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Jogos

Sporting vence Porto nas grandes penalidades e conquista Taça de Portugal

Conheça todos os pormenores da última vitória leonina no estádio nacional e significou a conquista na Prova Rainha, troféu que escapa aos leões há vários anos

Recorde a última vitória do Sporting, sobre o Porto, no Estádio do Jamor onde conquistou pela última vez a Taça de Portugal que foge aos leões há  anos
Recorde a última vitória do Sporting, sobre o Porto, no Estádio do Jamor onde conquistou pela última vez a Taça de Portugal que foge aos leões há anos

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A última vez em que a formação do Sporting venceu a prova rainha do futebol português, a Taça de Portugal, remonta ao ano de 2019 e ao dia 25 de maio, em que os comandados de Marcel Keizer venceram nas grandes penalidades a formação do Porto, que era orientada por Sérgio Conceição.


Os onze de Kiezer contra os de Conceição


O técnico neerlandês apostou neste onde para enfrentar os dragões: Renan Ribeiro, Bruno Gaspar, Sebastián Coates,Jérémy Mathieu, Acuña, Nemanja Gudelj, Raphinha, Bruno Fernandes, Wendel, Abdoulay Diaby e Luiz Phellype. Entraram durante o encontro: Tiago Ilori, Jefferson, Idrissa Doumbia e Bas Dost.


Já Conceição utilizou o seguinte xadrez para tentar travar a turma verde e branca: Vaná Alves, Éder Militão, Felipe, Pepe, Alex Telles, Héctor Herrera, Danilo Pereira, , Moussa Marega, Tiquinho Soares e Yacine Brahimi. Entraram no decorrer da partida: Wilson Manafá, Hernani, Andrian Lopez e Fernando Andrade.

O dragão entrou melhor mas o leão respondeu


A equipa do Porto entrou melhor na partida e adiantou-se mesmo no marcador por intermédio de Tiquinho Soares ao minuto 40 da primeira parte. Porém o Sporting reagiu depressa e empatou a remate de Bruno Fernandes que contou com o desvio decisivo para a própria baliza do médio azul e branco Danilo Pereira.

Um Prolongamento de Loucos

Na segunda parte, existiram muitas oportunidades para os dois lados, mas nenhuma das formações conseguiu desatar o nó antes do minuto 90, o que obrigou o jogo a ir para prolongamento. Desta vez foi o Sporting a adiantar-se aos 101`por intermédio de Bas Dost, que tinha entrado ao minuto 74.

Tudo parecia bem encaminhado para a formação de Marcel Keizer levantar a taça, juntando-a à Taça da Liga que tinha sido conquistada frente ao mesmo adversário, porém o Porto reagiu e empatou com um grande cabeceamento de Felipe já para lá do minuto 120.

Decisão foi nas grandes penalidades

No desempate nos penalties os verdes e brancos levaram a melhor e venceram por 5-4. Para os leões, em seis pontapés da marca dos 11 metros, somente Bas Dost não converteu. Do lado dos dragões desperdiçaram Pepe e Fernando Andrade, tendo sido Luiz Philipe a dar a visória á equipa do Sporting.

Este ano pode voltar a repetir-se

A equipa do Sporting, que agora é comandada por Rui Borges, pode voltar a conquistar a prova rainha do futebol português. Para isso terá de derrotar a equipa do Rio Ave, numa eliminatória que tem início já na próxima quinta feira dia 3 de abril. Caso sigam em frente, marcarão presença em mais uma final, frente a Benfica ou Tirsense.


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Sporting faz história e conquista título inédito frente ao Benfica

Formação leonina vence a formação encarnada arrecada troféu que nunca tinha alcançado ao longo de toda a sua história algo que há muito perseguiam

Sporting bate formação Benfica e conquista título inédito para o museu do Clube verde e branco, algo já há muito desejado por todos
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A 28 de março de 1915 realizou-se o jogo decisivo do Campeonato de Lisboa desse ano, entre Sporting e Benfica, com ambas as formações a chegarem a este duelo derradeiro empatadas em pontos conquistados, embora os encarnados levassem vantagem por terem saído vitoriosos no embate da primeira volta.


Os onzes de Sporting e Benfica


Neste jogo frente ao seu maior rival, a equipa do Sporting alinhou com: Jorge Morice, Amadeu Cruz, Jorge Vieira, Raul Barros, Artur José Pereira, Boaventura da Silva, António Stromp, António Rosa Rodrigues, Francisco Stromp (como Capitão), Guilherme Morice e John Armour.


Já o Benfica alinhou neste encontro com a seguinte formação: Mário Monteiro, Rogério Peres, Leopoldo Mocho, Henrique Costa, Cândido de Oliveira, Cosme Damião, Carlos Figueiredo, Aníbal, Francisco Pereira, Manuel Veloso e por último Herculano.

Marcha do marcador foi favorável ao Sporting


A formação do Benfica até marcou primeiro, no entanto, essa vantagem durou poucos instantes, dando que John Armour reestabeleceu a igualdade. Logo de seguida, o Sporting ficou reduzido a 10 unidades, em virtude de Guilherme Morice ter fraturado um pé, visto que à época ainda não eram permitidas substituições.

Ainda antes do intervalo, os verdes e brancos voltaram para a dianteira por intermédio de António Rosa Rodrigues, sendo que foi com este resultado que leões e águias foram para as cabines. Era um cenário favorável para a turma leonina, porém, um golo devolvia a vantagem ás águias.

No entanto, não foi isso que aconteceu. Ao invés disso, o Sporting aumentou a vantagem com um remate certeiro de Francisco Stromp, que fechou o resultado em 3-1. Nota para o facto de que os leões jogaram com menos um durante toda a segunda parte, ainda assim, isto não foi suficiente para vergar a formação de Alvalade.

Conquista inédita do Sporting

Com este Campeonato de Lisboa, ambos os presidentes à data discursaram, dando mostras do desportivismo que reinava no futebol português. Este ano, as duas equipas estão também em competição direta pelo título de campeão nacional.


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Sporting vence Benfica e aproxima-se do título de campeão nacional

Clube verde e branco derrota a equipa encarnada por três bolas a uma e conquistam os tão preciosos pontos que podem ser decisivo na conquista do campeonato

Equipa do Sporting vence a congénere do Benfica por 3-1 e conquista pontos que prometem ser decisivos na luta pelo campeonato
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A 28 de março de 1982, a equipa do Sporting venceu a formação do Benfica, por 3-1, no Estádio José de Alvalade, e conquistou uma vitória que pode revelar-se decisiva na conquista do campeonato que prometia ser de grandes emoções até ao fim. Para os verdes e brancos, Rui Jordão fez um hattrick, enquanto que para os encarnados faturou Carlos Manuel.


Malcom Alison a comandar os leões e Lajos Baróti as águias


Malcom Alison escolheu para alinhar de início, num jogo que viria a revelar-se decisivo para as contas do título, Ferenc Mészáros, Francisco Barão, Eurico Gomes Virgílio, Carlos Xavier, Marinho, António Nogueira, Ademar, Lito, Manuel Fernandes e Rui Jordão - que ajudou o Sporting a chegar aos 3.000 golos.


Já Lajos Baróti, do lado dos encarnados, escolheu para defender as cores da formação benfiquista o seguinte onze: Bento, Frederico, Veloso, António Bastos Lopes, Humberto Coelho, Shéu, Carlos Manuel, Paulo Campos Chalana, Jorge Gomes, Nené.

Jogo marcado pelo hattrick de Jordão e pela expulsão de Bento


Apesar da derrota, a formação do Benfica até começou a ganhar, graças a um golo de Carlos Manuel, ao minutos 13, adiantando desta forma as águias, embora o Sporting tenha empatado, ainda antes do intervalo, com um golo através da marca de penálti de Rui Jordão, ao minuto 20.

No segundo tempo, a formação leonina adiantou-se, ao minuto 62, também de grande penalidade e com Rui Jordão a ser novamente o autor deste tento. O jogo ficou mais facilitado com a expulsão logo de imediato de Manuel Galrinho Bento, guarda-redes do Benfica, aos 64'.

O Sporting viria a aumentar a sua vantagem pelo inevitável Rui Jordão, que faturou novamente ao minuto 78, consomando desta forma a vitória dos verdes e brancos sobre o seu maior rival, num jogo que viria a ser totalmente decisivo no que diz respeito às contas do título.

Vitória do Sporting que viria a ser presenteada com a conquita do campeonato

Esta vitória do Sporting sobre o Benfica revelou-se determinante e os leões acabaram por se sagrar campeões nacionais da edição de 1981/1982, terminando a época com um total de 46 pontos conquistados, mais dois do que os encarnados, numa altura em que a vitória valia somente dois pontos.


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Sporting goleia Porto em casa e luta pelo título fica mais intensa

Leões não facilitaram na receção aos dragões e mesmo com os três pontos já garantidos, a partir dos 80 minutos mostraram-se impiedosos

Sporting mostrou-se impiedoso na receção ao Porto e obteve uma expressiva vitória que relançou as contas pelo título
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A 27 de março de 1938, o Estádio de Lisboa foi palco de um confronto memorável entre o Sporting e o Porto, a contar para a 10.ª jornada do campeonato nacional. Os leões venceram de forma categórica, por 6-1, com destaque para - mais uma - extraordinária exibição de Fernando Peyroteo, que assinou um hattrick. João Cruz e Adolfo Mourão também contribuíram para o expressivo resultado.


Mestre Szabo de um lado e Miguel Siska do outro


Para este encontro, o timoneiro Joseph Szabo, que conta com maior número de jogos e triunfos pelos leões, escolheu de início Azevedo, Mário Galvão, João Jurado, Rui Araújo, Aníbal Paciência, Manecas, Fernando Peyroteo, Adolfo Mourão, João Cruz, Pedro Pireza e Manuel Soeiro.


Miguel Siska, técnico dos dragões entre 1938 e 1942 e jogador deste mesmo clube entre 1924 e 1933, optou por alinhar com Soares dos Reis, Sacadura, Vianinha, Carlos Pereira, Poças, Reboredo, Francisco Ferreira, Pinga, Ângelo Silva e Gomes da Costa.

Jogo de loucos... mas só nos derradeiros 10 minutos


Foi Peyroteo, o sujeito do costume, a abrir o ativo, à passagem da meia hora de jogo. O resultado ficaria desde logo mais confortável um minuto depois, por João Cruz, e só na segunda parte as redes das balizas voltariam a mexer.

Doze minutos depois do regresso ao relvado, Fernando Peyroteo bisou e trouxe alguma calma ao encontro, tranquilidade essa que só teria fim a partir dos 80'. João Cruz apontou, aí, o 4-0, com o golo de honra do Porto a surgir logo de seguida, por intermédio de Ângelo Silva. Adolfo Mourão, aos 84', e Peyroteo, aos 87', fecharam a goleada em 6-1.

A vitória expressiva dos leões não só tornou mais intensa a luta pelo título, como também evidenciou a qualidade do plantel. Fernando Peyroteo, em particular, começava a cimentar a sua reputação como um dos maiores goleadores da história do clube e do futebol nacional e acabou mesmo essa época com 36 golos (!), mais 20 do que o segundo melhor 'matador', Ângelo Silva.

Goleada não impediu perda do campeonato

Embora o Sporting tenha demonstrado a sua força com esta goleada, foi o Benfica que acabaria por se sagrar campeão nacional na época 1938/39, com 23 pontos, os mesmos que o Porto (embora as águias tivessem levado a melhor no confronto direto). Já o Sporting terminou com 22 pontos.


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