Futebol
Porto faz-se de vítima e ataca Sporting; Dragões visam Varandas, Rui Borges e Hjulmand
17 Fev 2026 | 10:33
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Futebol
25 Fev 2021 | 17:00 |
O Leonino esteve à conversa com Nuno Santos, ex-guarda-redes do Sporting, que fazia parte do plantel verde e branco na época do mítico campeonato de 1999/2000. O guardião lembrou os momentos mais importantes e que, na sua opinião, levaram os leões ao título. A palavra de ordem foi apenas uma: união.
“Um dos grandes segredos foi essa união e todas as coisas que fazíamos em segredo dos deuses”
“Relembro-que que tínhamos uma união enorme. Os jogos eram ao domingo e nós, à sexta-feira, fazíamos os banhos e massagens. O ‘manca’, o Paulinho, ia buscar as chamuças com as cervejas e nós íamos para os banhos de imersão ali a confraternizar. Pode não parecer, mas esses momentos também faziam com que nos uníssemos cada vez mais e com que o grupo se conhecesse cada vez melhor. Um dos grandes segredos foi essa união e todas as coisas que fazíamos em segredo dos deuses. Era algo como se estivesse no nosso regulamente interno, todos os jogadores tinham de estar presentes para perceberem um bocado a mística de uma equipa campeã”, começou por explicar, contando, de seguida, alguns episódios que ainda hoje lhe enchem a memória.
“A história mais marcante, nesse ano, foi seguramente quando estávamos a sair de Vidal Pinheiro, onde tínhamos imensas pessoas no meio da estrada. Lembro-me de um episódio em particular, em que estava um casal numa mota, enquanto víamos do autocarro, e a rapariga, que vinha à pendura, tira a camisola para mostrar os peitos ao pessoal do Sporting (risos). Lembro-me porque ela tinha lá escrito o número de telemóvel, e começámos todos a rir no autocarro, porque não era uma situação normal”, recordou, lembrando ainda a chegada ao velhinho Alvalade.
“Depois, quando chegámos ao Estádio, uns foram para a Praça do Comércio, outros para o Estádio onde estavam 70 mil pessoas. Lembro-me de lá estar o Jorge Gabriel, que era o speaker da altura, a pedir aos adeptos para terem calma e não invadirem o campo, porque os jogadores iam entrar, para tudo ser pacífico. O Schmeichel foi o primeiro a entrar, depois fui eu e lembro-me de começar a ouvir um assobio descomunal e pensar: “Mas o que é isto?”. Tinha sido a bancada a ceder, a festa acabou logo aí e os adeptos invadiram o campo, retiraram bocados do relvado, redes das balizas, tudo”, relembrou.
“Treinar com o Schmeichel é algo que marca para o resto da vida”
Nuno Santos não poderia deixar de recordar alguém muito importante para o seu percurso: Peter Schmeichel. “Fiz a pré-época, nesse ano, com o Nelson e o Schmeichel. No primeiro dia, o de apresentação, fui logo ter com ele, para lhe dizer que era um enorme gosto poder aprender com ele, com o melhor do mundo. Lembro-me de algumas situações do balneário, porque eu era dos que estava há mais tempo no Clube, mas também o ‘cabeleireiro’ do pessoal todo, além do DJ de Kizomba para alegrar a equipa”, explicou, antes de passar às histórias com o ‘Grande’, como lhe chama.
“Treinar com o Schmeichel é algo que marca para o resto da vida. Era praticamente o braço direito dele, porque era eu quem lhe traduzia as coisas, porque era quem falava inglês fluente. Acima de tudo, aprendi imenso, é uma pessoa muito aberta, muito dedicada ao trabalho, bastante rigoroso e fez-me entender que, na vida, as coisas custam imenso e só com trabalho lá chegamos”, sublinhou.
Ao contrário do que muitos possam pensar, devido à sua postura ameaçadora entre os postes, também Schmeichel era o entusiasta de muitos episódios caricatos entre o grupo.
“Com o ‘Grande’ tive vários episódios. No dia em fomos campeões e estávamos a festejar no Estádio, só me lembro dele a afastar tudo e todos por causa dos filhos, com os adeptos a tombarem no chão”, contou, falando também dos seus momentos mais característicos antes de cada encontro.
“Antes dos jogos, os jogadores criavam aquela rodinha com ele todo nu, porque ainda não estava equipado e ouvíamos o Inácio a dizer: “Peter, então? Despacha-te”, e ele só respondia: “Calma, já viste algum jogo começar sem guarda-redes?”. A verdade é que o grito dele fazia tremer, mas motivava muito, já sabíamos que eram momentos que aconteciam todos os jogos”, recordou.
“Éramos apertados por todo o lado”
Além disso, Nuno Santos partilhou as suas experiências no que toca a clássicos, de forma a antever aquele que o Sporting enfrenta já este sábado, referindo que, atualmente, as coisas mudaram bastante.
“Os clássicos, antigamente, eram muito diferentes do que são agora. Lembro-me de jogarmos nas Antas e estar no autocarro, até perto da hora do jogo… era um inferno. Éramos apertados por todo o lado, porque era algo que fazia parte do ADN do Porto. Era uma forma de nos melindrarem para entrarmos dentro de campo com medo, porque também acontecia no túnel. Hoje em dia já não, mas claro que são jogos com muita responsabilidade e que fazem com que os verdadeiros homens apareçam e consigam sobressair”, relembrou.
“Chegou a vez destes jovens darem uma alegria aos mais ‘cotas’”
Sobre este sábado, o ex-leão foi claro: “O título está encaminhado, mas não garantido”.
“Certamente o Sporting vai dar uma boa resposta, num clássico que poderá decidir muita coisa. Têm estado muitíssimo bem, com os pés bem assentes na terra, com um treinador que sabe aquilo que quer e é o melhor para o Clube, que está a viver um momento único, muito à custa dos jovens jogadores que estão a despontar, que sentem o símbolo. É dar continuidade, serem humildades como têm sido até agora e certamente que vão deixar a sua marca no Clube, tal como nós deixámos em 1999/200. Chegou a vez destes jovens darem uma alegria aos mais ‘cotas’, pois quem é do Sporting já sofre há bastante tempo. O título está encaminhado, mas não garantido. Os jogos só acabam quando o árbitro apita, nunca vi uma equipa ganhar antes de ele ser jogado, portanto, é continuar a fazer o seu trabalhinho”, terminou.
Começa assim o nosso pré-Clássico em no Leonino, no qual também realizámos uma entrevista com Edmílson Pimenta (VER AQUI).
Técnico dos algarvios do Portimonense destacou ainda a vantagem de Rui Borges conhecer melhor as qualidades do futebolista
17 Fev 2026 | 12:10 |
Tiago Fernandes falou sobre o inédito golo de cabeça de Daniel Bragança no encontro entre Sporting e Famalicão (1-0). O treinador do Portimonense, que orientou o 'camisola 23' dos leões nos iniciados, juniores e sub-23, reencontrou-o já como sénior na equipa principal do Estoril e considera que a fome do jogador é visível em cada ação dentro de campo.
“Comigo, no Estoril, o Daniel também jogou dessa forma, em zonas mais adiantadas. Creio ter sido uma das temporadas em que marcou mais golos”, disse ao jornal 'Record'. O técnico dos algarvios destacou ainda a vantagem de Rui Borges conhecer melhor as qualidades do futebolista.
T. Fernandes: "Está com mais fome do que os outros”
“O Rui, agora, já o conhece há mais tempo, pois está a treiná-lo há uma época e meia. Percebe melhor aquilo que o Daniel pode dar mais à equipa. Ele está bem, está confiante e quer recuperar o tempo perdido. Está com mais fome do que os outros”, garantindo que poderá deixar uma marca significativa no que resta da temporada.
“Vai ser um jogador muito importante, dando aquele toque de classe de que a equipa precisa no último terço do terreno”, concluiu Tiago Fernandes, sublinhando o papel decisivo que o futebolista poderá ter na reta final da Liga Portugal Betclic.
Na temporada desportiva de 2025/26, com a camisola do Sporting, Daniel Bragança – avaliado em 10 milhões de euros – realizou um encontro pela equipa B e seis encontros pela formação principal. No total, em 200 minutos de utilização, o médio marcou dois golos.
Vilacondenses perderam por 2-1 frente aos cónegos, esta segunda-feira, dia 17 de fevereiro, em Vila do Conde, no encontro que encerrou a 22.ª jornada
17 Fev 2026 | 11:17 |
O Rio Ave saiu derrotado por 2-1 frente ao Moreirense, esta segunda-feira, dia 17 de fevereiro, em Vila do Conde, no encontro que encerrou a 22.ª jornada da Liga, somando assim o quinto desaire consecutivo na competição. Diogo Travassos, que vai integrar a pré-poca dos leões em 2026/27, fez uma assistência.
A equipa da casa acabou por sofrer o primeiro golo aos 17 minutos, por intermédio de Rodrigo Alonso. Apesar da desvantagem, o Rio Ave reagiu e conseguiu chegar ao empate ainda antes do intervalo, com Jalen Blesa a finalizar com sucesso aos 42 minutos, devolvendo a esperança aos adeptos.
Na segunda parte, porém, o Moreirense voltou a adiantar-se no marcador aos 57 minutos, por Mateja Stjepanovic, após passe de Diogo Travassos. A partir daí, o Rio Ave tentou responder, mas revelou dificuldades em criar situações claras de golo, não conseguindo evitar nova derrota.
Este resultado mantém os rioavistas no 15.º lugar da tabela classificativa, com 20 pontos. Desde o triunfo frente ao Casa Pia, a 4 de janeiro, os vilacondenses registam derrotas frente a Benfica, Nacional, Arouca, Braga e agora Moreirense. Por sua vez, a turma de Vasco Botelho da Costa, está no sexto lugar com 33 pontos.
Neste início de temporada, Diogo Travassos - avaliado em 2,5 milhões de euros - foi emprestado pelo Sporting à formação do Moreirense, em busca de ganhar mais ritmo competitivo. Em Moreira de Cónegos, conta já com 19 partidas realizadas (1.558 minutos de utilização) com quatro golos e duas assistências.
Antigo futebolista fez questão de sublinhar o trabalho desenvolvido pela atual Direção, destacando a evolução recente dos leões
17 Fev 2026 | 10:54 |
O Sporting vai a votos no próximo dia 14 de março, com os associados a escolherem entre Frederico Varandas e Bruno Sorreluz. Atento ao momento eleitoral, Luís Figo fez questão de sublinhar o trabalho desenvolvido pela atual Direção, destacando a evolução recente dos leões, admitindo que poderá mesmo candidatar-se à liderança daqui a uns anos.
L. Figo: “Nos últimos anos o Sporting tem sido alvo de uma gestão fantástica"
“Nos últimos anos o Sporting tem sido alvo de uma gestão fantástica, não só em termos de resultados desportivos, mas também do clube, principalmente se tivermos em conta de onde vinha e para onde agora vai. O Sporting está bem entregue. Candidatar-me? Sporting é o meu primeiro clube, por isso respeito-o e admiro-o. Sou Sócio há mais de 20 anos e não sei se o nosso destino se vai cruzar... tudo depende das oportunidades de um e de outro. Se acontecer ficarei extremamente feliz, mas se não acontecer vou continuar na minha parte de adepto, dando o meu apoio incondicional”, disse.
O ex futebolista, agora com 53 anos, mostrou-se ainda confiante quanto ao futuro desportivo dos leões. “Espero que o Sporting continue na senda de ganhar campeonatos. É bicampeão, pode renovar o título, e espero que assim aconteça”, concluiu, em declarações à Sport TV.
Luís Figo, que brilhou num jogo de lendas recentemente, fez toda a sua formação no Clube de Alvalade e, de 1990 a 1995 esteve ao serviço da equipa sénior leonina. Com a Listada verde e branca, o ex-futebolista marcou 23 golos em 155 partidas disputadas, conquistando a Taça de Portugal, em 1994/1995.
Depois, trocou o Sporting pelos espanhóis do Barcelona, antes de se transferir para o Real Madrid, em 2000, e para o Inter em 2005. No ano de 2000 conquistou a tão almejada Bola de Ouro e que o consagrou como um dos melhores jogadores portugueses de sempre.
Porto faz-se de vítima e ataca Sporting; Dragões visam Varandas, Rui Borges e Hjulmand
17 Fev 2026 | 10:33
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17 Fev 2026 | 09:57
Oficial! Ponta de lança do Sporting renova até 2030; Varandas fecha acordo
17 Fev 2026 | 09:38