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Divulgado possível novo equipamento do Sporting e adeptos mostram insatisfação: "Que horror"
22 Abr 2026 | 12:37
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15 Jun 2020 | 11:19 |
Acontece no futebol como noutra qualquer atividade: quando os resultados são bons não faltam ‘pais’ a colocar-se em bicos de pés para reclamar uma boa dose (ou a maior fatia) do sucesso; quando os resultados são maus ou desastrosos o que mais se houve são aqueles assobios para o ar, ao estilo “não foi nada comigo, até defendi outras opções e outros caminhos”. Dito de outra forma, as derrotas são as ‘filhas órfãs’ ou na pior das hipóteses elege-se o bode expiatório, que no futebol é conhecido pela definição genérica de ‘o homem’, a forma como dirigentes e jogadores normalmente se referem ao treinador. Eis como se revela a hipocrisia em qualquer organização.
1 – A TOMADA DE DECISÃO. No futebol, a principal decisão tem de ser tomada e assumida pelo líder (seja ele CEO de uma SAD ou presidente de uma SDUQ). Quem costuma ler aquilo que escrevo neste espaço sabe bem qual é para mim essa ‘principal decisão’: a escolha do treinador. Dividam percentagens de sucesso/insucesso como quiserem, mas entre as inúmeras variáveis do futebol, existe também uma constante, aquela que faz depender as vitórias da qualidade de trabalho do treinador. Portanto, o ‘pai’ de vitórias e derrotas é o mesmo, não se multiplica na primeira nem desaparece na segunda. Dito isto, sublinhar que o líder deve ouvir quem o rodeia num pequeno círculo, sabendo ser dele a tomada de decisão definitiva. Se colocarmos nomes às ações, verificamos que Frederico Varandas deu o ‘peito às balas’ na hora de contratar Keizer ou Silas, mas não reconheceu na hora de saída de cada um a responsabilidade pelo erro. Pelo contrário, criou até condições para que na Comunicação Social pudessem cair sob esses treinadores alguns pingos de lama. Curioso verificar igualmente que nenhum dos homens do seu círculo próximo chamou a si parte da responsabilidade por tais recrutamentos. No caso da polémica escolha de Rúben Amorim, Varandas voltou a assumir as despesas do ato. Se correr bem, ele é o ‘pai’ deste ‘filho’, da mesma forma que se correr mal ele não poderá renegar a paternidade do ‘garoto’. Porque gerir é isto, é decidir e assumir. Como sou mais realista que optimista ou pessimista, não consigo ainda antever se Amorim terá sucesso ou insucesso no Sporting (depende muito dele, mas também da concorrência). Mas o ex-administrador Miguel Cal já deve ter lido ‘nas estrelas’ que o atual técnico leonino vai ter enorme êxito, de tal forma que assumiu publicamente ter “exigido” a contratação de Rúben Amorim. Esta declaração carrega uma dúvida e uma certeza: Varandas decide de acordo com as exigências de outros? Se assim foi, caso Rúben Amorim coloque a equipa onde mais desejamos, a terminar um campeonato no 1º lugar, aqui estarei para agradecer a Miguel Cal o pulso firme que demonstrou possuir nesta acção. E, claro, agradecer igualmente a Varandas por ter dado ouvidos a quem, afinal, sabia da ‘coisa’. Como espero que Cal e Varandas assumam o erro se as coisas correrem mal. Contudo, depois de ver o que se passou com Keizer e Silas, se calhar opto por esperar sentado, porque esta dupla (entretanto desfeita) mostrou não ter responsabilidade no que corre mal, pois como todos sabemos a culpa é e será sempre da ‘herança’. Curiosamente, Miguel Cal há duas semanas ignorou a ‘herança’ quando festejou os ‘melhores resultados de sempre’ da SAD nas áreas que estavam sob a sua alçada, ‘esquecendo’ que tal ficava a dever-se ao crescimento das receitas de direitos de TV e patrocínio da camisola, os quais aumentaram 2,6 milhões de euros (1,95 milhões nas contas a nove meses) de 18/19 para 19/20, contrato esse assinado em 2016… vocês sabem bem por quem.
2 – O TREINADOR DECIDE. Não existe ‘a’ forma de gerir um grupo de vinte e muitos jogadores. Arrisco dizer que cada treinador tem a sua maneira de fazer. É basicamente um exercício de equilíbrio complicado entre sensibilidade e responsabilidade (de parte a parte). Nas vitórias todas as tomadas de decisão são vistas como acertadas e entendidas. Quando os resultados não aparecem emergem as ‘cobras’. Rúben Amorim foi jogador profissional durante 13 épocas, ao longo das quais aceitou e rejeitou ideias e indicações de vários treinadores. Ele sabe como fez, da mesma forma que agora reconhece facilmente quando lhe fazem. No essencial, também para o treinador gerir é decidir. Decidir ignorar ou enfrentar; premiar ou não. Importante, no final do dia, é a coerência no dizer e no fazer. Num grupo de futebol, a cada jornada, os jogadores não utilizados são quase tantos (ou em igual número) quantos os que pisam o relvado. E não há pior coisa para um treinador do que um grupo alargado de futebolistas começar a colocar em causa a gestão das opções. Isso é o ‘fazer a cama’. Evitar um quadro destes é meio caminho para não deixar agravar problemas que vão surgir sempre ao longo de uma época. Rúben Amorim tinha mil e uma formas de comentar o assunto ‘Mathieu’ no final de um jogo que ganhou. Optou por aquela que me parece ser a verdade, quando a maioria dos treinadores escolhe a mentira ou a ‘meia verdade’. O ‘caso’ que pode ter sido gerado na Comunicação Social na sequência da explicação de Amorim é irrelevante face ao respeito que possivelmente ganhou no grupo. Ele é jovem mas não é parvo: sabe bem que se estivesse a tornar pública uma mentira acerca do comportamento de um jogador, a reação dos outros mais cedo ou mais tarde iria virar-se contra si.
3 – MERCADO VS AMBIÇÃO. Quem chegasse por estes dias a Portugal, depois de um ano ou mais fora da realidade do futebol português, seria levado a pensar que Jovane Cabral tinha sido a grande descoberta de Rúben Amorim. Creio que até o treinador considerou de mau gosto esta leitura, tal a forma honesta e séria como colocou as coisas no seu devido lugar. Jovane na época passada foi utilizado em 33 jogos! Titular em 14, seis deles na Liga. Já este ano, antes da chegada de Rúben Amorim, Jovane esteve em 12 desafios, oito dele na Liga e Silas deu-lhe a titularidade em duas ocasiões. Ficou de fora devido a duas leões por um período que correspondeu a 16 jogos da Liga (meia época). Agora que voltou a competir dentro do padrão que já lhe conhecíamos, começa a conversa de poder ser negociado por 15 milhões no próximo mercado. Pergunto: faz sentido trocar um dos poucos jogadores que temos com capacidade para desequilibrar nos últimos 25 metros, quando o objectivo assumido é conseguir em 20/21 um lugar de acesso direto à fase de grupos da Liga dos Campeões? Parece-me que não. Lá está, é o confronto entre ceder ao mercado ou mostrar ambição desportiva. As duas não são incompatíveis, desde que trabalhada a primeira depois de garantida a segunda. Quando a primeira prevalece, a segunda dificilmente se concretiza. Isto é válido para Jovane como para qualquer outro jogador jovem que consiga ser mais-valia na equipa.
Tensão tornou-se notória no encontro da última jornada da Liga Portugal Betclic, diante do Gil Vicente, e preparam-se novas movimentações
18 Mai 2026 | 11:54 |
O encontro entre o Sporting e o Gil Vicente, do último sábado, dia 16 de maio, ficou também marcado por um reforço significativo do dispositivo policial no topo norte de Alvalade, zona habitualmente ocupada pela Directivo Ultras XXI.
Segundo revela agora o jornal A Bola, o aumento da segurança esteve relacionado com informações recolhidas pela Unidade Metropolitana de Informações Desportivas, através dos spotters destacados para o encontro no Estádio José Alvalade.
Os dados recolhidos pelas autoridades apontavam para uma forte divisão interna no grupo organizado de adeptos, cenário que levantou receios de possíveis confrontos físicos entre elementos ligados às diferentes fações da claque leonina.
A mesma fratura interna poderá, inclusivamente, estar na origem da criação de um novo grupo organizado no mesmo setor do Estádio José Alvalade. Na base do conflito estará um recente processo eleitoral vivido no seio do Directivo Ultras XXI.
Segundo uma das correntes envolvidas, o ato eleitoral terá sido marcado por alegadas irregularidades, situação que culminou na mudança da estrutura diretiva da claque e agravou as tensões entre os apoiantes, que agora se dividiram.
Atualmente, o topo sul de Alvalade continua ocupado por outras claques ligadas ao universo leonino, como a Juventude Leonina, a Torcida Verde e a Brigada Ultras. Ainda assim, entre os grupos organizados de adeptos presentes no estádio, apenas a última é oficialmente reconhecida pelo Conselho Diretivo do Sporting.
Presidente do Clube de Alvalade viverá dias intensos e não quer perder dois dos momentos mais importantes da temporada leonina
09 Mai 2026 | 11:51 |
Frederico Varandas - que prepara mudança drástica - volta a mostrar total envolvimento nas decisões mais importantes do Sporting e já definiu uma verdadeira maratona para acompanhar duas equipas leoninas em momentos decisivos da temporada 2025/2026.
O presidente verde e branco vai deslocar-se até Pesaro, em Itália, para assistir à final da Liga dos Campeões de futsal, onde o Sporting terá pela frente o Palma. O encontro está marcado para domingo, às 17h00, e pode representar mais um troféu europeu para os leões.
A presença de Varandas numa final europeia da modalidade não surpreende, tendo em conta que o líder leonino tem acompanhado regularmente os momentos mais importantes das diferentes equipas do Clube desde que assumiu a presidência.
Mas a viagem não termina em Itália. Depois da final de futsal, Frederico Varandas regressará rapidamente a Portugal para marcar presença, já na segunda-feira, em Vila do Conde, onde a equipa principal de futebol do Sporting enfrenta o Rio Ave.
O encontro da formação orientada por Rui Borges, referente à 33.ª jornada, pode ser determinante nas contas finais do campeonato. Assim, o presidente leonino prepara-se para acompanhar dois momentos cruciais do Clube em menos de 24 horas.
Após uma temporada bem sucedida em muitas maneiras e feitios, Clube de Alvalade varre tudo e todos ao alcançar algo notável
26 Abr 2026 | 15:35 |
O Sporting continua a escrever páginas douradas na sua história e, desta vez, com um feito transversal a várias modalidades. Os leões tornaram-se no primeiro clube a garantir presença nas finais da Taça de Portugal em seis modalidades diferentes na mesma época.
Para já, o emblema verde e branco - que vai receber 20M por um jogador - já levantou dois troféus ligados à prova rainha: no basquetebol, com uma vitória frente ao Porto (86-84), e no voleibol, após um triunfo emocionante diante do Benfica (3-2).
No entanto, o impressionante percurso não fica por aqui. O Sporting ainda vai disputar as finais em futebol, andebol, futsal e hóquei em patins, mantendo viva a ambição de aumentar ainda mais o palmarés numa temporada que já é histórica. Este domingo, dia 26 de abril, há jornada dupla, com decisões no hóquei em patins frente ao Barcelos e no futsal diante do Benfica.
Mais à frente, os leões voltam a entrar em campo para outras decisões importantes. No futebol, a final do Jamor está marcada para dia 24 de maio, frente ao Torreense, enquanto no andebol o objetivo será alcançar o ‘penta’, num duelo novamente diante do Benfica, agendado para 7 de junho.
Até agora, o melhor registo pertencia ao Benfica, que em 2014/15 marcou presença em quatro finais e venceu todas. O Sporting supera agora essa marca, colocando o seu nome no topo e demonstrando uma consistência rara no panorama desportivo português.