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NUNO SOUSA TOMA POSIÇÃO QUANTO À AG

Candidato aponta ilegalidades da reunião-magna dos leões em comunicado. Confira aqui

Leonino - Onde o Sporting é notícia
Leonino - Onde o Sporting é notícia

21 Out 2021 | 11:52 | Por Redação

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Nuno Sousa, candidato às próximas eleições do Sporting, tomou posição quanto à Assembleia Geral deste sábado (23 de outubro). Em comunicado, o Sócio leonino ressalvou que a reunião magna dos leões de "está ferida de ilegalidades", enumerando-as.


Confira o comunicado na íntegra:


COMUNICADO - ASSEMBLEIA GERAL 23 DE OUTUBRO DE 2021


Tenho optado, em todos os momentos mais críticos, por tomar posição, não me escondendo no silêncio.

A marcação da AG do próximo dia 23 de outubro é um dos casos em que se impõe assumir uma posição frontal, face a tal AG e à sua finalidade, por entender que a mesma está ferida de


ilegalidades.

Na verdade, as situações que estes Órgãos Sociais arrastam o Sporting Clube de Portugal é vergonhosa e está imersa num oceano, que não num mar de Ilegalidades, que envergonham

todos aqueles que defendem o princípio da legalidade e o Estado de Direito, independentemente da bondade ou malefício da(s) decisão(ões) tomada pelos Sócios em Assembleia Geral.

Todo este manto de ilegalidades não é próprio de um Clube Centenário, que quer cumprir o Estado de Direito, e que deve honrar todo o seu passado, que assim se vê manchado pela

forma de atuar, no presente, pelos respetivos Órgãos Sociais.

Tudo isto é tão caricato que o princípio expresso na convocatória quanto aos Sócios com direito a voto, assumido pela Mesa da Assembleia Geral, é o contrário do que este órgão tem defendido desde que foi empossada, para fundamentar o não cumprimento e a violação reiterada do disposto no artigo 11º do Regulamento da AG do SCP – a famosa não leitura da

ata.

De relembrar que a MAG não cumpre este preceito do referido Regulamento com o argumento de que é impossível garantir que o universo de Sócios presentes na AG onde deveria ser feita a leitura e votação da ata, seja o mesmo universo dos que estiveram na AG que gerou a ata em aprovação, sendo que, agora, na convocatória do dia 23 de outubro, convoca para ela, Sócios que não possuíam capacidade eleitoral à data 30 de setembro de 2021, que nesta não podiam votar por não cumprirem os requisitos do direito de voto.

Mas, vejamos em pormenor de que ilegalidades falamos:

1. Submeter novamente a nova votação das Contas pela AG

1.1. O Sporting Clube de Portugal é uma associação desportiva constituída ao abrigo do disposto no artigo 157º e seguintes do Código Civil. De relevar, desde já, o disposto no artigo 177º, quando determina: “As deliberações da assembleia geral contrárias à lei ou aos estatutos, seja pelo seu objeto, seja por virtude de irregularidades havidas na convocação dos associados ou no funcionamento da assembleia, são anuláveis”.

1.2. O Sporting Clube de Portugal está obrigado ao SNC (Sistema de Normalização Contabilística), conforme alínea g), do artigo 3º, do Decreto-Lei 98/2015, que estipula: “g) Entidades do setor não lucrativo (ESNL), entendendo-se como tal as entidades que prossigam a título principal uma atividade sem fins lucrativos e que não possam distribuir aos seus membros ou contribuintes qualquer ganho económico ou

financeiro direto, designadamente associações, fundações e pessoas coletivas públicas de tipo associativo, devendo a aplicação do SNC a estas entidades sofrer as adaptações decorrentes da sua especificidade”.

1.3. A aprovação das Contas é uma decisão da AG e a Assembleia Geral é o órgão máximo social do Sporting Clube de Portugal (no 1, do artigo 34º). À semelhança do já sucedido no ano anterior, no presente ano, o R&C foi objeto de apreciação e votação pelos Sócios, sendo que, quer em relação ao do ano passado, quer ao do presente ano, os Sócios, mal ou bem, no âmbito da sua livre vontade, reprovaram os respetivos

documentos.

2. A convocação da próxima Assembleia Geral

2.1. A convocação da próxima AG e as suas eventuais deliberações resultam na violação do artigo 334oºdo Código Civil que tipifica o chamado “Abuso de Direito”.

2.2. Igualmente existe “Usurpação de poder”, porquanto, quer o Conselho Diretivo (CD), quer a Mesa da Assembleia Geral (MAG), se estão a intrometer numa questão que, exclusivamente, cabe à AG decidir, sob pena de alterar a lógica de poder e a democracia deliberativa que cabe ao universo dos elementos que compõem a AG, ou seja, os Sócios.

2.3. A discussão e votação do relatório e das contas do exercício são da exclusiva competência da Assembleia Geral [conforme alínea j) do artigo 43o dos Estatutos], pelo que qualquer consequência desta decisão, negativa ou positiva, só pode(ia) ser alterada pela mesma AG, e não pelo Conselho Diretivo, pelo Conselho Fiscal, ou pela Mesa da Assembleia Geral. A submissão a nova votação pela AG, a pedido do Conselho Diretivo viabilizado pela MAG, é uma frontal e grotesca violação da lei por parte dos órgãos em causa, CD e MAG, sendo que é matéria que não lhe está reservada pelos Estatutos.

3. Universo de Sócios convocados para a Assembleia Geral

3.1. O universo de sócios com direito a voto presentes na Assembleia Geral do passado dia 30 de setembro é, ou pode ser substancialmente diferente do universo de sócios com

direito a voto na Assembleia Geral de 23 de outubro. Isto porque todos os sócios que tenham feito doze meses de admissão a partir de 1 de outubro de 2021, estão em condições de reivindicar o seu direito de voto, face à convocatória emitida pelo senhor Presidente da Mesa da Assembleia Geral em 13 de outubro de 2021. Que invoca os termos do no 2, do artigo 20º, dos Estatutos.

3.2. Da mesma ilegalidade de participação indevida de alguns Sócios sofreu a convocatória da AG de 30 de setembro (no que tange ao R&C de 2019/2020) que permitiu a votação a Sócios que não tinham capacidade de voto, no momento da AG que

reprovou as contas de 2019/2020, e que se realizou em 26 de setembro de 2020.

3.3. Esta convocatória atual é manifestamente ilegal e contrária aos Estatutos, porquanto convoca sócios para expressarem o seu direito de voto, que não dispunham de tal

direito em 30 de setembro de 2021, nem em 26 de setembro de 2020. Esta parte da convocatória já não seria ilegal, contrária aos Estatutos e ao princípio da igualdade, se a convocatória expressamente ressalvasse o direito de voto a todos os Sócios

capacitados estatutariamente a 30 de Setembro de 2021 para o caso da contas de 2020/21, e a todos os Sócios capacitados estatutariamente a 26 de setembro de 2020 para o caso das Contas de 2019/20, e só a estes, bem como permitisse o direito de participar, discutir, e votar, e fossem estabelecidos na mesma linha de tempo, modo e lugar.

4. Violação do princípio da igualdade de participação e da expressão do direito de voto

4.1. Este princípio está consignado na alínea a), do no 1, do artigo 20º dos Estatutos [participar nas Assembleias Gerais do Clube, apresentar propostas, intervir na discussão e votar], porquanto tendo por fim a repetição da votação dos mesmos

pontos, existe uma clara discrepância e desigualdade de tratamento de “tempo e modo” entre o exercício de voto facultado aos sócios na AG de 30 de setembro e a

agendada para 23 de outubro, uma vez que existe clara desigualdade no tempo e modo, o que pode ter prejudicado na primeira o direito de voto, face ao dia e à linha de tempo da votação, comparado com a mesma linha de tempo da agendada para 23 de outubro.

4.2. O que devia obedecer ao princípio da igualdade (com expressão estatutária e constitucional) foi transformado em evidente desigualdade, tratando-se de forma desigual aquilo que é igual, ou deveria ser igual, nomeadamente com a marcação para um sábado com horário alargado de votação.

A solução que a Lei nos dá.

A verdade é que não existe nos Estatutos, nem na Lei Geral, resposta especifica à situação vivida no seio do Sporting Clube de Portugal, e quando assim acontece, estamos perante uma

lacuna da lei.

Neste quadro determina o artigo 10º do Código Civil que “os casos que a lei não preveja são regulados segundo a norma aplicável aos casos análogos”, nº1 do respetivo artigo.

O Código das Sociedades Comerciais trata de forma específica e precisa a situação em apreço no artigo 68o, quando aí dispõe, sobre a epigrafe: “Recusa de aprovação das contas”, o

seguinte:

1. “Não sendo aprovada a proposta dos membros da administração relativa à aprovação das

contas, deve a assembleia geral deliberar motivadamente que se proceda à elaboração total de novas contas ou à reforma, em pontos concretos, das apresentadas.”

2. “Os membros da administração, nos oito dias seguintes à deliberação que mande elaborar novas contas ou reformar as apresentadas, podem requerer inquérito judicial, em que se

decida sobre a reforma das contas apresentadas, a não ser que a reforma deliberada incida sobre juízos para os quais a lei não imponha critérios”

Ora, tanto a aprovação como a recusa, são atos e direitos da Assembleia Geral, que só esta pode assumir. Recusada a aprovação de contas (mal ou bem) qualquer tomada de posição

sobre tal deliberação só pode ser tomada pela mesma Assembleia Geral e não por outro órgão social inferior, como o Conselho Diretivo ou a Mesa da Assembleia Geral.

Quer no ano passado, que este ano, a MAG só tinha um caminho a seguir: após apuramento de resultados e verificada a não aprovação dos documentos, devolver, de imediato a decisão aos Sócios presentes na Assembleia Geral, para que esta, e só esta, “motivadamente, deliberasse a elaboração de novas contas, ou reformular as apresentadas, dispondo o

Conselho Diretivo do prazo de oito dias, para proceder a tal correção ou aperfeiçoamento”.

Caberia então ao Conselho Diretivo, em caso de entender não haver causa para a correção ou aperfeiçoamento, solicitar o competente inquérito judicial (como forma de se desobrigar da

decisão tomada pela Assembleia Geral), e não como fez, com a anuência e cumplicidade da Mesa da Assembleia Geral, solicitando um novo agendamento de votação, que já havia sido assumida pela referida Assembleia Geral de Sócios, e contra os mais elementares princípios de direito e da democracia.

Assim, face a este quadro totalmente inaceitável e ilegal para um Clube de pergaminhos democráticos e no cumprimento do Estado de Direito, que assumo a posição de voto negativo

na próxima Assembleia Geral, porquanto acima da análise subjetiva dos números, que já a fiz em sede da AG de 30 de setembro, deve predominar a legalidade e o Estado de direito.


Clube

Sporting manifesta nota de pesar pela morte de figura histórica do Clube de Alvalade

Na mensagem de despedida, leões enaltecem anos de esforço e dedicação, apresentando as mais sentidas condolências aos familiares e amigos

Leões estão de luto pela morte de Péricles Pinto, antigo atleta do Clube de Alvalade, que faleceu este sábado, aos 89 anos; Fotografia de Sporting
Leões estão de luto pela morte de Péricles Pinto, antigo atleta do Clube de Alvalade, que faleceu este sábado, aos 89 anos; Fotografia de Sporting

01 Nov 2026 | 12:56 | Por Redação

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O Sporting está de luto pela morte de Péricles Pinto, antigo atleta do Clube, que faleceu este sábado, aos 89 anos. Numa nota oficial, os leões lamentaram a perda e recordaram o percurso de um dos nomes que representou a equipa de atletismo ao longo de várias décadas.


Com a aprovação de Moniz Pereira, Péricles Pinto vestiu as cores verdes e brancas em quatro períodos distintos, desde o final da década de 50 até aos anos 70. Durante esse percurso, conquistou dois tri-Campeonatos de Portugal, primeiro entre 1970 e 1972 e, mais tarde, de 1975 a 1977.


O antigo atleta também fez parte da equipa leonina que participou na primeira edição da Taça dos Campeões Europeus de Atletismo, em 1975. Especialista nas diferentes vertentes do salto, teve igualmente a oportunidade de representar Portugal por duas vezes na Taça da Europa.


A ligação de Péricles Pinto ao emblema verde e branco foi reconhecida em 1981, quando recebeu o Prémio Stromp na categoria Dedicação. A distinção destacou o compromisso e o contributo prestado ao Clube de Alvalade ao longo dos anos.

Na mensagem de despedida, o Sporting enalteceu os anos de esforço e dedicação do antigo atleta e apresentou as mais sentidas condolências aos familiares e amigos. O Clube manifestou, assim, o seu pesar pelo desaparecimento de uma figura que fez parte da história do atletismo leonino.



Clube

Dois dirigentes do Sporting integram comissão que propõe as suas próprias remunerações

Emblema verde e branco está no centro de uma discussão que está relacionada com os vencimentos dos responsáveis da SAD leonina

Composição da Comissão de Acionistas da Sporting SAD está a levantar dúvidas quanto à independência de alguns dos seus elementos
Composição da Comissão de Acionistas da Sporting SAD está a levantar dúvidas quanto à independência de alguns dos seus elementos

01 Nov 2026 | 10:16 | Por Redação

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A composição da Comissão de Acionistas da Sporting SAD está a levantar dúvidas quanto à independência de alguns dos seus elementos. Bernardo Ayala, presidente da Mesa da Assembleia Geral, e Ferreira Pinto, responsável pelo Conselho Fiscal, integram o organismo que apresenta propostas relativas aos vencimentos dos órgãos sociais, incluindo valores que abrangem as funções que ambos desempenham.


Os dois dirigentes fazem parte desta comissão desde 2019 e passaram a receber remuneração pelos respetivos cargos a partir de 2023/24. Bernardo Ayala recebeu 9 mil euros ao longo deste período, correspondentes a 3 mil euros por época. Para 2026/27, está previsto que aufira 3.600 euros.


No caso de Ferreira Pinto, o montante acumulado ascende a 21 mil euros, resultante de pagamentos anuais de 7 mil euros. A previsão para a temporada em curso aponta para um valor de 8.500 euros. Os números estão no centro das questões levantadas sobre a participação dos dois responsáveis na estrutura que propõe as remunerações dos órgãos sociais.


Ao jornal 'Correio da Manha', o Clube de Alvalade rejeitou qualquer conflito de interesses e defendeu que os procedimentos respeitam as boas práticas. Na justificação apresentada, salientou que a comissão não decide os salários: limita-se a formular propostas, cuja aprovação compete aos acionistas.

O peso do Sporting nas decisões da SAD é, ainda assim, um dos pontos relevantes desta discussão. O Clube detém 88% do capital da sociedade, o que lhe garante uma posição maioritária nas votações. A comissão foi eleita para o mandato entre 2026 e 2030, mas a política de remunerações terá de voltar a ser apreciada e apresentada na próxima Assembleia Geral anual.



Clube

Villas-Boas arrasa postura de Varandas no Sporting: "Influencer político" com "remuneração choruda"

Líder do Porto fez questão de voltar a 'picar' o Presidente do Clube de Alvalade no mais recente editorial da revista ‘Dragões', publicada esta terça-feira

André Villas-Boas voltou a atacar Frederico Varandas, Presidente do Sporting, desta vez através do editorial da revista ‘Dragões’ relativo ao mês de outubro
André Villas-Boas voltou a atacar Frederico Varandas, Presidente do Sporting, desta vez através do editorial da revista ‘Dragões’ relativo ao mês de outubro

27 Out 2026 | 15:25 | Por Redação

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André Villas-Boas voltou a atacar Frederico Varandas, desta vez através do editorial da revista ‘Dragões’ relativo ao mês de outubro. O presidente do Porto recuperou a recente troca de palavras entre o líder do Sporting e Luís Montenegro e deixou várias críticas ao dirigente leonino, incluindo uma referência à remuneração aprovada pelos acionistas da SAD.


Villas-Boas: "Varandas regressou às suas habituais tiradas de memória seletiva"


“Na mesma tónica, surge Frederico Varandas, que regressou às suas habituais tiradas de memória seletiva, nas quais o Sporting e o seu Presidente habitam o Olimpo da ética e dos valores, sempre impolutos e intocáveis, passando uma borracha sobre os infindáveis casos que envolveram o seu Clube no passado”, começou por escrever André Villas-Boas.


O presidente dos dragões prosseguiu, recuperando a polémica que começou com uma intervenção do primeiro-ministro. “À boleia de uma piada do primeiro-ministro, enfiou a carapuça e encontrou uma nova frente, dispondo-se a mobilizar as hostes do associativismo do seu clube para influenciar o rumo da política nacional. O presidente que prometeu não falar de arbitragem passou então, na sua versão 2026/27, a influencer político”.

Villas-Boas aproveitou ainda para ironizar com os valores recebidos pelo Presidente do Sporting. “Os seus associados avaliarão se esta nova versão do seu presidente justifica a remuneração choruda que lhe atribuem. Nós registamos o regresso das lições públicas de moralidade que até ao primeiro-ministro chegam. Confessemos que já tínhamos saudades”, acrescentou.


No mesmo editorial, o líder máximo do Porto abordou ainda outros temas relacionados com o futebol português, incluindo arbitragem e decisões do Conselho de Arbitragem. Villas-Boas recuperou também o polémico lance de alegada mão de Issa Doumbia no Braga - Sporting, considerando que existia motivo para grande penalidade contra os leões e criticando as explicações posteriores sobre o episódio.


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Varandas vê aumento aprovado no Sporting: Presidente ultrapassa o meio milhão e pode contrair dívida
Clube

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27 Out 2026 | 09:16

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25 Out 2026 | 17:32

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Conhecidos resultados oficiais da AG do Sporting: Adepto castigado 20 meses
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11 Out 2026 | 22:35

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