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Dois objetivos, Rui Borges e bocas de Farioli; Tudo o que disse Varandas após reeleição no Sporting
15 Mar 2026 | 09:43
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27 Jun 2024 | 16:45 |
André Geraldes, ex-diretor desportivo do Sporting, concedeu uma extensa entrevista ao podcast "90+3 by Fora de Jogo", na qual abordou a sua passagem como dirigente no Clube de Alvalade. No caso, um dos temas tocados pelo antigo responsável leonino foi o Cashball, que o mesmo considerou um "circo mediático".
"Quando o Ministério Público parte para uma investigação, deve investigar, e muito bem, indícios. Porque numa fase inicial não se fala de provas, fala-se de indícios. E, por vezes, escondem-se nos tais indícios para fazerem a tal repercussão dos seus processos. Há muita gente a sofrer por isso no nosso país. É dever das entidades competentes que façam o seu trabalho sem mediatismo", começou por dizer.
"Sofri um pouco disso. Vá-se lá saber porquê ou com que intenção, alguém que, pelos vistos, tentava abordar jogadores e árbitros de andebol, pelos vistos, segundo um print retirado de um telefone de terceiros, que foi suficiente para fazer aquele circo mediático que foi o processo Cashball", atirou ainda, fechado de seguida o tema.
"Digo que foi uma vergonha porque nunca o Ministério Público, e até hoje, conseguiu provar que eu tivesse enviado uma mensagem a quem quer que fosse, nem que tinham uma escuta minha a pedir o que quer que fosse. Caiu tudo à primeira, nem sequer conseguiram fazer acusação. Havia muitas pessoas do mundo do futebol que desejavam que o desfecho do processo fosse outro, mas, infelizmente para essas pessoas, não foi", concluiu.
Vale lembrar que o Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol decidiu encerrar permanentemente o caso Cashball, a 17 de novembro de 2023, que remontava a 2018 e que tinha como base suspeitas de corrupção ativas em jogos de andebol do Sporting.
Clube anuncia começo de 'nova' era, após categórica vitória por parte do ainda Presidente leonino no ato eleitoral frente a Bruno Sá
16 Mar 2026 | 16:46 |
Eleito no sábado com 89,47 por cento dos votos dos sócios, contra os 6,28 por cento de Bruno Sá, Frederico Varandas garantiu o terceiro mandato como presidente do Sporting, preparando-se para liderar os destinos do emblema de Alvalade por mais quatro anos.
Desse mesmo modo, o Clube anunciou que a cerimónia da tomada de posse dos Órgãos Sociais eleitos para o quadriénio 2026-2030 está agendada para esta quarta-feira, dia 18 de março, às 18h00, no Auditório Artur Agostinho, no Estádio José Alvalade.
Frederico Varandas vai então liderar os destinos do Sporting durante 12 anos, de 2018 a 2030, só ficando atrás de João Rocha (que já ultrapassou como líder mais titulado), que presidiu os destinos do Clube de 1973 a 1986, ou seja, durante 13 anos.
De referir que o dia de sufrágio acabou por revelar uma forte mobilização dos Sportinguistas (Recorde AQUI). O ambiente foi marcado por grande entusiasmo entre os associados e o processo decorreu de forma tranquila. O resultado representa também a maior percentagem obtida por Frederico Varandas em eleições do Sporting.
Em 2018, quando foi eleito pela primeira vez após o turbulento período que se seguiu à crise que envolveu Bruno de Carvalho e à invasão à Academia Cristiano Ronaldo, venceu com 42,32% dos votos. Já em 2022 tinha reforçado a liderança ao alcançar 85,9%, superando então Nuno Sousa e Ricardo Oliveira.
Antigo ‘team manager’ do emblema verde e branco lembra que primeiros tempos de pilar dos leões não foram algo complicados
16 Mar 2026 | 16:34 |
Miguel Salema Garção, Sócio e antigo dirigente do Sporting, não se mostra surpreendido com a vitória categórica de Frederico Varandas no ato eleitoral de sábado. E nem a distância entre os dois candidatos - 89,47% contra 6,28 % - constitui uma surpresa para o gestor, que enalteceu o crescimento do atual dirigente máximo nos últimos anos
Miguel Salema Garção: "Era, obviamente, uma vitória esperada por parte de Frederico Varandas e seus pares"
"Era, obviamente, uma vitória esperada por parte de Frederico Varandas e seus pares. O incumbente tinha um capital adquirido nos dois anteriores mandatos em contraponto com o outro candidato, que, aliás, mostrou coragem e espírito de iniciativa ao ter ido a votos em circunstâncias bastante difíceis", considerou, em declarações ao jornal Record, antes de pormenorizar em que consistia o capital do Presidente reeleito.
"Refiro-me ao histórico de troféus conquistados nas várias modalidades, em que se destaca o futebol profissional e a notoriedade daí adjacente", ilustrou Salema Garção, avaliando, de seguida, a longevidade de Frederico Varandas no cargo.
Miguel Salema Garção: "É verdade que pode começar a falar-se de longevidade associada a Frederico Varandas"
"O início do primeiro mandato de Frederico Varandas foi conturbado. Não se imaginaria, nessa altura, que pudesse ter o caminho que veio a percorrer. Creio que há um ciclo antes da covid e outra pós-covid, ou, se preferirmos, antes de Amorim e depois de Amorim".
Ao concluir, o antigo dirigente evitou comparações com o presidente que hoje dá nome à 'casa das modalidades' do Clube: "O presidente João Rocha marcou a história e várias gerações do do Sporting. Os tempos eram outros. Basta, por exemplo, assinalar que, nesses tempos, não havia o contexto digital. Hoje, há. Com o mandato que agora se inicia, é verdade que pode começar a falar-se de longevidade associada a Frederico Varandas."
João Palma esclareceu que, entre os seis mil votantes que participaram por correspondência, só os votos referentes a cerca de dois mil desses foram validados
15 Mar 2026 | 10:36 |
O Sporting confirmou que o número oficial de votantes nas eleições do Clube de Alvalade foi de 14.337, após as dúvidas suscitadas com o anuncio dos resultados pelo presidente cessante da Mesa da Assembleia Geral (MAG), João Palma.
Depois das declarações, o emblema leonino divulgou os resultados oficiais do ato eleitoral, que reelegeu Frederico Varandas para o quadriénio até março de 2030. De acordo com esses números, 12.897 dos votantes optaram pelo Presidente em exercício, candidato pela lista B, enquanto 919 votaram pelo candidato da lista A, Bruno Sorreluz, 506 em branco e 15 nulo, numas eleições em que estavam habilitados a votar 75.817 associados.
Após o fecho das urnas, o emblema de Alvalade divulgou que o escrutínio contou com 18.268 votantes, número que perfazia a terceira maior participação na historia eleitoral dos leões, antes de João Palma confirmar que o sufrágio contou com 14.337 votantes, ao anunciar os resultados.
O dirigente esclareceu que, entre os seis mil votantes que participaram por correspondência, só os votos referentes a cerca de dois mil desses foram validados, daí a diferença entre os dois números veiculados para o número de votantes. João Palma disse que houve cerca de quatro mil votantes cujos votos foram “desconsiderados”, alegadamente por não cumprirem os requisitos legais para serem validados.
A proporção traduz-se na contabilização de 67.106 votos em Frederico Varandas, que recolheu assim 89,47% do total, de 4.710 em Bruno Sorreluz, mais conhecido como Bruno Sá (6,28%), de 3.115 em branco (4,15%) e de 74 nulos (0,1%), num total de 75.005 votos.