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João Maria Jonet explode contra bicadas de Luís Montenegro sobre o Sporting: "Cobarde"
09 Out 2026 | 13:31
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17 Fev 2021 | 09:46 | Por Redação
Com 10 pontos de vantagem sobre o 2º classificado, ao fim de 19 jornadas, devem os sportinguistas ‘encomendar as faixas’ ou manter uma relação de desconfiança com tudo o que de bom está a suceder com a equipa de futebol? Bom, ambas as opções estão devidamente escudadas em campeonatos anteriores, mas pela minha parte remeto a resposta para o final da noite de 27 de fevereiro, dia em que o Sporting joga no Dragão. Basta um pouco de paciência e aguardar semana e meia, coisa pouca para quem já (des)espera há quase 19 anos. Se os Leões vencerem os portistas, o processo de encomenda das faixas pode ser iniciado e os festejos podem acompanhar-nos ao longo das restantes 13 jornadas. Em caso de derrota, a angústia pelo título continuará por mais uns tempos, embora o troféu continue a estar mais perto do Museu do Sporting.
Vejamos o exemplo feliz que nos deve servir de guia: o FC Porto orientado por André Villas-Boas (tinha apenas uns meses como treinador da Académica antes de chegar ao Dragão), em 2010/11, foi campeão com 27 vitórias e apenas 3 empates (a Liga era de 30 jornadas, 16 participantes). Ao fim de 17 rondas (o equivalente às 19 de agora) somava somente dois empates (em Alvalade e em Guimarães) e tinha uma vantagem de 8 pontos para o Benfica (16 para o Sporting). Daí em diante fez apenas mais um empate (3-3 no Dragão frente ao P. Ferreira), quando já era virtual campeão, três dias depois de apurar-se para a final da Liga Europa (que venceria 10 dias mais tarde). Deixou o 2º classificado (Benfica) a uns impensáveis 21 pontos!
Há vários pontos de contato entre o Sporting de Rúben Amorim e o FC Porto de Villas-Boas. Desde logo o percurso dos treinadores (Amorim também somou poucos meses na Liga antes de chegar ao Sporting), ou as vantagens pontuais para com o 2º classificado, mas também o número reduzido de golos que as equipas concedem, ou a capacidade para somar vitórias umas atrás das outras, fruto de uma capacidade anormal em controlar todos os momentos de um jogo. A diferença substancial reside no facto de o FC Porto ter feito tal trajeto na Liga ao mesmo tempo que avançava de forma impressionante na Liga Europa (na qual nem conseguimos entrar). Em maio, acredito, o Sporting vai estar mais perto deste exemplo do que daquele apresentado de seguida.
Na época passada, o Benfica de Bruno Lage fechava a 19ª jornada com 18 triunfos e apenas uma derrota (no Dragão, à 3ª ronda). Somava 54 pontos, mais 7 que o FC Porto, mais 11 que o Sp. Braga e mais 12 que o Sporting. Um quadro em linha com o atual dos Leões. A diferença é o facto de Lage ter acumulado mais 3 pontos que Amorim, mas tinha uma margem de erro inferior, igualmente em 3 pontos. O Benfica, tal como o Sporting de hoje, parecia a ‘equipa perfeita’, mas em duas semanas tudo mudou com derrotas sucessivas no Dragão e na Luz (frente ao Sp. Braga). Sem que nada o fizesse prever, o líder via encurtar a vantagem para apenas 1 ponto, em duas jornadas! Bastaram mais três rondas, nas quais empatou na Luz, frente ao Moreirense, e em Setúbal para perder a liderança, mesmo com o FC Porto a ser travado pelo Rio Ave.
Não foi, portanto, a paragem do campeonato devido à pandemia que travou o Benfica, mas sim as cinco jornadas anteriores a este acontecimento, período que o então líder incontestado venceu um único desafio, ao mesmo tempo que perdia dois e empatava outros tantos. Cinco jornadas em que o FC Porto, vencendo 4, anulou os 7 pontos de desvantagem e passou a ter um à maior.
Daí em diante Bruno Lage não mais teve mão para alterar o estado de queda livre em que entrou a equipa e acabou demitido após mais duas derrotas seguidas que deixaram o Benfica com atraso de 6 pontos no final da jornada 29. Como se percebe, em 10 jogos, a vantagem de 7 transformou-se num atraso de 6. Conquistou apenas 10 dos 30 pontos disputados.
Se leram com atenção o que acima escrevi, então deram conta do essencial: tudo mudou após a derrota com o 2º classificado (FC Porto). Ora, é precisamente o 2º classificado (o mesmo FC Porto) que iremos defrontar na jornada 21 (dentro de semana e meia). Por isso defendo ser esse o momento que pode catapultar o Sporting para um campeonato inesquecível. Sair do Dragão, pelo menos, com a vantagem pontual ora existente colocará os Leões com uma mão no troféu. Depois, com tranquilidade, teremos 13 jogos para ir aproximando a segunda mão do ‘caneco’.
Há ainda outro dado que não deve ser esquecido numa análise ao que resta do campeonato: neste momento, o FC Porto já só pode chegar aos 86 pontos e o Benfica aos 83. Mas como ainda vão defrontar-se na Luz, para um fazer o máximo de pontos possível, o outro ficará com a meta final encurtada em 3. Ou seja, para o FC Porto fazer 86 o Benfica só pode chegar aos 80; acabarem ambos nos 83 (vitória do Benfica) ou FC Porto nos 84 e Benfica nos 81 (empate entre ambos). Como o campeão, desde que temos de volta as 34 jornadas, nunca fez menos de 82 pontos, verificamos que os nossos adversários já estão sem margem de erro pela frente, enquanto o Sporting ainda joga para 96 pontos (o máximo histórico dos Leões está nos 86 de 2015/16, com 5 empates e duas derrotas). Significa poder escorregar algumas vezes sem colocar em causa o objetivo final: ser campeão.
Presidente marcou presença no Fórum VI da Game Changers, realizado na MEO Arena, onde partilhou a sua visão sobre liderança e gestão
11 Out 2026 | 10:43 | Por Redação
Frederico Varandas marcou presença no Fórum VI da Game Changers, realizado na MEO Arena, onde partilhou a sua visão sobre liderança e gestão. O Presidente do Sporting recordou que, logo após ser eleito em 2018, admitiu aos elementos da sua direção que o mandato poderia durar apenas seis meses, caso fosse necessário tomar decisões difíceis.
F. Varandas: "Meus senhores, não sei se vamos durar seis meses ou seis anos"
"A primeira vez que reunimos depois de eleitos em 2018, todos os meus colegas de Conselho Directivo estavam muito felizes, orgulhosos, mas estraguei aquele ambiente de festa logo aos três minutos. Disse-lhes: Meus senhores, não sei se vamos durar seis meses ou seis anos, porque vamos fazer o que tem de ser feito", contou.
O dirigente, que participou num painel sobre liderança antes da intervenção do antigo presidente dos Estados Unidos Barack Obama, recorreu também à experiência militar para explicar a importância de conhecer os próprios limites e decidir sob pressão. Varandas recordou a missão no Afeganistão e a forma como essas vivências influenciaram a sua maneira de liderar: "Mais do que os resultados, as pessoas seguem valores. O que tiro da minha formação militar (ainda sou capitão do exército com muito orgulho) e da experiência da missão no Afeganistão, com os comandos, é a capacidade de conhecer os meus limites. Somos testados em condições altamente desfavoráveis, tendo de continuar a trabalhar, a decidir sob pressão, muitas vezes nesse limite", afirmou.
Além do mais, relatou ainda um episódio vivido durante uma missão em Kandahar, quando um oficial demonstrou nervosismo antes de uma patrulha numa zona dominada pelos talibãs. "Aprendi que nós, líderes, temos de tomar decisões difíceis. Quando premimos o gatilho, temos medo? Temos. Mas temos, sobretudo, de não transmitir esse medo aos nossos colaboradores, aos nossos soldados", sublinhou.
Varandas - que recentemente deu um estouro em Luís Montenegro - abordou também a sua perspetiva sobre as características necessárias para liderar, afastando a ideia de que a vontade, por si só, permite alcançar qualquer objetivo: "A liderança penso-a exatamente da mesma maneira: temos de ter características inatas para ser um líder com competências e resultados. Todos melhoramos, sim, com treino, mas um verdadeiro líder, que aguenta momentos difíceis... isso nasce connosco".
Durante debate no Parlamento, chefe do Governo utilizou uma metáfora com Clube de Alvalade para visar críticos do seu mandato
10 Out 2026 | 09:47 | Por Redação
Frederico Varandas respondeu à provocação de Luís Montenegro sobre o passado do Sporting e aproveitou para deixar uma indireta ao Porto. No final da vitória dos leões por 3-1 frente ao Braga, o Presidente leonino comentou as palavras do primeiro-ministro durante o debate do Orçamento do Estado.
Montenegro, adepto dos dragões, tinha recorrido à história do Sporting para ilustrar a ideia de que as previsões de défice feitas pela oposição poderiam não se concretizar no imediato. O chefe do Governo aludiu à expressão "para o ano é que vai ser", numa referência ao longo período que os leões passaram sem conquistar o título nacional.
Varandas revelou que recebeu várias mensagens sobre o episódio e explicou que só tomou conhecimento exato das declarações durante a deslocação para o jogo com o Braga. "Realmente recebi muitas mensagens sobre o debate quinzenal. Tanto que, na viagem para cá, tive de ver o que realmente tinha sido dito. Não houve nada. Foi uma graçola. Eu não a teria feito, tendo em conta que há milhões de eleitores Sportinguistas", afirmou.
F. Varandas: "Preferia estar mais 19 anos sem vencer a ser presidente de uma coletividade vencedora que tivesse sido apanhado em escutas a corromper árbitros"
O líder do Sporting não ficou, porém, por aí e aproveitou a ocasião para lançar uma farpa ao rival portista, recorrendo à polémica das escutas relacionadas com o Apito Dourado. "Mas essa do clube que ganhava quase, quase... Só queria dizer que estivemos 18 ou 19 anos sem vencer. Mas posso dizer que preferia estar mais 19 sem vencer a ser presidente de uma coletividade vencedora que tivesse sido apanhado em escutas a corromper árbitros", declarou.
Quanto ao jogo, o Sporting venceu o Braga por 3-1 na 8.ª jornada da Liga, depois de ter chegado ao intervalo em desvantagem, graças a um autogolo de Rui Silva, aos 41 minutos. Na segunda parte, Luis Suárez restabeleceu a igualdade aos 66’, de cabeça, e um autogolo de Bernardo Fontes, aos 70’, consumou a reviravolta leonina. Rodrigo Zalazar fechou o resultado aos 81 minutos, com um remate de fora da área.
Presidente dos azuis e brancos falou sobre as relações institucionais entre os dragões e o Clube de Alvalade em evento realizado em Gaia
09 Out 2026 | 16:43 | Por Redação
André Villas-Boas analisou, esta sexta-feira, as diferentes relações que existem, atualmente, com Sporting e Benfica. O líder máximo dos dragões destacou o alinhamento que existe com os leões em algumas questões do futebol português, pese embora a "relação pessoal" com Frederico Varandas esteja "ferida de morte".
Villas-Boas: "Temos um enquadramento muito específico em relação a determinados clubes"
"Temos um enquadramento muito específico em relação a determinados clubes, nomeadamente clubes sediados em Lisboa, a nossa capital, onde basicamente estão sediadas todas as grandes instituições do país", começou por dizer, em declarações no Cardiology Gaia Meeting 2026.
O líder dos dragões, de seguida, falou sobre a sua ligação com Varandas, distinguindo a relação institucional com o Sporting. "Esta é uma primeira fotografia. Depois há aquela que está relacionada com os presidentes. Há uma parte que é pessoal, que está ferida de morte naturalmente, entre diferentes acusações de uns para os outros, onde não existem relações. E depois a outra, que está relacionada com a visão destes três para um melhor futebol português", falou.
Villas-Boas: "Há um alinhamento mais preciso do ponto de vista estratégico entre o Porto e o Sporting"
André Villas-Boas surpreendeu ao elogiar a semelhança de visão que os leões têm em relação ao Porto. "Nesta, no que navega dentro dos objetivos comuns que temos, há um alinhamento mais preciso do ponto de vista estratégico entre o Porto e o Sporting, que não existe no caso do Porto e do Benfica, porque têm diferentes visões para determinadas coisas, e desde logo a questão dos direitos audiovisuais, que neste caso partilhamos com o Sporting e não partilhamos com o Benfica", explicou.
Recorde-se que o antigo técnico portista tinha acusado o Sporting de ter uma "santa aliança" com o Benfica. "Se há algo que é verdadeiro e bem presente é uma santa aliança entre o Benfica e o Sporting. Somos o Porto, queremos o bem do futebol português", afirmou, em meados de setembro de 2026.
João Maria Jonet explode contra bicadas de Luís Montenegro sobre o Sporting: "Cobarde"
09 Out 2026 | 13:31
Luís Montenegro faz figura deprimente no Parlamento e goza com o Sporting (vídeo)
09 Out 2026 | 13:04
Movimento Hoje e Sempre Sporting trava a pés juntos aumento a Varandas: “Sócios devem pronunciar-se”
08 Out 2026 | 09:39