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Villas-Boas admite semelhanças entre Porto e Sporting e afirma 'confronto' com Varandas
09 Out 2026 | 16:05
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17 Set 2020 | 16:00 |
Depois da ordem de despejo, o que pode acontecer? Esta é uma das perguntas mais feitas nos últimos dias, no que diz respeito à notificação recebida pela Juventude Leonina e Directivo Ultras XXI no passado dia 13 de setembro (LER AQUI). Soraia Quarenta, advogada e Sportinguista, explica, num exclusivo Leonino, qual pode ser o futuro desta situação.
“Na prática, nada. Foi realizada uma interpelação formal que poderá ou não ser acatada. Caso não se verifique a saída, terão de ser acionados os competentes meios judiciais”, começou por explicar, no caso de as duas claques não abandonarem as suas sedes, uma vez que a carta registada surgiu do Sporting CP e ainda não se trata de um caso judicial.
De forma a entender que mais o Clube de Alvalade pode fazer para levar a sua avante, a advogada foi clara: é preciso, de uma vez por todas, perceber a quem pertence o espaço que os grupos organizados de adeptos (GOA) ocupam.
“Em primeiro lugar, importa aferir quem é o legítimo proprietário ou possuidor do espaço, pois só esse terá legitimidade para reivindicar os espaços. Em qualquer dos casos, não existindo um contrato de arrendamento ou outro título válido para que as claques estejam nos espaços, restará ao legítimo proprietário ou possuidor dos mesmos intentar uma ação de reivindicação da posse, para que os ocupantes saiam, mediante ordem judicial. Caso existam algum tipo de contrato de arrendamento, terá de ser através de uma ação de despejo. De qualquer das formas, passará sempre pelo recurso aos tribunais, não tendo as autoridades policiais qualquer legitimidade ou poder para retirar de lá quem quer que seja, uma vez que se trata de matéria civil e não penal”, continuou.
Ainda assim, torna-se importante referir, mais uma vez, que as claques apenas foram consideradas ilegais pelo Clube, algo que não existe, pois não foi nada ilícito apontado a nenhuma delas. Além disso, as mesmas continuam a ser registadas como associações.
“As claques apenas foram consideradas "ilegais" pelo próprio Clube, sendo que o termo ilegal até tem uma utilização imprópria. Não existe tal coisa como uma claque ilegal, uma vez que nada de ilícito foi feito pelas mesmas. O que existe é uma obrigatoriedade de registo como Associação das mesmas que, se continuar a ser cumprido, manterá as claques em plena regularidade. Desde que cumpram com os requisitos exigidos para que se tenham como GOA (registo como associação, registo junto do IPDJ e registo atualizado dos seus membros), as claques estarão dentro da legalidade, apenas lhe tendo sido retirados os apoios pelo Clube, o que, por si só, não lhes determina qualquer tipo de irregularidade”, indicou.
Para terminar, Soraia Quarenta voltou a relembrar tudo o que está em causa nesta situação: “De uma forma geral, o que está em causa é isto. O crucial é também saber quem é o real proprietário do espaço pois fala-se que os mesmos são da Câmara e não do Sporting CP, mas que esta, algures já depois das primeiras tentativas de retirada das claques, fez um acordo de cedência dos espaços ao Sporting CP. Não se sabendo se o mesmo é verdade ou não, era importante tentar perceber se realmente aconteceu, em que moldes foi feito esse acordo e se os ocupantes do espaço, à data devidamente autorizados ou, pelo menos, tolerados, foram informados dessa cedência. Só assim se poderia aferir concretamente da legitimidade das pretensões de cada uma das partes envolvidas”, concluiu.
Associados estiveram reunidos este domingo, 11 de outubro, na reunião magna, realizada no Multidesportivo do Estádio José Alvalade
11 Out 2026 | 22:35 |
Os sócios do Sporting aprovaram o relatório e contas relativo à temporada 2025/26, com 86,02% dos votos favoráveis, na Assembleia Geral ordinária e extraordinária realizada este domingo. A reunião magna ficou também marcada pela rejeição do recurso de Tiago Vila Nova, cuja suspensão disciplinar de 20 meses, aplicada pelo Conselho Fiscal e Disciplinar, se mantém.
Dos 568 associados que se deslocaram para votar, num total de 3722 votos, 86,02% manifestaram-se a favor do relatório e contas do último exercício financeiro. Em sentido contrário, 11,61% votaram contra o documento apresentado, que acabou por receber uma aprovação expressiva dos sportinguistas.
O segundo ponto da ordem de trabalhos dizia respeito ao recurso interposto por Tiago João do Carmo Vila Nova contra a sanção disciplinar que lhe foi aplicada pelo Conselho Fiscal e Disciplinar. Neste caso, 60,48% dos votos foram contra a revogação da suspensão, enquanto 32,80% se pronunciaram a favor. A decisão dos associados confirmou, assim, a manutenção do castigo de 20 meses.
O caso remonta a 29 de março de 2025, antes do encontro entre Sporting e Estrela da Amadora, nas imediações do Estádio José Gomes, na Reboleira. O associado foi alvo de um processo disciplinar na sequência de uma tentativa de agressão a um agente da polícia, alegadamente com uma cabeçada.
Já Pedro Almeida Cabral, Presidente da Mesa da AG, fez um balanço positivo, destacando a participação dos associados e o diálogo com os órgãos sociais. "Foi um dia de Sporting, em que os Sócios puderam participar na Assembleia Geral, colocando questões aos Órgãos Sociais, em especial ao Conselho Diretivo e ao Conselho Fiscal e Disciplinar e a Assembleia decorreu de forma ordeira, pacífica, livre e democrática. Acho que, quando as Assembleias Gerais decorrem desta maneira, só podemos esperar que o Clube fique prestigiado e que os seus valores sejam mais uma vez engrandecidos", sublinhou.
Presidente marcou presença no Fórum VI da Game Changers, realizado na MEO Arena, onde partilhou a sua visão sobre liderança e gestão
11 Out 2026 | 10:43 |
Frederico Varandas marcou presença no Fórum VI da Game Changers, realizado na MEO Arena, onde partilhou a sua visão sobre liderança e gestão. O Presidente do Sporting recordou que, logo após ser eleito em 2018, admitiu aos elementos da sua direção que o mandato poderia durar apenas seis meses, caso fosse necessário tomar decisões difíceis.
F. Varandas: "Meus senhores, não sei se vamos durar seis meses ou seis anos"
"A primeira vez que reunimos depois de eleitos em 2018, todos os meus colegas de Conselho Directivo estavam muito felizes, orgulhosos, mas estraguei aquele ambiente de festa logo aos três minutos. Disse-lhes: Meus senhores, não sei se vamos durar seis meses ou seis anos, porque vamos fazer o que tem de ser feito", contou.
O dirigente, que participou num painel sobre liderança antes da intervenção do antigo presidente dos Estados Unidos Barack Obama, recorreu também à experiência militar para explicar a importância de conhecer os próprios limites e decidir sob pressão. Varandas recordou a missão no Afeganistão e a forma como essas vivências influenciaram a sua maneira de liderar: "Mais do que os resultados, as pessoas seguem valores. O que tiro da minha formação militar (ainda sou capitão do exército com muito orgulho) e da experiência da missão no Afeganistão, com os comandos, é a capacidade de conhecer os meus limites. Somos testados em condições altamente desfavoráveis, tendo de continuar a trabalhar, a decidir sob pressão, muitas vezes nesse limite", afirmou.
Além do mais, relatou ainda um episódio vivido durante uma missão em Kandahar, quando um oficial demonstrou nervosismo antes de uma patrulha numa zona dominada pelos talibãs. "Aprendi que nós, líderes, temos de tomar decisões difíceis. Quando premimos o gatilho, temos medo? Temos. Mas temos, sobretudo, de não transmitir esse medo aos nossos colaboradores, aos nossos soldados", sublinhou.
Varandas - que recentemente deu um estouro em Luís Montenegro - abordou também a sua perspetiva sobre as características necessárias para liderar, afastando a ideia de que a vontade, por si só, permite alcançar qualquer objetivo: "A liderança penso-a exatamente da mesma maneira: temos de ter características inatas para ser um líder com competências e resultados. Todos melhoramos, sim, com treino, mas um verdadeiro líder, que aguenta momentos difíceis... isso nasce connosco".
Durante debate no Parlamento, chefe do Governo utilizou uma metáfora com Clube de Alvalade para visar críticos do seu mandato
10 Out 2026 | 09:47 |
Frederico Varandas respondeu à provocação de Luís Montenegro sobre o passado do Sporting e aproveitou para deixar uma indireta ao Porto. No final da vitória dos leões por 3-1 frente ao Braga, o Presidente leonino comentou as palavras do primeiro-ministro durante o debate do Orçamento do Estado.
Montenegro, adepto dos dragões, tinha recorrido à história do Sporting para ilustrar a ideia de que as previsões de défice feitas pela oposição poderiam não se concretizar no imediato. O chefe do Governo aludiu à expressão "para o ano é que vai ser", numa referência ao longo período que os leões passaram sem conquistar o título nacional.
Varandas revelou que recebeu várias mensagens sobre o episódio e explicou que só tomou conhecimento exato das declarações durante a deslocação para o jogo com o Braga. "Realmente recebi muitas mensagens sobre o debate quinzenal. Tanto que, na viagem para cá, tive de ver o que realmente tinha sido dito. Não houve nada. Foi uma graçola. Eu não a teria feito, tendo em conta que há milhões de eleitores Sportinguistas", afirmou.
F. Varandas: "Preferia estar mais 19 anos sem vencer a ser presidente de uma coletividade vencedora que tivesse sido apanhado em escutas a corromper árbitros"
O líder do Sporting não ficou, porém, por aí e aproveitou a ocasião para lançar uma farpa ao rival portista, recorrendo à polémica das escutas relacionadas com o Apito Dourado. "Mas essa do clube que ganhava quase, quase... Só queria dizer que estivemos 18 ou 19 anos sem vencer. Mas posso dizer que preferia estar mais 19 sem vencer a ser presidente de uma coletividade vencedora que tivesse sido apanhado em escutas a corromper árbitros", declarou.
Quanto ao jogo, o Sporting venceu o Braga por 3-1 na 8.ª jornada da Liga, depois de ter chegado ao intervalo em desvantagem, graças a um autogolo de Rui Silva, aos 41 minutos. Na segunda parte, Luis Suárez restabeleceu a igualdade aos 66’, de cabeça, e um autogolo de Bernardo Fontes, aos 70’, consumou a reviravolta leonina. Rodrigo Zalazar fechou o resultado aos 81 minutos, com um remate de fora da área.
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09 Out 2026 | 16:05
João Maria Jonet explode contra bicadas de Luís Montenegro sobre o Sporting: "Cobarde"
09 Out 2026 | 13:31
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09 Out 2026 | 13:04