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Sporting prepara choque entre os grandes: Quotas podem ficar acima de Benfica e Porto
17 Jul 2026 | 16:52
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28 Set 2020 | 11:13 |
Na Assembleia Geral do Sporting Clube de Portugal, realizada no sábado, ocorreram várias agressões, mas de uma forma geral os media optaram por reportar e comentar a reunião magna a partir daquela que é, para mim, a menor: um Sócio que deu um soco noutro numa AG em 2018, que tentou agredir um segundo e ainda teve comentários racistas na mesma ocasião para com um associado com ascendência africana (acabando expulso da sala); que tem actuado como agente provocador publicando várias ameaças e promessas de acerto de contas nas redes sociais, ter estado envolvido uma vez mais numa troca de sopapos não encerra nada de novo nem de extraordinário. Não concordo nem apoio qualquer forma de violência, mas também não aceito que se tente transformar em vítima alguém que criou de forma consciente o cenário para este desfecho excessivo. Teve os cinco minutos de fama que tanto procurou, porque afinal este é o jornalismo dos novos tempos, aquele que tem mais audiências ao reportar e comentar uma troca de sopapos na rua, em vez de procurar a notícia nas outras ‘agressões’ ocorridas.
Compreendo que para os media seja desinteressante, e uma perda de tempo, reportar e analisar agressões bem mais preocupantes como o retirar da liberdade de voto a um determinado grupo de cidadãos num país democrático. E no entanto os responsáveis pela realização das últimas 6 AG’s do Sporting (com Rogério Alves à cabeça) fizeram-no. Sim, a colocação do código de barras nos boletins (entretanto trocados por um código numérico que garante o mesmo resultado) permite conhecer o sentido de voto de cada Sócio, porque quando este apresenta o cartão para fazer a acreditação, o programa gera um código, sempre diferente, que imprime no boletim. No final, já com o voto colocado no boletim, é fácil ligar esse número de código ao Sócio respetivo. Pela minha parte, é-me igual que os Órgãos Sociais do Clube saibam como voto em cada AG. Mas não sei se os funcionários do Clube que são associados (a grande maioria) terão o mesmo entendimento. Duvido, porque ficam totalmente expostos e obviamente limitados a votar no sentido pretendido pelo CD, sob risco de perderem o emprego. Ora, nesta Assembleia Geral Ordinária na qual participaram 3.115 Sócios (a mais concorrida dos últimos seis ano, pelo menos), os que votaram de forma favorável às pretensões do CD não chegaram aos 740. E entre estes, quantos sobram se excluirmos elementos dos Órgãos Sociais e funcionários? Diria que pouco mais de 650.
Também não se deu o devido destaque a outra ‘agressão’: a forma como os Sócios do Sporting deram um enorme ‘murro no estômago’ à forma como o Clube tem sido gerido. Os comentadores afetos a Frederico Varandas atribuíram o resultado à mobilização das claques, creditando-lhes uma quantidade decisiva de votos. Curioso, quando fui votar cruzei-me com o grupo de elementos da Juve Leo que também exerceu o seu direito. Bem contados não ultrapassavam 50. Entre 3.115 Sócios! Quem realmente conhece o Sporting, e a sua orgânica, sabe perfeitamente que a esmagadora maioria dos elementos das claques são avessos a marcar presença nas AG’s. E que nenhum líder de claque é capaz de fazer valer determinado sentido de voto. Mas pronto, explicar tudo o que se passa ou passou a partir do fenómeno ‘claques’ é mais fácil e, afinal, um grande número de consumidores de televisão até aceitam, sem questionar, esta narrativa construída para acéfalos.
O facto de mais de 75 por cento dos votantes terem dito não às opções de Varandas/Zenha/Bernardo deveria ser ‘agressão’ mais que suficiente para o CD retirar daí as devidas ilações políticas. Mas, como é óbvio, estes ‘soldadinhos’ de passo trocado continuarão a pensar que na verdade são os únicos a marchar de forma correta na parada, porque é isso que lhes garantem familiares e amigos. E no entretanto, o Sporting que se aguente. Afinal, o gestor Zenha até explicou o desequilíbrio nas contas pelo elevado investimento feito nas modalidades em 18/19. Por acaso nesse ano o Sporting foi Campeão Europeu em Futsal e em Hóquei em Patins. Se lhe está a escapar algo, explico: o Sporting foi fundado por alguém que tinha como visão colocar as equipas a competir e a ganhar aos melhores dos melhores. Não fundou o Clube para o transformar num ‘player’ do mercado financeiro. Zenha pode fazer de conta que não sabe, mas a verdade é que o Sporting não é a vocação dele. Ter vocação para gerir o Sporting implica ambição por títulos desportivos, não por resultados financeiros.
Claro que há momentos em que o equilíbrio financeiro e a lógica de investimento são atirados borda fora por estas pessoas. Não para obter resultados desportivos, mas para tentar garantir a sobrevivência. Como anunciar nos jornais, em dia de AG, que se contratou um jogador para a equipa de futebol. Aceitar pagar cinco milhões por 50 por cento do passe de Bruno Tabata mostra bem o desnorte que vai nas cabeças daqueles que gerem o Sporting. Andam meses a fio a justificar vendas a preços abaixo do normal como resultado de um mercado influenciado negativamente pela pandemia. Mas na hora de comprar, a pandemia já não consegue fazer oscilar o valor de Pedro Gonçalves (13 milhões) ou Tabata (10 milhões). Conta-me histórias…
Depois de longas negociações e vários avanços e recuos, leões estão prestes a oficializar uma decisão que promete marcar arranque da nova época
25 Jul 2026 | 15:17 |
O Sporting está prestes a oficializar uma das decisões mais aguardadas pelos adeptos nos últimos anos. Após um longo processo de negociações, marcado por avanços, recuos e várias reuniões entre a Direção liderada por Frederico Varandas e os representantes dos Grupos Organizados de Adeptos, os leões vão voltar a contar com um protocolo conjunto com as quatro claques do Clube.
O entendimento permitirá o regresso da histórica Curva Sul ao Estádio José Alvalade, uma mudança muito desejada por muitos sportinguistas. O acordo deverá ser anunciado antes do jogo de apresentação frente ao Mónaco e prevê a assinatura de um protocolo com Juventude Leonina, Directivo Ultras XXI, Torcida Verde e Brigada Ultras Sporting, algo inédito desde a chegada da atual Direção.
Além do regresso da Curva Sul, o Sporting será também o primeiro clube em Portugal a implementar o modelo de safe standing no estádio. Em condições normais, as claques ficarão concentradas entre os setores A12 e A16, embora o Directivo Ultras XXI opte por manter uma parte dos seus elementos na Superior Norte.
O novo protocolo surge quase sete anos depois da rutura entre a Direção e as claques, ocorrida em 2019, na sequência dos acontecimentos que se seguiram ao caso de Alcochete e aos protestos dirigidos a Frederico Varandas. Desde então, a relação entre ambas as partes atravessou momentos de grande tensão, com manifestações, comunicados e várias tentativas falhadas de entendimento.
Nos últimos meses, porém, o diálogo intensificou-se e permitiu desbloquear vários dos principais pontos de discórdia, incluindo a situação das conhecidas "casinhas" das claques. Com o acordo praticamente fechado, o Sporting acredita que abre uma nova fase na relação com os adeptos organizados, reforçando o ambiente em Alvalade para a temporada 2026/27.
Antes da Assembleia Geral, realizada no Pavilhão João Rocha, Presidente do Clube de Alvalade analisou últimas alterações ao plantel leonino
25 Jul 2026 | 13:56 |
Frederico Varandas falou este sábado sobre o mercado de transferências antes da Assembleia Geral, realizada no Pavilhão João Rocha. O dirigente explicou que as alterações no plantel fazem parte de um plano definido com antecedência e que só o Clube de Alvalade é "insubstituível".
F. Varandas: "Insubstituível só o Sporting"
"Este mercado foi pensado e planeado para construir um grupo para as próximas três épocas. Saíram grandes jogadores, mas o Sporting tem contratado atletas de classe mundial nos últimos anos. Insubstituível só o Sporting", afirmou.
O líder máximo abordou ainda as saídas de Francisco Trincão e Morten Hjulmand, destacando o contributo de ambos durante a passagem pelos leões: "Chegaram, conquistaram títulos e tinham ambição pessoal. Exceto a Premier League, não vejo vendas superiores às nossas. Fica o eterno agradecimento pelo que deram ao Sporting", referiu.
O dirigente máximo admitiu igualmente que o mercado ainda poderá registar novas movimentações: "É muito provável que saiam mais jogadores e entrem outros. Este mercado foi preparado desde o início da época passada. Acreditamos que este grupo vai manter o Sporting na luta pela conquista de troféus", assegurou.
Questionado sobre o elevado investimento realizado e a pressão que poderá existir sobre Rui Borges, desvalorizou as críticas: "Já ouvi dizer que o Rui Borges está fragilizado, mas isso passa-nos completamente ao lado. O Sporting tem um plano e, na próxima época, estaremos novamente onde queremos, que é na luta pelas decisões".
Confira o vídeo da declaração do presidente:
Clube de Alvalade deu um passo importante nas negociações para reativar os protocolos com os grupos organizados de adeptos
24 Jul 2026 | 17:49 |
O Sporting deu um passo importante nas negociações para reativar os protocolos com os grupos organizados de adeptos. Depois de um período de alguma resistência, a Juve Leo terá chegado a um entendimento com a Direção, aproximando-se de um acordo que visa melhorar o ambiente de apoio à equipa em Alvalade.
O objetivo da administração, liderada por Frederico Varandas, passa por reunir novamente os diferentes grupos de adeptos na Curva Sul, recuperando a atmosfera que durante anos marcou os jogos do Sporting em casa. As conversações entre as partes têm registado avanços nas últimas semanas.
Entre as condições apresentadas pelo Clube está a atribuição de uma Gamebox com 30% de desconto aos membros das claques, incluindo acesso aos jogos disputados no Pavilhão João Rocha. O protocolo prevê ainda a possibilidade de aquisição da Gamebox Curva Sul e a reserva de um número específico de bilhetes para os encontros realizados fora de casa.
Em contrapartida, os Grupos Organizados de Adeptos terão de desocupar as respetivas sedes, conhecidas como "casinhas". A medida está relacionada com o projeto de requalificação do Estádio José Alvalade, que contempla intervenções nessa zona, à semelhança do que aconteceu anteriormente com outras instalações do Clube.
Com o entendimento alcançado entre o Sporting e a Juve Leo, segundo o jornal 'A Bola', o processo de aproximação entre a Direção e as claques ganha novo impulso, numa altura em que o clube procura recriar um ambiente de maior união e apoio nas bancadas durante a nova temporada.
Sporting prepara choque entre os grandes: Quotas podem ficar acima de Benfica e Porto
17 Jul 2026 | 16:52
Há uma claque do Sporting que vai aceitar protocolo com a Direção de Varandas
15 Jul 2026 | 11:39
Adeptos do Sporting reagem ao preço da nova camisola para 2026/27: "Levem a minha carteira"
14 Jul 2026 | 09:46