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No dia 2 de abril de 2024, o Sporting empatou, a duas bolas, na deslocação ao reduto do Benfica. No jogo válido para a segunda mão da Taça de Portugal, o Clube de Alvalade garantiu um lugar no Jamor, com tentos de Morten Hjulmand (47’) - que está na mira do Manchester United - e Paulinho (55’), enquanto Nicolás Otamendi (52’) e Rafa Silva (64’) fizeram os golos das águias.
Ruben Amorim fez alinhar Franco Israel (GR), Ousmane Diomande (46’), Sebastián Coates (C), Gonçalo Inácio, Ricardo Esgaio (46’), Daniel Bragança (66’), Morten Hjulmand, Nuno Santos (46’), Francisco Trincão, Viktor Gyokeres (47’) e Paulinho (85’). Geny Catamo (46’), St. Juste (46’), Matheus Reis (46’), Hidemasa Morita (66’) e Marcus Edwards (85’) entraram no decorrer da partida.
Anatoliy Trubin (GR), Alexander Bah, António Silva, Nicolás Otamendi (C), Fredrik Aursnes, Florentino Luís (90’), João Neves, Di María, Rafa Silva, David Neres (85’), Casper Tengstedt (79’) foram opções iniciais de Roger Schmidt. Marcos Leonardo (79’), Tiago Gouveia (85’) e João Mário (90’) deram o seu contributo no segundo tempo.
Após a vitória na primeira mão, por 2-1, no Estádio José Alvalade, o Sporting entrou no reduto do Benfica com alguma confiança. Depois de uma primeira parte sem golos, os comandados de Ruben Amorim começaram a segunda parte com tudo e Morten Hjulmand, com uma bomba de fora da área, inaugurou o marcador aos 46 minutos.
Todavia, a resposta do Benfica não se fez esperar. Aos 52 minutos do dérbi eterno, David Neres cruzou e Nicolás Otamendi, solto ao segundo poste, empatou de novo o dérbi eterno, a uma bola. Porem, os comandados de Ruben Amorim mostraram do que são feitos e não se revelaram intimidados com o tento sofrido.
Aos 54 minutos, Geny Catamo disparou com força e Anatoliy Trubin largou a bola para a frente. Paulinho, no sítio certo, não facilitou e voltou a colocar o Sporting na frente do marcador. Aos 64 minutos, novo golo do Benfica, com Rafa Silva, que, entretanto, abandonou as águias, a fazer o 2-2 no dérbi entre leões e águias.
Até final, o marcador não haveria de sofrer mais alterações, o que significou que o Sporting garantiu um lugar na final da Taça de Portugal, diante do Porto. No encontro decisivo no Jamor, a turma de Ruben Amorim, que jogou reduzida a 10 haveria de ser derrotada pelos dragões, por 2-1, após prolongamento.
Equipa verde e branca vence o conjunto encarnado por 3-1 e não deixa os azuis e brancos destacarem-se na liderança do campeonato
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A 31 de março de 1935, a formação do Sporting derrotou a equipa do Benfica por 3-1 e isolou-se na segunda posição da Liga Portuguesa da edição 1934/1935, aproximando-se do líder desse ano, o conjunto azul e branco do Porto, fazendo renascer ainda as hipóteses de conquista do campeonato.
Já o comandante encarnado Vítor Gonçalves para tentar deter o conjunto verde e branco, delineou o seguinte elenco para alinhar de início: Augusto Amaro, Francisco Gatinho, Gustavo Teixeira, Gaspar Pinto, Francisco Albino, António Lucas, Rogério de Sousa, Alberto Cardoso, Alfredo Valadas, Vítor Silva, e Carlos Torres.
A formação comandada por Filipe dos Santos entrou melhor do que a equipa do Benfica e adiantou-se no marcador logo ao minuto 25 por intermédio de Rui Carneiro na conversão de uma grande penalidade. O resultado não sofreu alterações até ao intervalo.
No segundo tempo a vantagem do conjunto de Alvalade aumentou, graças a golos de Francisco Lopes à passagem pelo minuto 55, ao que se juntou o tento de Miguel Soeiro marcado imediatamente a seguir, ao minuto 57, estabelecendo o resultado nuns expressivos 3-0.
Os leões, apesar de terem vencido os grande rivais, que constitui sempre algo de assinalável, foi insuficiente para assegurar o mais importante, a conquista do campeonato desse ano, que fugiu para a formação do Porto. A turma do Sporting terminou essa edição do campeonato em segundo lugar com 20 pontos conquistados, mais um do que Benfica e menos dois do campeão.
Conheça todos os pormenores da última vitória leonina no estádio nacional e significou a conquista na Prova Rainha, troféu que escapa aos leões há vários anos
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A última vez em que a formação do Sporting venceu a prova rainha do futebol português, a Taça de Portugal, remonta ao ano de 2019 e ao dia 25 de maio, em que os comandados de Marcel Keizer venceram nas grandes penalidades a formação do Porto, que era orientada por Sérgio Conceição.
O técnico neerlandês apostou neste onde para enfrentar os dragões: Renan Ribeiro, Bruno Gaspar, Sebastián Coates,Jérémy Mathieu, Acuña, Nemanja Gudelj, Raphinha, Bruno Fernandes, Wendel, Abdoulay Diaby e Luiz Phellype. Entraram durante o encontro: Tiago Ilori, Jefferson, Idrissa Doumbia e Bas Dost.
Já Conceição utilizou o seguinte xadrez para tentar travar a turma verde e branca: Vaná Alves, Éder Militão, Felipe, Pepe, Alex Telles, Héctor Herrera, Danilo Pereira, , Moussa Marega, Tiquinho Soares e Yacine Brahimi. Entraram no decorrer da partida: Wilson Manafá, Hernani, Andrian Lopez e Fernando Andrade.
A equipa do Porto entrou melhor na partida e adiantou-se mesmo no marcador por intermédio de Tiquinho Soares ao minuto 40 da primeira parte. Porém o Sporting reagiu depressa e empatou a remate de Bruno Fernandes que contou com o desvio decisivo para a própria baliza do médio azul e branco Danilo Pereira.
Na segunda parte, existiram muitas oportunidades para os dois lados, mas nenhuma das formações conseguiu desatar o nó antes do minuto 90, o que obrigou o jogo a ir para prolongamento. Desta vez foi o Sporting a adiantar-se aos 101`por intermédio de Bas Dost, que tinha entrado ao minuto 74.
Tudo parecia bem encaminhado para a formação de Marcel Keizer levantar a taça, juntando-a à Taça da Liga que tinha sido conquistada frente ao mesmo adversário, porém o Porto reagiu e empatou com um grande cabeceamento de Felipe já para lá do minuto 120.
No desempate nos penalties os verdes e brancos levaram a melhor e venceram por 5-4. Para os leões, em seis pontapés da marca dos 11 metros, somente Bas Dost não converteu. Do lado dos dragões desperdiçaram Pepe e Fernando Andrade, tendo sido Luiz Philipe a dar a visória á equipa do Sporting.
A equipa do Sporting, que agora é comandada por Rui Borges, pode voltar a conquistar a prova rainha do futebol português. Para isso terá de derrotar a equipa do Rio Ave, numa eliminatória que tem início já na próxima quinta feira dia 3 de abril. Caso sigam em frente, marcarão presença em mais uma final, frente a Benfica ou Tirsense.
Formação leonina vence a formação encarnada arrecada troféu que nunca tinha alcançado ao longo de toda a sua história algo que há muito perseguiam
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A 28 de março de 1915 realizou-se o jogo decisivo do Campeonato de Lisboa desse ano, entre Sporting e Benfica, com ambas as formações a chegarem a este duelo derradeiro empatadas em pontos conquistados, embora os encarnados levassem vantagem por terem saído vitoriosos no embate da primeira volta.
Neste jogo frente ao seu maior rival, a equipa do Sporting alinhou com: Jorge Morice, Amadeu Cruz, Jorge Vieira, Raul Barros, Artur José Pereira, Boaventura da Silva, António Stromp, António Rosa Rodrigues, Francisco Stromp (como Capitão), Guilherme Morice e John Armour.
Já o Benfica alinhou neste encontro com a seguinte formação: Mário Monteiro, Rogério Peres, Leopoldo Mocho, Henrique Costa, Cândido de Oliveira, Cosme Damião, Carlos Figueiredo, Aníbal, Francisco Pereira, Manuel Veloso e por último Herculano.
A formação do Benfica até marcou primeiro, no entanto, essa vantagem durou poucos instantes, dando que John Armour reestabeleceu a igualdade. Logo de seguida, o Sporting ficou reduzido a 10 unidades, em virtude de Guilherme Morice ter fraturado um pé, visto que à época ainda não eram permitidas substituições.
Ainda antes do intervalo, os verdes e brancos voltaram para a dianteira por intermédio de António Rosa Rodrigues, sendo que foi com este resultado que leões e águias foram para as cabines. Era um cenário favorável para a turma leonina, porém, um golo devolvia a vantagem ás águias.
No entanto, não foi isso que aconteceu. Ao invés disso, o Sporting aumentou a vantagem com um remate certeiro de Francisco Stromp, que fechou o resultado em 3-1. Nota para o facto de que os leões jogaram com menos um durante toda a segunda parte, ainda assim, isto não foi suficiente para vergar a formação de Alvalade.
Com este Campeonato de Lisboa, ambos os presidentes à data discursaram, dando mostras do desportivismo que reinava no futebol português. Este ano, as duas equipas estão também em competição direta pelo título de campeão nacional.