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Jogos

Sporting leva 5 do Benfica e fica para trás no campeonato

Em mais uma edição do dérbi eterno, a turma verde e branca saiu derrotada pelo seu rival encarnado, que aplicou uma mão cheia de golos ao leões

Nesta edição do dérbi eterno, quem terminou a partida a sorrir foram os adeptos encarnados, após a vitória do Benfica
Nesta edição do dérbi eterno, quem terminou a partida a sorrir foram os adeptos encarnados, após a vitória do Benfica

12 Mai 2025 | 14:41 |

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No dia 11 de abril de 1937, o Sporting deslocou-se ao Campo das Amoreiras para defrontar o seu eterno rival, Benfica, em jogo da 11.ª jornada da Liga Portuguesa 1936/37. Nesta edição do dérbi, os encarnados venceram os leões por 5-1, com Pedro Pireza a ser o autor do golo solitário dos verdes e brancos (80’).


Neste jogo, o técnico Joseph Szabo apostou num 11 inicial composto por Azevedo, João Jurado, Mário Galvão, Rui de Araújo, Aníbal Paciência, Manecas, Heitor Nogueira, Adolfo Mourão, João Cruz, Pedro Pireza e Manuel Soeiro. Já na equipa da casa, os selecionados foram Augusto Amaro, Gaspar Pinto, António Vieira, Gustavo Teixeira, Francisco Albino, Raul Baptista, Domingos Lopes, Espírito Santo, Rogério de Sousa, Luís Xavier e Alfredo Valadas.


A ação esteve reservada para a segunda parte


Os ingredientes estavam reunidos para um grande jogo de futebol, mas a verdade é que a ação apenas começou na segunda parte. Logo no início do último tempo, Espírito Santo abriu o marcador para a equipa da casa e fez o 1-0 na partida, aos 48 minutos e não foi preciso esperar muito, para os encarnados aumentarem a vantagem, ao marcar o 2-0, por intermédio de Rogério de Sousa (55’).

O Sporting teve de correr atrás do marcador e como tal, correr mais riscos, o que abriu mais espaços para o ataque do Benfica. Os encarnados não desperdiçaram a oportunidade e marcaram dois golos em rápida sucessão: o terceiro da contagem chegou aos 72 minutos por Alfredo Valadas e logo no minuto seguinte, Espirito Santo fez o seu segundo da conta pessoal e o 4-0 para o Benfica (73’).


Ainda assim, o Sporting teve oportunidade de fazer o seu golo de honra, que chegou da autoria de um dos seus goleadores de serviço, Pedro Pireza. O avançado leonino fez o 4-1 aos 80 minutos, mas, ainda antes do jogo terminar, o Benfica marcou mais um. Desta vez foi Luís Xavier, que foi o último jogador a abanar as redes do guardião Carvalho e selou o resultado final em 5-1 (81’).

Resultado espelhou o decorrer da prova

Com este resultado, o Benfica deu mais um passo em frente na temporada, que terminou com os encarnados a sagrarem-se campeões do Campeonato Experimental 1936/37. No final da prova, somaram 12 vitórias e apenas duas derrotas, somando um total de 24 pontos e tiveram o melhor ataque e defesa da competição.

Já o Sporting, atrasou-se em relação ao segundo classificado da prova, o Belenenses, e terminou o Campeonato Experimental na terceira posição, com 20 pontos,  ficando atrás dos azuis do Restelo por três pontos e do campeão, Benfica, por quatro. Apesar da prestação menos positiva nesta competição, os leões venceram o Campeonato Regional de Lisboa, não terminando assim a temporada de mãos a abanar.


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Sporting entra em campo com 10 e acaba a perder com o Benfica na Taça de Portugal

Eterno rival encarnado derrotou os verdes e brancos que infelizmente atravessaram algumas dificuldades durante o encontro

Adeptos do Sporting ficam desiludidos depois de verem o Clube de Alvalade perder com o Benfica numa partida que fica marcada para a história da Taça de Portugal
Adeptos do Sporting ficam desiludidos depois de verem o Clube de Alvalade perder com o Benfica numa partida que fica marcada para a história da Taça de Portugal

11 Jul 2025 | 18:24 |

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No dia 13 de julho de 1959, o Benfica derrotou o Sporting, por 3-1, numa partida a contar para a segunda mão das meias-finais da Taça de Portugal. Por conta de alguns problemas físicos, os verdes e brancos foram para campo apenas com 10 jogadores, o que dificultou a vida ao Clube de Alvalade. O único golo leonino foi marcado por Diego Arizaga, aos 65'.


Enrique Fernández, técnico leonino, alinhou com Octávio de Sá, Morato, Hilário, David Júlio, José Pérides, Quim, Diego Arizaga, Vadinho - o craque da "mamãe", Hugo Sarmento e Faustino Pinto. Já Otto Glória, treinador do Benfica, apostou em Mário João, Serra, Artur Santos, Cavém, José Neto, Francisco Palmeiro, Saúl Abrantes, Mário Coluna, Santana e José Águas.


E começa o jogo!


O Benfica, por conta de ver o adversário com apenas 10 jogadores em campo, fez uma primeira parte de grande superioridade. Os encarnados foram os primeiros a marcar na partida, por intermédio do defesa Mário João, que empurrou a bola para o fundo das redes aos 34 minutos da partida.

Três minutos depois surgiu o segundo golo das águias, mas agora o nome era diferente. Os encarnados entravam com tudo e Cavém, avançado do Benfica, foi o responsável por ampliar a vantagem no marcador. Desta forma, o Sporting já levava uma desvantagem de 2-0 e não ficou por aí.


Passaram-se mais três minutos e a história repetiu-se. O Benfica conseguiu o 3-0 por Santana e assim foi a partida para o intervalo. Os verdes e brancos viam o jogo com muitas dificuldades, tendo em conta que jogar com menos um é sempre mais complicado para qualquer equipa.

O golo leonino

O Sporting não se deixou ficar e, mesmo com 10 jogadores em campo, entrou bem melhor na segunda parte. O Benfica tremeu e os verdes e brancos conseguiram o 3-1 por conta de Diego Arizaga. O argentino conseguiu superar o guarda-redes encarnado e reduzir a vantagem da equipa adversária.

A grande final

Em 1958/59, o Sporting acabou por ser eliminado depois deste jogo e viu a final de fora. A grande decisão foi disputada entre o Porto e o Benfica, com os encarnados a levarem a melhor graças ao golo de Cavém, que também tinha marcado frente aos leões nas meias-finais.


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João Moutinho: De capitão do Sporting a maçã podre

Craque que ergueu a braçadeira da liderança leonina deixou o Clube de Alvalade numa troca para o Porto, que se tornou numa grande polémica no futebol nacional

João Moutinho esteve mais de uma década no Sporting e, mesmo assim, viu-se envolvido numa das grandes polémicas em Portugal ao trocar Alvalade pelo Porto
João Moutinho esteve mais de uma década no Sporting e, mesmo assim, viu-se envolvido numa das grandes polémicas em Portugal ao trocar Alvalade pelo Porto

11 Jul 2025 | 17:28 |

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João Filipe Iria Santos Moutinho nasceu a 8 de setembro de 1986, em Portimão. O jogador, que foi capitão do Sporting, representou o Clube de Alvalade durante mais de uma década, desde os escalões de formação até à equipa principal. Durante anos, o médio foi um símbolo da Academia - fundada em 2002 -, no entanto, traiu o emblema leonino ao reforçar o Porto em 2010.


A formação leonina e a afirmação na equipa principal


Filho do antigo avançado Nélson Moutinho, João destacou-se desde cedo pela inteligência dentro de campo. O jogador foi campeão da Europa de sub-17 em 2003 e, no mesmo ano, estreou-se na Equipa B do Sporting ainda como júnior. Em 2004/05, após a saída de Tinga, o médio foi promovido à equipa principal por José Peseiro, acabando por afirmar-se de imediato ao disputar a final da Taça Uefa.


Com Paulo Bento a treinador, Moutinho tornou-se titular indiscutível do Clube de Alvalade, ao desempenhar várias funções no meio-campo do habitual losango táctico utilizado pelo português. A consistência nos relvados valeu-lhe a braçadeira de capitão aos 20 anos, em 2007/08. Nessa fase, contribuiu para a conquista de duas Supertaças e uma Taça de Portugal, assumindo-se como um dos jogadores mais importantes do plantel leonino.

A carreira internacional do craque foi evoluindo em paralelo. O médio estreou-se na seleção nacional em 2005, mas ficou fora do Mundial 2006. Ainda assim, garantiu um lugar no Euro 2008 e manteve-se como presença constante na equipa das quinas durante largos anos, somando mais de uma centena de internacionalizações ao longo da carreira.


A traição

Em 2008, João Moutinho manifestou vontade de sair do Sporting e foi alvo de uma proposta do Everton, rejeitada pelo Clube. A relação entre o jogador e a direção dos verdes e brancos ficou arruinada, e a sua prestação em campo começou a refletir sinais de descontentamento. Em 2010, após mais uma época irregular e a ausência do Mundial, a saída tornou-se inevitável.

Em julho de 2010, João Moutinho transferiu-se diretamente para o Porto por 11 milhões de euros. O presidente José Eduardo Bettencourt criticou o jogador, chamando-lhe 'maçã podre' e acusando-o de forçar a saída com atitudes impróprias. A transferência, feita para um rival direto, quebrou de forma amarga a ligação dos adeptos com o jogador formado no Sporting, após 259 jogos e 32 golos pela equipa principal.

O restante percurso estrelado

No Porto, Moutinho voltou ao melhor nível, ao ganhar três Campeonatos Nacionais e uma Liga Europa. O médio ainda passou pelo Mónaco, de França, e Wolverhampton, de Inglaterra, até regressar ao Braga em 2023/24. Recentemente, o craque renovou com o clube minhoto até 2026.


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Leão ruge mais alto e treinador estreia-se com goleada pelo Sporting

Conjunto verde e branco, apesar do cansaço apresentado, esteve muito bem dentro das quatro linhas e viu o seu novo treinador conseguir uma bela exibição

Adeptos do Sporting ficam expectantes para a época 2001/02 tendo em conta que Boloni estreou-se com uma goleada frente à formação de Rio Maior na pré-época
Adeptos do Sporting ficam expectantes para a época 2001/02 tendo em conta que Boloni estreou-se com uma goleada frente à formação de Rio Maior na pré-época

08 Jul 2025 | 16:05 |

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No dia 6 de julho de 2001, Laszlo Boloni - que lançou Cristiano Ronaldo - estreou-se no comando técnico do Sporting com uma goleada por 4-1 frente ao Rio Maior, num jogo de preparação para a época 2001/02. Os verdes e brancos tiveram duas equipas diferentes em campo e os golos leoninos foram de André Cruz (22'), Rodrigo Tello (33'), João Pinto (38') e Ricardo Quaresma (47').


As equipas iniciais


A primeira equipa lançada por Boloni, técnico leonino, era composta por Beto Pimparel, Quaresma, Beto Severo, André Cruz, Dimas, Rui Bento, Horvath, Mpenza, Pedro Barbosa, Toñito e Spehar. Já a formação de Rio Maior, treinada por Luís Taborda e Jorge Peralta, avançou com Rogério, Rebita, José Júlio, Tavares, Rui João, Paz Miguel, Carlos Ferreira, Sérgio Mendes, Amadeu, Gabriel e Pelarigo.


Tendo em conta que a equipa verde e branca teve um treino de duas horas antes do jogo, Boloni precisou de ter uma segunda equipa para ir dando descanso aos jogadores. Desta forma, o técnico romeno também alinhou com Tiago, César Prates, Phil Babb, Hélder Rosário, Rui Jorge, Diogo, Paulo Bento, Luís Filipe, Sá Pinto, Rodrigo Tello e João Vieira Pinto.

A estratégia do jogo


Em campo notava-se o desgaste físico, ainda assim, o Sporting só jogava no meio-campo adversário. Boloni foi para campo sem um sistema tático definido, dando liberdade total aos jogadores para encontrarem as suas posições. O primeiro golo só surgiu aos 22 minutos, quando André Cruz marcou de livre direto ao atirar para o canto superior direito.

O segundo golo verde e branco aconteceu aos 26 minutos do encontro. Desta vez, o responsável por ampliar a vantagem foi Rodrigo Tello, que colocou a bola de muito longe, bem atrás da grande área adversária. O Sporting fez o 2-0 e, ao que parece, não tirou o pé do acelerador.

Ainda na primeira parte, João Vieira Pinto fez o terceiro para os leões. O avançado, que tinha reforçado o Sporting depois de deixar o Benfica, recebeu um cruzamento do lado esquerdo da ala verde e branca e teve tempo de receber e empurrar a bola para o fundo das redes da baliza defendida pelo guardião de Rio Maior.

Os últimos golos da goleada

Na segunda parte, os leões baixaram ainda mais o ritmo, mas Ricardo Quaresma, logo aos 47 minutos, marcou o último golo verde e branco com um remate forte a curta distância. Até ao final da partida, o Sporting não fez mais nada e até sofreu um golo. A equipa de Rio Maior conseguiu marcar de livre, por intermédio de Carlos Ferreira. 


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