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Villas-Boas admite semelhanças entre Porto e Sporting e afirma 'confronto' com Varandas
09 Out 2026 | 16:05
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24 Ago 2020 | 12:50 | Por Redação
Na passada sexta-feira, 21 de agosto, o Leonino deu conta, em exclusivo, da tentativa do SL Benfica em evitar a descida de divisão do Vitória de Setúbal (LER AQUI). Em declarações exclusivas ao nosso jornal, Bruno Mascarenhas e Soraia Quarenta abordaram a interferência benfiquista na vida de um clube terceiro.
Bruno Mascarenhas – “Existe o risco de a verdade desportiva estar a ser comprometida”
“Existe o risco de a verdade desportiva estar a ser comprometida, mas não se consegue provar, factualmente, que isso esteja a acontecer. Há formas benignas de ajudar e outras menos benignas de o fazer. Nos últimos anos, fruto dos diversos casos em que o SL Benfica se viu envolvido, temos a suspeita de que, alegadamente, a forma de atuar dos encarnados seja perniciosa. Resta saber quais as condições e o estilo de parceria que estará aqui em causa.
O Vitória de Setúbal tem sido, historicamente, um parceiro privilegiado do SL Benfica. De alguma forma, é compreensível porque o FC Porto tem vindo a perder o seu poder de influência e o Sporting CP cometeu, no mandato anterior, uma série de erros, desbaratando, assim, a possibilidade de criar um conjunto de clubes amigos.
A criação de uma rede de clubes com os quais existem relações privilegiadas não tem de ser, necessariamente, negativa. No caso do Sporting CP, conseguimos fazê-lo, em determinado momento, com o Setúbal, como são exemplo os empréstimos do João Mário, Ryan Gauld ou André Geraldes. Estes atletas “rodaram” num nível competitivo alto e isso acaba por ser positivo para ambas as partes. No entanto, neste momento, o Sporting CP perdeu essa capacidade e o SL Benfica, percebendo isso mesmo, está a aumentar a sua influência tendo um conjunto de clubes amigos onde coloca os seus jogadores e treinadores. Nestes momentos de maior aperto, tenta valer a sua influência. Se o Sporting CP estivesse forte, denunciaria este tipo de práticas.
A Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP) expressa a vontade dos clubes. Se a vontade dos clubes não é a de denunciar estas situações, a LPFP pouco pode fazer. O mesmo se passa com a Federação Portuguesa de Futebol. É mais fácil ser a investigação criminal a apurar os factos do que a própria justiça desportiva que, de alguma forma, está condicionada à vontade de uma maioria que, pelos vistos, está a ser influenciada.”
Soraia Quarenta – “Se a ajuda passar por pedir o encobrimento de dívidas, poderemos estar perante algo ilegal”
De um ponto de vista geral e tendo como base exclusivamente a notícia, o que posso dizer é que não há nada que impeça um presidente de um clube em ajudar outro. Aliás, de um ponto de vista de solidariedade institucional até é uma atitude nobre, que demonstra responsabilidade social e respeito por um clube como o Vitória de Setúbal, que é um histórico.
No entanto, o que se tem de ter em atenção é a forma como é dada essa ajuda. Se for uma situação de intervir em conversações de negociações de dívidas e situações desse género, nada contra, mas, se, como diz a notícia, a ajuda passar por pedir o encobrimento de dívidas, aí já poderemos estar perante algo ilegal, o que, naturalmente, é grave e deverá ser investigado.
Já quanto ao facto de o Setúbal poder, enquanto o recurso não for decidido, resolver a situação, negociando as dívidas ou pagando as mesmas, poderá apresentar documentação ao tribunal que comprove que a situação já está resolvida e, portanto, a decisão do recurso já não tem razão de ser, por inutilidade superveniente da lide. Quer isto dizer que o motivo pelo qual o recurso foi interposto já não existe – as dívidas – e por isso qualquer decisão que possa advir será vazia de conteúdo, por isso, inútil.
Ainda assim, será sempre injusto para com os clubes que conseguiram apresentar-se à inscrição com o preenchimento de todos os requisitos dentro do prazo para o fazer, porém é uma prerrogativa que qualquer clube na situação que o Setúbal tem.”
Associados estiveram reunidos este domingo, 11 de outubro, na reunião magna, realizada no Multidesportivo do Estádio José Alvalade
11 Out 2026 | 22:35 | Por Redação
Os sócios do Sporting aprovaram o relatório e contas relativo à temporada 2025/26, com 86,02% dos votos favoráveis, na Assembleia Geral ordinária e extraordinária realizada este domingo. A reunião magna ficou também marcada pela rejeição do recurso de Tiago Vila Nova, cuja suspensão disciplinar de 20 meses, aplicada pelo Conselho Fiscal e Disciplinar, se mantém.
Dos 568 associados que se deslocaram para votar, num total de 3722 votos, 86,02% manifestaram-se a favor do relatório e contas do último exercício financeiro. Em sentido contrário, 11,61% votaram contra o documento apresentado, que acabou por receber uma aprovação expressiva dos sportinguistas.
O segundo ponto da ordem de trabalhos dizia respeito ao recurso interposto por Tiago João do Carmo Vila Nova contra a sanção disciplinar que lhe foi aplicada pelo Conselho Fiscal e Disciplinar. Neste caso, 60,48% dos votos foram contra a revogação da suspensão, enquanto 32,80% se pronunciaram a favor. A decisão dos associados confirmou, assim, a manutenção do castigo de 20 meses.
O caso remonta a 29 de março de 2025, antes do encontro entre Sporting e Estrela da Amadora, nas imediações do Estádio José Gomes, na Reboleira. O associado foi alvo de um processo disciplinar na sequência de uma tentativa de agressão a um agente da polícia, alegadamente com uma cabeçada.
Já Pedro Almeida Cabral, Presidente da Mesa da AG, fez um balanço positivo, destacando a participação dos associados e o diálogo com os órgãos sociais. "Foi um dia de Sporting, em que os Sócios puderam participar na Assembleia Geral, colocando questões aos Órgãos Sociais, em especial ao Conselho Diretivo e ao Conselho Fiscal e Disciplinar e a Assembleia decorreu de forma ordeira, pacífica, livre e democrática. Acho que, quando as Assembleias Gerais decorrem desta maneira, só podemos esperar que o Clube fique prestigiado e que os seus valores sejam mais uma vez engrandecidos", sublinhou.
Presidente marcou presença no Fórum VI da Game Changers, realizado na MEO Arena, onde partilhou a sua visão sobre liderança e gestão
11 Out 2026 | 10:43 | Por Redação
Frederico Varandas marcou presença no Fórum VI da Game Changers, realizado na MEO Arena, onde partilhou a sua visão sobre liderança e gestão. O Presidente do Sporting recordou que, logo após ser eleito em 2018, admitiu aos elementos da sua direção que o mandato poderia durar apenas seis meses, caso fosse necessário tomar decisões difíceis.
F. Varandas: "Meus senhores, não sei se vamos durar seis meses ou seis anos"
"A primeira vez que reunimos depois de eleitos em 2018, todos os meus colegas de Conselho Directivo estavam muito felizes, orgulhosos, mas estraguei aquele ambiente de festa logo aos três minutos. Disse-lhes: Meus senhores, não sei se vamos durar seis meses ou seis anos, porque vamos fazer o que tem de ser feito", contou.
O dirigente, que participou num painel sobre liderança antes da intervenção do antigo presidente dos Estados Unidos Barack Obama, recorreu também à experiência militar para explicar a importância de conhecer os próprios limites e decidir sob pressão. Varandas recordou a missão no Afeganistão e a forma como essas vivências influenciaram a sua maneira de liderar: "Mais do que os resultados, as pessoas seguem valores. O que tiro da minha formação militar (ainda sou capitão do exército com muito orgulho) e da experiência da missão no Afeganistão, com os comandos, é a capacidade de conhecer os meus limites. Somos testados em condições altamente desfavoráveis, tendo de continuar a trabalhar, a decidir sob pressão, muitas vezes nesse limite", afirmou.
Além do mais, relatou ainda um episódio vivido durante uma missão em Kandahar, quando um oficial demonstrou nervosismo antes de uma patrulha numa zona dominada pelos talibãs. "Aprendi que nós, líderes, temos de tomar decisões difíceis. Quando premimos o gatilho, temos medo? Temos. Mas temos, sobretudo, de não transmitir esse medo aos nossos colaboradores, aos nossos soldados", sublinhou.
Varandas - que recentemente deu um estouro em Luís Montenegro - abordou também a sua perspetiva sobre as características necessárias para liderar, afastando a ideia de que a vontade, por si só, permite alcançar qualquer objetivo: "A liderança penso-a exatamente da mesma maneira: temos de ter características inatas para ser um líder com competências e resultados. Todos melhoramos, sim, com treino, mas um verdadeiro líder, que aguenta momentos difíceis... isso nasce connosco".
Durante debate no Parlamento, chefe do Governo utilizou uma metáfora com Clube de Alvalade para visar críticos do seu mandato
10 Out 2026 | 09:47 | Por Redação
Frederico Varandas respondeu à provocação de Luís Montenegro sobre o passado do Sporting e aproveitou para deixar uma indireta ao Porto. No final da vitória dos leões por 3-1 frente ao Braga, o Presidente leonino comentou as palavras do primeiro-ministro durante o debate do Orçamento do Estado.
Montenegro, adepto dos dragões, tinha recorrido à história do Sporting para ilustrar a ideia de que as previsões de défice feitas pela oposição poderiam não se concretizar no imediato. O chefe do Governo aludiu à expressão "para o ano é que vai ser", numa referência ao longo período que os leões passaram sem conquistar o título nacional.
Varandas revelou que recebeu várias mensagens sobre o episódio e explicou que só tomou conhecimento exato das declarações durante a deslocação para o jogo com o Braga. "Realmente recebi muitas mensagens sobre o debate quinzenal. Tanto que, na viagem para cá, tive de ver o que realmente tinha sido dito. Não houve nada. Foi uma graçola. Eu não a teria feito, tendo em conta que há milhões de eleitores Sportinguistas", afirmou.
F. Varandas: "Preferia estar mais 19 anos sem vencer a ser presidente de uma coletividade vencedora que tivesse sido apanhado em escutas a corromper árbitros"
O líder do Sporting não ficou, porém, por aí e aproveitou a ocasião para lançar uma farpa ao rival portista, recorrendo à polémica das escutas relacionadas com o Apito Dourado. "Mas essa do clube que ganhava quase, quase... Só queria dizer que estivemos 18 ou 19 anos sem vencer. Mas posso dizer que preferia estar mais 19 sem vencer a ser presidente de uma coletividade vencedora que tivesse sido apanhado em escutas a corromper árbitros", declarou.
Quanto ao jogo, o Sporting venceu o Braga por 3-1 na 8.ª jornada da Liga, depois de ter chegado ao intervalo em desvantagem, graças a um autogolo de Rui Silva, aos 41 minutos. Na segunda parte, Luis Suárez restabeleceu a igualdade aos 66’, de cabeça, e um autogolo de Bernardo Fontes, aos 70’, consumou a reviravolta leonina. Rodrigo Zalazar fechou o resultado aos 81 minutos, com um remate de fora da área.
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09 Out 2026 | 16:05
João Maria Jonet explode contra bicadas de Luís Montenegro sobre o Sporting: "Cobarde"
09 Out 2026 | 13:31
Luís Montenegro faz figura deprimente no Parlamento e goza com o Sporting (vídeo)
09 Out 2026 | 13:04