 2026 | 17:30 |
O supercomputador da Opta simulou 10 mil vezes o desfecho da Champions League, já depois da realização do sorteio do play-off, recorrendo às odds de apostas mas também aos seus power rankings, e o Sporting tem poucas chances de vencer a competição milionária.
A percentagem de hipóteses de uma conquista verde e branca é de apenas 1,87%. Ainda assim, é uma percentagem maior do que emblemas como o Atlético de Madrid, Juventus, Borussia Dortmund e Benfica. As águias têm 0,52% de chance.
As equipas com mais oportunidades de vencerem a competição europeia são Chelsea (7,66%), Liverpool (9,21%), Manchester City(11,42%), Bayern Munique(14,38%) e o favorito Arsenal, de Viktor Gyokeres, com 28,85% de chance de vitória final.
Vale lembrar que os leões também foram "alvo" do Supercomputador Opta na última jornada da fase de liga, com um resultado mais simpático. Os leões tiveram estas probabilidades: Apuramento direto para os oitavos: 37,4%; Apuramento no mínimo para o ‘play-off‘: 100%..
O Sporting terá de aguardar até ao sorteio de 27 de fevereiro para saber qual o adversário que estará entre os "16 melhores" do velho continente, que então sairá deste quarteto: Benfica (24.º classificado) , Bodo/Glimt (23º), Real Madrid (9º) ou Inter Milão (10º).
Vitória garantiu três pontos importantes aos leões, mas houve um momento especial fora das quatro linhas que também marcou a noite
16 Fev 2026 | 17:11 |
No passado domingo, dia 15 de fevereiro, o Sporting recebeu o Famalicão no Estádio José Alvalade e venceu por 1-0, num encontro decidido na segunda parte. A vitória garantiu três pontos importantes aos leões, mas houve um momento especial fora das quatro linhas que também marcou a noite.
Para José Pedro, de apenas três anos, filho de Francisco Rodrigues dos Santos, o instante mais inesquecível não foi o resultado, mas sim a entrada em campo ao lado de Morten Hjulmand. O rapaz teve a oportunidade de pisar o relvado de Alvalade de mão dada com o Capitão leonino.
O momento foi captado em vídeo pelo Sporting e partilhado nas redes sociais do Clube de Alvalade, mostrando a entrada das equipas em campo antes do apito inicial. Nas imagens, é possível ver José Pedro ao lado do futebolista dinamarquês.
Quem não deixou passar a ocasião foi Inês Vargas, mulher do antigo líder do CDS, que fez questão de assinalar ao republicar o vídeo nas suas redes sociais. A partilha rapidamente gerou reações entre seguidores e adeptos do emblema verde e branco.
Esta temporada, com a camisola do Sporting, Morten Hjulmand – avaliado em 50 milhões de euros – participou em 31 partidas: 19 na Liga Portugal Betclic, sete na Liga dos Campeões, três na Taça de Portugal, uma na Taça da Liga e outra na Supertaça. Nos 2.822 minutos em que esteve em campo, o capitão dos leões marcou dois golos e fez quatro assistências.
Analista desportivo deixou ainda críticas implícitas às escolhas de Rui Borges para o duelo diante do Famalicão, da 22.ª jornada
16 Fev 2026 | 16:28 |
Tomás da Cunha recorreu às redes sociais para analisar a exibição do Sporting frente ao Famalicão (1-0), deixando reparos ao rendimento de algumas das principais figuras da equipa leonina, nomeadamente Morten Hjulmand e Hidemasa Morita.
T. da Cunha: “Hjulmand e Morita, antes referências de estabilidade no Sporting, estão demasiado irregulares"
“Hjulmand e Morita, antes referências de estabilidade no Sporting, estão demasiado irregulares. Isso não só dificulta a relação no jogo interior (pouco de Pote, Trincão só quando se juntou a Luís Guilherme) como permite saídas ao Famalicão. Elisor é um excelente avançado de jogo”, escreveu na rede social 'X'.
Já sobre o setor atacante, destacou a importância de Luís Guilherme na sua posição natural: “No ataque do Sporting que ora prejudica um, ora prejudica outro, a melhor notícia é a presença de Luís Guilherme na posição natural. De longe, a referência da equipa na criação de desequilíbrios, não só em 1x1 como ao nível do passe. Mistura os pontos fortes dos outros extremos”.
O analista deixou ainda críticas às escolhas de Rui Borges: “Como no Dragão, ficam dúvidas sobre se Rui Borges escolheu o melhor para a equipa ou o melhor para a hierarquia. O Sporting tenta a proeza de lutar pelo título com as figuras num estado de forma dramático. Ainda tirou protagonismo a Luís Guilherme. Bragança em modo improvável”.
Quanto ao jogo, o Sporting acabou por vencer por 1-0, num encontro decidido já na reta final. Depois de um golo anulado ao Famalicão na primeira parte, os leões assumiram maior controlo no segundo tempo e chegaram ao triunfo com um cabeceamento de Daniel Bragança, garantindo três pontos importantes.
Veja a publicação:
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