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Divulgado possível novo equipamento do Sporting e adeptos mostram insatisfação: "Que horror"
22 Abr 2026 | 12:37
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02 Nov 2020 | 16:11 |
Atente-se nestes dados verificados no jogo vitorioso frente ao Tondela: entre os 15 jogadores utilizados por Rúben Amorim estiveram 6 que fizeram toda ou parte da sua formação no Sporting (João Palhinha, João Mário, Nuno Mendes, Tiago Tomás, Jovane Cabral e Gonzalo Plata). Na ficha de jogo, mas sem serem utilizados, figuraram mais 5 (Max, Quaresma, Inácio, Bragança e Pedro Marques). Excluo deste lote Matheus Nunes porque, ao contrário do que é comummente dito, ele nada tem que ver com a escola de formação leonina, dado que chegou ao Clube aos 20 anos, a poucos meses de completar 21.
Vamos agora analisar o momento em que estes jogadores iniciaram o seu percurso no Sporting, na caminhada rumo ao grupo profissional:
Os utilizados frente ao Tondela:
Os não utilizados, mas convocados:
Excluindo João Mário, Palhinha, Max, Jovane e Pedro Marques, os restantes seis receberam a primeira chamada à equipa principal entre a época passada e a corrente, através de Rúben Amorim.
Coloquei aqui a data (e idade) de chegada de cada um destes futebolistas ao Sporting para os leitores entenderam facilmente uma coisa: o processo de formação é algo de muito dinâmico e só uma pequeníssima parte dos miúdos que iniciam o sonho aos 8/9 anos o vai ver cumprido com a chegada ao grupo profissional. Pelo caminho, os ‘observadores’ do Clube identificarão noutros emblemas miúdos mais promissores e irão recrutá-los, não para o Pólo EUL, mas já para o ambiente da Academia, a partir dos juniores C. Pelo caminho, miúdos promissores nos juniores C serão dispensados antes de entrarem no escalão de juniores A, por não lhes serem identificadas qualidades necessárias para jogar ao mais alto nível.
Isto sempre assim foi e assim continuará a ser. Por isso, vale a pena ler ou reler (foram publicadas na última edição do Jornal Sporting) as palavras honestas de Filipe Vedor, o diretor do Pólo EUL onde se inicia a cada ano, para mais de 150 jovens, o ‘sonho’: “O coração do futebol de formação do Clube é aqui e acredito que continuará a ser, como comprovam os atletas formados no Sporting que começaram aqui e que agora estão na equipa principal. Isso é sinal de um trabalho que tem sido bem desenvolvido há muitos anos e que hoje temos a responsabilidade de desenvolver ainda melhor”.
Primeira questão a reter: “Trabalho que tem sido bem desenvolvido há muitos anos”.
Segunda questão a reter: “Temos a responsabilidade de desenvolver ainda melhor”.
Frederico Varandas, quando se deixa fotografar com paredes pintadas de fresco em pano de fundo, no Pólo EUL, e fala em “trabalho invisível” que “garante o futuro do Sporting” revela a ignorância que Filipe Vedor, felizmente, não carrega. Primeiro, porque Varandas está hoje a aproveitar do bom trabalho desenvolvido em vários mandatos anteriores. Destes 11 ‘miúdos’ que no domingo ajudaram a cilindrar o Tondela, apenas um, Plata, entrou no Sporting com Varandas, para cumprir o último ano de formação. Os outros começaram e/ou fizeram quase todo o percurso sob as orientações e metodologias defendidas pelos profissionais então contratados por António Dias da Cunha (1), Filipe Soares Franco (1), Luís Godinho Lopes (5) e Bruno de Carvalho (3). Em rigor, nenhum destes ex-Presidentes ‘sobreviveu’ o tempo suficiente à frente da SAD para ver os frutos do ‘trabalho invisível’. Na verdade, o único presidente que alguma vez viu os miúdos entrarem e crescerem no Clube até ao nível profissional foi João Rocha, resultado dos 13 anos de mandato.
Os frutos do trabalho realizado entre o Pólo EUL e a Academia, sob as orientações dos profissionais contratados por Frederico Varandas, ficarão disponíveis para análise entre os próximos 5 a 10 anos. É isso que nos diz precisamente a linha temporal que coloquei no início deste texto.
O problema do aproveitamento da formação do Sporting na equipa profissional nunca teve que ver com estruturas ou falta delas. As condições de trabalho são muito importantes, mas não se equiparam, no processo de crescimento de um jogador, ao papel dos técnicos. Esses, sim, são decisivos para potenciar as qualidades dos miúdos. O problema da aposta nos jogadores formados no Sporting não é hoje muito diferente daquele que fez Paulo Futre (84/85) ou João Moutinho (10/11) saírem para o FC Porto: jogadores de elite não podem ver-se penalizados no salário por serem ‘filhos da casa’. Futre e Moutinho, apesar de titulares, recebiam menos de metade de jogadores recrutados noutros mercados para andarem entre o banco e o onze.
Os ‘filhos da casa’ só foram, de alguma maneira, equiparados aos ‘outros’ em termos salariais de forma pontual com Sousa Cintra (Cadete) e Bruno de Carvalho (Rui Patrício, William e Adrien). E essa exceção deve, em meu entender, transformar-se em regra. Não me interessa se estamos a falar de um futebolista de 19 ou 23 anos. O que conta é a qualidade. Apostar na formação é criar condições salariais para que eles não pensem em sair logo ao fim de um/dois anos. Quando leio que alguns destes jovens, hoje titulares, estão em processo de renovação contratual para ficarem com salários anuais na ordem dos 400/500 mil euros brutos, percebo que na SAD ninguém está interessado em aprender com o passado. Os erros de ontem continuam a ser os de hoje. A menos que o interesse esteja precisamente em negociar transferências destes mesmos jovens dentro de um/dois anos. Apostar na formação não é pintar paredes, mudar colchões ou móveis. É garantir que os mais diferenciados, como Palhinha, Nuno Mendes, Quaresma ou Tiago Tomás, sejam pagos ao nível dos melhores.
Tensão tornou-se notória no encontro da última jornada da Liga Portugal Betclic, diante do Gil Vicente, e preparam-se novas movimentações
18 Mai 2026 | 11:54 |
O encontro entre o Sporting e o Gil Vicente, do último sábado, dia 16 de maio, ficou também marcado por um reforço significativo do dispositivo policial no topo norte de Alvalade, zona habitualmente ocupada pela Directivo Ultras XXI.
Segundo revela agora o jornal A Bola, o aumento da segurança esteve relacionado com informações recolhidas pela Unidade Metropolitana de Informações Desportivas, através dos spotters destacados para o encontro no Estádio José Alvalade.
Os dados recolhidos pelas autoridades apontavam para uma forte divisão interna no grupo organizado de adeptos, cenário que levantou receios de possíveis confrontos físicos entre elementos ligados às diferentes fações da claque leonina.
A mesma fratura interna poderá, inclusivamente, estar na origem da criação de um novo grupo organizado no mesmo setor do Estádio José Alvalade. Na base do conflito estará um recente processo eleitoral vivido no seio do Directivo Ultras XXI.
Segundo uma das correntes envolvidas, o ato eleitoral terá sido marcado por alegadas irregularidades, situação que culminou na mudança da estrutura diretiva da claque e agravou as tensões entre os apoiantes, que agora se dividiram.
Atualmente, o topo sul de Alvalade continua ocupado por outras claques ligadas ao universo leonino, como a Juventude Leonina, a Torcida Verde e a Brigada Ultras. Ainda assim, entre os grupos organizados de adeptos presentes no estádio, apenas a última é oficialmente reconhecida pelo Conselho Diretivo do Sporting.
Presidente do Clube de Alvalade viverá dias intensos e não quer perder dois dos momentos mais importantes da temporada leonina
09 Mai 2026 | 11:51 |
Frederico Varandas - que prepara mudança drástica - volta a mostrar total envolvimento nas decisões mais importantes do Sporting e já definiu uma verdadeira maratona para acompanhar duas equipas leoninas em momentos decisivos da temporada 2025/2026.
O presidente verde e branco vai deslocar-se até Pesaro, em Itália, para assistir à final da Liga dos Campeões de futsal, onde o Sporting terá pela frente o Palma. O encontro está marcado para domingo, às 17h00, e pode representar mais um troféu europeu para os leões.
A presença de Varandas numa final europeia da modalidade não surpreende, tendo em conta que o líder leonino tem acompanhado regularmente os momentos mais importantes das diferentes equipas do Clube desde que assumiu a presidência.
Mas a viagem não termina em Itália. Depois da final de futsal, Frederico Varandas regressará rapidamente a Portugal para marcar presença, já na segunda-feira, em Vila do Conde, onde a equipa principal de futebol do Sporting enfrenta o Rio Ave.
O encontro da formação orientada por Rui Borges, referente à 33.ª jornada, pode ser determinante nas contas finais do campeonato. Assim, o presidente leonino prepara-se para acompanhar dois momentos cruciais do Clube em menos de 24 horas.
Após uma temporada bem sucedida em muitas maneiras e feitios, Clube de Alvalade varre tudo e todos ao alcançar algo notável
26 Abr 2026 | 15:35 |
O Sporting continua a escrever páginas douradas na sua história e, desta vez, com um feito transversal a várias modalidades. Os leões tornaram-se no primeiro clube a garantir presença nas finais da Taça de Portugal em seis modalidades diferentes na mesma época.
Para já, o emblema verde e branco - que vai receber 20M por um jogador - já levantou dois troféus ligados à prova rainha: no basquetebol, com uma vitória frente ao Porto (86-84), e no voleibol, após um triunfo emocionante diante do Benfica (3-2).
No entanto, o impressionante percurso não fica por aqui. O Sporting ainda vai disputar as finais em futebol, andebol, futsal e hóquei em patins, mantendo viva a ambição de aumentar ainda mais o palmarés numa temporada que já é histórica. Este domingo, dia 26 de abril, há jornada dupla, com decisões no hóquei em patins frente ao Barcelos e no futsal diante do Benfica.
Mais à frente, os leões voltam a entrar em campo para outras decisões importantes. No futebol, a final do Jamor está marcada para dia 24 de maio, frente ao Torreense, enquanto no andebol o objetivo será alcançar o ‘penta’, num duelo novamente diante do Benfica, agendado para 7 de junho.
Até agora, o melhor registo pertencia ao Benfica, que em 2014/15 marcou presença em quatro finais e venceu todas. O Sporting supera agora essa marca, colocando o seu nome no topo e demonstrando uma consistência rara no panorama desportivo português.