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Clube
06 Jul 2020 | 10:26 |
A solução para um Sporting campeão esteve sempre debaixo do nosso nariz e não a conseguimos cheirar: jogar à porta fechada.
Nos últimos 50 anos… cinco títulos de campeão nacional para o Sporting. Já com a impossibilidade matemática de chegar esta época ao primeiro lugar, são 18 anos sem conquistar qualquer campeonato, o mais longo período de ‘seca’ na nossa história, superando os 17 anos em branco, entre as conquistas de 1981/82 e 1999/2000. Analisando este acontecimento inédito à luz do que dizem hoje numa base quase diária, vários comentadores televisivos, a conclusão é óbvia: Filipe Soares Franco, José Eduardo Bettencourt, Godinho Lopes e Bruno de Carvalho tiveram sempre a solução para o êxito debaixo do nariz mas nem a conseguiram cheirar – fazer a equipa jogar à porta fechada, por forma a que não sentisse a pressão dos adeptos, era afinal o ovo de Colombo.
Com tantos alertas dados a Frederico Varandas por parte destes mesmos comentadores, talvez o líder da SAD possa inovar e decidir que na próxima temporada as portas do estádio continuarão fechadas a Sócios e adeptos. Ao contrário dos seus antecessores, Varandas está avisado por um vasto conjunto de especialistas em ‘factores decisivos para a obtenção de vitórias no futebol’. Se o Presidente da Sporting SAD decidir ignorar tão importantes indicadores, então será ele o maior responsável caso a equipa falhe o título 20/21. Uma vez que este Conselho Diretivo vai tentar fazer aprovar em AG o i-voting, para dispensar os Sócios de se deslocarem às AG’s, é aproveitar o balanço e tentar fazer aprovar o i-fora, dispensando Sócios e adeptos de saírem de casa para verem a equipa jogar.
Bom, deixando agora de lado a ironia: o Sporting não está a ganhar porque os estádios se encontram vazios, logo os ‘meninos’ não têm adeptos a pressionar, mas sim porque está a beneficiar do bom trabalho do treinador; os ‘meninos’ não estão a jogar a um nível alto devido à ausência de pressão do público, mas sim porque têm muita qualidade. E se alguma ausência joga a favor da equipa é a da inexistência de pressão pelos títulos. Jogar sem público faz diferença, claro. Muita diferença, até, para as equipas grandes. Não pela pressão que esse público exerce sobre a equipa do seu coração, mas sim porque os jogadores dessas equipas (ao contrário das mais pequenas) estão habituados a sentir um calor que hoje não existe nos estádios. Os grandes campeões do FC Porto foram ‘forjados’ no Tribunal das Antas, bancada implacável para com a falta de qualidade; tal como o Terceiro Anel ensinou a quem chegava ao Benfica o que significava jogar com aquela camisola. Se há algo que nunca existiu no Sporting foi precisamente uma bancada mítica que colocasse os jogadores em sentido. A Curva Sul funcionou quase sempre como um ‘centro de acolhimento’, idolatrando por vezes autênticos pernas de pau. Porque eram os ‘nossos’ pernas de pau.
Na próxima época, mesmo que os estádios continuem vazios, a pressão estará lá desde o primeiro dia. E, nesse momento, aquilo que pode ajudar os mais jovens a lidar com tal situação é o trabalho do treinador e a experiência dos mais velhos. Mesmo assim, a época 20/21 será território desconhecido, tal como foi este período de dez jornadas. Basta olhar para o calendário e ver como está desenhado entre setembro e dezembro. Em anos anteriores as provas europeias tinham uma jornada em setembro, duas em outubro, duas em novembro e uma em dezembro, sempre com intervalos largos entre si. Este ano vão ter apenas dois blocos de três jogos, cada qual a ser jogado em três semanas consecutivas. Haverá dias, garanto, em que os jogadores vão suspirar por um estádio cheio que os ajude a ir buscar forças onde elas já não existirão.
A Liga 20/21, mais que qualquer outra, irá triturar as equipas envolvidas nas competições europeias que não consigam um plantel de 16/17 titulares. Caso não se abdique estrategicamente de qualquer competição, este primeiro período de mercado vai marcar o destino de muitos competidores.
Como já foi anunciado pelo Clube de Alvalade, será no próximo dia 1 de julho, no dia do 120.º aniversário dos leões, que será divulgada a novidade
19 Jun 2026 | 17:49 |
O Sporting irá apresentar no próximo dia 1 de julho, o dia do do 120º aniversário dos verdes e brancos - o novo símbolo que será utilizado já a partir da temporada de 2026/27. Em meados deste mês, o vice-presidente do emblema de Alvalade, André Bernardo, prometeu novidades, garantindo, em declarações ao jornal Expresso que a nova imagem manterá “um fundo verde, o leão e um escudo, bem como a sigla SCP”, de modo a respeitar os estatutos do Clube.
Para além disso, o dirigente sportinguista deu conta de que o Sporting está a trabalhar nesta área com a agência inglesa JKR, sendo que a empresa espanhola Rushmore tratará da publicidade. Neste aspeto, falando da JKR, a marca parceira dos leões foi recentemente destacada pela ação de campanha com a KFC, popular cadeia de restaurantes de “fast food” americana.
A “Behind the Brief”, portal especializado na área do marketing e que analisa o perfil e história de diversas marcas, avaliou, esta quinta-feira, a campanha da JKR com a KFC. “Construíram um Mundo e uma experiência da qual se pode fazer parte. Mais relevante, mais expressivo, mais KFC. Tornando o balde lendário (da KFC) numa transformação para a nova geração”, descreveu o portal, nas redes sociais.
Com a expectativa em grande, a verdade é que o anúncio do novo símbolo do Sporting tem sido aguardada com curiosidade - e com muito receio pelo possível design - pelo universo leonino. Nos últimos dias, foi possível ver nas redes sociais a partilha de alguns esboços de possíveis equipamentos e símbolo para 2026/27.
No entanto, esta quinta-feira, o Sporting exibiu no stand que montou no Rock in Rio, o contorno de um possível símbolo, o que muitos Sportinguistas entenderam como uma previsão para o que será anunciado em breve. Até agora, o clube leonino já teve um total de cinco símbolos distintos, sendo que a apresentação do sexto está próxima.
Sócios do Clube de Alvalade terão um mês de julho particularmente importante pela frente, com apresentação de nova identidade e realização de AG
15 Jun 2026 | 12:22 |
Os Sócios do Sporting terão um mês de julho particularmente importante pela frente. Além da apresentação oficial do novo símbolo do Clube, será também realizada uma Assembleia Geral na qual serão discutidos e votados vários temas relevantes para o futuro dos leões, incluindo o orçamento para a próxima temporada.
De acordo com os estatutos do Sporting, a Direção liderada por Frederico Varandas tem até esta segunda-feira, 15 de junho, para entregar à Mesa da Assembleia Geral o orçamento dos rendimentos, gastos e investimentos previstos para o exercício económico seguinte, acompanhado do plano de atividades e do respetivo parecer do Conselho Fiscal e Disciplinar.
Entre os documentos que serão apresentados aos associados estará também o relatório referente ao exercício económico compreendido entre 1 de julho de 2025 e 30 de junho de 2026. O tema será um dos pontos centrais da ordem de trabalhos da reunião magna dos verdes e brancos.
A Assembleia Geral terá ainda um significado especial por ser a primeira conduzida por Pedro Almeida Cabral enquanto presidente da Mesa da Assembleia Geral, depois de ter sido eleito para o cargo nas últimas eleições do Clube.
Outro dos momentos mais aguardados pelos Sócios será a apresentação nova identidade visual do Sporting. O novo símbolo que se tornará oficial a 1 de julho, data em que o Clube celebra o seu 120.º aniversário, e posteriormente submetido à apreciação dos associados.
A renovação da imagem institucional tem gerado grande expectativa entre os adeptos, sobretudo depois de ter sido revelado que o novo emblema manterá os elementos fundamentais da identidade leonina, mas recuperará traços inspirados em versões históricas do símbolo do Sporting.
Passaram mais de 12 meses desde o incidente que envolveu um sportinguista , atingido no olho por uma bala durante os festejos de bicampeão
14 Jun 2026 | 12:17 |
Mais de um ano depois de Bernardo Topa ter sido baleado num olho durante os festejos do bicampeonato, ainda não há responsáveis. Bernardo era um dos milhares de adeptos em Lisboa na noite de 17 de maio de 2025, quando o Sporting se sagrou bicampeão nacional.
O adepto perdeu o olho esquerdo, uma lesão disfarçada pelo uso de uma prótese com estética semelhante à original. Contudo, decorrido mais de um ano sobre o incidente, o comissário de bordo enfrenta múltiplas dificuldades no quotidiano e permaneceu vários meses em situação de baixa médica.
Com operações, consultas e medicação, reergueu-se, no entanto, já gastou mais de 20 mil euros do próprio bolso e ninguém foi responsabilizado. O Casos de Polícia, ligado à SIC, contactou o Ministério Público para perceber se há avanços, mas a Procuradoria-Geral da República disse apenas que o processo está em segredo de justiça.
O mesmo órgão tentou também saber junto da PSP se existe algum resultado do inquérito interno sobre a ação dos agentes, mas a resposta foi a de que a investigação da Inspeção-Geral da Administração Interna ainda está em fase de instrução.
Vale lembrar que durante o seu internamento, Bernardo Topa recebeu a visita de Frederico Varandas. O Presidente do Clube de Alvalade esteve sempre em contacto com o adepto, oferecendo-lhe algumas palavras de apoio, mas também um cachecol e uma camisola.