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CENTENÁRIO JORNAL SPORTING: QUATRO ANTIGOS DIRETORES RELEMBRAM VELHOS TEMPOS

Fernando Correia, Miguel Salema Garção, José Quintela e Pedro Figueiredo recordaram ao Leonino algumas das melhores memórias à frente da publicação do Clube de Alvalade

Leonino - Onde o Sporting é notícia
Leonino - Onde o Sporting é notícia

31 Mar 2022 | 09:00 |

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O Jornal Sporting celebra, esta quinta-feira, 31 de março, 100 anos. No centenário da mais antiga publicação de clubes do mundo, o Leonino falou com quatro diretores que passaram pelo mesmo: Fernando Correia, Miguel Salema Garção, José Quintela e Pedro Figueiredo.


No caso de Fernando Correia, conhecido jornalista português, esteve por 18 anos no Jornal Sporting, como diretor-adjunto e diretor principal, tendo sido claro quando lhe questionámos sobre as suas melhores memórias: a inauguração do Estádio José Alvalade e da Academia, dois pilares do Clube. Depois, entre junho de 2006 e maio de 2010, foi a vez de Miguel Salema Garção, diretor no total de 186 publicações e que recordou, ao Leonino, ter encetado “um conjunto de medidas que permitiram garantir a sustentabilidade” da publicação.


Mais recentemente, temos ainda José Quintela, diretor da publicação entre 264 edições da mesma, segundo dados recolhidos através da WikiSporting, que acabou por enumerar três recordações especiais de momentos distintos: “um individual, um de evocação e um coletivo”. Posteriormente, Pedro Figueiredo foi diretor interino do Jornal Sporting, assinando 28 edições da mesma, sendo que recorda um tema especial que acompanhou algumas delas: o Pavilhão João Rocha, da sua construção à inauguração.


Veja AQUI as declarações de João Xara-Brasil (pai e filho, que dirigiram o jornal Sporting) e conheça AQUI um pouco mais da história do Jornal Sporting.

Confira, na íntegra, as entrevistas a Fernando Correia, Miguel Salema Garção, José Quintela e Pedro Figueiredo:


Leonino (L): Qual a melhor memória que tem do Jornal enquanto seu diretor?

  • Fernando Correia: Estive na Direcção do Jornal Sporting durante 18 anos, como Diretor – Adjunto e como Diretor principal –, o que vale por dizer que vivi muitas situações inesquecíveis. Recordo, no entanto, todas as reportagens feitas relativas à construção do novo Estádio e à construção da Academia, muitas delas assinadas por mim, bem como a da inauguração do Estádio, essa complementada com o relato do jogo inaugural (TSF), onde Cristiano Ronaldo foi especialmente seguido por Sir Alex Ferguson, acabando por ser contratado pelo Manchester United.
  • Miguel Salema Garção: A melhor memória é sem dúvida ter partilhado momentos de enorme sportinguismo com quem lá trabalhava e colaborava, em particular com a senhora dona Leonor Roque que me conhecia desde muito novo, dos tempos do eterno Presidente João Rocha. Mas o que mais saliento é o facto de ter encetado, logo no início, um conjunto de medidas que permitiram garantir a sustentabilidade do Jornal num momento em que se podia vir a questionar a eventual razão da sua existência.
  • José Quintela: Quando falamos de memória, na verdade, falamos de memórias, pelo que não é fácil reduzir a uma única situação ou acontecimento. Recordo por isso e de forma simbólica três momentos: um individual, um de evocação e um coletivo.

    • O primeiro foi quando tive a honra de assumir a função de Diretor do Jornal Sporting, em 04 de Abril de 2013 e assinei o meu primeiro editorial. Tratou-se de uma grande responsabilidade, um jornal que acabava de completar 91 anos de Sportinguismo.
    • Outro momento, este de evocação, foi sem dúvida o concretizar de um desejo revelado no nosso Jornal Sporting pela nossa colunista mais antiga, a nossa querida amiga e saudosa consócia Maria de Lourdes Borges de Castro. Na coluna que então assinava, “Verde Rosa”, revelou aos leitores que gostaria de ter recebido por batismo, a graça de “Maria Sporting”. Esta não pela graça concedida pelo batismo mas apenas simbolicamente foi concretizada com a surpresa que então realizámos ao mudar o nome da sua coluna precisamente para “Maria Sporting”. E no dia do 94º aniversário do Jornal, fomos com o Jornal Sporting e Sporting TV, ao lar onde se encontrava alojada, com um bolo de aniversário em que a cobertura era a primeira página do Jornal Sporting desse dia, tendo cantado os parabéns e apagado as velas.
    • O terceiro momento, é um momento de celebração coletiva e de exaltação da grandeza do nosso Jornal. No 95.º aniversário, conseguimos reunir a maioria dos Diretores do Jornal Sporting ainda vivos e em Alvalade homenageá-los. Em pleno relvado, ao intervalo, foram apresentados e saudados pelos Sportinguistas enquanto recebiam uma moldura com a réplica da capa da primeira edição do Jornal responsabilidade de cada um deles. Foi sem dúvida um momento de união e de reconhecimento, pois todos foram importantes para que chegássemos até aí, tal como agora, chegarmos ao Centenário, um imenso orgulho.

  • Pedro Figueiredo: Do Pavilhão João Rocha. Dos trabalhos que fomos publicando ao longo da construção e na inauguração propriamente dita. Foi um marco histórico na vida do Clube e espero que tenha ficado bem documentada no Jornal, para memória futura.

L: No atual contexto mediático, qual deve ser o posicionamento editorial do jornal?

  • Fernando Correia: Defender os interesses do Sporting Clube de Portugal; ser um órgão de comunicação aberto a todos os Sócios e adeptos; promover a união entre todos os Sportinguistas; dedicar especial atenção aos Núcleos, tanto em Portugal (Continental e Insular) como no estrangeiro; ser o porta-voz da “verdade” sportinguista.
  • Miguel Salema Garção: O Jornal Sporting é um meio de comunicação de defesa intransigente dos superiores interesses do Sporting Clube de Portugal. Deve ter um caracter informativo, mas também um dos pilares de combate mediático do Clube.
  • José Quintela: O posicionamento do Jornal compete e é responsabilidade da sua equipa dirigente, nomeadamente do seu Diretor e na qual não me quero imiscuir.
  • Pedro Figueiredo: O Jornal Sporting sempre teve e continua a reunir todas as condições para funcionar como a verdadeira agência de informação do Clube. A Sporting TV, infelizmente, não tem meios para chegar a todas as modalidades como o Jornal consegue chegar. É uma questão de articular a equipa com os restantes departamentos, como de resto já aconteceu.

L: Quais os desafios do Jornal Sporting para o futuro?

  • Fernando Correia: O jornal deve ser editado em papel, mas também deve ter uma edição “online”, sobretudo informativa, que justifique os tempos atuais onde a comunicação é global e imediatista. Para além disso, deve ter, mensalmente, uma edição em formato revista para colecionadores de artigos especializados, de fotos com história e da ação desenvolvida pelas modalidades. Essa edição mensal deveria ser publicada juntamente com o jornal, enquanto suplemento. A referida edição “online” não pode ser confundida, nem prejudicada, pela existência do “site”. Os objetivos são necessariamente diferentes.
  • Miguel Salema Garção: Os desafios devem passar pelo seu crescimento e pela digitalização. Com o desenvolvimento das novas tecnologias de comunicação e informação, o jornal Sporting deve juntar o físico ao digital e tentar aumentar o seu alcance e chegar a outras geografias.
  • José Quintela: Os desafios são imensos e similares em muitos aspetos àqueles que a imprensa em geral vive, nada fáceis, mas onde a criatividade e capacidade de reinvenção serão fundamentais.
  • Pedro Figueiredo: Adaptar-se da melhor maneira à realidade digital. Continuo sem entender por que razão o Jornal Sporting continua sem presença nas redes sociais, por exemplo. Não deve abandonar a versão impressa e o caminho na versão digital está a ser bastante positivo. A inserção de vídeos foi um excelente passo nesse sentido, basta agora fazer ajustes no tipo de conteúdos oferecidos. É notável chegar-se à celebração do centenário do Jornal Sporting e a sua ‘Razão de Ser’ continuar tão atual como no dia em que foi escrita, há mais de 100 anos!

L: Numa frase, o que significa o Jornal Sporting para si?

  • Fernando Correia: A paixão pelo Clube e a necessidade de divulgar a nossa Verdade.
  • Miguel Salema Garção: Significa uma já longa, rica e bonita história do melhor Clube do mundo.
  • José Quintela: O único Jornal que coloca toda a verdade verde no branco!
  • Pedro Figueiredo: Um dos pontos mais altos da minha carreira profissional como jornalista e o maior orgulho por ter servido em tão nobre posição o Clube do meu coração.

L: Como é que olha para a atual situação do Sporting?

  • Fernando Correia: O Sporting Clube de Portugal recuperou a sua imagem de grande instituição desportiva e social que é. Por outro lado, voltou a afirmar-se como grande potência desportiva, respeitada e “temida”. Voltou a ser Campeão Nacional no futebol profissional (SAD) e a colocar-se numa posição que lhe permite, todos os anos, lutar pelo melhor lugar na classificação, ou seja, ser sempre candidato ao título. Também cimentou a ação desenvolvida pela Academia, enquanto Escola, não abdicando dos valores morais e educacionais que devem acompanhar o crescimento desportivo. Finalmente recuperou totalmente (ou quase) a sua apetência eclética, praticando todas as modalidades com capacidade para conquistar primeiros lugares.
  • Miguel Salema Garção: Do ponto de vista desportivo, é com alegria que vivemos momentos de sucesso nas várias modalidades. Do ponto de vista económico e financeiro, e face ao que se passa em Portugal e no mundo, a juntar às dificuldades inerentes à sua atividade, vejo o futuro a curto e medio prazo com expectativa e alguma preocupação, mas mantendo a crença e o entusiasmo de que saberemos todos contribuir para um Sporting cada vez mais unido e coeso para vencermos os desafios e obstáculos que teremos pela frente.
  • José Quintela: O Sporting vive um bom momento desportivo e de tranquilidade, acabámos de sair de um processo eleitoral em que a vontade dos Sócios foi expressa de forma inequívoca. Agora todos temos que trabalhar e apoiar o nosso Sporting em todo o lado que estiver representado. Os Sócios nos locais apropriados, a cada momento farão ouvir aquilo que consideram ser o mais indicado para o Sporting Clube de Portugal, como é normal em qualquer organização democrática. Aproveito, antes de terminar, esta oportunidade, que desde já agradeço, para felicitar todos aqueles que contribuíram para que o Jornal Sporting chegasse até aqui e hoje possamos em conjunto celebrar este honroso e único Centenário, naquele que é o Jornal mais antigo de clubes e faço-o, na pessoa do seu atual Diretor, a quem cumprimento e saúdo.
  • Pedro Figueiredo: Com as recentes eleições, politicamente pouco se alterou. As saídas que se registaram não determinaram uma mudança política significativa. Desportivamente, o futebol mantém-se uma fortaleza sob o comando de Rúben Amorim, mas as modalidades, na sua generalidade, ficaram mais vulneráveis pelos cortes orçamentais a que foram sujeitas. Algumas fecharam mesmo no anterior mandato (incluindo modalidades olímpicas), o que é sempre de lamentar. A grandeza do Sporting Clube de Portugal não advém, apenas, do futebol.


Clube

Varandas toma posse no Sporting e avisa: "Neste país, quem é atacado com mentiras e se silencia..."

Presidente do Clube de Alvalade começou esta quarta-feira, 18 de março, o seu terceiro mandato à frente dos leões (2026-2030). Confira o discurso

Frederico Varandas tomou posse esta quarta-feira, dia 18 de março, para um terceiro mandato à frente do Sporting
Frederico Varandas tomou posse esta quarta-feira, dia 18 de março, para um terceiro mandato à frente do Sporting

18 Mar 2026 | 18:58 |

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Frederico Varandas tomou posse esta quarta-feira, dia 18 de março, para um terceiro mandato à frente do Sporting (2026-2030) com um discurso marcado por balanço, ambição e mensagens fortes sobre o futuro do Clube, realizado no Auditório Artur Agostinho, no Estádio José Alvalade.


Logo no arranque, o Presidente reeleito deixou um agradecimento especial a João Palma: "Agradecer ao Dr. João Palma toda a lealdade e coragem nestes dois mandatos. Não apenas eu, mas sobretudo o Sporting Clube de Portugal está-lhe grato para o resto da vida".


Frederico Varandas: "Algo tem de mudar nas eleições de 2030"


Varandas abordou também o processo eleitoral, apontando críticas ao sistema de voto por correspondência: "Temos de refletir quando temos 4 mil pessoas que votaram por correio, mas viram os seus votos inválidos pela complexidade e pelas exigências burocráticas do voto por correspondência. Algo tem de mudar nas eleições de 2030".

O líder leonino destacou a mensagem clara dos associados nas urnas e reforçou o caminho iniciado em 2018: "Os Sócios do Sporting falaram e disseram de sua justiça, de uma forma clara e inequívoca o que querem: querem que o Sporting continue a percorrer o caminho que demos início em setembro de 2018".


Frederico Varandas: "Hoje o Sporting vive das melhores fases da sua existência"

Numa análise ao momento atual, Frederico Varandas sublinhou o sucesso recente: "Hoje o Sporting, a par da época dos Cinco Violinos, vive das melhores fases da sua existência. Mais do que os inúmeros títulos conquistados nestes sete anos, o Sporting voltou a ter uma cultura e mentalidade de vitória".

"Desde 2018 o Sporting é o Clube em Portugal que mais venceu no futebol e nas modalidades. (…) Hoje os sócios do Sporting vivem do presente. Um presente de orgulho e glória. Os Sócios do Sporting são bicampeões nacionais e estamos nas oito melhores equipas da Europa", vincou.

O futuro também foi traçado com um objetivo claro: a modernização do estádio. "Neste terceiro mandato temos um grande objetivo pela frente: terminar uma obra que será emblemática e marcante na história do nosso Clube. Acabar a renovação do nosso estádio e integrar o Alvaláxia no nosso ecossistema, fazendo do Estádio José Alvalade um dos melhores e mais modernos da Europa".

Varandas deixou ainda uma promessa de princípios, mais do que de resultados: "Neste novo mandato, não prometemos nem venceremos sempre. (…) Há uma coisa que posso prometer aos Sócios do Sporting: é que na derrota ou na vitória atuaremos sempre com ética, integridade e dignidade".

Frederico Varandas: "Responderemos com força sempre que formos atacados com mentiras"

Num tom mais assertivo, o Presidente do Sporting avisou também que o Clube não ficará em silêncio perante ataques: "Responderemos com força sempre que formos atacados com mentiras, com calúnias e denunciaremos todas as práticas lamentáveis que hoje ainda existem no futebol português. Continuemos a caminhar, continuemos a crescer, continuemos a vencer. A missão continua. Com a mesma força, coragem e honra. Viva o Sporting!".


Clube

Já há data para tomada de posse de Varandas após reeleição no Sporting

Clube anuncia começo de 'nova' era, após categórica vitória por parte do ainda Presidente leonino no ato eleitoral frente a Bruno Sá

Sporting anunciou que, após a reeleição de Frederico Varandas, a tomada de posse dos novos órgãos sociais será feita no dia 18 de março
Sporting anunciou que, após a reeleição de Frederico Varandas, a tomada de posse dos novos órgãos sociais será feita no dia 18 de março

16 Mar 2026 | 16:46 |

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Eleito no sábado com 89,47 por cento dos votos dos sócios, contra os 6,28 por cento de Bruno Sá, Frederico Varandas garantiu o terceiro mandato como presidente do Sporting, preparando-se para liderar os destinos do emblema de Alvalade por mais quatro anos.


Desse mesmo modo, o Clube anunciou que a cerimónia da tomada de posse dos Órgãos Sociais eleitos para o quadriénio 2026-2030 está agendada para esta quarta-feira, dia 18 de março, às 18h00, no Auditório Artur Agostinho, no Estádio José Alvalade.


Frederico Varandas vai então liderar os destinos do Sporting durante 12 anos, de 2018 a 2030, só ficando atrás de João Rocha (que já ultrapassou como líder mais titulado), que presidiu os destinos do Clube de 1973 a 1986, ou seja, durante 13 anos.


De referir que o dia de sufrágio acabou por revelar uma forte mobilização dos Sportinguistas (Recorde AQUI). O ambiente foi marcado por grande entusiasmo entre os associados e o processo decorreu de forma tranquila. O resultado representa também a maior percentagem obtida por Frederico Varandas em eleições do Sporting.

Em 2018, quando foi eleito pela primeira vez após o turbulento período que se seguiu à crise que envolveu Bruno de Carvalho e à invasão à Academia Cristiano Ronaldo, venceu com 42,32% dos votos. Já em 2022 tinha reforçado a liderança ao alcançar 85,9%, superando então Nuno Sousa e Ricardo Oliveira.



Clube

Salema Garção elogia crescimento de figura chave do Sporting: "Início foi conturbado"

Antigo ‘team manager’ do emblema verde e branco lembra que primeiros tempos de pilar dos leões não foram algo complicados

Miguel Salema Garção, antigo ‘team manager’ do Sporting, reagiu à reeleição de Frederico Varandas defendendo que não se mostra surpreendido
Miguel Salema Garção, antigo ‘team manager’ do Sporting, reagiu à reeleição de Frederico Varandas defendendo que não se mostra surpreendido

16 Mar 2026 | 16:34 |

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Miguel Salema Garção, Sócio e antigo dirigente do Sporting, não se mostra surpreendido com a vitória categórica de Frederico Varandas no ato eleitoral de sábado. E nem a distância entre os dois candidatos - 89,47% contra 6,28 % - constitui uma surpresa para o gestor, que enalteceu o crescimento do atual dirigente máximo nos últimos anos


Miguel Salema Garção: "Era, obviamente, uma vitória esperada por parte de Frederico Varandas e seus pares"


"Era, obviamente, uma vitória esperada por parte de Frederico Varandas e seus pares. O incumbente tinha um capital adquirido nos dois anteriores mandatos em contraponto com o outro candidato, que, aliás, mostrou coragem e espírito de iniciativa ao ter ido a votos em circunstâncias bastante difíceis", considerou, em declarações ao jornal Record, antes de pormenorizar em que consistia o capital do Presidente reeleito.


"Refiro-me ao histórico de troféus conquistados nas várias modalidades, em que se destaca o futebol profissional e a notoriedade daí adjacente", ilustrou Salema Garção, avaliando, de seguida, a longevidade de Frederico Varandas no cargo.

Miguel Salema Garção: "É verdade que pode começar a falar-se de longevidade associada a Frederico Varandas"


"O início do primeiro mandato de Frederico Varandas foi conturbado. Não se imaginaria, nessa altura, que pudesse ter o caminho que veio a percorrer. Creio que há um ciclo antes da covid e outra pós-covid, ou, se preferirmos, antes de Amorim e depois de Amorim". 

Ao concluir, o antigo dirigente evitou comparações com o presidente que hoje dá nome à 'casa das modalidades' do Clube: "O presidente João Rocha marcou a história e várias gerações do do Sporting. Os tempos eram outros. Basta, por exemplo, assinalar que, nesses tempos, não havia o contexto digital. Hoje, há. Com o mandato que agora se inicia, é verdade que pode começar a falar-se de longevidade associada a Frederico Varandas."


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