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Sporting despede-se de Jorge Palma ao som de “A gente vai continuar” (vídeo)
22 Set 2026 | 16:54
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04 Mar 2022 | 13:22 |
Um grupo de 50 Sportinguistas apresentou, esta sexta-feira, 4 de março, um manifesto onde defende que “é urgente” pensar na “sustentabilidade” do Sporting a longo.
A lista de 50 subscritores – encabeçada por Joaquim Coutinho Duarte, Luis Filipe Menezes e Vitalino Canas – apela aos “candidatos ao próximo ato eleitoral e todos os que vierem a assumir funções de responsabilidade nos próximos anos se vinculem a um projeto de longo prazo ‘Sporting 2030’”.
Nos 15 pontos apresentados no documento, destaque para a revisão dos Estatutos (“como a criação de uma segunda volta nas eleições”); implementação de um “centro de formação no Norte do País”; e ainda a criação de uma “academia, apenas para a formação, na periferia da cidade de Lisboa. Mantendo a Academia de Alcochete apenas para as equipas seniores do Sporting”.
Confira, na íntegra, o manifesto ‘Sporting 2030’:
Tão importante como as eleições de um clube com a dimensão e projeção mundial do SCP, é pensar na sua sustentabilidade para um período mais longo que aquele que compreende um mandato.
Pensar-se o Sporting, só para o curto e médio prazo, é hipotecar o seu futuro! Existem decisões, ao nível da gestão, que devem ter o meticuloso cuidado de prever a projeção, destas decisões, no futuro do clube!
Sustentabilidade deve ser o mote constante! Quer a nível associativo, desportivo ou financeiro. Esta trilogia obriga a um equilibro constante entre as mesmas. Pois, o sucesso do Sporting, dependerá SEMPRE da sustentabilidade destes três pilares. Nenhum é autónomo! Todos congregados, no mesmo foco, o Sporting, garantem um futuro de sucesso.
A formação tem que ser, cada vez mais, uma bandeira, da qualidade e prestígio que o Sporting granjeou desde há décadas! Oferecendo ao mundo do futebol jogadores ímpares! As infraestruturas desportivas, do Sporting, devem de estar alinhadas com esta demanda!
Os signatários exprimem através deste manifesto um apelo a que os candidatos ao próximo ato eleitoral e todos os que vierem a assumir funções de responsabilidade nos próximos anos se vinculem a um projeto de longo prazo “Sporting 2030”, assente, entre outros, nos pilares que se seguem
Os sócios subscritores deste documento entendem que, para que o SCP possa manter-se na dianteira, deve:
1- Implementar um centro de formação no Norte do País que, para além da captação e formação de talentos, possa servir de apoio logístico às diferentes modalidades nas suas deslocações ao Norte.
2- Criar uma academia, apenas para a formação, na periferia da cidade de Lisboa. Mantendo a Academia de Alcochete apenas para as equipas seniores do SCP.
3- Pensar a formação do Sporting como municiadora natural de jovens jogadores para o plantel principal! Criando assim, não só um estímulo enorme para os jovens da academia, mas também base para um plantel economicamente mais sustentável. Está provado que é possível ser-se competitivo assim!
4- O projeto desportivo do futebol, deve ser sempre supervisionado pela equipa técnica sénior! Assim se garante que estamos a formar jogadores que se encaixam numa “ideia de jogo”! Para garante de eficiência, deste projeto, é importante a garantia de longevidade do técnico principal, por um período não inferior a 5 anos!
5- O projeto desportivo, alinhado com as decisões económicas/financeiras do clube, deve ser sempre contruído de forma a garantir o maior número de presenças na Champions League. Estas presenças, para além da projeção mundial do nome do SCP, são também uma grande montra dos valores que formamos, cujas transferências para clubes com outro poder financeiro são um fator determinante da sustentabilidade financeira do Sporting! Não esquecendo o valor dos prémios de presença! Sem eles, perderemos competitividade para os nossos adversários diretos!
6- Pensar o SCP de modo a que a sua dinâmica nacional seja cada vez maior! Há que dar condições aos nossos núcleos para serem cada vez mais sustentáveis no seu papel associativo e de projeção do SCP. É imperioso chamarem-se os núcleos a participar mais no dia-a-dia a do Sporting! São eles que nos dão a dimensão nacional e mundial em termos associativos! Devemos explorar esta rede de paixão, amor e dedicação ao Sporting, a bem do clube!
7- Gerar uma dinâmica de clube em que, o SCP, seja um só! Dando importância às diferentes modalidades, que também dão projeção mundial ao Sporting. Proporcionando-lhes condições de trabalho para que possam formar os seus próprios atletas! O que as tornará mais autónomas económico-financeiramente.
8- Repensar o SCP, associativamente, de modo a que, as suas assembleias gerais, possam cumprir a sua missão de discussão e deliberação das linhas programáticas e orientadoras da vida do clube.
Um clube com dimensão associativa do Sporting, com mais de cem mil associados, tem que criar condições para a discussão se desenvolver com a grandeza e dignidade que a instituição exige!
9- Gerar condições para que os dias de eleições no SCP sejam dias de “romaria” e de festa para todos os sócios, tornando-se um dia de homenagem e de aproximação aos seus símbolos e referências!
Para tal, é imprescindível definir os mecanismos que permitam aos sócios votar presencialmente onde quer que vivam. Com isso quebra-se a barreira das distâncias e confere-se maior democracia e igualdade aos sócios! Os núcleos podem e devem ter um papel ativo neste assunto, com a criação de mesas de voto nos mesmos!
Com a implementação desta medida muitos sócios, distantes de Lisboa e de Alvalade, poderão optar por ser sócios A, pois terão vantagens em sê-lo. Poderão, por exemplo, ter mais votos por antiguidade! Ou seja, esta medida também traz benefícios financeiros ao Sporting.
10- Urge pensar globalmente nos estatutos do Sporting, modernizando-os, dando-lhes a natureza de uma verdadeira constituição do universo sportinguista. Várias propostas já efetuadas, como a criação de uma segunda volta nas eleições de Presidente do CD, deveriam ser ponderadas nesse contexto.
11- Considerada nesse âmbito devia ser também a criação da figura de Provedor do Sportinguista, como “ferramenta” para se debelarem hipotéticos casos de incompatibilidades, para se resolverem os mal- entendidos com qualquer sócio ou organizações de sócios. Esse deve ser um assunto prioritário, tendo sempre em conta os superiores e reais interesses do SCP!
12- É imperioso que o SCP tenha alguém com a missão, constante, de unir e esclarecer a massa associativa em cada momento importante da vida do clube, evitando assim conflitos que fracionam o Sporting. Ninguém, do universo sportinguista, deve ser excluído ou pensar que as suas opiniões não contam. Todos devem sentir- se integrados!
13- O SCP deve pugnar pela criação de uma verdadeira indústria do futebol nacional, liderada por uma Liga Independente e não uma marionete na mão da maioria dos clubes, nomeadamente dos mais fortes. Essa indústria deve ter a ambição de ser a mais importante, mais mobilizadora de recursos e investimentos, colocando-se logo a seguir às que representam os maiores Estados europeus. Isto pressupõe mudanças radicais de regras e comportamentos, bem como da gestão, que deve ser de imediato mais equitativa, tendo em linha de conta o nível médio dos Campeonatos Nacionais.
14- O SCP deve ter acordos preferenciais com clubes dos Palop e lá manter academias suas subsidiárias.
15- O SCP deve envidar esforços para, com centro em Lisboa, promover um lobby europeu de clubes históricos que contrariem as regras eminentemente economicistas de proteção dos emblemas que se tornaram financeiramente mais poderosos, normalmente por via da injeção de dinheiro de oligarcas russos, de Reis e Sheiks do petróleo e especuladores norte americanos e de outras nacionalidades com poucas tradições futebolísticas, e que levaram a que aqueles clubes históricos, como os “grandes” portugueses, o Anderlecht, o Ajax, o Dukla de Praga, o Dínamo de Zagreb, o Estrela Vermelha de Belgrado, o Young Boys, e até clubes históricos de Países maiores, tenham deixado de fazer parte do grupo que disputa títulos continentais, apesar de provirem de Países que disputam, ao nível das seleções, títulos continentais ou mundiais. Este paradoxo só está a servir para enriquecer uma pequena elite de atletas, agentes e funcionários da UEFA, FIFA e algumas federações nacionais, contrariando todas as regras que, por exemplo, estão por trás dos princípios fundadores da União Europeia.
É urgente trabalhar para a unificação, através de um diálogo esclarecedor, respeitador e constante.
OS SUBSCRITORES:
- Joaquim Coutinho Duarte
- Luís Filipe Menezes
- Vitalino José Ferreira Prova Canas
POR ORDEM ALFABÉTICA:
Ana Adelaide Fernandes de Magalhães
António Ferreira dos Santos
António José Cavaco
António José da Ponte Matos
António Manuel Silva e Sousa
Arménio Leandro Vieira
Bruno Sá
Carlos Alberto da Conceição Braz Pinheiro
Carlos Manuel da Ponte
Diamantino da Silva Coutinho Duarte
Fernando Gabriel Dias Curto
Filipe Nobre Bispo Pereira da Silva
Lara Patricia Nunes Pereira
João Ferreira Gante
João Rui Elias Dos Santos Costa
Jorge Filipe Fonseca Pereira da Silva
José Carlos Medeiros
José Moniz Pimentel
Lufuma Filipe Diamantino Gomes George
Luís Alberto da Ponte Matos
Luis Carlos Madeira Antunes
Luís Miguel Vasques Joaquim
Luiz Manoel Pereira Rodrigues Meira
Marco António da Silva Melo
Marco Sergio Santos Costa
Maria Cabral Furtado
Mário Campos Fontemanha
Mário José Cunha
Miguel José Lebreiro Oliveira
Orlando Coelho
Osvaldo Manuel da Silva
Pedro Alexandre Moreira Coelho
Pedro José de Oliveira Carraca
Rafael Madeira Matos
Raul Miguel de Castro
Ricardo Manuel de Amaral Rodrigues
Rita Maria Pimentel Madeira
Rúben Manuel da Costa Carreira
Rui Filipe Bernardo Sampaio Baptista
Rui Kuchembuch Ferreira
Sara Madeira Matos
Sara Monteiro de Matos
Sérgio Alexandre Ramos Soares
Tiago Filipe Jordão Matias
Tiago Filipe Maia Leal
Valerio Manuel Costa Neves
Yara Monaliza da Fonseca Madeira Duarte
Ex candidato à presidência também chama a atenção para a questão da lotação do Estádio José Alvalade e para a crescente aposta nas áreas premium
23 Set 2026 | 16:51 |
O Relatório & Contas da Sporting SAD relativo à temporada 2025/26 continua a gerar reações e Bruno Sá deixou um alerta sobre o modelo financeiro apresentado pelo Clube de Alvalade. Apesar dos resultados positivos alcançados no último exercício, o ex candidato à presidência considera que existem encargos futuros que merecem atenção.
Entre os pontos destacados está um empréstimo cujo pagamento só terá início em 2029, coincidindo com o último ano do atual mandato. O empresário aponta este calendário como um dos aspetos que mais o preocupa nas contas apresentadas pela administração, liderada por Frederico Varandas, que viu o seu vencimento ser aumentado.
Bruno Sá chama também a atenção para a questão da lotação do Estádio José Alvalade e para a crescente aposta nas áreas premium, referindo que existem mais de 15,8 mil sócios à espera de lugar, enquanto a oferta destinada ao segmento premium continua a aumentar.
Outro dos alertas deixados prende-se com a dependência das receitas provenientes das transferências de jogadores. Na sua leitura das contas, o modelo atual obriga o Sporting a realizar mais de 100 milhões de euros em vendas de futebolistas todos os anos para garantir a sustentabilidade financeira.
B. Sá: “Hoje há lucro. Em 2029 chega a fatura"
“Hoje há lucro. Em 2029 chega a fatura. Li o Relatório e Contas da SAD 2025/26 e as contas revelam um modelo que me preocupa. Temos um empréstimo que só começa a ser pago por volta de 2029, no último ano deste mandato. Temos mais de 15,8 mil sócios à espera de lugar, enquanto a oferta premium não para de crescer. E temos um modelo que obriga a vender mais de 100M€ em jogadores todos os anos. Nos slides deixo três propostas para um Sporting que ganha sem hipotecar o futuro”, escreveu Bruno Sá.
Outro dado que merece destaque no Relatório & Contas apresentado prende-se com os prémios de desempenho e de performance desportiva
23 Set 2026 | 12:53 |
Os gastos com o pessoal da Sporting SAD ultrapassaram, pela primeira vez, a barreira dos 100 milhões de euros numa temporada. De acordo com o Relatório & Contas referente ao exercício de 2025/26, a rubrica atingiu os 101,9 milhões de euros, mais 14,2 milhões do que na época anterior, o que representa um crescimento de 16%.
A maior fatia deste aumento está relacionada com as remunerações, que chegaram aos 77,806 milhões de euros, mais 13,509 milhões face aos 64,297 milhões registados em 2024/25. No documento, a SAD explica que esta subida resulta de várias renovações contratuais de jogadores e equipas técnicas, mas também do investimento no reforço e na capacitação da estrutura interna, de forma a responder aos desafios presentes e futuros.
Outro dado que merece destaque prende-se com os prémios de desempenho e de performance desportiva. Apesar de o Sporting não ter conquistado qualquer título em 2025/26, a SAD gastou mais de 1 milhão de euros nesta componente do que na temporada anterior, que terminou com a conquista do campeonato e da Taça de Portugal. A diferença está relacionada, em grande medida, com a histórica prestação dos leões na Liga dos Campeões, competição que proporcionou receitas recorde de 80,307 milhões de euros, cerca de 31 milhões acima do valor alcançado em 2024/25.
A evolução dos gastos com o pessoal mostra uma tendência de crescimento nos últimos exercícios. Em 2024/25, o valor tinha ficado nos 87,7 milhões de euros, depois dos 90,3 milhões registados em 2023/24. Antes disso, a SAD tinha gasto 76,457 milhões em 2022/23 e 67,087 milhões em 2021/22. A subida agora registada coloca, pela primeira vez, esta rubrica acima dos 100 milhões de euros.
O aumento dos custos surge, ainda assim, num exercício em que a Sporting SAD apresentou um resultado líquido positivo de 34,7 milhões de euros. As contas de 2025/26 revelam também um novo máximo nos rendimentos operacionais sem transações de jogadores, que chegaram aos 187,7 milhões de euros, refletindo o crescimento das receitas provenientes da atividade do clube, com particular peso da participação na Liga dos Campeões. Também o salário de Frederico Varandas foi aumentado.
Revelado o Relatório e Contas da SAD da temporada 2025/26, é possível analisar crescimento substancial do vencimento do dirigente máximo
23 Set 2026 | 09:51 |
Através de uma mensagem publicada no Relatório & Contas da SAD, o Presidente Frederico Varandas qualificou a temporada 2025/26 como “um período de crescimento, afirmação e de passos estruturais” para aquilo que deseja consolidar no futuro na estrutura do Sporting.
Com destaque para o plano estratégico Future is Coming 24-34, o mesmo sublinhou que “ao longo da época alcançámos marcos decisivos e realizámos investimentos estratégicos que permitiram consolidar o nosso projeto e reforçar a capacidade de antecipar e capitalizar as oportunidades que sabemos ter pela frente”.
A nível desportivo, Varandas - que vindo a ser pressionado neste início de época - acredita que o Sporting conseguiu afirmar a sua “presença no panorama nacional”. Com os resultados alcançados pelos verdes e brancos, o presidente acredita que “demonstrámos, competição após competição, a ambição, a consistência e a qualidade que definem o Sporting.”
“Reforçámos a nossa aposta na formação e a nossa estratégia de valorização de atletas. Acima de tudo, lutámos sempre unidos, até ao final, pela conquista de títulos, e mantivemo-nos fiéis ao ADN que nos distingue”, destacando, em retrospetiva, a luta pelo tricampeonato.
Neste documento, a SAD esclarece que Frederico Varandas teve uma remuneração total de 776.500 euros (300 mil fixos, mais 476,5 mil variáveis), resultando num aumento substancial relativamente aos 390 mil (dos quais 90 mil variáveis) registados em 2024/25, ainda que a Comissão de Acionistas tenha depois proposto um aumento do valor em função do rendimento desportivo e financeiro para os 386.500 euros.
Sporting despede-se de Jorge Palma ao som de “A gente vai continuar” (vídeo)
22 Set 2026 | 16:54
Bruno Sá ataca Villas Boas e diz que rival do Sporting “vai acabar por se despistar”
29 Ago 2026 | 17:35
Sporting admite constrangimentos e aponta responsáveis por falhas nas comunicações
28 Ago 2026 | 16:00