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Inacreditável! Disparo contra adepto do Sporting na celebração do bicampeonato segue sem culpados
14 Jun 2026 | 12:14
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08 Jun 2020 | 10:00 |
Já se sabia desde o (mau) jogo frente ao D. Aves, o primeiro de Rúben Amorim pelo Sporting, que com o novo treinador subia também ao relvado uma diferente proposta futebolística, a qual carecia de posterior confirmação. Em Guimarães a evolução natural do sistema respondeu parcialmente às dúvidas, mas só os próximos desafios mostrarão se Amorim está mesmo tão confiante com o lado mais ofensivo da ideia. Utilizar três defesas é bem diferente de jogar com três centrais. A presença de Ristovski no onze com o Aves mostrava, portanto, essa ‘nuance’. Estavam em campo quatro jogadores de cariz defensivo, os quais colocavam a equipa mais perto de um sistema de cinco defesas (com o recuo de Acuña na perda de bola) do que propriamente três. Em certos momentos a deslocação de Mathieu para a esquerda, compensando a permanência de Acuña no meio-campo a tapar a descida do lateral, dava à equipa uma linha de quatro defesas. Tudo mudou no minuto 24, após as expulsões de dois avenses. Aí o treinador leonino assumiu os três defesas (trocando Ristovski por Jovane) e ao intervalo também trocou Mathieu por Francisco Geraldes, baixando Battaglia para a posição de ‘6’ puro, para libertar os dois médios interiores. Agora, no retomar da Liga, Rúben foi a jogo sem receios de ter uma linha defensiva a três, um meio-campo a quatro e um ataque a três.
O Sporting evoluiu imenso quando comparado com o que se viu frente ao Aves, apesar de ter recuado em termos de resultado final. Se esta proposta é melhor ou pior do que outras apresentadas desde a época passada, para já pode dizer-se apenas que é diferente, e a resposta definitiva só a iremos obter com os resultados futuros. Porque no futebol é isso que interessa: o resultado final. Jogar ‘bonito’ ou ‘feio’ são conceitos que ficam ao critério de cada um. Passemos então a ‘ler’ Rúben Amorim a partir de três pontos:
1 – AS IDEIAS E O TREINO. Percebeu-se de forma clara em Guimarães que o treinador sabe operacionalizar bem o treino de zonas de pressão. Os jogadores raramente cometeram erros na definição destas zonas (quando o adversário tinha bola e tentava sair em organização) e mantiveram o padrão ao longo dos 90 minutos. A forma como executaram os movimentos de criação de pressão após a perda de bola revelaram igualmente a qualidade do treino. E este é o ponto que faz toda a diferença: muitas vezes os treinadores pedem aos jogadores o desenvolvimento de determinadas ações em competição, mas não as operacionalizaram previamente no treino, ou seja, não criaram exercícios específicos que possibilitassem a aprendizagem e consolidação da ideia, a qual acaba por ser passada apenas de forma teórica (mensagem verbal normalmente com recurso a esquemas visuais ou vídeos). Pode resultar num jogo muito específico, mas não promove a evolução do conjunto nem dos próprios futebolistas. Por outro lado, quando vemos uma equipa repetir determinado tipo de acções, percebemos que estamos perante um factor comportamental e não aleatório, o que, uma vez mais, nos diz que assistimos a algo que foi preparado em contexto de treino. Independentemente dos resultados obtidos pela equipa, identificar estes dados permite afirmar que estamos perante um treinador competente (não necessariamente vitorioso). Ora, Rúben Amorim sabe fazer e é muito claro nas ideias: pressão na saída de bola do adversário; criar pressão na zona de perda de bola, em vez do habitual recuar de linhas; organizar acções ofensivas de forma paciente a partir da defesa, convidando o adversário a subir linhas para ganhar, com dois ou três passes no máximo, espaço nas costas da defesa (ataque à profundidade); utilizar sempre um dos dois extremos no espaço interior, libertando um corredor para o médio-ala, por forma a criar desequilíbrios. A rapidez ao pensar e ao executar (intensidade) é a chave para o êxito destas ideias e a equipa, em Guimarães, deu mostras de estar confortável neste aspeto, não promovendo a circulação paciente de bola nos 40 metros da zona normalmente destinada à fase de construção/preparação da acção ofensiva, situação que foi alvo de algumas críticas, com as quais não alinho.
2 – O DOIS CONTRA TRÊS. Se o adversário coloca três jogadores com grande qualidade técnica e capacidade física (como fez Ivo Vieira com Joseph, Pêpê e João Carlos Teixeira) no espaço onde o Sporting tem apenas dois elementos (Battaglia e Matheus Nunes, em Guimarães), um erro no passe curto/médio pode ter custos elevados. Creio que foi essa a leitura que Rúben Amorim fez e procurou, bem, minimizar os riscos, dando sempre mais liberdade a um médio, fixando o outro na zona de posição ‘6’. Claro que tal decisão limitava, e muito, essa tal organização/circulação nos 40 metros, mas a opção de criar soluções ofensivas através do passe preferencial a partir dos corredores laterais (Acuña desempenhou aqui um papel decisivo), solicitando ora a capacidade de condução de Jovane, ora a capacidade de rutura de Sporar, resultou muito bem e a equipa nunca necessitou de mais de dois ou três toques para chegar à área contrária. Em especial na primeira parte o Sporting teve a ação muito condicionada pela qualidade de organização ofensiva do Vitória. Apesar de pressionar bem e nos locais certos, o ‘terceiro’ elemento do meio-campo vitoriano soltava-se com facilidade para dar linha de passe aos colegas da defesa, pelo que a bola chegava fácil ao ataque. Daí que Camacho fosse quase sempre apenas lateral neste período, não deixando Eduardo Quaresma exposto a situações de dois para um. Na segunda parte Rúben Amorim deu outra capacidade ao meio-campo, com a colocação de Jovane num espaço mais interior. Então Camacho passou a subir de forma constante e ia travar Florent no meio-campo, e Quaresma já se sentiu mais confortável disputando o espaço apenas com Davidson, porque o ‘terceiro’ médio contrário já não surgia solto naquela zona. Bastou um ‘pequeno’ acerto posicional para resolver um problema que podia decidir o resultado final a favor dos minhotos. Claro que a maioria dos adversários não tem médios de qualidade semelhante aos do Vitória, nem em capacidade técnica nem em conhecimentos tácticos do jogo. E nesses casos o dois para três que Amorim terá pela frente em muitos desafios não oferecerá ao Sporting dificuldades de semelhante envergadura. Por outro lado, Wendel tem uma capacidade de ocupação de espaço que Matheus Nunes ainda não possui, e uma qualidade de decisão superior a Battaglia, quando se envolve no apoio ao ataque. Lá está, as ideias podem ser as melhores e não resultar na plenitude por falta de jogadores capazes de lhes dar corpo.
3 – AS OPÇÕES. É por isso que não dou qualquer importância à proveniência dos jogadores que integram o onze (nem fiz o exercício, que excitou muitos sportinguistas, de olhar a idades e local de formação dos que atuaram em Guimarães). Desde que lá dentro estejam aqueles que são os melhores, isso basta-me. E sobre esta matéria, nem consigo colocar Eduardo Quaresma na ‘lua’ nem Matheus Nunes no ‘inferno’, tão-pouco Camacho num patamar de excelência pelo que fizeram em Guimarães. Podem tentar ‘vender-me’ a ideia de uma exibição fantástica de Quaresma a partir dos passes certos que fez, mas não a compro porque a larga maioria desses mesmos passes foram ‘burocráticos’, ou seja, óbvios na circulação de bola entre defesas, sem oferecer algo de transcendente ao jogo, ao contrário do que conseguiu Acuña, por exemplo, decisivo neste capítulo. No jogo defensivo teve uma óptima ajuda de Camacho na primeira parte e após o intervalo, sim, passou a ter maior e melhor ação. Já Matheus Nunes sentiu sempre a dificuldade acrescida de estar a trabalhar numa zona na qual a equipa se encontrava em inferioridade numérica. O jogo dele foi mais posicional, de evitar expor a equipa a situações delicadas e, claro, não teve pulmão para manter a mesma intensidade a partir da hora de jogo, por isso saiu. Quanto a Camacho, apenas se libertou na segunda parte. Está a aprender os posicionamentos defensivos e um outro aspeto bem mais complicado num sistema de três defesas: saber quando e como desfazer a ação de marcação em sintonia com o central do seu lado (algo que Acuña já domina muito bem), e isso foi notório durante os 45 minutos iniciais. Libertou-se quando o treinador assumiu que era chegado o momento de ele olhar para o jogo mais a partir das ações ofensivas.
P.S. Li várias críticas a Rúben Amorim devido ao facto de não ter mudado o sistema a partir da expulsão de Joseph (76’). Dizer que nos 17 minutos seguintes o Vitória não se alterou, antes aceitou ficar a jogar de dois para dois no meio-campo. Não seria aconselhável desfazer este equilíbrio, até porque Ivo Vieira colocara aí um homem ‘fresco’ (Lucas Evangelista). Substituir Battaglia por Matheus Oliveira, talvez, mas só para ganhar melhor decisão de passe, a troco da luta pela posse de bola. O Vitória só ‘aceitou’ o empate a dois minutos do fim (93’), quando trocou Davidson por um terceiro central (Suliman). Tomar decisões que coloquem em risco o equilíbrio da equipa fazem sentido quando se está a perder. Caso contrário pode ter custos elevados (ver exemplo do Sp. Braga frente ao Santa Clara).
Sócios continuam a beneficiar de condições preferenciais no acesso a estas plataformas e serviços, mantendo um conjunto de vantagens exclusivas
25 Jun 2026 | 13:29 |
O Sporting deu mais um passo no processo de modernização do Clube com o lançamento de uma nova aplicação digital destinada à gestão de visitas ao Estádio José Alvalade e ao Museu Sporting. A plataforma, denominada ‘Sporting Experience’, surge integrada na estratégia de inovação liderada pela Direção de Frederico Varandas.
A nova ferramenta permite que os Sócios e adeptos reservem de forma antecipada o dia e a hora das suas visitas ao recinto leonino e ao espaço museológico, garantindo maior comodidade e flexibilidade na organização das entradas. O objetivo passa por tornar o processo mais simples e eficiente, reduzindo constrangimentos e melhorando o acesso aos serviços do Clube.
O projeto está também ligado à recente requalificação do Museu Sporting, que reabriu há cerca de um ano após uma remodelação profunda. O espaço foi modernizado com um design mais minimalista e passou a incluir novas valências, como um serviço de catering, reforçando a aposta numa experiência mais completa para os visitantes.
Os sócios do Sporting continuam a beneficiar de condições preferenciais no acesso a estas plataformas e serviços, mantendo um conjunto de vantagens exclusivas. A medida enquadra-se no plano estratégico, designado ‘Future is Coming’, que define objetivos de desenvolvimento até 2034 e se articula com a preparação para o Mundial de 2030.
O lançamento desta aplicação surge ainda num momento simbólico do Clube, que se prepara para assinalar o seu 120.º aniversário no próximo dia 1 de julho. O Sporting irá apresentar a sua nova identidade de marca, incluindo um emblema renovado.
Como já foi anunciado pelo Clube de Alvalade, será no próximo dia 1 de julho, no dia do 120.º aniversário dos leões, que será divulgada a novidade
19 Jun 2026 | 17:49 |
O Sporting irá apresentar no próximo dia 1 de julho, o dia do do 120º aniversário dos verdes e brancos - o novo símbolo que será utilizado já a partir da temporada de 2026/27. Em meados deste mês, o vice-presidente do emblema de Alvalade, André Bernardo, prometeu novidades, garantindo, em declarações ao jornal Expresso que a nova imagem manterá “um fundo verde, o leão e um escudo, bem como a sigla SCP”, de modo a respeitar os estatutos do Clube.
Para além disso, o dirigente sportinguista deu conta de que o Sporting está a trabalhar nesta área com a agência inglesa JKR, sendo que a empresa espanhola Rushmore tratará da publicidade. Neste aspeto, falando da JKR, a marca parceira dos leões foi recentemente destacada pela ação de campanha com a KFC, popular cadeia de restaurantes de “fast food” americana.
A “Behind the Brief”, portal especializado na área do marketing e que analisa o perfil e história de diversas marcas, avaliou, esta quinta-feira, a campanha da JKR com a KFC. “Construíram um Mundo e uma experiência da qual se pode fazer parte. Mais relevante, mais expressivo, mais KFC. Tornando o balde lendário (da KFC) numa transformação para a nova geração”, descreveu o portal, nas redes sociais.
Com a expectativa em grande, a verdade é que o anúncio do novo símbolo do Sporting tem sido aguardada com curiosidade - e com muito receio pelo possível design - pelo universo leonino. Nos últimos dias, foi possível ver nas redes sociais a partilha de alguns esboços de possíveis equipamentos e símbolo para 2026/27.
No entanto, esta quinta-feira, o Sporting exibiu no stand que montou no Rock in Rio, o contorno de um possível símbolo, o que muitos Sportinguistas entenderam como uma previsão para o que será anunciado em breve. Até agora, o clube leonino já teve um total de cinco símbolos distintos, sendo que a apresentação do sexto está próxima.
Sócios do Clube de Alvalade terão um mês de julho particularmente importante pela frente, com apresentação de nova identidade e realização de AG
15 Jun 2026 | 12:22 |
Os Sócios do Sporting terão um mês de julho particularmente importante pela frente. Além da apresentação oficial do novo símbolo do Clube, será também realizada uma Assembleia Geral na qual serão discutidos e votados vários temas relevantes para o futuro dos leões, incluindo o orçamento para a próxima temporada.
De acordo com os estatutos do Sporting, a Direção liderada por Frederico Varandas tem até esta segunda-feira, 15 de junho, para entregar à Mesa da Assembleia Geral o orçamento dos rendimentos, gastos e investimentos previstos para o exercício económico seguinte, acompanhado do plano de atividades e do respetivo parecer do Conselho Fiscal e Disciplinar.
Entre os documentos que serão apresentados aos associados estará também o relatório referente ao exercício económico compreendido entre 1 de julho de 2025 e 30 de junho de 2026. O tema será um dos pontos centrais da ordem de trabalhos da reunião magna dos verdes e brancos.
A Assembleia Geral terá ainda um significado especial por ser a primeira conduzida por Pedro Almeida Cabral enquanto presidente da Mesa da Assembleia Geral, depois de ter sido eleito para o cargo nas últimas eleições do Clube.
Outro dos momentos mais aguardados pelos Sócios será a apresentação nova identidade visual do Sporting. O novo símbolo que se tornará oficial a 1 de julho, data em que o Clube celebra o seu 120.º aniversário, e posteriormente submetido à apreciação dos associados.
A renovação da imagem institucional tem gerado grande expectativa entre os adeptos, sobretudo depois de ter sido revelado que o novo emblema manterá os elementos fundamentais da identidade leonina, mas recuperará traços inspirados em versões históricas do símbolo do Sporting.