Clube
Divulgado possível novo equipamento do Sporting e adeptos mostram insatisfação: "Que horror"
22 Abr 2026 | 12:37
Receba, em primeira mão, as principais notícias do Leonino no seu WhatsApp!
Clube
29 Jun 2020 | 16:11 |
“Ganhar não é tudo, mas querer ganhar é!” A frase não é minha, mas sim de Vince Lombardi (falecido em 1970), alguém que continua aos dias de hoje no Top 5 dos treinadores mais titulados da história da NFL (ou futebol americano, como por cá se diz), com quatro campeonatos ganhos (dois já na fórmula Super Bowl) ao serviço dos Green Bay Packers na década de 1960. O respeito e admiração que ganhou junto da organização foram tais que imediatamente após a sua morte a NFL decidiu que o vencedor do Super Bowl levantaria o Troféu Vince Lombardi.
Ao longo dos anos, muitos treinadores, administradores de empresas ou técnicos motivacionais utilizaram frases de Lombardi (há vários livros que são apenas compilações de expressões que ele usava nas palestras aos seus jogadores), não raras vezes sem creditarem o autor das mesmas. Lembro-me particularmente bem de Carlos Queiroz, como treinador do Sporting, recorrer a uma das frases mais emblemáticas deste norte-americano, fazendo-a passar como pensamento próprio, aquela em que, colocando um ar intelectualmente superior, o professor dizia: “o único local onde o sucesso vem antes do trabalho é no dicionário”. Esta semana lembrei-me de vos falar de Vince Lombardi por três razões que se podem ligar de alguma maneira ao Sporting:
1 – A EXIGÊNCIA. Não sei se têm seguido a iniciativa ‘Sporting Com Rumo’. Eu segui com atenção três sessões e confesso que me desinteressei rapidamente por aquela em que se falava dos Estatutos e nem me apetece explicar porquê (talvez mais tarde). Nos dias em que se abordou a governação e as finanças, não faltaram convidados a revelar uma confrangedora falta de conhecimentos (Jorge Coelho, por exemplo, até o assumiu) sobre o que é e como é a atividade do Sporting, em particular, ou do futebol, em geral. De tal forma que as intervenções de Carlos Vieira acabaram por se centrar numa espécie de aula, de maneira a que os presentes pudessem ter uma ideia da realidade em vez de falar de soluções que não o eram, para problemas que não existiam daquela forma. Bom, mas no geral houve demasiados convidados a menosprezar a exigência, no sentido de defender ‘projetos sólidos’ (isso existe na prática ou é só uma teoria?) que pudessem levar a equipa a ganhar títulos dentro de alguns anos. Devo aqui sublinhar a forma correta como Samuel Almeida contrariou esta visão, explicando o óbvio: sem vitórias dá-se a desmobilização e com esta surge a quebra de receitas. Esta foi, portanto, uma das razões que me levou falar-vos aqui de duas frases de Vince Lombardi. Porque ambas remetem para a exigência que tem de existir diária e sistematicamente numa organização desportiva com ambições. Já conhecem a primeira. A segunda frase, numa tradução livre, diz isto: “Vencer não é algo que se queira de forma esporádica, mas sim de forma permanente. Não podes vencer uma vez por outra como não fazes as coisas certas uma vez por outra. Tens de fazer sempre as coisas bem, porque ganhar é um hábito, mas infelizmente perder também o é.” Ora, 18 anos sem um campeonato ganho torna o perder num hábito. E isso só se contraria com exigência, com a tal ideia de que “querer ganhar é tudo”. Enquanto o Sporting tiver uma franja alargada de Sócios e adeptos que não considere normal a exigência do título ano após ano, o que se instala é o hábito de perder. Como uma vez já aqui escrevi, e esta frase não é citação de ninguém: prefiro sentir-me frustrado por perder um campeonato, sabendo que lutei por ele, do que aceitar como bom e festejar um lugar de acesso à Liga dos Campeões.
2 – IDENTIDADE DO CLUBE. Vince Lombardi ajudou igualmente a construir a identidade dos Green Bay Packers na década de 1960. A região onde está inserida a equipa é a capital mundial do queijo cheddar (aquele que se encontra em qualquer cheeseburguer), significando isto que não faltam multimilionários em Green Bay. E no entanto os Packers são a única equipa da NFL que não se encontra nas mãos de um magnata, ou seja, não tem um proprietário. Os fãs da equipa nunca permitiram que a mesma fosse vendida e dessa forma são os mais de 360 mil sócios que contribuem com uma quota anual, mais a aquisição do bilhete de época, para manter os Packers num nível competitivo elevadíssimo (só há quatro organizações mais tituladas, num universo fechado de 36 participantes), com presença em 13 playoffs só neste século, objetivo que separa o sucesso do insucesso, em qualquer desporto coletivo nos Estados Unidos. ‘Traduzindo’ para o futebol europeu, é a tal história mal contada de os clubes de proprietários estarem destinados ao êxito, por oposição aos de opção associativa que não terão qualquer hipótese.
3 – O VOTO DE PROTESTO. Na iniciativa ‘Sporting Com Rumo’ ouvi igualmente várias vezes que ‘a SAD terá de contar com uma gestão muito profissional, que não dependa da bola que não entra’. Bom, o futebol não é propriamente um produto final como uma bolacha (ou qualquer outro bem de linha de montagem). Não se produz com uma receita sempre igual, nem tem um processo mecanizado com margem de erro muito baixa. É precisamente o contrário. Logo, por mais competente e profissional que seja uma administração, uma estrutura ou uma equipa técnica, o ‘momento Bryan Ruiz’, aquele em que o jogador chuta por cima da baliza uma bola a dois metros da linha de golo sem guarda-redes pela frente, pode sempre acontecer. Em rigor, acontece todas as épocas, daquela forma ou de outra mais ou menos semelhante. E esse momento tanto pode definir uma época em termos desportivos e financeiros, se surgir num campeonato muito apertado, como pode não ter consequência de maior. Mas no essencial o futebol (como vários outros desportos coletivos) é isso: a soma de inúmeros fatores aleatórios e incontroláveis. O papel de uma administração é determinante, como o é o da estrutura e da equipa técnica, para tentar minimizar o custo do erro. Mas no final nem a junção dos mais competentes de todas as áreas garante apenas triunfos. Um mau resultado surgirá num domingo qualquer (ou outro dia da semana). Saber lidar com essa realidade é o que faz a diferença. Para muitos Sócios ou adeptos, o mau resultado tem sempre um (ou mais) culpado. Porque vivem o jogo apenas com paixão. E quando os maus resultados se sucedem não vale a pena o dirigente apelar à razão. Na semana passada os sócios do Benfica chumbaram o orçamento para 20/21, e eles próprios sabiam que daí não sairia qualquer consequência para a gestão do clube. Mas mesmo assim foram mais os que votaram contra, para ‘dizer’ a Luís Filipe Vieira que estavam descontentes com os resultados da equipa de futebol (que é da SAD e não do clube…). No Sporting, os últimos Relatórios e Contas não foram chumbadas por ‘meia dúzia’ de votos. Por muito boa que seja uma gestão em termos de resultados financeiros, no final do dia o Sócio e o adepto querem é ver resultados desportivos, porque para eles o “querer ganhar é tudo”. Uma administração que falhe na gestão destas expetativas, colocando o lado financeiro à frente do desportivo, arrisca-se a não ter ‘vida longa’ à frente de uma equipa cujo objectivo principal passe pela conquista de troféus.
Tensão tornou-se notória no encontro da última jornada da Liga Portugal Betclic, diante do Gil Vicente, e preparam-se novas movimentações
18 Mai 2026 | 11:54 |
O encontro entre o Sporting e o Gil Vicente, do último sábado, dia 16 de maio, ficou também marcado por um reforço significativo do dispositivo policial no topo norte de Alvalade, zona habitualmente ocupada pela Directivo Ultras XXI.
Segundo revela agora o jornal A Bola, o aumento da segurança esteve relacionado com informações recolhidas pela Unidade Metropolitana de Informações Desportivas, através dos spotters destacados para o encontro no Estádio José Alvalade.
Os dados recolhidos pelas autoridades apontavam para uma forte divisão interna no grupo organizado de adeptos, cenário que levantou receios de possíveis confrontos físicos entre elementos ligados às diferentes fações da claque leonina.
A mesma fratura interna poderá, inclusivamente, estar na origem da criação de um novo grupo organizado no mesmo setor do Estádio José Alvalade. Na base do conflito estará um recente processo eleitoral vivido no seio do Directivo Ultras XXI.
Segundo uma das correntes envolvidas, o ato eleitoral terá sido marcado por alegadas irregularidades, situação que culminou na mudança da estrutura diretiva da claque e agravou as tensões entre os apoiantes, que agora se dividiram.
Atualmente, o topo sul de Alvalade continua ocupado por outras claques ligadas ao universo leonino, como a Juventude Leonina, a Torcida Verde e a Brigada Ultras. Ainda assim, entre os grupos organizados de adeptos presentes no estádio, apenas a última é oficialmente reconhecida pelo Conselho Diretivo do Sporting.
Presidente do Clube de Alvalade viverá dias intensos e não quer perder dois dos momentos mais importantes da temporada leonina
09 Mai 2026 | 11:51 |
Frederico Varandas - que prepara mudança drástica - volta a mostrar total envolvimento nas decisões mais importantes do Sporting e já definiu uma verdadeira maratona para acompanhar duas equipas leoninas em momentos decisivos da temporada 2025/2026.
O presidente verde e branco vai deslocar-se até Pesaro, em Itália, para assistir à final da Liga dos Campeões de futsal, onde o Sporting terá pela frente o Palma. O encontro está marcado para domingo, às 17h00, e pode representar mais um troféu europeu para os leões.
A presença de Varandas numa final europeia da modalidade não surpreende, tendo em conta que o líder leonino tem acompanhado regularmente os momentos mais importantes das diferentes equipas do Clube desde que assumiu a presidência.
Mas a viagem não termina em Itália. Depois da final de futsal, Frederico Varandas regressará rapidamente a Portugal para marcar presença, já na segunda-feira, em Vila do Conde, onde a equipa principal de futebol do Sporting enfrenta o Rio Ave.
O encontro da formação orientada por Rui Borges, referente à 33.ª jornada, pode ser determinante nas contas finais do campeonato. Assim, o presidente leonino prepara-se para acompanhar dois momentos cruciais do Clube em menos de 24 horas.
Após uma temporada bem sucedida em muitas maneiras e feitios, Clube de Alvalade varre tudo e todos ao alcançar algo notável
26 Abr 2026 | 15:35 |
O Sporting continua a escrever páginas douradas na sua história e, desta vez, com um feito transversal a várias modalidades. Os leões tornaram-se no primeiro clube a garantir presença nas finais da Taça de Portugal em seis modalidades diferentes na mesma época.
Para já, o emblema verde e branco - que vai receber 20M por um jogador - já levantou dois troféus ligados à prova rainha: no basquetebol, com uma vitória frente ao Porto (86-84), e no voleibol, após um triunfo emocionante diante do Benfica (3-2).
No entanto, o impressionante percurso não fica por aqui. O Sporting ainda vai disputar as finais em futebol, andebol, futsal e hóquei em patins, mantendo viva a ambição de aumentar ainda mais o palmarés numa temporada que já é histórica. Este domingo, dia 26 de abril, há jornada dupla, com decisões no hóquei em patins frente ao Barcelos e no futsal diante do Benfica.
Mais à frente, os leões voltam a entrar em campo para outras decisões importantes. No futebol, a final do Jamor está marcada para dia 24 de maio, frente ao Torreense, enquanto no andebol o objetivo será alcançar o ‘penta’, num duelo novamente diante do Benfica, agendado para 7 de junho.
Até agora, o melhor registo pertencia ao Benfica, que em 2014/15 marcou presença em quatro finais e venceu todas. O Sporting supera agora essa marca, colocando o seu nome no topo e demonstrando uma consistência rara no panorama desportivo português.